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quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Pré-Requisitos Para o Avivamento - Henry Blackaby

O primeiro grande avivamento no Novo Testamento ocorreu no dia do Pentecostes. Ao estudar este grande acontecimento, fica muito claro que Pentecostes foi a conclusão de um processo. Houve um longo processo, desde o dia em que Jesus chamou os discípulos até o derramamento do seu poder e a pregação que abriu as portas do Reino a milhares de pessoas. É importante ver, da perspectiva de Deus, que tipo de preparação veio antes do avivamento. O que Jesus fez na vida dos discípulos? Como os preparou? O avivamento depende da preparação do povo de Deus no seu relacionamento com Deus. Os discípulos precisaram chegar ao ponto de se entregarem totalmente a Jesus como Senhor.


Artigos de Henry Blackaby:
Avivamento Coletivo:A Necessidade - Henry Blackaby
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Pré-Requisitos Para o Avivamento - Henry Blackaby
Por Que Tarda o Avivamento? - Henry Blackaby
Tendo Um Encontro Com Deus - Henry Blackaby
Com Cristo na Batalha de Oração - Henry Blackaby


No final do evangelho de Lucas, no capítulo 24, vemos algumas instruções importantes de Jesus sobre as coisas que teriam de estar em ordem, antes que o Espírito pudesse ser derramado. Conhecemos bem a história dos dois discípulos que estavam andando de Jerusalém a Emaús. Jesus revelou a sua presença a eles de uma forma incrível, a ponto de exclamaram depois: “Não nos ardia o coração?” Jesus tocou nos seus corações de uma forma simples, porém profunda. Ele não entrou “arrasando”, mas despertou-os no seu interior e depois permitiu que se tornassem testemunhas do que Deus fez. A realidade do Senhor ressurrecto era tão forte que tiveram de voltar imediatamente e contar aos outros. Deus queria que os dois despertassem os corações dos demais. Deus nos criou para sermos interdependentes, não independentes. E ele escolhe as pessoas cujos corações pretende tocar, a fim de que essas, por sua vez, toquem em muitas outras.

Logo que deram testemunho, Jesus apareceu entre todos e confirmou o que disseram (Lc 24.36-43). Ficaram assustados, no princípio, mas ele os estava preparando para o momento crítico que viria depois. É assim que acontece até hoje. Temos muitas dúvidas e temores sobre o que significa tudo que está acontecendo hoje, mas ele está colocando as coisas em ordem e nos preparando para o que vem depois.

Já Lhes Falei Sobre Isso
“A seguir, Jesus lhes disse: São estas as palavras que eu vos falei, estando ainda convosco: importava se cumprisse tudo o que de mim está escrito na Lei de Moisés, nos Profetas e nos Salmos. Então, lhes abriu o entendimento para compreenderem as Escrituras” (Lc 24.44,45).

Há quantos anos Jesus estava falando com os discípulos? Há mais ou menos três anos e meio. Intimidade com Jesus é um pré-requisito para avivamento. Você precisa passar pelo processo do Pai, levando-o a tal intimidade com o Cristo vivo que poderá dizer do fundo da sua alma: “Este é o Cristo, o Filho do Deus vivo”, e saber que ele depois lhe entregará as chaves para o Reino dos Céus.

Estou descobrindo na minha própria vida que, depois de passar por momentos importantes nos quais Deus libera sua presença, posso olhar para trás e dizer: “O que estou ouvindo e experimentando é justamente o que ele havia me avisado antes. Eu só não prestei muita atenção”.

As Escrituras do Antigo Testamento descrevem tudo que os discípulos precisavam entender a respeito da vida, da morte e da ressurreição de Jesus? Sim, apresentavam um quadro incrivelmente claro de tudo isso. Mas os discípulos compreenderam? De jeito nenhum. Como poderiam ter deixado de compreender? Porque não estavam vivendo na luz da revelação das Escrituras. Jesus precisou abrir o entendimento deles, pois esse era um outro pré-requisito. Eles precisavam entender nas Escrituras a respeito de Pentecostes e de tudo que estava para acontecer.

Estamos vivendo no meio de uma situação semelhante. As Escrituras mostram de modo claro e inconfundível a respeito da volta de Jesus. Contudo, as pessoas em geral não têm dado mais atenção hoje ao que está escrito na Bíblia sobre os sinais da segunda vinda do que deram naquela época sobre os sinais da primeira.

Sejamos muito claros. O Senhor nos deu toda a evidência necessária para nos preparar para esse grande acontecimento. Quantos de nós, porém, estamos vivendo na luz dessas Escrituras? Quantos estão estudando a Bíblia para conhecer os sinais dos tempos em que vivemos?

