Pesquise em mais de 1800 postagens!

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Não somos super crentes


Imagens que falam mais que muitas palavras!
Imagens que pregam!
Parabéns aos autores. Que as bençãos de Deus abundem em seus corações.
Extraído de diversos perfis do Orkut pela minha mulher.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Conde Zinzerdorf - Pr. Florencio de Ataídes

Nicolaus Ludwig Von Zinzendorf foi um homem levantado por Deus para dar refúgio a milhares de perseguidos religiosos na Europa. Alavancando assim a obra missionária tão esquecida naquela época. Ele amava profundamente a obra missionária e, como poucos líderes na história, entendeu a importância de missões como a tarefa prioritária da igreja. Com seu exemplo foi capaz de levar a sua comunidade a abraçar o empreendimento missionário, enviando ao longo dos anos mais de 200 missionários para todos os continentes.

Zinzendorf nasceu em Dresden, na Saxônia, no dia 26 de maio de 1700, no seio de uma nobre família piedosa de confissão luterana. Seu pai, um alto oficial da corte, faleceu logo após seu nascimento, mas no leito de morte, o consagrou à obra do Senhor. Com o novo casamento de sua mãe, ele foi criado por sua avó, a baronesa Henrietta Catarina Von Gersdorf, uma mulher piedosa que lhe proporcionou uma fé viva no Senhor Jesus Cristo. Desde criança, Zinzendorf tinha grande interesse pelas coisas de Deus, como testemunhou mais tarde dizendo: “ainda na infância, eu amava o Salvador e tive comunhão abundante com Ele. Aos quatro anos comecei a buscar sinceramente a Deus e decidi tornar-me um verdadeiro servo de Jesus Cristo” (ATAÍDES, p. 15). Esse interesse acentuou-se ainda mais quando, aos dez anos de idade, foi matriculado na Escola Pietista, em Halle, onde foi tremendamente influenciado por esse movimento. Naquela escola, tornou-se líder entre os colegas criando a ordem “O Grão de Mostarda” que visava a evangelização do mundo. O emblema da ordem tinha um pequeno escudo com a inscrição: “Suas chagas nos curam”, e cada um deles usava um anel com as seguintes palavras: “nenhum homem é uma ilha.” Como lema da sua vida, Zinzendorf adotou a seguinte frase: “Tenho uma única paixão: Jesus, Ele e somente Ele”. Tendo essa paixão tão acentuada por Cristo, pregava uma profunda devoção pessoal a Ele baseada em sua própria experiência.

Certa vez, em uma de suas viagens pela Europa, numa galeria em Dusseldorf, na Alemanha, ao ver um quadro de Cristo coroado de espinhos com a seguinte inscrição: “Eu tudo fiz por ti, o que fazes tu por mim?” (ATAÍDES, p. 21), foi tocado profundamente, o que o levou a chorar e tomar uma decisão de dedicar a sua vida ao serviço de Cristo.

Ele usou sua herança em Berthelsdorf, para fundar uma comunidade denominada Herrnhut, que significa “Abrigo do Senhor”, em 1722, dando refúgio a cristãos perseguidos da Morávia, entre os quais se tornou o líder espiritual. Após 5 anos de existência, num memorável domingo, em 13 de agosto de 1727, quando estavam reunidos para a Ceia do Senhor, o Espírito Santo veio sobre eles, quebrantando-os e levando-os à maior reunião de oração de todos os tempos, que durou mais de 100 anos ininterruptos (TUCKER, p 73-74).

O despertamento missionário de Zinzendorf se deu quando, em Copenhague, participava da festa de coroação do rei da Dinamarca Cristiano VI. Foram-lhe apresentados dois convertidos esquimós da Groenlândia, batizados pelo missionário Hans Egede, e um escravo negro das índias ocidentais (NEIIL, P. 242). Zinzendorf ficou tão impressionado com eles que convidou o último para uma visita em sua comunidade em Herrnhut e a presença dele ali trouxe um grande despertamento entre os moravianos tendo como resultado o envio dos primeiros missionários, em 1732 (TUCKER, p. 74). O próprio Zinzendorf se tornou missionário entre os índios americanos, mas por algumas circunstâncias regressou a sua terra deixando este trabalho na responsabilidade dos missionários nomeados por ele.

Ele teve papel importante na propagação das missões cristãs na sua época e deixou exemplos que serão sempre modelos para a igreja, sendo pioneiro no exercício de missões protestantes estrangeiras que “enviaram, num curto espaço de tempo, mais missionários do que todos os protestantes juntos durante duzentos anos de protestantismo” (ATAÍDES, p.18). Os moravianos enviaram missionários para as Ilhas Virgens (1732); Groenlândia (1733); Suriname (1735); África do Sul (1736); Jamaica (1750); Canadá (1771); Austrália (1850); Tibet (1856), entre outros longínquos lugares.

O ilustre Conde Zinzendorf foi o líder da Igreja moraviana até sua morte, em 09 de maio de 1760, quando foi recebido nos tabernáculos eternos aos 60 anos de idade. Tendo sido um homem que buscou ardentemente a comunhão com o Senhor e a unidade do povo de Deus na terra, Zinzendorf levou seus seguidores a ter uma motivação e “a única motivação deles era o amor sacrificial de Cristo pelo mundo, e foi essa a mensagem que levaram até os confins da terra” (TUCKER, p. 77). Que possamos dizer como Zinzendorf: “venceu o nosso Cordeiro. Vamos segui-lo”.

Pr. Florencio de Ataídes

Diretor da EMPA – Escola de Missões Priscila e Áquila
Pastor da Igreja Presbiteriana Renovada há 20 anos.
Graduação em: Teologia e História
Pós-Graduação em Filosofia e Mestre em Missiologia

Referências:
ATAÍDES, Florencio Moreira de. História das Missões Moravianas. Arapongas: Aleluia, 2007.
NEILL, Stephen. História das Missões. São Paulo: Vida Nova, 1989.
TUCKER, Ruth. “...até os confins da terra”. São Paulo: Vida Nova, 1986.

Leia outro artigo sobre Zinzendorf no Blog Missões e Adoração.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Jesus me deu um presente

Que presente você recebeu de Jesus? O que você fez com ele?

Você viu "apenas" o presente ou viu o amor que Deus tem por você através do presente?



Não é ora de orarmos a Deus, confessar nossa ingratidão e pedir mais uma chance?

Quanto a mim, acho que passou da hora! Vou fazer já!

E você?

Extraído do canal do Youtube de lucasalex02.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Sondando o Coração - J. Edwin Orr

J. Edwin Orr
(1912 - 1987)

O Espírito Santo é o autor de avivamento, tanto no sentido individual quanto no coletivo. É o ministério dele que produz no cristão a sensação de necessidade, que leva uma congregação ao arrependimento, que conduz uma comunidade inteira à transformação. Ele convence o mundo do pecado, da justiça e do juízo, porém muitos cristãos dependem somente de sua consciência ao invés de buscar uma consciência iluminada pela Palavra de Deus e vivificada pelo Espírito do Senhor.

A obra do Espírito, portanto, é mostrar ao pecador a extensão de suas falhas, apontar o padrão perfeito da justiça em Cristo e adverti-lo do inevitável juízo divino. Ele executa um trabalho semelhante no coração do cristão, convencendo-o de carnalidades e falhas, estimulando-o à entrega completa, à apropriação da justiça de Cristo para sua vida diária e advertindo-o do tribunal de Cristo, onde poderá receber um galardão ou sofrer perda.

É ao Espírito Santo que o cristão precisa recorrer se quiser que seu coração sedento encontre avivamento. Tal bênção depende de purificação, que depende, por sua vez, de confissão; a confissão só é possível quando há convicção e esta, por fim, só vem quando o próprio Espírito de Deus sonda e vasculha o coração.

A oração mais eficaz para o cristão que tem fome espiritual é uma petição eloquente encontrada nos Salmos de Davi: “Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração; prova-me e conhece os meus pensamentos; vê se há em mim algum caminho mau, e guia-me pelo caminho eterno” (Sl 139.23,24).

Nunca compreendi plenamente a profundidade dessa petição até que a vi na tradução de um idioma escandinavo. Ali a palavra “sonda” é traduzida por uma palavra que significa esquadrinhar ou vasculhar. Não precisamos de muita imaginação para fazer um quadro mental comparando o serviço meticuloso de vasculhar com uma sondagem superficial. Quem vasculha vira tudo de pernas para o ar e traz à luz coisas que estavam escondidas ou esquecidas.

Nos tempos de afastamento ou frieza espiritual, o Espírito de Deus é apagado (1 Ts 5.19), e a consciência é abafada. À medida que a vida continua, a tendência natural de uma pessoa que teve a consciência despertada pelo Espírito é esquecer os acontecimentos desagradáveis. Mas, quando há uma renovação da convicção, o entulho da vida rotineira é afastado, e o elemento ofensivo é trazido novamente à atenção. Para que não haja superficialidade na confissão, Deus precisa vasculhar o coração por completo.

A petição é totalmente pessoal por natureza. “Sonda-me!” É muito comum as pessoas mais espirituais terem mais consciência das falhas berrantes dos companheiros menos espirituais do que de suas próprias.

Na última páscoa, os discípulos não disseram: “Será que é Pedro? Seria Tiago... ou talvez Judas?” Cada um perguntou: “Porventura sou eu, Senhor?”. Há um tempo para todo propósito debaixo do céu, e isso inclui introspecção saudável. Nossas orações não serão ouvidas até que deixemos de “guardar o pecado no coração” (Sl 66.18). Somente quando o coração é sondado e vasculhado é que o pecado pode ser arrastado para fora e exterminado pela luz.

