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terça-feira, 15 de novembro de 2011

Avivamento é Tempo de Reconciliação - Roger Ellsworth


Jamais houve um avivamento sem que os cristãos, individualmente, se reconciliassem com aqueles com quem tinham algum problema.

Esta é a introdução a mais um texto sobre AVIVAMENTO. Já publicamos muita coisa sobre Avivamento! Confira:

Ministrações sobre Avivamento:

Experiência na China, em Shantung:

Experiências no País de Gales:



Artigos de Roger Ellsworth:
1 - Desce, Senhor! Estamos com Saudades! - Roger Ellsworth
2 - Desce, Senhor! Precisamos de Ti! - Roger Ellsworth
3 - Desce, Senhor! Esperamos Por Ti! - Roger Ellsworth4 - Desce, Senhor! Queremos Encontrar a Ti! - Roger Ellsworth
5 - Desce, Senhor! Ofendemos a Ti! - Roger Ellsworth
6 - Desce, Senhor! Pertencemos a Ti! - Roger Ellsworth
7 - Suplicamo-te – Desce, Senhor! - Roger Ellsworth





“Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de ternos afetos de misericórdia, de bondade, de humildade, de mansidão, de longanimidade. Suportai-vos uns aos outros, perdoai-vos mutuamente, caso alguém tenha motivo de queixa contra outrem. Assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoai vós; acima de tudo isto, porém, esteja o amor, que é o vínculo da perfeição. Seja a paz de Cristo o árbitro em vossos corações, à qual, também, fostes chamados em um só corpo: e sede agradecidos. Habite ricamente em vós a palavra de Cristo; instruí-vos e aconselhai-vos mutuamente em toda a sabedoria, louvando a Deus, com salmos e hinos e cânticos espirituais, com gratidão, em vossos corações” (Cl 3.12-17).

Jamais houve um avivamento sem que os cristãos, individualmente, se reconciliassem com aqueles com quem tinham algum problema. Deus não vai passar por cima de ressentimentos e amarguras e conceder sua grande bênção do avivamento. Se queremos verdadeiramente o avivamento, teremos de tratar dessas coisas.

Parece haver muito desse tipo de problema hoje em dia. Quase todas as igrejas passam uma vez ou outra por tensões e conflitos não resolvidos. Às vezes são tensões entre os membros da liderança da igreja, outras vezes ocorrem entre pastores e membros e, ainda outras, acontecem entre membros e membros. Na maioria dos casos, a causa de tais problemas é algo muito insignificante.

Como precisamos atentar para as palavras do apóstolo Paulo registradas no texto acima! Temos aqui uma chamada retumbante para que os colossenses vivam em paz uns com os outros.


Os Deveres Prescritos

Ao examinarmos os versículos acima, vemos Paulo conclamando seus leitores a que “vistam” certas coisas:
• ternos afetos de misericórdia – um coração compassivo, isto é, um coração que é tocado e movido pela miséria de outrem
• bondade – uma disposição abrandada que já se livrou de todo resquício de aspereza
• humildade – um coração livre do amor próprio e do desejo de afirmar e promover o ego
• mansidão – um espírito que não se ofende com facilidade
• longanimidade – um espírito que pacientemente suporta provocações sem “explodir”
• suportar uns aos outros – a graça que capacita alguém a agüentar tudo o que é desagradável e indesejável nos outros
• amor – o dom supremo (1 Co13) que une os crentes. William Hendriksen escreve: “O amor, então, é o vínculo da perfeição no sentido de ser o elemento que une os crentes, fazendo-os caminharem em direção ao alvo da perfeição”.

Excluí da lista acima uma das expressões de Paulo a fim de dar-lhe uma consideração especial. Ela vai direto ao âmago da questão que está diante de nós. Além do que enumeramos acima, o apóstolo urge aos colossenses que perdoem um ao outro “caso alguém tenha motivo de queixa contra outrem” (v.13). Em outras palavras, ele exorta aos cristãos que porventura tenham se afastado um do outro por problemas pessoais a que se reconciliem.

O próprio Senhor Jesus deixou algumas instruções específicas e detalhadas sobre como deveríamos lidar com isso. Se um amigo cristão peca contra nós, devemos falar com ele em particular e dizer-lhe em que sentido nos ofendeu ou prejudicou. A pessoa que é abordada dessa maneira deve se reconciliar conosco. Se ela se recusa a fazer isso, devemos ir para o passo seguinte que é levar mais uma ou duas pessoas conosco para tratar da questão. Se ainda assim ela recusa se reconciliar, o assunto deve ser levado a toda a igreja (Mt 18.15-17).