Tenho uma paixão no meu coração, há algum tempo, que diz: “Senhor, muitos perderam a primeira vinda de Cristo, e não foi porque não tinham as Escrituras nem porque não tinham como descobrir. E agora, Senhor, quanto a nós?” Não seria uma tragédia total nosso Senhor ter de nos dizer: “Eu já lhes falei a respeito de todas essas coisas. Por que estão vivendo dessa forma?”

É a mesma coisa em relação ao avivamento. O Senhor poderia nos dizer: “Já lhes dei as condições. Por que estão clamando por avivamento, enquanto ignoram todas as condições que mostrei?” Não é que não sabemos disso; é que não estamos prestando atenção. Não queremos passar pelo processo. Queremos a emoção e o estímulo do avivamento, mas não queremos os pré-requisitos. Se quisermos que o Espírito seja derramado sobre nós nestes últimos dias, é melhor descobrir os pré-requisitos.

Pré-requisitos do Avivamento
O primeiro pré-requisito é um relacionamento íntimo com Jesus. Os discípulos passaram três anos num relacionamento íntimo com nosso Senhor. Alguns membros de igreja não correspondem corretamente a Cristo porque não foram apresentados a ele da maneira certa. Temos uma enorme disfunção na área do evangelismo. Jesus chegou de forma singular a Pedro e a cada um dos discípulos, contudo sua mensagem básica a todos era: “Você não quer deixar tudo para me seguir?”

Creio que essa é a essência da salvação. Precisamos deixar a vida velha e imergir-nos na pessoa de Jesus Cristo. Não deveria ser necessário voltar e persuadir cristãos professos a se entregarem ao senhorio de Cristo.

Estamos levando as pessoas a acreditarem que podem ser salvas simplesmente através de uma profissão de fé. A pergunta não é: “Você aceitou Jesus?”, mas: “Ele aceitou você?” No dia do juízo, alguns irão dizer: “Senhor, não fizemos todas essas coisas em teu nome?” E ele vai dizer: “Apartai-vos de mim; nunca vos conheci” (Mt. 7.23). A chave não é se você pode dizer que conhece Jesus; é se Jesus pode dizer que o conhece. Ele precisa ter uma resposta sua entregando tudo que você tem para ele.

Depois do chamado inicial, começou a jornada dos discípulos com Jesus. Durante essa jornada, o Pai estava convencendo os discípulos sobre a pessoa de Jesus. Lembre-se que as pessoas que receberam o Espírito foram aquelas que aprenderam a se relacionar com Jesus como Senhor. Hoje estamos pedindo que Deus envie avivamento a igrejas onde os membros, em sua maioria, nunca ouviram falar sobre isso. Ele não pode confiar a responsabilidade de um verdadeiro avivamento a pessoas que ainda não responderam ao senhorio de Jesus.

Em Lucas 9, Jesus perguntou aos discípulos o que as multidões achavam dele. Depois perguntou: “E vocês?” Pedro respondeu que o Mestre era o Cristo de Deus (Lc 9.18-22). Em seguida, Jesus explicou sobre a cruz. Era como se o Pai estivesse agora autorizando Jesus a ir em frente com sua missão da cruz, porque os discípulos já sabiam quem ele era.

No relato de Mateus (16.13-21), logo após a confissão de Pedro, Jesus mostrou que edificaria sua Igreja sobre a Rocha. Ele estava dizendo que a atividade do Pai, trazendo a convicção de que ele era o Cristo, o Filho do Deus vivo, era a base para edificar a sua Igreja. E não só isso, ele também entregaria as chaves do Reino à sua Igreja.

O problema hoje é que muitas pessoas não tiveram essa revelação do Pai e, conseqüentemente, as portas do inferno continuam prevalecendo contra a Igreja.

Mas nem tudo estava pronto na vida dos discípulos. Algumas coisas ainda precisavam acontecer antes do derramamento do Espírito. Ao continuar sua caminhada em direção à cruz, Jesus os levou ao Getsêmani. Lá ele disse: “A minha alma está profundamente triste até à morte” (Mt 26.38). Todo o seu ser estava ali diante do abismo. Ele estava quebrado. Sua alma estava cheia de tristeza, de profunda, profunda angústia, pois pensou que morreria ali mesmo. Talvez, justamente no ponto onde poderia ter morrido, o Pai enviou um anjo para ajudá-lo (Lc 22.43). Depois, Jesus guiou os discípulos através da cruz para a ressurreição.

O maior avivamento, o Pentecostes, precisou desses pré-requisitos. Creio que o avivamento tarda porque não temos todos esses pré-requisitos em ordem em nossas vidas!