É significativo que a petição é dirigida a Deus. Nem pastor nem psiquiatra, médico ou psicólogo, amigo ou inimigo, pessoa estranha ou a própria mente poderá adequadamente esquadrinhar o coração em busca do pecado. O pecado ofende o Deus Todo-poderoso, e somente Deus pode trazer à luz toda sua verdadeira ofensividade.

Quando abre sua vida com um conselheiro, a maioria das pessoas só revela aquilo que lhes interessa, pensando na preservação dos sentimentos. Por mais perceptivo e sagaz que seja, um pastor ou psiquiatra bem treinado é limitado por seus preconceitos, circunstâncias ou formação. Toda informação oferecida para análise é limitada pelos sentimentos da pessoa que está buscando conselho, e a avaliação humana aplicada à situação é limitada pelas ideias do conselheiro. O homem consegue fazer uma análise inadequada e um diagnóstico arriscado. Deus, por outro lado, não comete erros.

Quantas vezes tenho notado, ao aconselhar ex-combatentes, a tendência de contar só o suficiente para induzir-me a concordar com eles, desculpar seu erro e apaziguar a consciência. Nunca ouvi um soldado dizer: “Foi bem pior do que isso que estou lhe falando”, embora esse geralmente seja o caso.

Para identificar o pecado, a autoavaliação é ainda pior do que o conselheiro. O homem é totalmente incapaz de vasculhar o próprio coração. Ele sempre conseguirá racionalizar seu pecado. Lembro-me de um velho conhecido que parecia ser um mentiroso patológico. Mentia tão frequentemente e repetia tanto cada uma das mentiras que até ele acreditava nelas. Não se pode confiar em ninguém para examinar o próprio coração. O coração é enganoso.

Não só o coração precisa ser examinado, mas os pensamentos também. Deus vasculha tanto o coração quanto a mente. Ele prova os pensamentos, porque assim como o homem pensa no coração, assim ele é. O homicídio começa com ódio, o roubo com cobiça e o adultério com pensamentos impuros. A imaginação, muitas vezes, é mais forte do que a vontade, e, quando se dá corda para ela na mente, inevitavelmente o pensamento gera ação.

Quando o Espírito esquadrinha o coração e a mente, ele mostra ao cristão quanto se afastou do caminho. Confissão do pecado o conduzirá de volta para o caminho da comunhão. Isso em si já é um início de avivamento espiritual para o indivíduo.

Mas será que o Espírito esquadrinha o coração e a mente sem precisar de íntima cooperação com a vontade do homem? De forma alguma. O cristão precisa cooperar plenamente com o Espírito Santo nesse processo.

Primeiro, ele precisa reconhecer sua necessidade e admitir com humildade que a condição do seu coração não está de acordo com a vontade de Deus.

Depois, ele deve orar e pedir especificamente que o Espírito esquadrinhe seu coração. Não só é necessário que continue em oração, durante a qual o Espírito pode agir, trazendo-lhe convicção, mas ele deve também dar diligente atenção à leitura da Palavra, especialmente nas passagens que têm relação com sua necessidade ou falha, porque o Espírito também poderá usar esse meio para trazer convicção.

E, finalmente, ele precisa usar a chave para abrir os arquivos da memória e tentar recordar os atos ou tendências que descarrilharam sua vida espiritual. Ele pode procurar também o conselho de um amigo, porque às vezes o Espírito Santo coloca sua repreensão na boca de um amigo fiel. Ele pode até reexaminar as coisas indelicadas e desagradáveis que seus inimigos e críticos disseram a seu respeito, porque pode haver verdade nelas, ainda que tenham sido ditas sem amor.
Para que ninguém se desculpe apenas por não ter consciência de pecados mais grosseiros, observe no final da oração uma outra petição: “Vê se há em mim algum caminho mau”. Na versão NVI, está assim: “Vê se em minha conduta algo te ofende”. Qualquer coisa que ofende ou entristece o Espírito Santo de Deus é um obstáculo à sua bênção e impede o avivamento.

“E guia-me pelo caminho eterno.” Qual é o caminho eterno? Essencialmente é o Caminho – o próprio Cristo. “Se dissermos que mantemos comunhão com ele, e andarmos nas trevas, mentimos e não praticamos a verdade” (1 Jo 1.6). Andar no caminho eterno significa andar na luz. Significa andar na verdade. Cristo é o Caminho, a Verdade e a Vida. Andar no Caminho e obedecer toda a Verdade é o segredo da vida abundante.

De uma coisa o cristão pode estar certo: o Espírito Santo nunca deixa um coração sedento sem resposta. A cirurgia dele é feita com toda perícia, a cura e restauração com toda ternura. As disciplinas de Deus são manifestação do seu amor.

From My All, His All by J. Edwin Orr. Edited by Richard Owen Roberts. Copyright 1989. Used by permission

Fonte: O Arauto da Sua Vinda - Ano 28 nº 1 - Janeiro/Fevereiro 2010
Fonte da imagem: http://www.jedwinorr.com/

domingo, 26 de setembro de 2010

Anseio Espiritual - Sinclair Ferguson

Pr. Sinclair Ferguson
http://www.firstprescola.com
Alguém já descreveu o livro de Salmos como “a anatomia de todas as partes da alma”. Em suas páginas, nada é ocultado do leitor. Altos e baixos são registrados, sem censura. É como se fosse uma descrição de nossa própria experiência.

 Em alguns casos, porém, reconhecemos nos salmos a descrição de uma experiência desconhecida e nova. É como se o autor estivesse nos dizendo: “É assim que Deus pode agir. Prepare-se para reconhecer a mão dele em sua vida agindo de forma semelhante”.

 Os Salmos 42 e 43 são um bom exemplo disso porque trazem uma contribuição extraordinária ao nosso entendimento de crescimento espiritual.

 O Salmo 42 começa assim: “Como suspira a corça pelas correntes das águas, assim, por ti, ó Deus, suspira a minha alma. A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo; quando irei e me verei perante a face de Deus?

 Estas palavras foram escritas por alguém que tinha anseio de conhecer Deus! Esse desejo é parte essencial de todo verdadeiro crescimento espiritual. Ser cristão significa conhecer Deus. Crescer como cristão significa aumentar nosso desejo de conhecer Deus. Essa é a síntese da vida cristã.

 Jesus disse: “E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro” (Jo 17.3). Os verdadeiros homens e mulheres da fé são o “povo que conhece ao seu Deus” (Dn 11.32). Essa é a razão por que, no Velho Testamento, uma das bênçãos que esperavam para a era vindoura a ser inaugurada pelo Messias era que os homens e as mulheres conheceriam “ao Senhor” (Jr 31.34).

 Conhecer Deus é o cerne da vida cristã. É fundamental para todo crescimento espiritual. Se não estivermos crescendo no conhecimento de Deus, não estamos crescendo! Nossa maior fraqueza como cristãos hoje é que não conhecemos Deus de verdade. Quando muito, conhecemos fatos a respeito dele.

 Durante um período anterior de sua vida, o homem que escreveu os Salmos 42 e 43 pode ter se contentado com esse nível de experiência espiritual. Porém, Deus começou a ordenar as circunstâncias dele de tal forma que um novo desejo de crescer espiritualmente encheu seu horizonte. Ele começou a sentir forte anseio por conhecer Deus.

 Podemos observar três estágios em sua experiência.

1. Anseio

 Como é a experiência de ter um profundo desejo de conhecer Deus? Esses salmos indicam que pode ser algo extremamente doloroso e perturbador. No caso do salmista, o sentimento principal foi abatimento. Ele descobriu que não conhecia Deus o quanto era necessário.

 “Por que estás abatida, ó minha alma? Por que te perturbas dentro em mim?” (Sl 42.5).

 Talvez, em tempos passados, ele conhecera a presença de Deus com manifestações de muito poder. Agora, porém, seu espírito estava estéril e seco. Por causa da aridez, estava clamando para que o orvalho da presença de Deus viesse reavivar e restaurá-lo.

 É uma grande tentação, ao avaliar a condição desse homem, dizer que se tratava simplesmente de um filho de Deus derrotado e desobediente – um desviado! Entretanto, não há menção alguma de arrependimento ou de qualquer pecado que o estivesse barrando da presença de Deus. Esses não são salmos de penitência ou contrição pelo pecado.

 De fato, percebemos exatamente o contrário. Aqui está uma pessoa que se refere a Deus como “minha rocha” (42.9). “À noite”, ele confessa, “comigo está o seu cântico” (v.8). Pouca semelhança com palavras de um desviado!

 O que estava acontecendo de fato era que Deus queria arar o terreno ocioso e endurecido do seu espírito. Queria conduzi-lo a um novo estágio de experiência espiritual. Na vida espiritual, assim como na natural, o trauma do nascimento é apenas o primeiro de uma série de transições; cada passagem de um estágio a outro envolve lutas e muitas “dores de parto”.

2. Processo usado por Deus

 Quais foram os meios que Deus usou para produzir esse novo contexto de circunstâncias? Podemos observar que três instrumentos foram escolhidos para despertar seu desejo espiritual.

a. Memórias. Enquanto clamava a Deus em sua perplexidade, ele dizia: “Lembro-me destas coisas – e dentro em mim se me derrama a alma...” (42.4). Do que ele se lembrava?