A lição de Jesus é claríssima: os cristãos devem sempre estar sequiosos de buscar e conceder reconciliação. Deixar de fazer isso é coisa muito séria aos olhos do Senhor.

Em outra ocasião, o Senhor mais uma vez salientou a importância da reconciliação nestas palavras: “E, quando estiverdes orando, se tendes alguma coisa contra alguém, perdoai, para que vosso Pai celestial vos perdoe as vossas ofensas. Mas, se não perdoardes, também vosso Pai celeste não vos perdoará as vossas ofensas” (Mc 11.25.26).

Aqueles que suplicam o perdão de Deus não podem reter o perdão de outros. Se não perdoarmos, não teremos o direito de pedir perdão. Os deveres que Paulo aponta nesta passagem são, na verdade, muito exigentes, tanto assim que será quase impossível executá-los se não nos atentarmos ao incentivo que ele também oferece.


O Incentivo Oferecido

Paulo sempre cobriu toda responsabilidade cristã pelo amor do Calvário. Ele faz o mesmo aqui. Nós que conhecemos o Senhor devemos perdoar porque ele nos perdoou a nós (v.13). Paulo também realça este ponto na sua carta aos Efésios: “Antes sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus em Cristo vos perdoou” (Ef 4.32).

A cruz do Calvário retira todo esconderijo daqueles que se recusam a perdoar. Se nós nos recusamos a perdoar alguém por considerarmos que não o merece, precisamos olhar para o amor do Calvário. O Senhor Jesus Cristo não veio e morreu por nós porque éramos ou somos merecedores. Ele veio e morreu por nós quando éramos ímpios e não merecedores (Rm 5.6-8).

Se nos recusamos a perdoar por causa do tamanho da ofensa praticada contra nós, precisamos novamente olhar para o amor do Calvário. Nenhuma ofensa pode ser maior do que aquela que os pecadores perpetraram contra Deus. E, no entanto, Deus tomou a nossa humanidade e, através dela, foi para a cruz. Lá ele clamou, “Pai, perdoa-lhes...” (Lc 23.34).

Se nos recusamos a perdoar porque a pessoa que nos ofendeu parece vil e detestável aos nossos olhos, também devemos olhar para a cruz. Lá Deus criou uma senda de perdão para as criaturas mais vis e desprezíveis imagináveis, aquelas que tinham desprezado a sua lei e que pregaram na cruz o próprio Filho de Deus.

Se nos recusamos a perdoar porque estamos esperando que a outra pessoa dê o primeiro passo, a solução, outra vez, é olhar para o amor do Calvário. Redenção é Deus dando o primeiro passo e, em seguida, todos os demais também. Sem essa iniciativa, nunca teria havido redenção, pois pecadores culpados nunca teriam nem a inclinação nem a capacidade de tomar o primeiro passo em direção a Deus.

Se nos recusamos a perdoar porque poderia ferir nosso orgulho ter de admitir que erramos, novamente nossa saída é olhar para o Calvário. Lá o Senhor, que não tinha orgulho e nunca fez nada errado, voluntariamente curvou-se em humildade e tomou sobre si as nossas culpas. A cruz de Cristo é sempre um antídoto para uma disposição antipática e um espírito que não perdoa. Quando persistimos em tais coisas, somente demonstramos que ainda não estudamos cuidadosa e profundamente as lições da cruz.


As Medidas Preventivas Propostas

É interessante que depois do apóstolo falar das coisas com as quais o cristão deve se “revestir” (vv. 12,14), ele passa a falar de dois fatores cuja operação deve ser permitida em sua vida. Primeiro ele diz: “Seja a paz de Cristo o árbitro em vossos corações” (v.15). E, em seguida, acrescenta: “Habite ricamente em vós a palavra de Cristo...” (v.16).

Não posso deixar de ver essas ordens como medidas preventivas para os mesmos problemas que o apóstolo acabara de citar. Como é que se pode evitar uma disposição antipática e crítica? Como é que se mantém um relacionamento saudável com os irmãos e irmãs? Como é que se evita situações de tensões e conflitos?

Sugiro que a resposta esteja nestas duas ordens de Paulo: “Seja” e “Habite”. Devemos permitir que a paz de Cristo e a palavra de Cristo governem os nossos corações. A paz é um direito adquirido que pertence a todo cristão. A paz com Deus e a liberdade interior da culpa e da condenação do pecado foram compradas para ele através da morte redentora de Cristo na cruz.

O viver em paz com os outros acontece quando reconhecemos quem nós somos em Cristo Jesus. Quanto mais refletimos no que ele fez por nós, mais veremos sua paz dominando e controlando as nossas vidas. E quanto mais a paz nos controla, menos tensão teremos em nossos relacionamentos com os outros.