Depois da ressurreição, Jesus abriu as Escrituras para os seus discípulos (Lc 24.45). Ele literalmente tocou nas suas mentes e corações e colocou em ordem todas as Escrituras que seriam necessárias para entenderem o que estava para acontecer. Seriam as diretrizes para tudo que Deus iria fazer. Ele disse: “Importava que se cumprisse tudo o que de mim está escrito na Lei de Moisés, nos Profetas e nos Salmos” (Lc 24.44). Tudo que haviam passado estava previsto nas Escrituras e precisava acontecer.

Em seguida, ele fez uma tremenda declaração. Parafraseando, ele disse o seguinte: “De todos os povos na face da Terra, vocês são testemunhas destas coisas” (v. 48).

“Vós sois testemunhas destas coisas”. Estamos orando por avivamento. Mas esses pré-requisitos estão em ordem nas nossas vidas? Temos um relacionamento com o Cristo vivo e com as Escrituras que está gerando um testemunho apaixonado, urgente e imediato a essas coisas? Estamos perseverando em obediência a ele até que Deus venha derramar o seu Espírito sobre nós?

Depois disso, Jesus disse: “Eis que envio sobre vós a promessa de meu Pai” (Lc 24.49). Em outras palavras: “Agora vou derramar meu Espírito. Vou pedir ao Pai que libere o mesmo Espírito que estava sobre mim para estar sobre vocês”.

E, finalmente, o pré-requisito de todo avivamento: “permanecei (ficai ou esperai), pois, na cidade” (Lc 24.49). Eles continuaram juntos em oração, no mesmo lugar, até que Deus enviasse seu Espírito sobre o grupo todo.

O Espírito não foi liberado individualmente, embora cada pessoa ali presente recebesse da sua plenitude. Deus tem um povo de aliança. Quando Jesus reuniu seus discípulos na última ceia, ele disse, com efeito, o seguinte: “Estou apresentando a vocês uma aliança completamente nova. Vocês são um povo de aliança. Eu os chamei para serem um reino de sacerdotes, uma nação santa, um povo de propriedade minha”. Deus escolheu derramar seu Espírito coletivamente sobre o povo que estava reunido em oração no mesmo lugar, esperando para o que Deus queria fazer. Eles não sabiam sobre o Pentecostes. Mas tinham conhecimento das Escrituras e que precisavam estar juntos em um mesmo lugar.

Temos perdido o conceito da vida coletiva do povo de Deus. Estamos tão voltados para nós mesmos que queremos que tudo nos aconteça individualmente. Deus poderia visitar indivíduos específicos. Mas quando se trata de avivamento, tem a ver com a coletividade do povo de Deus. Muitos pastores não fazem nenhuma questão de orar com outros pastores ou com pessoas de outras igrejas numa base regular. Queremos clamar casualmente e sem compromisso por avivamento, esperando que Deus nos ouça, e isso parece nos satisfazer. Mas de acordo com os pré-requisitos que precisam vir antes do avivamento, temos que chegar ao ponto em que eu, junto com muitos outros, entrego tudo em minha vida ao senhorio de Jesus Cristo, e tomo meu lugar ao lado de outros, orando juntos, esperando juntos e pedindo juntos que Deus derrame sua presença sobre nós, enchendo-nos com seu Espírito Santo.

Experiências no Avivamento no Canadá
Quando fui assumir uma igreja em Saskatoon, no interior do Canadá, a primeira coisa que fiz foi me ajuntar ao Pastor Bill McLeod e a vários outros que já estavam orando, antes da minha chegada. Fizemos uma aliança que oraríamos juntos toda semana e foi isso que fizemos. Quanto tempo Jesus ordenou que os discípulos esperassem? “Até que do alto sejais revestidos de poder” (Lc 24.49). Precisamos esperar no Senhor até que ele venha derramar sua presença sobre nós.

Orei com Bill McLeod por um ano e meio. Que tempo glorioso foi aquele! Ainda posso me lembrar da emoção na voz dele quando me ligou dizendo: “Henry, aquilo que estamos pedindo em oração aconteceu domingo!” E isso colocou em movimento uma série de acontecimentos soberanos. Deus escolheu derramar sua presença sobre nós.

Além da nossa oração, havia um bom fundamento nas Escrituras. Bill McLeod, muito usado nesse avivamento, tem uma compreensão muito ampla da Palavra.

Deus sabia quando enviaria o Pentecostes? Sabia quanto tempo de espera haveria? Com toda certeza. Atos 2.1 nos diz: “Ao cumprir-se o dia de Pentecoste, estavam todos reunidos no mesmo lugar”. De alguma forma, todo o grupo havia se entregado totalmente a Jesus como Senhor. Agora estavam simplesmente fazendo o que ele ordenara. Estavam prontos para serem testemunhas.