 Dentro da mente, estava novamente em Jerusalém. Via as multidões de peregrinos em uma das grandes celebrações festivas: “...de como passava eu com a multidão de povo...” (v.4). Ele lembrava do ambiente: “gritos de alegria e louvor”. Era ele mesmo que ficava à frente, guiando a procissão. As memórias vinham e inundavam a mente. Sim, dias tremendos aqueles!

 Ele se lembrava da graça e do poder da presença de Deus com seu povo por uma razão específica: para despertar seu coração a ter anseio e expectativa para que isso voltasse a acontecer!

 Quando Paulo estava preocupado com o crescimento espiritual do seu jovem amigo Timóteo, ele o encorajou a usar a memória. “Lembre-se do dia em que impusemos as mãos sobre você”, Paulo exortou. “Pense na ocasião em que o Espírito Santo separou-o por nosso intermédio. Você não recorda como Deus selou sua vocação e abençoou-o tremendamente? Não se lembra como se entregou voluntariamente ao Senhor em resposta à sua imensa bondade para com você? Lembre-se daquele momento, Timóteo, e permita que a memória dele o desperte para buscar e servir a Deus agora” (veja 2 Tm 1.6,7; 1 Tm 4.14).

 Muitos de nós temos memórias semelhantes de momentos e lugares de bênção extraordinária em nossa vida. Você se recorda de algum encontro com Deus? Então permita que isso gere no seu coração uma sede, um anseio, um novo desejo de conhecer Deus e de sentir a presença dele de maneira semelhante.

b. Isolamento. O salmista só tinha recordações de Jerusalém porque naquele momento estava muito distante, isolado dos locais e cenários de todos esses acontecimentos que lhe vinham à memória. Estava cortado da comunhão vibrante com o povo de Deus de que desfrutara anteriormente.

 Esse senso agudo de isolamento não foi algo peculiar à experiência do salmista. Muitos passam por coisas semelhantes quando experimentam grandes mudanças em sua vida. Sentem-se distantes, desorientados, inúteis e sem propósito na vida cristã. Uma mudança de emprego, de casa, de vizinhança pode trazer esse efeito. Outros fatores que podem causá-lo incluem a perda de um familiar muito próximo e uma transição forte quando os filhos saem de casa ou quando se aposenta.

 O que Deus quis ensinar ao salmista através de isolamento? O que ele quer ensinar para nós em situações semelhantes? Deus quer ensinar-nos lições que não podemos aprender por meio da comunhão.

 Na solidão e separação, aprendemos a olhar para Deus, a confiar em Deus, a desejar a presença de Deus. Descobrimos que, no passado, dependíamos mais do encorajamento de outros do que do próprio Senhor. Enquanto antes conhecíamos Deus com o auxílio (muito legítimo) de amigos e companheiros cristãos, agora precisamos aprender a conhecê-lo em isolamento, sem qualquer ajuda externa.

 Por essa razão, este salmo é chamado Masquil, ou cântico de instrução. O autor está dizendo: “É isso que Deus me ensinou por meio da minha experiência; é o que ele pode querer ensinar para você também”.

c. Hostilidade.  O salmista é como uma corça perambulando pelos penhascos e rochas em alto verão, procurando água para saciar a sede. Entretanto, ele não sente apenas sede; sente também que está sendo perseguido.

 Há vários indícios de pressão hostil em suas palavras. As pessoas lhe dizem: “O teu Deus, onde está?” (42.3). Ele vive se lamentando “sob a opressão dos inimigos” (42.9). Suplica a Deus que o livre do “homem fraudulento e injusto” (43.1).

 Diante disso, não é de se admirar que ele se sentisse abandonado por Deus (43.2). Provavelmente, sentia que Deus estava cavando sua sepultura espiritual e que não dava mais para suportar a pressão. “Faze-me justiça, ó Deus, e pleiteia a minha causa”, ele clamou (43.1).

 O que estava acontecendo? Deus estava mostrando-lhe o quanto precisava depender dele por proteção. Possivelmente, em um estágio anterior de sua experiência, o salmista achava que era capaz de defender-se de quem quer que se opusesse à sua fé. Agora estava descobrindo o quanto era realmente vulnerável.

 Talvez ele também fosse confiante demais com relação à sua capacidade de permanecer firme contra as forças das trevas. Agora estava começando a reconhecer que pertencer ao Reino de Deus fazia dele um alvo dos ataques do inimigo. Ele precisava de ajuda!

 Nada disso, contudo, estava fora do controle de Deus. Quando o salmista sentia que Deus estava cavando sua sepultura, ele estava parcialmente correto. Em um sentido, Deus estava realmente fazendo isso. Deus queria que ele chegasse ao fim de suas próprias forças e autoconfiança. É sempre nesse lugar que se começa a verdadeiramente conhecer Deus.

 Porém, não era uma sepultura que Deus estava cavando. Era um poço! Pois das profundezas dessa experiência haveria de fluir um rio de bênção espiritual para ele mesmo e, através dele, para outros. Por meio de tudo isso, ele estava começando a conhecer Deus. Preço algum seria grande demais para isso!

3. Satisfação Espiritual

 No meio de sua experiência de profundo anseio por Deus, o salmista orou pedindo satisfação espiritual. De maneira específica, focou sua oração na Palavra de Deus e na adoração, os instrumentos gêmeos que Deus usaria para restaurar alegria à sua vida:

 “Envia a tua luz e a tua verdade, para que me guiem e me levem ao teu santo monte, e aos teus tabernáculos. Então irei ao altar de Deus, de Deus que é a minha grande alegria; ao som da harpa eu te louvarei, ó Deus, Deus meu” (Sl 43.3,4).

a. A Palavra.  O salmista pede que Deus envie sua luz e sua verdade. Como lemos em outro salmo:

 “A revelação das tuas palavras esclarece, e dá entendimento aos simples. Abro a boca, e aspiro; porque anelo os teus mandamentos” (Sl 119.130,131).

 O que ele quer dizer? É claro que sente falta da oportunidade de ler a Palavra de Deus junto com outras pessoas. Contudo, ele deseja muito mais do que a restauração dessas oportunidades perdidas. Ele pede que Deus envie sua luz e sua verdade. Está buscando a “revelação das tuas palavras”.

 Quando nascemos de novo, somos transportados das trevas para a maravilhosa luz de Deus (1 Pe 2.9). Uma das coisas que acompanham essa mudança é a penetração da verdade de Deus em nossa mente, consciência e coração. Vemos nossa vida à luz de Deus pela primeira vez. Somos levados a ver o Reino de Deus pela primeira vez (Jo 3.3), e recebemos uma interpretação radicalmente nova da nossa vida. Iluminação e revelação tornam-se experiências reais (veja Hb 6.4).

 É comum para cristãos recém-nascidos experimentarem esse efeito da Palavra de Deus regularmente. Há tanta coisa nova para aprender. Essas novas verdades sobre a vida cristã costumam chegar com impacto marcante, causando experiências inesquecíveis.

 Junto com essa iluminação da mente, experimentamos libertação e purificação em diversas áreas. Correntes que antes nos amarravam, hábitos que não conseguíamos quebrar são superados e derrotados pelo poder de Deus. Não chegamos à perfeição (longe disso), mas já começamos a provar os poderes da era vindoura (Hb 6.5). Somos novas criaturas.

 Mas não é somente na vida de novos convertidos que Deus é capaz de fazer isso. Ele pode falar com poder extraordinário sempre que quiser. Pode trazer nova iluminação, graça libertadora, forte segurança. O salmista pediu exatamente isso. Há momentos em nossa experiência em que os meios normais de crescimento precisam ser complementados por iluminação especial de Deus, para que haja progresso significativo. Este era um desses momentos na vida do salmista. Pode ser na nossa, também.

b. Adoração. Depois de pedir que Deus viesse a ele, o salmista determinou que sua resposta seria ir a Deus. Ele subiria o seu “santo monte” (v.3). Iria ao altar de Deus e encontraria em Deus sua “grande alegria” e prazer (v.4).

 Ele descobriu agora que todas as experiências da vida são ordenadas pelo Senhor visando um grande propósito. Provações e dificuldades, de maneira especial, são permitidas para esse fim. O objetivo é conduzir-nos à presença de Deus, para que o adoremos de todo o coração. Esse é um sinal autêntico de crescimento espiritual.

 Há um significado especial nesta sequência: subir o monte, ir ao altar, descobrir em Deus a grande alegria. A sequência da experiência espiritual não mudou daquela época para cá. Nós também precisamos ir ao lugar no qual Deus prometeu encontrar-se conosco. Esse lugar não está mais em Jerusalém; está em Cristo.

 E o que vemos ali? Encontramos também um altar, um lugar de sacrifício: a cruz. Somos chamados a apresentar nossos corpos no altar, como oferta de ações de graças pelo sacrifício que Jesus fez de si mesmo por nós. Esse é o nosso culto espiritual (Rm 12.1,2). Só então é que descobriremos Deus como nossa principal alegria.

 O primeiro passo em direção a conhecer Deus melhor é a consciência de que você ainda não o conhece plenamente. É ter sede de Deus. É descobrir que ele possui água que pode satisfazer nossos anseios mais profundos. É dizer a ele: “Senhor, dá-me dessa água...” (Jo 4.15).  

 Publicado originalmente na revista “Heartcry”, de Life Action Ministries, edição 47, verão de 2009.

Fonte: Arauto Ano 27 nº 2 - Março/Abril 2009

sábado, 25 de setembro de 2010

50 dias de oração pela Alemanha

Vamos orar pela Alemanha?
O projeto Amigos estão organizando uma campanha de oração por este país em associação com cristãos que lá vivem.
A campanha se estende de 12 de Setembro a 31 de Outubro. Oração por Avivamento naquele país.
O vídeo abaixo traz informações maravilhosas para motivar uma oração específica.
Clamar a Deus com objetividade, apesar de Deus conhecer todas as coisas.