Em segundo lugar, devemos permitir que a palavra de Cristo habite ricamente em nós. Isso significa submeter-nos completamente e com imenso prazer e deleite a tudo o que a Bíblia ensina. Não é difícil perceber como isso nos livra de conflitos com os outros. Se cada crente abrir sua vida à ação poderosa da Palavra de Deus, haverá grande unidade e pouquíssimo espaço para conflito e dissensão.

Também não é difícil discernir quem permite que a Palavra de Deus habite ricamente em sua vida. Isso sempre se evidencia! Aqueles que estão cheios da Palavra de Deus são pessoas de louvor e adoração. Não conseguem ser outra coisa. Como sabemos, duas coisas não podem ocupar o mesmo espaço ao mesmo tempo. Uma vai deslocar a outra. O coração cheio do deleite e do louvor produzidos pela Bíblia não terá espaço sobrando para ressentimento ou amargura.
Guardemos essas coisas em mente enquanto orarmos por avivamento. Se temos um relacionamento fraturado, procuremos perdoar e nos reconciliar, lembrando-nos do perdão que nós próprios recebemos de Cristo. E vamos permitir que a paz e a Palavra de Cristo habitem em nós de tal maneira que não tenhamos que passar pela profunda dor de alienação e o difícil trabalho de reconciliação.


Fonte: Arauto Ano 23 nº 2 - Março/Abril 2005


segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Desce, Senhor! Esperamos Por Ti! - Roger Ellsworth


Artigos de Roger Ellsworth:
1 - Desce, Senhor! Estamos com Saudades! - Roger Ellsworth
2 - Desce, Senhor! Precisamos de Ti! - Roger Ellsworth
3 - Desce, Senhor! Esperamos Por Ti! - Roger Ellsworth
4 - Desce, Senhor! Queremos Encontrar a Ti! - Roger Ellsworth
5 - Desce, Senhor! Ofendemos a Ti! - Roger Ellsworth
6 - Desce, Senhor! Pertencemos a Ti! - Roger Ellsworth
7 - Suplicamo-te – Desce, Senhor! - Roger Ellsworth

Obstáculos à Adoração

Todos desejamos que nossa adoração seja agradável ao Senhor; entretanto, pode haver algumas coisas presentes nas nossas vidas que impedem a eficácia do nosso louvor:


Pecados Não Confessados ou Não Resolvidos
"Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça"(1 Jo 1.9). É importante manter as "contas em dia" com Deus, para que sejamos santos como ele é santo. Não podemos adorar em espírito e em verdade quando temos pecados não confessados na nossa vida. Devemos aborrecer o pecado assim como o Senhor o faz; de outra forma, podemos nos abrir à dureza de coração. Nosso louvor pode ser bloqueado por pecados "ocultos" – aquelas coisas que guardamos com chave e cadeado, e que ninguém conhece além de Deus. É importante continuamente confessar os pecados, pois isto os tira das trevas e os coloca na luz. O temor de Deus é aborrecer o pecado.


Deixar de Receber Plenamente a Graça de Deus
O inimigo nos martela continuamente, tentando nos levar a duvidar do nosso valor, e até mesmo da nossa salvação! Fique firme nas promessas de Deus! A Palavra de Deus é a espada do Espírito. Derrote o inimigo com ela!


Temor dos Homens
Geralmente estamos mais preocupados com o que os outros pensam da nossa adoração do que com o agrado de Deus. A presença de Deus nos renova constantemente, a não ser quando deixamos a preocupação conosco mesmos (que é o temor dos homens) entrar no meio. Ficar preocupado com aqueles que estão à nossa volta nos impede de ficar sensíveis ao Espírito Santo na adoração. Pergunte continuamente ao Senhor: "Pai, o que te agrada?"

Se parece ser bom levantar suas mãos ao Senhor, então louve-o com esta oferta. Se sentir desejo de se ajoelhar diante dele em adoração, então honre-o com esta obediência à voz do Espírito. Não faça estas coisas porque sentiu uma mera emoção, ou porque os outros o estão fazendo. Que seu único desejo seja para agradar a Cristo. As tradições dos homens muitas vezes exercem mais pressão do que os desejos de Deus, e isto impede nossa adoração. Às vezes, Deus precisa ofender a mente racional do homem a fim de revelar seus propósitos. Lembre-se que seus caminhos são sempre mais altos.


