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Minha Filha em Angola fazendo Missões - parte 3

Duas portas já haviam sido abertas, faltavam 3:

  • Dinheiro - OK;
  • A permissão da mãe dela (afastada dos caminhos do Senhor) - OK;
  • A concordância do Caíque (líder do Ministério de Teatro Jeová Nissi, promotor da viagem);
  • Justiça Brasileira e Polícia Federal;
  • Consulado de Angola no Rio de Janeiro;
  • etc.
A mãe da Camila, não somente permitiu a viagem, como correu atrás de toda a papelada.
Nos primeiros contatos com o pessoal do Jeová Nissi, alguns começaram a achar que o Caíque não liberaria uma pessoa menor de idade.

Na verdade isso era perfeitamente compreensível. Levar a filha dos outros para um local como aquele?

Como assim um local como aquele? Bem, é um país assolado por uma guerra civil que foi de 1961 a 2002! Confira aqui.

Alguém já comparou a bandeira angolana a um gráfico:


Vermelho - pessoas infectadas pelo HIV
Preto - pessoas infectadas pela Malária
Amarelo - pessoas com acesso a cuidados médicos

A Camila escreveu um texto para o Caique no meio do formulário de preenchimento dizendo o porquê de seu desejo em ir a Angola. O Caique foi usado por Deus e liberou!

A terceira porta foi aberta!


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