O vídeo foi extraído do site do Projeto Amigos.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Coração Missionário de nossa Juventude

Anni e Suzzy
Através da postagem "Quero ser missionário na Janela 10 x 40" recebi um contato maravilhoso de uma jovem missionária, a Suzzy, que está na Noruega se preparando para ir até a África.
Como sou grato a Deus pelas oportunidades maravilhosas de receber estas mensagens. Deus está me usando, apesar de mim e além de mim! A Ele toda glória.
A Anni e a Suzzi são duas moças brasileiras que estão na Noruega estudando para fazer Missões ! A Anni é de Recife, depois falamos dela! Hoje vamos falar da Suzzy.
A Suzzy tem 20 anos, nasceu em Manaus, participa da Igreja Batista Independente Shekinah, filiada à Convenção das Igrejas Batistas Independentes (CIBI) e atualmente estuda na Escola Bíblica Kraft na Noruega, comandada pelo Pr. Reidar Gamst. Esta escola faz parte do Ministério SBI da Noruega (SBI (Smyrna Bibelistitutt - uma tradução aproximada seria Instituto Bíblico Esmirna). Eles desenvolvem uma associação com o DFEF (De Frie Evangeliske Forsamlinger  - uma tradução aproximada seria Reuniões Evangélicas Livres da Noruega) que ajuda na plantação de igrejas no Brasil.




Leia o  testemunho da irmã Suzzy:
Olá, querido irmão, eu sou uma jovem, de 20 anos, e gostaria de compartilhar as maravilhas que Deus tem feito em minha vida. Desde quando eu me cadastrei no site Missões e Adoração, Deus tem me abençoado. 

Na verdade, desde de pequena eu tenho o chamado Missionário em minha vida. Eu nasci prematura, peguei pneumonia e fiquei com o tímpano perfurado. Meus familiares já estavam preparando minha mãe, porque eles sabiam que eu não ia aguentar por muito tempo naquela situação. Ficava na rede com minha mãe, com uma bacia ao lado, tudo que ela tentava me dar para eu comer, rejeitava. E cada vez mais eu ia perdendo peso. 

Um dia, quando eu fechei meus olhinhos, todos entraram em pânico! Minha mãe também, e imediatamente, me pegou em seu colo, entrou em seu quarto, e começou a orar, falando: "Deus.., Pai.., minha filha está morrendo.., do jeito que eu a pedi a Ti, Pai, Tu me deste! Morena e com cabelos cacheados (um detalhe: minhas irmãs e irmãos são todos brancos, sou a única morena!), e agora ela está morrendo". E naquele instante minha mãe falou pra Deus: "Deus, se tu queres levar minha filha, leve, mas prepara o meu coração, mas se não, Pai, eu entrego a vida da minha filha em Tuas mãos. Ela não é mais minha e sim Tua para onde Tu a quiseres levar, pode levar!, Faça dela o que Tu quiseres".

Naquele momento Deus falou para minha mãe: "Filha não temas porque Eu sou o teu Deus, ainda que andares pelo vale da sombra da morte não temeras, porque EU sou contigo, e aonde tua filha não puder ir, eu enviarei a sua voz!". Naquele momento eu comecei a comer, e comer, tudo, e fui ficando fortinha. Enfim, se passaram 20 anos e agora Deus estou cumprindo as promessas de Deus em minha vida! 

Eu sempre sonhei em sair pelas nações para falar da Palavra de Deus, mas sempre pensava que isso nunca iria acontecer comigo, meu pai era motorista de ônibus, minha mãe, apenas uma técnica de enfermagem. Quando eu poderia ter dinheiro pra sair pelas nações louvando ao Senhor e ministrando em vidas? NUNCA, eu pensava. Que tola! Graças a Deus, Ele teve misericórdia de mim, e hoje para honra e glória do Senhor eu estou na NORUEGA fazendo missões! Faz 3 semanas apenas que eu estou aqui.

Eu morava em Manaus, com meus pais. Eles são missionários também, em Itacoatiara, no interior de Manaus. Para glória de Deus, Ele tem me usado de uma forma tremenda, aqui na NORUEGA. Sei que Deus me colocou aqui para trazer o calor de Deus, o Fogo de Deus para essas pessoas que ainda não experimentaram. E para honra e glória de Deus, estou aqui, larguei tudo, meus parentes, familiares, faculdade e disse SIM, para JESUS! EIS-ME AQUI SENHOR! 

Eu fui convidada para estudar aqui pelos fundadores de Nossa Igreja, a Igreja Batista Independente Shekinah, que foram até Manaus em viajem Missionária e meus pais concordaram! Os pastores tiveram visões comigo, o reitor do seminário, Pr. Reidar, me via como um VULCÃO, e eu estava com vestes brancas e minhas mãos levantadas, e as lavas iam saindo conforme minha mão ia passando. Eu ia louvando com uma MULTIDÃO de pessoas. Outro pastor teve a mesma visão, mais só que esse VULCÃO estava tampado prestes a EXPLODIR. Ele perguntou para Deus o por que. E Deus foi revelando a ele coisas de minha Infância, situações que me magoaram muito e que eu sofria muito por isso. Eu sou negra, e na minha escola ninguém queria ficar perto de mim por causa do preconceito. Quando tinha trabalhos em grupos, eu fazia sozinha. Meus coleguinhas mandavam eu sair de perto deles! Quando  chegava em casa minha mãe perguntava: "O que foi minha filha?". Eu falava que não era nada, entrava no meu quarto e começava a chorar. Entrava no banheiro por diversas vezes e me esfregava com um sabugo de milho, para ver se eu ficava Branca. Diversas outras situações de preconceito ocorreram contra mim. Naquele momento do culto, o pastor falou: "Filha, Deus permitiu isso pra ver se você ia suportar, Deus não chama para o Exército dEle pessoas Fracas, não! Você teve que passar por tudo isso, pra Ele poder te dar a tua vitória!". 

Eu sempre interagi com os trabalhos da Igreja. Em todas as programações eu estava lá com meus pais, e desde pequena acompanhava meus pais ao evangelismo. Quando eu recebi esse chamado em minha vida foi a confirmação do que eu já estava pedindo de Deus, e o pastor Reidar disse pra mim: "Filha, Deus tem pressa em te usar!". E eu falei: "Eis-me aqui!"

Muitas pessoas que me falavam que eu não prestava, e que eu não ia ser nada na vida, tiveram que me ver  ganhando essa batalha por causa da graça de Deus! Por incrível que pareça, todas essas pessoas que falavam tais coisas pra mim souberam do chamado para estudar na Noruega e muitos até foram confirmar se era verdade na minha despedida na Igreja. Neste dia eu contei esse meu testemunho. Eu tinha medo de falar, mas Deus falou pra mim abrir minha boca e deixar que Ele ia falar e não eu, mas eu tinha que abrir minha boca, e quando comecei abrir minha boca Deus tocou em muitas vidas e elas ficaram com a cara no chão! Muitas pessoas tomaram uma decisão por Cristo em suas vidas naquela noite. Passei a semana viajando para várias igrejas contando o meu testemunho, e ouvi de várias pessoas: "Suzzy, eu estava precisando ouvir o que você pregou!" O tema era "Tomar uma decisão".

A Palavra do Senhor diz que os humilhados serão exaltados e aqui estou eu, meu irmão, na NORUEGA, e já vou viajar para a ÁFRICA em Missões pela escola KRAFTSKOLEN, dos Ministérios SBI e CIBI. Quero falar para os jovens que tem um chamado que não desistam do seu chamado! A Dor vem, mas depois da DOR, JESUS lhe entregará a COROA da VITÓRIA.

SUZANNE KLISSIA, mais conhecida como SUZZY.
Que a Graça e a Paz do Senhor estejam com vocês.
Este contato me trouxe muita alegria, mas também várias ideias:
  • as orações de uma mãe desesperada são ouvidas por Deus! Eu tenho orado com desespero a Deus pelos meus filhos? Você tem feito isso?
  • as promessas de Deus são "pra valer"! Não podemos esquecer delas!
  • para todas as coisas Deus tem um propósito, até as características de nossos filhos!
  • aqueles que pensam que a Internet "é do mal" ou "ferramenta do diabo" estão totalmente equivocados! É benção de Deus! É dádiva celestial dada por Deus!
  • fazer associações internacionais entre igrejas, convenções, seminários e agências missionárias são bençãos! O caso escrito aqui é mais ou menos assim: "Uma agência missionária planta igrejas em outro país e se associa a uma escola bíblica para ensinar os frutos ganhos daquelas igrejas plantadas!" Fórmula missionária de sucesso! Dinheiro, Ensino, Unção, Missões, Almas!
  • Igrejas e ministérios isolados sofrem demais! Os pastores de ministérios isolados não podem se orgulhar de seus PEQUENOS feitos, devem se arrepender do pecado da autosuficiência!
  • aqueles que pensam que a Europa é um poço de frieza da fé estão totalmente equivocados. Investem em missões com muita força! Metem a mão no bolso para doar! Uma benção! Deus abençoe nossos irmãos da Europa. Que o dinheiro e o tempo investido em Missões nos demais países sejam revertidos em Avivamento no continente europeu! Ore pela Europa!