Ofertas da Alma
De acordo com Jack Deere, "Deus não tem prazer naquilo que nós iniciamos". Não devemos adorar baseados nas nossas boas intenções. Se algo começou no poder do Espírito Santo, não deve ser continuado nem promovido na nossa carne. Há uma grande diferença entre o poder da alma (nossa mente, emoções e vontade), e o nosso espírito (a parte em nós que pode conhecer a Deus).

Nossos espíritos são o meio que temos para nos relacionar com Deus. O Espírito Santo habita no nosso espírito. Às vezes permitimos que nossa alma tenha mais influência do que nosso espírito, o que faz com que o poder do homem seja mais dominante que o poder do Espírito Santo. Devemos permitir que o Espírito habite ricamente dentro de nós! Adorar a Deus na carne não lhe traz honra.

Arauto da Sua Vinda - Ano 19 nº 3 - Outubro/Dezembro 2001
Origem da imagem: http://rogerellsworth.com/

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Evangelismo no Dia das Crianças


No dia das crianças deste ano, minha igreja promoveu um evangelismo no Assentamento Milton Santos, que fica entre Americana e Paulínia.

Para quem conhece a região, este assentamento fica perto do Sobrado Velho, antigo vilarejo onde os imigrantes italianos moraram quando chegaram no Brasil. Ali eles trabalhavam no cultivo de algodão. Produto que fez a riqueza de Americana no final do século 19 e início do século 20.

Esta região pertence à Usina Ester, empresa produtora de açúcar e álcool. No meio desta vasta terra, havia desde os anos 70 uma área pertencente ao Estado de São Paulo e à Prefeitura de Americana. Por motivo de dívida com o INSS, os proprietários perderam estas terras indicadas em vermelho no mapa abaixo. Área destinada ao desenvolvimento dessa região, chamada em Americana de "Região Pós Represa" que é para onde Americana irá crescer no futuro, uma vez que já está conurbada com Santa Bárbara d'Oeste e em passos bem acelerados com Nova Odessa.

O MST invadiu esta área no final da década de 90 e o governo federal, através do INCRA, deu posse aos invasores. Hoje estão totalmente regularizados, com opções de financiamento pelo próprio INCRA, assistidos precariamente pela Prefeitura de Americana (ônibus para os estudantes, fornecimento de água, etc.).

Veja a região pelo mapa extraído da Wikimapia, em vermelho, o Assentamento Milton Santos.

Veja o álbum de fotos do evento!




Nós fomos até lá com a Igreja Batista do Caminho (minha igreja) em Vila Jones, a Igreja Batista Cidade de Americana e a Igreja Palavra Revelada, além de outras, todas de Americana. Levaram a Palavra de Deus, brinquedos, comes e bebes e muito amor! Nós ficamos responsáveis pela parte mais gostosa, o Evangelismo!

Lá não tem igreja nenhuma! Quem se habilita?

Evangelizar faz bem ao corpo, à alma e ao espírito!
Uma benção!

Quando foi a última vez que você evangelizou?

terça-feira, 8 de novembro de 2011

UUPG e Você

UUPG - Unengaged, Unreached People

Group ou Povos Não Alcançados e Não abordados.

São os Povos que não tem cristãos, não tem Bíblia, não tem missionários e não tem igreja.

Postagens já publicadas sobre este assunto:
632 Grupos Etnolinguísticos Não Alcançados e Não Abordados
1.505 Grupos Etnolinguísticos Não Alcançados e Não Abordados 
As 1.000 principais línguas que não tem as Escrituras 
UUPG e os crentes não praticantes 
UUPG e a Teologia da Prosperidade 
UUPG e as Igrejas Não Missionárias


O que você pode fazer a respeito?




Créditos: Música "Eu quero amar" de Isaac Mercadante, cantada pelo Fernandinho, no CD "Tenho Fome" do Ministéio de Teatro Jeová Nissi. Fotos do CD "Planeta Terra" do SEPAL organizado por Ted Limpic. Povos não abordados e não alcançados para o Google Earth através do arquivo KML do Projeto Josué filmado com o programa AVIScreen.

sábado, 5 de novembro de 2011

Desenvolver nas crianças amor pelos perdidos

Como os pais podem ajudar seus filhos a desenvolver um coração para os perdidos? Texto de Mitzi Eaker do site http://www.mitzieaker.com.

Encontrei este texto em inglês na web e achei maravilhoso. Alguns desses passos eu já faço com minha esposa, mas, outros não.

Começa construção de um alicerce em casa e avança para sua comunidade e além através do exemplo de seus pais!