Pedro estava pronto? Ouça sua pregação em Atos 2.14-39. De onde obteve tal compreensão da Palavra? Jesus lhe dera. Eu creio que Pedro pegou tudo que Jesus lhe mostrou, quando abriu seu entendimento, e o expôs ao povo. Essa luz nas Escrituras que fora derramada em sua vida, agora junto com o poder do Espírito de Deus, começou a transtornar vidas e impactá-las ao seu redor.

Você já Liberou Tudo a Jesus?
Você pode dizer, sem sombra de dúvida, que tem liberado tudo em sua vida a Jesus Cristo como Senhor? Você já entregou sua vida, seu casamento, sua igreja? Isso é um pré-requisito absoluto para o que Deus vai fazer depois.

Você quer ver uma mudança completa na maneira em que Deus o usa? Quer ver um derramamento do Espírito em sua igreja ou família? Com base na sua resposta a ele, com o que Deus tem feito em seu coração, Deus está lhe dizendo: “Você agora é testemunha dessas coisas, mas ainda falta uma coisa. Você precisa passar tempo com meu povo, até que eu derrame meu Espírito sobre todos”.

O que aconteceu quando o Espírito de Deus veio sobre os discípulos? Eles estavam prontos. Seu senhorio era incontestado. Começaram imediatamente a pregar as Boas Novas. E o que aconteceu em seguida? Milhares de pessoas foram impactadas pelos discípulos cheios do Espírito de Deus.

Avivamento é o que Deus faz com seu povo. Assim que Deus tiver um povo na posição em que seus discípulos estavam antes do Pentecostes – em que o Espírito de Deus é tão real e pessoal e poderoso – na hora que falarem, pessoas serão convertidas. Você verá as multidões sendo despertadas pela presença de Deus na vida do seu povo.

Tive o privilégio de continuar dez anos em Saskatoon, depois que o avivamento veio. Assim que entramos no relacionamento certo com Deus, tivemos a experiência vibrante de compartilhar as Boas Novas. No primeiro lugar que fui, o beberrão da cidade se converteu. Isso abalou a cidadezinha inteira. Em todo o lugar que íamos, pessoas eram salvas e pediam uma igreja.

Alguns perguntam: “Que tamanho de igreja é necessário para começar uma obra missionária?” É a pergunta errada. Que tamanho precisamos ter para sermos obedientes? A chave é obediência, não tamanho, finanças ou obreiros. É uma questão de obediência. Aqueles discípulos que estiveram com Jesus durante três anos e meio passaram pela essência do plano de redenção de Deus e foram obedientes em esperar até que o derramamento do Espírito viesse sobre eles. Depois aquele pequeno grupo viu Deus trazer milhares de pessoas à fé em Jesus. Até o final do capítulo 4 de Atos, a igreja primitiva em Jerusalém pode ter chegado a umas 25.000 pessoas. Como isso poderia ter acontecido?

Queira Deus que haja um bom número de pessoas entre nós dispostas a esperar diante de Deus com seu povo até que ele derrame o seu Espírito. Não creio que Deus nos irá desapontar. Você precisa compreender que toda essa preparação de Deus é em favor da redenção global. Vai levar-nos aos confins da Terra. Vai levar-nos a discipular o povo de Deus, para que tenham o mesmo tipo de encontro.

Para o primeiro avivamento, houve pré-requisitos. Já estão em ordem na sua vida? Estão firmes em seu coração? Como casal, estão firmes no seu lar? Como casal, vocês estão dispostos a tomar a mão um do outro e a orar: “Oh, Senhor, rendemos nosso lar incondicionalmente a ti. Tu tens o direito de ser Senhor. Há algo que o Senhor está para fazer e rendemos o nosso lar a ti”?

O derramamento da sua presença vem depois que ele nos toca e nós lhe obedecemos. Ele quer nos conduzir a um nível completamente novo de relacionamento. Isso é avivamento. Os discípulos nem imaginavam o que aconteceria depois que deixassem tudo para seguir Jesus, como iriam de um nível de relacionamento a outro, até que estivessem prontos para receber um derramamento do Espírito de Deus. O mundo foi impactado por aqueles que foram cheios do Espírito – e o será novamente na nossa geração!

Henry Blackaby é autor e conferencista, dedicado a levar os cristãos a verdadeiras experiências com Deus e a promover avivamento e despertamento na igreja. Sua obra mais conhecida é “Experiências Com Deus”. Durante os anos que pastoreou numa pequena cidade no interior do Canadá, Deus operou em avivamento, resultando em vidas transformadas e na implantação de mais de trinta congregações novas. Mais informações sobre o seu ministério no site: www.blackaby.org. Este artigo foi adaptado de uma mensagem dada na Conferência “Heart Cry for Revival” (Clamor de Coração por Avivamento), em abril de 2004, na Carolina do Norte, EUA.

Fonte: O Arauto da Sua Vinda - Ano 23 nº 4 - Julho/Agosto 2005

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