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Resposta ao Filme Jesus

Mapa mundi mostrando o índice de resposta positiva após a exibição do Filme Jesus da Cruzada Estudantil e Profissional para Cristo. Produzido pela World Atlas Project e traduzido por mim, mostra em cores vibrantes como as pessoas responderam afirmativamente à oração nesses 25 anos de exibição em todo o planeta.



quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Status da Tradução do Filme Jesus

Mapa mundi mostrando a situação da Tradução do Filme Jesus da Cruzada Estudantil e Profissional para Cristo. Produzido pela World Atlas Project e traduzido por mim, mostra em cores vibrantes o status dessa preciosa ferramenta evangelística.



terça-feira, 21 de setembro de 2010

Projeto Caroá - Atividade de 7 de setembro

O Ministério Shalom desenvolveu uma preciosa atividade em Caroá, povoado de Sertânia, no Pernambuco, nos dias 4 a 7 de setembro de 2010.

Você já acompanhou em duas postagens aqui do Blog Missões e Adoração, veja mais abaixo os links.

Entre outras atividades de comunhão e evangelismo, fizeram reconhecimento de outros povoados semelhantes a Caroá no município de Sertânia. Além disso, desenvolveram uma Escolinha de Futebol. Como já vimos em outras postagens, o FUTEBOL é uma excelente ferramenta evangelística para cativar em amor os corações dos juniores, adolescentes e jovens, além do de seus pais.

Este foi o banner de divulgação deles para a atividade:

A Escolinha de Futebol:


As duas postagens anteriores foram:
Missões no Interior do Nordeste
Slide Show sobre o Projeto Caroá

Quer ir na próxima? Você pode ir com seus joelhos (orando), ou com suas mãos (contribuindo), ou com seus pés (ir lá mesmo)! Será ainda neste mês de setembro!

Informe-se!

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Congresso Lausanne III - Cidade do Cabo 2010

Conheça os tópicos e temas do 3° Congresso de Lausanne que acontece em outubro! O foco do congresso Cidade do Cabo 2010, como está sendo chamado, está em torno de três paradigmas e 6 temas, todos sustentados pelo versículo:
"Deus em Cristo reconciliando consigo o mundo".2 Coríntios 5:19: 
Este versículo está incorporado no âmbito dos temas. Estes envolvem um amplo leque de assuntos que você pode acompanhar mais abaixo. As sessões do Congresso estão organizadas em 3 tipos ou modos:
  • Plenária
  • Multiplex
  • Diálogo
Cada Sessão serve um tema e ainda inclui uma discussão detalhada relativo a cada tópico. Um ou mais tópicos podem ser relacionados a um tema específico em algumas sessões.
Os 3 paradigmas do Congresso:
  • O Evangelho
  • O Mundo
  • A Igreja
Os 6 Temas do Congresso:
  1. Abraçando a verdade de Cristo diante de uma cultura que diz que não podemos conhecer a verdade absoluta;
  2. Compreender a nova face do cristianismo: comemorando o crescimento e a influência da Igreja no nível global e a aprendizagem uns com os outros;
  3. Vivendo como discípulos de Cristo hoje: um convite à santidade intransigente e pureza individual e corporativa;
  4. Diante da dor: a compreensão das realidades da dor, sofrimento e perseguição e busca de justiça e reconciliação bíblica;
  5. Envolvendo as religiões do mundo: responder adequadamente ao crescente fundamentalismo religioso radical;
  6. Parcerias na apresentação de Cristo: estabelecer prioridades na evangelização do mundo e aprender a trabalhar juntos de forma mais eficaz.
Os 21 tópicos do Congresso:
- Crianças & Juventude                        - Diáspora                                        - Meio Ambiente
- Etnicidade                                         - Formação de Líderes                     - Globalização
- O Futuro Humano                             - Ministério em Locais de Trabalho    - Mídia & Tecnologia
- Grupos de Povos Não Alcançados    - Oralidade                                       - Testemunho Pessoal
- Pobreza & Riqueza                           - Evangelho da Prosperidade             - Mordomia de Recursos
- As Escrituras em Missões                  - Verdade & Pluralismo                    - Parceria
- Missões nos Centros Urbanos           - Mulheres & Homens                       - Fé no Mundo



Original em inglês, com pequenas alterações, no site do Lausanne Movement.

domingo, 19 de setembro de 2010

Orgulho Espiritual Oculto - Jonathan Edwards

Jonathan Edwards
A primeira e a pior causa de erro que prevalece nos nossos dias é o orgulho espiritual. Essa é a principal porta que o diabo usa para entrar nos corações daqueles que têm zelo pelo avanço da causa de Cristo. É a principal via de entrada de fumaça venenosa que vem do abismo para escurecer a mente e desviar o juízo. É o meio que Satanás usa para controlar cristãos e obstruir uma obra de Deus. Até que essa doença seja curada, em vão se aplicarão remédios para resolver quaisquer outras enfermidades.

O orgulho é muito mais difícil de ser discernido do que qualquer outra fonte de corrupção porque, por sua própria natureza, leva a pessoa a ter um conceito alto demais de si própria. É alguma surpresa, então, verificar que a pessoa que pensa de si acima do que deve está totalmente inconsciente desse fato? Ela pensa, pelo contrário, que a opinião que tem de si está bem fundamentada e que, portanto, não é um conceito elevado demais. Como resultado, não existe outro assunto no qual o coração esteja mais enganado e mais difícil de ser sondado. A própria natureza do orgulho é criar autoconfiança e expulsar qualquer suspeita de mal em relação a si próprio.

O orgulho toma muitas formas e manifestações e envolve o coração como as camadas de uma cebola – ao se arrancar uma camada, existe outra por baixo dela. Por isto, precisamos ter a maior vigilância imaginável sobre nossos corações com respeito a essa questão e clamar àquele que sonda as profundezas do coração para que nos auxilie. Quem confia em seu próprio coração é insensato.

Como o orgulho espiritual é mascarado por natureza, geralmente não pode ser detectado por intuição imediata como aquilo que é mesmo. É mais fácil ser identificado por seus frutos e efeitos, alguns dos quais quero mencionar junto com os frutos opostos da humildade cristã.

A pessoa espiritualmente orgulhosa sente que já está cheia de luz, não necessitando assim de instrução. Assim, terá a tendência de prontamente rejeitar a oferta de ajuda nesse sentido. Por outro lado, a pessoa humilde é como uma pequena criança que facilmente recebe instrução. É cautelosa no seu conceito de si mesma, sensível à sua grande facilidade em se desviar. Se alguém lhe sugere que está, de fato, saindo do caminho reto, mostra pronta disposição em examinar a questão e ouvir as advertências.

As pessoas orgulhosas tendem a falar dos pecados dos outros: o terrível engano dos hipócritas, a falta de vida daqueles irmãos que têm amargura, a resistência de alguns crentes à santidade. A pura humildade cristã, porém, se cala sobre os pecados dos outros ou, no máximo, fala a respeito deles com tristeza e compaixão. A pessoa espiritualmente orgulhosa critica os outros cristãos por sua falta de crescimento na graça, enquanto o crente humilde vê tanta maldade em seu próprio coração, e se preocupa tanto com isso, que não tem muita atenção para dar aos corações dos outros. Queixa-se mais de si próprio e da sua própria frieza espiritual; sua esperança genuína é que todos os outros tenham mais amor e gratidão a Deus do que ele.

As pessoas espiritualmente orgulhosas falam freqüentemente de quase tudo que percebem nos outros em termos extremamente severos e ásperos. É comum dizerem que a opinião, conduta ou atitude de outra pessoa é do diabo ou do inferno. Muitas vezes, sua crítica é direcionada não só a pessoas ímpias, mas a verdadeiros filhos de Deus e a pessoas que são seus superiores. Os humildes, entretanto, mesmo quando recebem extraordinárias descobertas da glória de Deus, sentem-se esmagados pela sua própria indignidade e impureza. Suas exortações a outros cristãos são transmitidas de forma amorosa e humilde e, ao lidar com seus irmãos e companheiros, eles procuram tratá-los com a mesma humildade e mansidão com que Cristo, que está infinitamente superior a eles, os trata.

O orgulho espiritual comumente leva as pessoas a se comportarem de modo diferente na sua aparência exterior, a assumirem um jeito diferente de falar, de se expressar ou de agir. Por outro lado, o cristão humilde – mesmo sendo firme no seu dever, permanecendo sozinho no caminho do céu ainda que o mundo inteiro o abandone – não sente prazer em ser diferente só para ser diferente. Não procura se colocar numa posição onde possa ser visto e observado como uma pessoa distinta ou especial; muito pelo contrário, dispõe-se a ser todas as coisas a todas as pessoas, a ceder aos outros, a se adaptar aos outros e a agradá-los em tudo menos no pecado.

Pessoas orgulhosas dão muita atenção a oposição e a injúrias; tendem a falar dessas coisas freqüentemente com um ar de amargura ou desprezo. A humildade cristã, em contraste, leva a pessoa a ser mais semelhante ao seu bendito Senhor, o qual, quando foi maltratado não abriu sua boca, mas se entregou em silêncio àquele que julga retamente. Para o cristão humilde, quanto mais clamoroso e furioso o mundo se manifestar contra ele, mais silencioso e quieto ficará, com exceção de quando estiver no seu quarto de oração: lá ele não ficará calado.

Um outro padrão de pessoas espiritualmente orgulhosas é comportar-se de forma a torná-las o foco de atenção. É natural que a pessoa sob a influência do orgulho tome todo o respeito que lhe é oferecido. Se outros demonstram disposição de se submeterem a ela e a cederem em deferência a ela, esta pessoa receberá tais atitudes sem constrangimento. Na verdade, ela se habituou a esperar tal tratamento e a formar uma má opinião de quem não lhe oferece aquilo que pensa merecer.