1. Pais, deem aos seus filhos amor pela Bíblia. 
Torne o aprendizado da Bíblia uma aventura de descoberta. Quando você ensinar seus filhos versículos da Bíblia, passagens, ou histórias, perguntar-lhes como eles se relacionam com suas vidas. O maior presente que podemos dar aos nossos filhos é pessoalmente ensiná-los a ler e aplicar a Bíblia à sua vida diária. Quando nossas ações diárias refletem a Palavra de Deus, nossas vidas se tornam a maior ferramenta de divulgação que Deus criou.

2. Ensine seus filhos a amar as pessoas. 
Acho que isso pode ser muito difícil no mundo de hoje, porque eu quero ensinar meus filhos a evitar estranhos e ficar longe dos causadores de bullying. No entanto, incentive seus filhos a serem gentis com os outros. Orar com seus filhos todos os dias, pedindo a Deus para trazer alguém em suas vidas, com quem possam partilhar o Seu amor. Se seu filho está tendo um problema em amar uma pessoa em particular, não empurre ele ou ela. Em vez disso, ore para que Deus leve esse sentimento negativo para longe de seu filho. Em todo caso, podemos amar, orando, mesmo para os nossos inimigos.

 3. Ore pelos perdidos. 
Como uma família, torná-lo uma parte regular de sua semana para orar pelos perdidos em sua comunidade e no mundo. Faça caminhadas com seus filhos no bairro e aproveite e faça orações breves. Use os recursos da oração, como o Intercessão Mundial (World Operação - http://www.operationworld.org/  - ou o Projeto Josué), para orar por grupos de pessoas em todo o mundo.

4. Partilhe a sua fé com seus filhos.
Partilhe a sua fé pessoal com seus filhos usando as Escrituras. Ajude seu filho a escrever e discutir a sua própria história de fé. (isto será um incrível presente para eles mesmos mais tarde quando forem jovens).

5. Partilhe a sua fé com os outros. 
Deixe o seu filho vê-lo estender a mão e partilhar a sua fé em seu bairro e fazer missões ao redor do mundo. Crie oportunidades para a sua família para construir relacionamentos com os perdidos no seu bairro através dias especiais, jantares, churrascos, ou visitas. Fazer viagens de missões, individualmente ou como uma família. Mas, de qualquer forma, compartilhe as histórias e experiências com seu filho. Pais, olhem para o ministério, missões, e a vida em geral como uma jornada que você está tendo com seus filhos. Eles estão olhando para você aguardando orientação. Alcançando os perdidos começa com alcançá-los.

Uma benção, não é?

Acrescentaria alguns passos, mas, pelo menos indico mais um:

6. Contribua,
Contribua para Missões em espécie (R$) na frente de seus filhos e incentive-os a darem de suas mesadas.

Mitzi Eaker é autora de Missões Moments 2, e também publica suas experiências no site www.mitzieaker.com onde achei esta mensagem, em inglês, of course. Moments Missões 2 é um livro que oferece 52 mensagens e atividades missionárias para as famílias de hoje.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

UUPG e igrejas não missionárias


UUPG - Unengaged, Unreached People Group ou Povos Não Alcançados e Não abordados.

São os Povos que não tem cristãos, não tem Bíblia, não tem missionários e não tem igreja.

Postagens já publicadas sobre este assunto:

Povos sem igrejas e sem missionários. E nós aqui no Brasil com Igrejas que não fazem Missões!

Existe isto? Igreja não Missionária?


Minhas igrejas são todas missionárias! 
  • Igreja Presbiteriana do bairro São Domingos (atualmente Igreja Presbiteriana Moriah) de Americana (de 1978 a 1998);
  • Igreja Batista do Caminho bairro São Fernando de Santa Bárbara d'Oeste (de 2000 a 2008);
  • Primeira Igreja do Evangelho Quadrangular de Paulínia (2009);
  • Terceira Igreja do Evangelho Quadrangular de Paulínia (2010);
  • Igreja Batista do Caminho Vila Jones de Americana (de 2011 até o arrebatamento);
Sempre fui estimulado a fazer Missões e a contribuir para Missões e para orar por Missões. Em todas elas! Igrejas abençoadas! Missionárias!

Mas, infelizmente, também conheço igrejas que não dão ênfase neste ministério. Não oram, não contribuem, não enviam, não sustentam, não acolhem, não ensinam, não estimulam, não semeiam. Não fazem nada!

Igrejas onde os templos são mais importantes. O prédio é fundamental. A cadeira confortável, o ar condicionado em exatos 25°C, o melhor som, a melhor iluminação, o melhor telão digital, a melhor estrutura de lazer com quadras e piscina. 

Sei de certa igreja que tem em conta corrente mais de R$100.000,00! Esta lá no banco, rendendo juros onde a traça e a ferrugem corroem! Não entesourando na glória!