Uma pessoa sob a influência de orgulho espiritual tende mais a instruir aos outros do que a fazer perguntas. Tal pessoa naturalmente assume ar de mestre. O cristão eminentemente humilde pensa que precisa de ajuda e todo o mundo, enquanto a pessoa espiritualmente orgulhosa acha que todos precisam do que ela tem para oferecer. A humildade cristã, sentindo o peso da miséria dos outros, suplica e implora; o orgulho espiritual, em contraste, ordena e adverte com autoridade.

Assim como o orgulho espiritual leva as pessoas a assumirem muita coisa para si mesmas, de forma semelhante as induz a tratar os outros com negligência. Por outro lado, a pura humildade cristã traz a disposição de honrar a todas as pessoas. Entrar em contendas a respeito do cristianismo por vezes é desaconselhável; no entanto, devemos tomar muito cuidado para não nos recusarmos a discutir com pessoas carnais por as acharmos indignas de nossa consideração. Pelo contrário, devemos condescender a pessoas carnais da mesma forma como Cristo condescendeu a nós – a fim de estar presente conosco na nossa indocilidade e estupidez.

 --------
 Jonathan Edwards era pastor puritano nas colônias inglesas da América do Norte no século XVIII. Acompanhou e participou do Grande Despertamento, um grande avivamento que atingiu as colônias norte-americanas, a Inglaterra e outros países, no qual George Whitefield e John Wesley também foram instrumentos. Foi autor e um dos maiores teólogos da sua geração. Este artigo foi traduzido e adaptado da sua obra: Some Thoughts concerning the Present Revival of Religion in New England  (“Alguns Pensamentos a Respeito do Atual Avivamento Religioso na Nova Inglaterra”).

Fonte: O Arauto da Sua Vinda - Ano 25 nº 4 - Julho/Agosto 2007

Fonte da imagem: Wikipedia

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Onde Está o Fogo? - Del Fehsenfeld, Jr.

Del Fehsenfeld Jr.
Fora um dia extremamente exaustivo. O sol quente castigava impiedosamente a terra árida e endurecida. A multidão, que parecia ter ficado sob esse céu sem nuvens por uma eternidade, continuava assistindo em silêncio ao confronto decisivo entre Baal e Jeová. O time de Jeová estava em absurda desvantagem: 850 a 1, em favor de Baal.

Parecia que nem uma folha se mexia enquanto todos observavam e esperavam em suspense. Os profetas de Baal tentavam uma tática após outra para persuadir o deus do relâmpago e do fogo a se manifestar, provar sua existência e mandar fogo do céu. Suplicavam e clamavam. Como nada aconteceu, clamaram com mais insistência, fizeram propostas, exigiram que Baal lhes atendesse e mandasse fogo. Ainda assim, não veio resposta alguma. Nada de fogo do céu.

Contudo, não se intimidaram. Com persistência admirável, saltaram em cima do altar e cortaram-se até escorrer o sangue – em tentativas desesperadas e inúteis de demonstrar a Baal sua sinceridade e de conseguir alguma evidência, qualquer coisa que pudesse provar a realidade espiritual. Porém, não veio sinal algum de fogo do céu – nem sequer uma faísca.

Para dizer a verdade, há mais de três anos, não havia qualquer movimento dos céus, qualquer sinal de vida, de espécie alguma – nada de fogo, de chuva, de mensagem, de realidade. Esgotados com os exercícios fúteis, os representantes de Baal viram seu desejo transformar-se em desapontamento e, finalmente, em derrota.

Nesse ponto do relato de 1 Reis 18, é impossível deixar de observar algumas semelhanças muito evidentes com o tempo atual. O grande problema na igreja contemporânea é que, apesar de seu tamanho e da quantidade de atividades, não há uma verdadeira manifestação da glória da presença de Deus.

De modo geral, não nos faltam atividade, fervor e tentativas sinceras de obter poder espiritual. Pelo contrário, as agendas das igrejas estão inchadas de cultos, retiros, conferências e programas. Fazemos muito barulho. Estamos ocupados, intensos e, talvez, sinceros, mas o céu continua mantendo um silêncio ensurdecedor. Não há sinal de fogo.

Não é que não estejamos tentando. Estamos tentando e como! Aparentemente, porém, todos os nossos programas, promoções, reuniões, caravanas, orçamentos, batismos, comitês e convenções fracassaram. Não conseguiram produzir aquilo de que precisamos com mais urgência: fogo do céu.

Enquanto os líderes espirituais e ativistas correm para cá e para lá, tentando produzir faíscas, o membro normal de igreja continua agindo como espectador, esperando ao lado do restante do mundo e perguntando onde está o fogo.


Chamando fogo do céu
Entra em cena, neste instante, uma figura solitária. Três anos atrás, havia despertado a ira do rei e, desde então, tornara-se fugitivo. Seria de se imaginar que se intimidasse ao se apresentar diante do monarca ofendido. Afinal, corria grande risco de vir a perder a vida. No entanto, não foi isso que aconteceu; apresentou-se com segurança, confiança e ousadia.

Chamou a atenção do povo, que começou a aproximar-se lentamente, sem saber o que esperar. Esse homem sempre fora meio estranho – totalmente oposto aos demais líderes religiosos da época. Quando falava, encontrava pouca ressonância entre os ouvintes.

Sua mensagem contradizia tudo o que era tradicional e popular. O desafio de sair de cima do muro e definir-se por um ou por outro, ou por Baal, ou por Jeová, deixava quase todos desconfortáveis – preferiam não se comprometer.

Porém, não era um discurso que pretendia fazer. Ele os conduziu a um velho altar, o altar de Jeová. Abandonado há muitos anos, estava em ruínas. Uma por uma, selecionou doze pedras grandes e reedificou o altar caído. Preparou o sacrifício e colocou-o sobre o altar.

De repente, fez algo totalmente inesperado e sem sentido lógico. Ordenou que enchessem quatro tambores de água e a despejassem sobre o sacrifício.

O quê? Ele enlouqueceu? Qualquer um sabe que lenha molhada não pega fogo! Além disso, esse homem estranho não sabia que estavam há três anos sem chuva? Que desperdício insensato desse recurso precioso!

Para piorar, depois de seguirem suas ordens, ele ainda pediu que o fizessem novamente – e, depois, uma terceira vez!

Quando tudo estava pronto, ele fez uma oração simples e curta – mas com resultados imediatos: fogo!

Não havia fósforos nem querosene. Nada de truques mágicos, giros ou fingimentos. Somente fogo. Fogo genuíno. Fogo que lambeu a água e consumiu inteiramente o sacrifício, a lenha, as pedras – até o pó no chão. Fogo do céu. Fogo de Deus.

O que é o fogo de Deus?
Não existe na Igreja hoje uma necessidade maior do que a necessidade que ela tem do fogo de Deus. Quando falamos sobre o fogo de Deus, estamos nos referindo à manifesta presença de Deus e à sua glória. Estamos falando sobre o poder sobrenatural de Deus.

Estamos falando sobre reuniões que não são apenas reuniões “boas” com boa música e boas pregações. Estamos falando sobre resultados que não podem ser explicados em termos de esforço humano. Estamos falando sobre aquilo que o homem não consegue programar, manipular, planejar ou fazer acontecer.

Estamos falando sobre algo que vai além da ação normal do Espírito Santo no meio do seu povo. Estamos falando sobre o derramamento extraordinário do Espírito que revela a glória de Deus nas vidas individuais e na igreja.

O que o fogo faz?
Quando o fogo cai, vemos Deus como ele realmente é. Tanto no Velho quanto no Novo Testamento, Deus é revelado como um Deus de fogo.

No Monte Sinai, onde foi dada a lei, Deus se revelou com relâmpagos, trovões e vozes. No último livro da Bíblia, o apóstolo João recebeu um vislumbre da sala do trono, no céu. Do meio do trono, saíam “relâmpagos, vozes e trovões” (Ap 4.5).

Quando o fogo cai, Deus assume o controle da Igreja. Quando Deus aparece, as pessoas se sentem melhor prostradas no chão do que sentadas nos bancos. Quando o fogo cai, ele consome tudo que não é santo, tudo que é terreno e humano.

O fogo de Deus purifica, separa, derrete e devora, “porque o nosso Deus é fogo consumidor” (Hb 12.29). Deus é como o fogo do ourives (Ml 3.2) que traz impurezas à superfície, expondo-as e consumindo-as.

Quando o fogo cai, o pecado é julgado e tratado de forma meticulosa e radical – não apenas os pecados óbvios da carne, mas os pecados sutis e ocultos do espírito também. As máscaras da respeitabilidade são removidas, os disfarces rasgados e os corações dos homens expostos diante do olhar de um Deus que tudo vê, tudo sabe.

Quando o fogo cai, há profunda convicção e tristeza pelo pecado. O intenso holofote da santidade de Deus faz com que aquilo que antes era aceitável torna-se, de repente, abominável. A indiferença transforma-se em lamentação. A atitude casual para com o pecado é substituída por quebrantamento e arrependimento genuínos.

Quando o fogo cai, os esforços e as obras dos cristãos são provados. Grande parte daquilo que parecia atividade espiritual é revelada como nada mais do que esforço carnal a ser consumido como madeira, feno e palha.

Quando o fogo cai, nossos métodos e programas tradicionais rendem-se ao senhorio de Jesus, e o Espírito Santo começa a presidir as ações e o funcionamento de sua Igreja.

Quando o fogo cai, há poder. Há vida. Há pureza. Há espontaneidade. Há realidade.

Onde está o fogo de Deus hoje? Onde está a evidência de sua presença e poder? Onde está o senso de reverência, de admiração, de assombro e temor na sua presença?

Onde estão as lágrimas de quebrantamento e contrição? Onde se vê pessoas perdidas caindo prostradas, dominadas pela realidade da presença de Deus no meio do seu povo?

Que igreja em sua comunidade é conhecida por ter manifestações do fogo de Deus? Em qual classe de Escola Dominical, em qual família, em qual pai, mãe ou jovem você tem visto o fogo de Deus?

Por que não temos o fogo?
Na maioria dos casos, não temos o fogo de Deus porque não achamos que precisamos dele. Estamos contentes em viver sem a sua glória.

De maneira geral, nosso país, nossas igrejas, lares e vidas estão destituídos da glória e do poder de Deus. Se alguém pergunta sobre nossas necessidades, falamos que precisamos de maiores prédios, mais dinheiro, mais voluntários, uma equipe melhor ou mais equipamentos. Por que não conseguimos enxergar que nossa maior necessidade é do próprio Deus?

Temos pecado contra Deus, e ele retirou sua presença manifesta de nós; no entanto, nossos olhos acostumaram-se com a penumbra. Estamos habituados a funcionar com o próprio esforço. Quando ninguém questiona a autenticidade dos resultados.

Ficamos cegos à nossa verdadeira condição e necessidade espiritual. Como a igreja de Laodiceia, achamos que somos ricos e abastados, que não precisamos de coisa alguma (Ap 3.17).

Ouço líderes cristãos falando que a Igreja está prosperando. Outros insistem que estamos experimentando sucessivas ondas de avivamento.

Se é assim, então por que toda forma de impureza moral continua alastrando-se livremente em nossas igrejas evangélicas, fundamentadas na pregação da Palavra? Por que a taxa de divórcio está tão alta na Igreja quanto no mundo?

Por que a vasta maioria dos cristãos nunca apresenta Cristo a ninguém? Por que as pessoas desejam uma experiência cristã de tempo parcial, de final de semana, que lhes seja conveniente, sem custo real? Por que os pastores precisam usar força e coação para conseguir levar as pessoas a realmente servirem ao Senhor?

Por que divisão nas igrejas é tão comum? Por que tantos que se chamam cristãos são estéreis, vazios, feridos e incapazes de se livraram da escravidão espiritual? Por que o mundo está tão pouco interessado naquilo que temos a oferecer?

Enquanto pensarmos que estamos fazendo tudo certo, nunca clamaremos a Deus para enviar fogo do céu.

Outra razão de não termos o fogo de Deus é que, na verdade, não o queremos. Oh sim, dizemos que queremos, mas geralmente queremos o tipo de fogo que atrai atenção à nossa igreja, que lota os auditórios, aumenta as ofertas e soluciona todos os nossos problemas.

Não queremos o tipo de fogo que consome, destrói, expõe, queima e machuca. Temos medo do que poderia acontecer se Deus aparecesse entre nós. Queremos uma experiência religiosa bem domesticada, fácil de se controlar.

Além disso, não queremos o tipo de pregação que vem antes do avivamento. Tenho observado que as pessoas só querem encorajamento e amor do púlpito. Não querem a verdade!

Pregar sobre pecado, arrependimento, santidade, quebrantamento ou confissão é considerado muito negativo. “Você está colocando uma carga de culpa no povo. Vai destruir sua autoestima”.

Quisera que nos preocupássemos menos com o que as pessoas pensam de si mesmas e mais com o que pensam de Deus! Enganados pelo mundo, seguimos uma teologia egocêntrica muito mais voltada à nossa autoimagem do que à imagem de Deus.

Não temos o fogo de Deus porque não acreditamos que ainda existe esse tipo de coisa hoje. Para justificar nossa impotência, temos usado a interpretação de dispensações para tirar o efeito de grande parte da Palavra de Deus. “Isso é Velho Testamento!” “Deus não age mais dessa forma hoje.”

Um estudo sério da história de avivamentos mostra que todo avivamento é, de certa forma, uma repetição do que aconteceu no dia de Pentecostes. O Espírito é derramado sobre seu povo de maneira extraordinária, e a manifesta presença e poder de Deus são liberados.

Entretanto, no nosso afã de evitar os excessos e abusos de certos movimentos, temos negado totalmente a possibilidade de um derramamento sobrenatural do Espírito Santo. Não oramos por milagres porque acreditamos que Deus não opera mais como no passado!

Finalmente, não temos o fogo de Deus porque não estamos dispostos a pagar o preço para recebê-lo. Queremos um avivamento instantâneo, sem custo e sem dor. Queremos todos os resultados e benefícios positivos do avivamento com pouco ou nenhum custo para nós.

Queremos lucro sem dor. Queremos a alegria do nascimento de nova vida sem passar pelas dores de parto. Queremos cura sem cirurgia. Queremos alegria sem choro.

Queremos entrar no poder da ressurreição sem antes passar pela agonia da cruz. Queremos manter nossos cronogramas e programas e instituições, exatamente como estão. Queremos o mínimo de interferência com nossos planos ou tradições.

O avivamento envolve um processo – primeiro para arar o terreno endurecido e abandonado do coração, depois plantar a semente e, finalmente, fazer a colheita. Arar é um processo doloroso, mas não pode ser ignorado, e exige bastante tempo.

Sim, o tempo é uma parte inevitável do preço. Mini-avivamentos de final de semana podem ser mais convenientes para caber na agenda, mas dificilmente resultarão em avivamentos genuínos.

Elias passou por um processo de preparação e purificação durante três anos e meio antes de Deus enviar o fogo. E o povo de Israel precisou sofrer as consequências de seus pecados durante esse mesmo período, até ficar desesperado o suficiente para Deus enviar o fogo.

Estamos todos ocupados demais para ouvir Deus. Deus se encontra com aqueles que esperam por ele (Is 64.4), mas preferimos que ele envie o fogo dentro do nosso cronograma. E é melhor que consiga concluir tudo antes do meio-dia!

Querido amigo, Deus simplesmente não aceitará ser encaixado em nossos planos, nossa agenda ou nosso cronograma. Ele é Deus! Precisamos dar a ele a liberdade de agir conforme deseja, de acordo com seu próprio cronograma.

Se Deus vai enviar fogo, precisamos estar dispostos, se necessário, a descartar nossas tradições humanas, nossos métodos, estruturas e programas e dar espaço para ele. Não é que tais coisas são erradas em si mesmas, mas tornaram-se ídolos para a maioria de nós. Qualquer coisa que é mais importante para nós do que a presença de Deus faz parte do preço que certamente nos será exigido.

Com certeza, não haverá fogo até que o sacrifício seja oferecido. Para o povo de Israel, significava colocar sua reserva de água no altar. Deus não precisava de água, mas quando lhe deram a reserva de água, deram suas próprias vidas. Era isso que ele queria desde o princípio.

Não sei que tipo de sacrifício Deus poderá pedir de você ou da sua igreja. Pode ser que ele peça que entregue a sua reputação. Pode ser que peça que suporte crítica, desentendimento e rejeição da parte de pessoas que são muito importantes para você.

Ele pode pedir que você deixe seu emprego. Pode pedir que coloque as economias de toda sua vida ou o fundo de aposentadoria no altar.

Em última análise, o que Deus realmente quer é nossa vida inteira. Quando Deus a recebe no altar, então, e só então é que ele enviará fogo do céu para revelar seu poder a um mundo que está esperando e duvidando.

Fonte: Arauto Ano 27 nº 2 - Março/Abril 2009

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Cristianismo Evangélico no Mundo

Mapa mundi mostrando o crescimento do Cristianismo evangélico. Produzido pela World Atlas Project e traduzido por mim, mostra em cores vibrantes esse crescimento.
Mostra o nível da Igreja Evangélica no mundo. Entendendo como Evangélicos os:

  • Históricos (Batista, Presbiteriana, Luterana, etc);
  • Pentecostais de Primeira Onda (Nazareno, Assembléia de Deus, Quadrangular, etc);
  • Pentecostais da Segunda Onda (Batista/Presbiteriana Renovada, Batista/Presbiteriana Independente, etc);
  • Pentecostais da Terceira Onda ou Neo-Pentecostais (Universal, da Graça, Renascer, etc). 

Não participam desta amostragem aos Igrejas Marginais (Testemunhas de Jeová, Mórmons, etc), as Católicas (Romana, Siríaca, etc) e as Ortodoxas (Grega, Russa, etc).


Mapa mundi mostrando a situação da Tradução da Bíblia. Produzido pela World Atlas Project e traduzido por mim, mostra em cores vibrantes esse status. 



quarta-feira, 15 de setembro de 2010

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Institucionalização da Iniquidade

Já pensou em quem votar neste ano?

Assista em vídeo o posicionamento do Pr. Paschoal Piragina Junior, presidente da Primeira Igreja Batista de Curitiba, é ele quem aparece na fopto ao lado.

Com muita sabedoria, ponderação e equilíbrio, discursa sobre as eleições de 2010.

O Pr. Eliseu da Terceira Igreja Quadrangular de Paulínia, meu pastor, fez as mesmas ponderações no último domingo, durante a Ceia do Senhor.

Várias denominações estão lançando seus candidatos próprios para estas eleições. Minha igreja sugeriu candidatos aos seus membros. Com total liberdade fomos alertados sobre projetos de lei de diversas espécies.