Que frustração! Igreja não missionária! Seus líderes receberão maior juízo! Serão acusados pelos povos UUPG de não irem até eles! Serão envergonhados! Uma igreja sem lágrimas!

Igreja que tem medo das perseguições! Verdadeiros clubes! Cheias de filosofia da melhor qualidade e ausentes de cristianismo puro e simples! 

Esquecem que o sangue dos mártires é o adubo do crescimento! Perseguição me deixa fraco, mas, quando sou fraco é que sou forte, logo, a perseguição me deixa forte! Tais igrejas são tão ricas, mas tão fracas! Piores que a igreja de Laodicéia!

Os membros também! Pois a Bíblia fala claramente que cada cristão é um missionário! São indesculpáveis! Não dá para eles afirmarem: "aprendi diferente!"

Crente não missionário tem defeito de fabricação!

Sua igreja é missionária?

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Dinheiro para Departamento de Missões

Como ter verba para o Departamento ou Secretaria de Missões?

Esta é a pergunta que um jovem presidente de um departamento de Missões me fez.

Pegou-me num dia "inspirado" e respondi (quase gritei) para ele estas palavras. Depois eu explico o porque da minha resposta.

Leia a pergunta dele:

A paz do Senhor, meu querido. Preciso de sua ajuda. Lindo trabalho esse que você faz. E me sinto um pouco aflito, pois amo missões. Está no meu coração. Olha, fui colocado no cargo de diretor de missão a poucos dias e a nossa igreja não tem condições financeiras para muita coisa. Queria que você me orientasse como devo fazer para conseguir levantar recursos para a missão.

Bem, estas palavras me trouxeram ao coração memórias boas e ruins. O Espírito Santo aproveitou e falou "um monte para mim"! Veja a resposta. Depois dela eu coloco a razão desta "fúria".

Olá C. Graça e Paz Obrigado pelo seu contato. 

Para que dinheiro? 

Esta é a minha primeira pergunta. 

  • É para não precisar usar o dinheiro dos dízimos nos enfeites porque o pastor\tesoureiro não quer gastar dinheiro? 
  • É para sustentar algum missionário? 
  • É para comprar um datashow para a igreja? 
  • É para fazer boletins informativos de missões? 
  • É para assinar a Revista Portas Abertas para a igreja? 
  • É para comprar livros de missões para compor a biblioteca "da igreja"? 
  • É para comprar bandeiras dos países da Janela 10/40 para estimular o cérebro dos nossos irmãos? 
  • É para enviar alguém para o ETED da JOCUM? 
  • É para que? 


Na verdade, meu irmão, não se precisa de dinheiro para a maior parte das atividades. 

Para as poucas coisas, pode vir do seu próprio bolso. Considere uma semeadura. Semeie, deixe a semente morrer (esqueça que deu e não faça anotações do 'doador') e você colherá a 30, a 60 e a 100 por 1. 

Estar à frente de um ministério de missões custa muito! E não falo de Reais! Falo de tempo, dedicação, estudo, jejum, oração, leitura bíblica, santificação! 

É luta todo dia. Não contra o tesoureiro que não gosta de "gastar" dinheiro com missões. Nem contra aqueles irmãozinhos que "não gostam de culto de missões". A maior luta é contra você mesmo! Em receber esta dádiva do Senhor e avançar. Com intrepidez, ousadia, inteligência, humildade e santidade! Repito: é luta todo dia! É não reclamar, não depender de dinheiro, não depender da ajuda externa, não depender da promessa deste ou daquele. Depender somente de Deus! 

Saiba que, se neste teu "mandato" alguma criança ou adolescente receber o chamado missionário do Senhor será o seu maior feito! Mesmo que este SIM que o adolescente der demorar muito para você ver e seu "mandato" já tiver acabado! Valerá a pena se você exibir um vídeo e fazer os irmãos derramarem uma lágrima pelos povos UUPG, pelos mais de 100.000 mártires anuais! 

C., o que você mais precisa não é de dinheiro! Para que dinheiro? Você precisa é do Espírito Santo despertando os corações. Despertando a chama missionária que todos os crentes tem! Consagre seu ministério a Ele. Declare-o o verdadeiro diretor do departamento de missões! Você deve ser apenas o ajudante! Digo por experiência própria! Se você não atrapalhar o Espírito Santo já estará fazendo muito! Comigo é assim, meu irmão! Já atrapalhei o mover do Espírito com minhas estratégias carnais. 

Não me leve a mal. Não estou te fuzilando. Estou te orientando para não errar naquilo que errei! 