Temos que votar em quem pensa igual a nós.
Se eu sou contra o aborto, porque vou votar em alguém que é a favor?
Se eu sou contra o casamento de homossexuais, porque vou votar em alguém que é a favor?
Pense nisto. Faço das palavras dele as minhas palavras.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Missões no interior do Nordeste

O Brasil tem três polos que necessitam de Evangelismo urgente:
  • o Interior do Nordeste e "sertão" de Minas Gerais;
  • os povos ribeirinhos do Amazonas;
  • povos indígenas.

Vamos divulgar o trabalho nestes lugares.

Começaremos com um Ministério que trabalha com os povos do interior do nordeste, o MINISTÉRIO SHALOM - "Jesus é a nossa Paz."

Ministério
O Ministério Shalom é um grupo interdenominacional atuando no Recife desde o ano de 1984. Sua principal atividade era realizar cultos ao ar livre no Parque 13 de Maio e na Praça Maciel Pinheiro no centro do Recife-PE. Também fazia parte das ações do Shalom, fazer visitas a hospitais, presídios, orfanatos, asilos como também dar apoio à igrejas do Recife e interior do estado.Localiza-se em Recife, na rua Bauru nº 133, Jardim São Paulo. O diretor é o Pr. Edilson Ramos e o Vice PrEdson.

Histórico:
Passaram 18 anos realizando cultos ao ar livre no centro do Recife e fazendo algumas viagens missionárias.
No ano de 2005 iniciaram um trabalho de viagens missionárias mensais pelo interior de Pernambuco. ( Realizando uma por Mês ).
No ano de 2008, O Pr. Luiz Antônio convidou o PrEdson a conhecer o povoado de Caroá no município de Sertânia. Na ocasião ele era da igreja Verdade Viva em Cavaleiro, Jaboatão -PE. Em Dezembro de 2008 Viajaram ao povoado de Caroá, onde conheceram a necessidade das pessoas da região.
Nas viagens ficaram hospedados na única escola do local, que possuía dois pequenos banheiros. Foi aí que surgiu a idéia de construir 04 banheiros, onde vai abençoar a escola, como também abençoar a equipe que todo mês faz a viagem de ajuda e discipulado. A estratégia de abençoar o colégio de Caroá com a construção dos banheiros é também um meio de demostrar o amor de Deus para as pessoas do local. Além do amor demonstrado através do Evangelismo, foi preciso demonstrar esse amor de forma mais visível, ou seja, é preciso amar as pessoas com obras de ajuda social e de amizade.

Centro de Treinamento
O Projeto do Centro de Treinamento é justamente para abençoar o povoado do Caroá, como servir como base de ajuda social e missionária da região. Caroá, no site da Preifeitura de Sertânia, é recnhecido como sítio. Neste povoado moram mais de  3 mil pessoas. O município de Sertânia tem imensa área geográfica, com muitos distritos e povoados. Caroá é um desses povoados, um dos mais necessitados.

Missionário
Pr. Luiz Antônio é o missionário neste povoado, mas, ,mora na cidade de Arcoverde, próxima de Sertânia, e a 10 Km de Caroá. Ele faz 3 viagens para o Caroá por Semana.

Na rede Mundial

domingo, 12 de setembro de 2010

Não é meu problema

Isto não é problema meu! Será esta a opinião de Deus?






Você não acha que é hora de ponderar sobre os "problemas que não te pertencem"? Analisá-los e considerar a sua responsabilidade?

Que tal confessar seu pecado a Deus, pedir perdão e mudar a postura? Acho que vou fazer isso agora mesmo!

E você?

Vídeo extraído do Canal do Youtube do glauberlg.

sábado, 11 de setembro de 2010

LAUSANNE III: CIDADE DO CABO 2010

CONGRESSO INTERNACIONAL SOBRE EVANGELIZAÇÃO MUNDIAL

O Comitê de Lausanne para Evangelização Mundial Renova a Visão de Billy Graham Iniciada com o Congresso de Lausanne em 1974

O Comitê de Lausanne para Evangelização Mundial (LCWE, www.lausanne.org) anunciou hoje (4/5) os planos para o Terceiro Congresso Internacional sobre Evangelização Mundial, a ter lugar de 16 a 25 de outubro de 2010, na Cidade do Cabo, África do Sul. "Lausanne III: Cidade do Cabo 2010" juntará líderes de missões e igrejas do mundo todo para tratar dos desafios e oportunidades que estão diante da Igreja com respeito à evangelização mundial.

O Rev. S. Douglas Birdsall, Presidente Executivo do LCWE, diz que o ano 2010 foi selecionado para celebrar o centenário da histórica Conferência Missionária Mundial realizada em Edimburgo, Escócia, em 1910 sob a liderança do Dr. John R. Mott. A seleção da Cidade do Cabo também tem significação histórica, já que William Carey, considerado o pai das missões modernas, foi o primeiro a propor uma conferência missionária internacional naquele local em 1810. "Nós cremos que o 200º aniversário da visão de William Carey e o centenário de sua realização sejam um tempo apropriado para, uma vez mais, encorajar os líderes internacionais a unirem-se para mapear o curso para o trabalho de evangelização mundial no século XXI", Birdsall disse. O Dr. Michael Cassidy, fundador do “African Enterprise” e membro do Conselho Consultivo de Lausanne III, também crê que Lausanne III "acrescentará um ímpeto enorme e encorajamento à Igreja Africana para que cumpra o seu destino em Missões Mundiais no Século XXI".

“Não resta dúvida de que entramos em uma nova época no cristianismo global", Birdsall adicionou. "Nós precisamos de estratégias que definam como podemos avançar a expansão do evangelho ao redor do mundo. Isto é especialmente importante porque o nosso mundo continua encolhendo, através de novas tecnologias, e porque a população evangélica mudou-se para o Hemisfério Sul", ele enfatizou.

O Sr. Lindsay Brown, Diretor Internacional recentemente designado para o LCWE, aponta para as mudanças dramáticas que aconteceram no Cristianismo no decorrer do último século, mudanças que são refletidas na liderança de Lausanne III. O Arcebispo anglicano Henry Orombi de Uganda servirá como o presidente do Comitê Anfitrião da África. O Conselho Consultivo de Lausanne III é presidido pelo Dr. Samuel Escobar da América Latina. O Bispo Hwa Yung, da Igreja Metodista na Malásia, é o presidente do Comitê de Seleção de Participantes. O Comitê de Programa será presidido pelo Rev. Ramez Atallah, Diretor da Sociedade Bíblica do Egito. O Diretor do Congresso Lausanne III, Rev. Blair T. Carlson, Ex-Diretor de Cruzadas Internacionais da Associação Evangelística Billy Graham, cresceu em Hong Kong e passou a maior parte de sua vida trabalhando e vivendo em locais ao redor do mundo.


A Cidade do Cabo, literalmente, abriu os seus braços ao Congresso Lausanne III. Cristãos da área toda estão oferecendo suas casas para hospedar até mil dos esperados 4.000 líderes de missões e igrejas participantes de 200 países. "Nós fomos totalmente comovidos pelo acolhimento que recebemos da Cidade do Cabo", disse a Sra. Robyn Claydon, Presidente Adjunta do LCWE. "Nós esperamos com grande entusiasmo o que Deus vai realizar por meio deste evento e da Cidade do Cabo".

O primeiro Congresso Internacional sobre Evangelização Mundial (Lausanne I) aconteceu em 1974, em Lausanne, Suíça. A reunião foi convocada sob a liderança do Rev. Billy Graham e atraiu mais de 2.700 líderes evangélicos de 150 países. O foco da reunião era prático e teológico, produzindo o Pacto de Lausanne, um documento que oferece um fundamento teológico para uma evangelização mundial intencional e colaborativa. O Pacto inclui quinze artigos que lidam com assuntos importantes como a autoridade das Escrituras, a natureza do evangelismo, responsabilidade social cristã, a urgência da evangelização mundial, fé e cultura, e a natureza do conflito espiritual. O Pacto ofereceu um plano para a unidade, e serve como declaração de fé para centenas de organizações ao redor do mundo.

Em 1989, 3.600 líderes de 190 nações participaram de Lausanne II em Manila, Filipinas. O resultante Manifesto de Manila reafirmou e expandiu o Pacto de Lausanne e o chamado para "Proclamar a Cristo até que Ele venha".

O trabalho de base para Lausanne III começou com o Forum para Evangelização Mundial em 2004, na Tailândia, que reuniu 1.500 participantes em 31 consultas simultâneas para lidar com os assuntos primários a respeito da evangelização mundial. Dois anos depois, a preparação continuou com um esforço combinado para engajar uma geração nova de liderança cristã, quando 500 líderes jovens cristãos de 120 países uniram-se para o Ajuntamento de Líderes Jovens Lausanne, na Malásia. A reunião semestral da Liderança de Lausanne, em junho, em Budapeste, vai acelerar o planejamento para o Congresso Lausanne III.

"Os assuntos urgentes diante de nós hoje, tais como o engajamento de visões de mundo cada vez mais hostis ao cristianismo, a ameaça do terrorismo, e o HIV e a AIDS, juntamente com novas oportunidades e novas tecnologias, são muito diferentes dos assuntos enfrentados em 1974", Birdsall explicou. "Novos desafios globais requerem respostas bem pensadas e cobertas de oração. Nós oramos para que Lausanne III: Cidade do Cabo 2010 venha a servir para unir e energizar a Igreja com uma nova visão e um compromisso novo para compartilhar do trabalho de evangelização mundial para um novo tempo".

Fonte Lausanne.org