Mas, se você quer dinheiro, faça cachorros quentes e venda. Faça pastéis e venda. Faça espetinhos de carne e venda. Faça bolos e venda. Ataque o estômago dos crentes! 

Inunde a igreja com a fumaça do churrasco. Alguns crentes prestarão mais atenção do que se for a fumaça da glória de Deus! 

Não relute em responder! Mantenha contato. Relate experiências! 

Gilson de Moura 
Blog Missões e Adoração 

Não que estivesse bravo com ele. De modo algum. Nem bravo por ter que responder. De forma alguma! Mas sim me fez lembrar de um momento na minha vida que também corria atrás do dinheiro para a obra. Quando pouquíssimos ajudavam e eu metia mais e mais a mão no meu próprio bolso! Trazendo desavença para dentro do meu lar! E fora dele também. Passei a julgar aqueles que prometeram e não cumpriram. Passei a julgar o próprio Deus quando falava para Ele: "Senhor, a obra não é Tua? O Senhor não é o maior interessado em que ela cresça? Então, cade o dinheiro do aluguel?" Quanta besteira! Que servo inútil eu sou! Faço só o que me pede e ainda reclamo!

Hoje, depois de uma ministração sobre semeadura pelo pr. Hugo Konno e pelo Pr. Beto, considerei todo aquele dinheiro e tempo como semente e ela já morreu no meu coração. Hoje espero colher, não somente aqui na terra, se esta for a vontade do Senhor, mas, quero colher no tribunal de Cristo, quando o Senhor falar comigo e derramar do Seu fogo e sobrar alguma coisa além do fundamento que é Ele mesmo. Quero colher coroas! Para quê? Para passear na glória com coroa? Não, quero coroas para depositá-las aos pés de Jesus, rendendo-lhe toda glória e toda honra. Meu presente de casamento para as bodas do Cordeiro!

Obrigado Senhor pelos leitores deste site, que o Senhor continue usando-os para Teu Espírito fale comigo e me corrija com vara!




quarta-feira, 2 de novembro de 2011

O Perigo de Uma Igreja Sem Lágrimas - Morris Chalfant


Mais um artigo do jornal O Arauto da Sua Vinda. Trata da necessidade das lágrimas em nossas vidas e em nossas igrejas.

Numa manhã, bem cedinho, A. B. Simpson foi surpreendido no seu devocional, com seus braços abraçando um globo terrestre, e sobre ele derramando as suas lágrimas enquanto orava por um mundo perdido.

Milhares e milhares de almas diariamente,
Passam à eternidade, uma a uma,
Imersos em culpa e trevas sem Cristo.
O que é que tu vais dizer, ó Igreja de Cristo,
Quando chegar o terrível dia do juízo,
E fores acusada da sua condenação?
Outros artigos do Jornal O Arauto da Sua Vinda aqui no Missões e Adoração.

Outros artigos de Morris Chalfant aqui no Missões e Adoração.

Parte indispensável de um evangelismo eficaz é aquele impulso espiritual que chamamos “peso” ou “encargo”. É uma sensibilidade da alma para com os perdidos, uma atitude de quebrantamento, um coração despedaçado pelo destino dos impenitentes.

Há uma grande necessidade na Igreja por um avivamento de lágrimas. Quando sentirmos um encargo pelos homens e mulheres perdidos profundo suficiente para nos fazer chorar por seu estado, começaremos a vê-los chegar a Jesus. Jeremias expressou um sentimento semelhante nesta passagem conhecida: “Ah, se a minha cabeça fosse uma fonte de água e os meus olhos um manancial de lágrimas, eu choraria noite e dia pelos mortos do meu povo!” (Jr 9.1).

À luz da alegria que há em Jesus, essas afirmações podem parecer surpreendentes. A Bíblia nos diz que: “A alegria do Senhor é a nossa força” (Ne 8.10). A canção dos anjos foi: “Eis que vos trago novas de grande alegria” (Lc 2.10). “E houve grande alegria naquela cidade” é o registro das emoções que resultaram do grande avivamento em Samaria (At 8.8).

Por que, então, a igreja precisa de um “avivamento de lágrimas”? Por que motivo a oração patética de Jeremias? É porque as lágrimas sempre precedem e são pré-requisito para a alegria. O peso vem antes da bênção. As lágrimas antecipam o triunfo. Os gemidos vão adiante da glória. “O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã” (Sl 30.5).

Ministério Sem Lágrimas

Uma dos principais causas de termos igrejas estéreis e congregações sem alegria é o fato de termos ministério sem lágrimas. (Pode até haver contentamento e frivolidade quando não há a verdadeira alegria celestial.) Quando Sião sofreu as dores do trabalho de parto, logo deu à luz seus filhos (Is 66.8). Paulo serviu a Deus com muitas lágrimas a fim de que Cristo fosse formado em multidões de vidas humanas. Enquanto não experimentarmos um surto de tristeza santa pelas almas, nosso esforço para trazer o verdadeiro avivamento será em vão. Já tentamos muitas coisas boas; temos nos desgastado para melhorar nossa organização e para produzir zelo sacrifical; mas ainda não vimos o derramar do Espírito Santo pelo qual tanto esperamos. Precisamos de lágrimas!

Quando Neemias recebeu a ordem de Deus para reconstruir os muros da cidade santa, ele testificou: “Tendo eu ouvido estas palavras... assentei-me e chorei” (Ne 1.4). Por que ele chorou? Será que foi porque captou uma visão das ruas da cidade arruinada, cheias de cadáveres? Será que foi porque temia pela sua própria vida, constantemente ameaçada pelos inimigos? Não! Ele viu a terrível apostasia do povo de Deus – e nos deu a chave para o avivamento: “Assentei-me e chorei”.

Quando Alexander Maclaren foi convidado para ocupar o púlpito de uma grande igreja batista em Manchester, Inglaterra, ele se reuniu com os seus diáconos e disse: “Cavalheiros, precisamos acertar uma coisa antes de eu assumir essa posição. Vocês querem a minha cabeça ou os meus pés? Vocês podem ter ou uma ou os outros, mas não podem ter os dois. Eu posso ir por aí fazendo isto ou aquilo e tomando chá, se é o que vocês querem; mas não esperem que eu lhes traga algo que possa sacudir esta cidade”.

Deus não chama homens para o púlpito a fim de serem pau para toda obra, entregando recadinhos. Ele os chama para se prostrarem rosto em terra diante de sua presença. Os diáconos do Dr.Maclaren entenderam a mensagem; mas quem é que se prostra rosto em terra diante de Deus hoje em dia?

Paulo afirma que “noite e dia não cessei de admoestar, com lágrimas, a cada um!” (At 20.31). Ele declara em outro lugar que procurava preencher o que restava das aflições de Cristo (Cl 1.24). Admitiu até que aceitaria o inferno, se dessa maneira pudesse ganhar a sua nação de Israel para Deus. Moisés preferia antes ser riscado do livro de Deus do que ver Israel castigado e condenado.

Aquele que, com coração partido, chora com freqüência, não apostatará. Aquele que derrama as suas lágrimas em oração e estudo bíblico nunca se tornará fanático. Aquele que sai, com coração sangrando, para semear a preciosa semente do evangelho, tem a certeza de que colherá almas para Deus. Aquele que geme com agonia de alma pelas almas dos outros dará à luz filhos espirituais.

Quem Está Chorando Hoje?

Hudson Taylor, fundador da China Inland Mission (Missão Interna da China), conta que quando era estudante universitário, ficou encarregado de cuidar de um homem com um pé gangrenado. Era sua obrigação fazer o curativo no pé do homem todos os dias. Logo ficou sabendo que o seu paciente não era cristão, e que não entrava numa igreja há mais de quarenta anos. Era tão grande o seu ódio pela religião que se recusou a entrar na igreja por ocasião do enterro da sua esposa.

O jovem Hudson decidiu falar a esse homem a respeito da sua alma cada vez que o visitasse. O homem o xingava e não permitia que ele orasse. O estudante persistiu em lhe apresentar Cristo até um dia em que disse para si mesmo: “É inútil”, e levantou-se para sair do quarto.

Quando chegou à porta, Hudson se voltou e viu o homem olhando para ele como se dissesse: “Como assim, você vai embora hoje sem me falar a respeito de Cristo?” Nisso, o jovem prorrompeu em lágrimas e, voltando para perto da cama, disse: “Quer o senhor queira, quer não, eu preciso liberar a minha alma. Permite que eu ore com o senhor?” O homem assentiu, começou a chorar e se converteu.

O testemunho de Hudson Taylor sobre essa experiência foi: “Deus quebrou o meu coração a fim de poder, por meu intermédio, quebrar o coração daquele homem ímpio”.

Peça agora ao Espírito Santo que lhe dê um coração sensível, e que faça dos seus olhos uma fonte de lágrimas, a fim de que possa, com a compaixão de Cristo, buscar os que estão perdidos e próximos à morte.


Fonte: Arauto Ano 23 nº 2 - Março/Abril 2005 - Imagem do site NazNet

E então, você tem derramado lágrimas? E sua igreja?