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terça-feira, 31 de agosto de 2010

Gâmbia - DIA 31 - Calendário de Oração


População: 1,688,359
Líder político: Presidente Yahya Jammeh
Religiões: 88.8% islamismo, 6.7% tradicionais, 4.1% cristãos, 0.4% outras
Posição no rank de perseguição: não calculado
Número de grupos terroristas: não calculado
Ações de terrorismo: não calculado; Casualidades: não calculado
Percentual de corrupção: 75%
Percentual da população que vive na miséria: não calculado
Fonte: win1040.org

Histórico:

GÂMBIA - É um pequeno país da África Ocidental que rodeia o curso inferior do Rio Gâmbia. Tem uma pequena extensão de litoral Atlântico, a oeste, e uma extensa fronteira com o Senegal por todos os outros lados. O país ficou independente do Reino Unido em 1965. Em 1970, Dawda Jawara se converteu no primeiro presidente do novo estado e foi reeleito em 1972 e 1977. Depois da independência, Gâmbia melhorou seu desenvolvimento econômico graças ao alça nos preços de sua principal matéria de exportação, o amendoim, e ao desenvolvimento do turismo internacional. Em 1982, junto com Senegal, Gâmbia formou a Confederação de Senegambia. O presidente Jawara foi derrotado em 1994 por Yahya Jammeh, quem estabeleceu uma ditadura. Jammeh foi reeleito em 2001 e derrogou a lei que proibia a existência de partidos opositores.
Fonte IBGE

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Timor Leste - DIA 31 - Calendário de Oração


População: 1,084,971
Líder político: Presidente José Ramos Horta
Religiões: 99% cristãos, 1% islamismo.
Posição no rank de perseguição: não calculado
Número de grupos terroristas: não calculado
Ações de terrorismo: 10; Casualidades: 14
Percentual de corrupção: dados insuficientes para calcular
Percentual da população que vive na miséria: 42%
Fonte: win1040.org

Histórico

TIMOR LESTE - País insular asiático, localizado na ilha de Timor. Sua única fronteira terrestre é com a Indonésia, que ocupa a metade ocidental da ilha.
Bem antes da chegada dos portugueses à ilha, por volta do Século XV, chineses e árabes já comerciavam com os nativos, trocando machados, porcelanas, chumbo e diversos outros utensílios pelas madeiras nobres timorenses. A população do Timor se dividia em cinco estratos: os liuraris (chefes e soberanos), os datos (nobres e guerreiros), os ema-reios (plebeus livres), os atas (escravos) e os lutuns (pastores nômades).
Os timorenses resistiram ao colonialismo, por meio de rebeliões e insurreições armadas em diversas ocasiões, todas reprimidas de forma brutal.
Em 1859, a ilha foi repartida entre Portugal e Holanda, com a parte leste cabendo aos portugueses, conforme acordo ratificado em 1904. Apesar da presença colonial, os nativos resistiram com sua cultura.
A madeiras nobres e preciosas, como o sândalo branco, foi dizimado nos primeiro anos da colonização, não sobrando nem um exemplar. Posteriormente, o café passou a ser a base da economia.
O chamado Timor Português se unificou e, aproveitando a Revolução dos Cravos, acontecida  em abril de 1974, pretendeu tornar-se independente, com a Frente de Libertação do Timor Leste Independente (Fretilin). Entretanto, apesar de prometer conceder a libertação aos timorenses, os portugueses criaram a União Democrática do Timor (UDT), para manter o status de colônia, em federação com Portugal. Ao mesmo tempo, a Indonésia estimulou a criação da Associação Popular Democrática do Timor (Apodeti), que pregava a integração do país à Indonésia. O choque de interesses acarretou em conflito aramado entre os partidários das três correntes. A administração lusitana deixou o país e a Fretilin proclamou a independência em 28 de novembro de 1975, criando a República Democrática do Timor Leste, que não foi reconhecida por Lisboa.
Em dezembro daquele ano, a Indonésia invadiu o país e, no ano seguinte, uma Assembléia do Povo, integrada por membros da UDT e da Apodeti aprovou a incorporação do país à Indonésia. Tal anexação, entretanto, não foi reconhecida pela ONU, que deu a Portugal os direitos de colonização do Timor Leste. O conflito armado persistiu entre a Fretilin e o exército indonésio, reforçado pelos ativistas da Apodeti. Em 1982, a ONU aprovou resolução exigindo a retirada das tropas indonésias do país. No ano seguinte, Xanana Gusmão, comandante da Fretilin, assinou junto com o chefe das forças indonésias um acordo pelo fim das hostilidades, mas o presidente Suharto da Indonésia não reconheceu o tratado. O conflito prosseguiu.
Em 1988, a Fretilin e a UDT se juntaram criando a Convergência Nacionalista. Em 1989, a ONU aprovou moção de repúdio à ocupação indonésia do Timor Leste. Neste ano, o papa João Paulo II esteve na ilha, o que deu repercussão à luta dos timorenses. A repressão indonésia foi brutal, inclusive esterilizando mulheres compulsoriamente, proibindo o ensino da língua local, o tetum. Foram descobertas covas coletivas em vários pontos do país, indicando que foram feitas execuções em massa.
Em 1996, representantes dos governos português e indonésio se reuniram para resolver o problema do Timor Leste. Em 1999, a Indonésia admitiu a realização de um referendo para definir se a população optaria pela independência ou pela continuidade da anexação. O povo foi maciçamente às urnas e quase 80% optou pela independência. Com o resultado, o exército indonésio começou nova onde de terror, assassinando mais de 20 mil civis, saqueando e praticamente destruindo a capital Dili. Depois de muitas pressões internacionais, a Indonésia aceitou tropas da ONU para manter a ordem no Timor Leste. O Brasil foi um dos países que enviaram soldados para lá. Finalmente, em 20 de maio de 2002 a independência do país foi reconhecida internacionalmente, o que faz do Timor Leste um dos países mais jovens da atualidade. O país é governado pelo presidente Xanana Gusmão e pelo primeiro-ministro Ramos Horta.
Fonte IBGE

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Faixa de Gaza - DIA 31 - Calendário de Oração


A Faixa de Gaza juntamente com a Cisjordânia (ou Margem Ocidental - West Bank em Inglês), são territórios na região Palestina ocupados militarmente por Israel e que deveriam pertencer a um estado criado que se chamaria Palestina. Tais territórios são governados pela Autoridade Palestiniana.

População: 1,482,405
Líder político: Hamas Líder Ismail Haniyeh.
Religiões: 98.7% islamismo, 7% cristãos, 6% judaísmo
Posição no rank de perseguição: não calculado
Número de grupos terroristas: 35 (Inclui Faixa de Gaza e Autoridade Palestina)
Ações de terrorismo: 2,032; Casualidades: 560 (Inclui Faixa de Gaza e Autoridade Palestina)
Percentual de corrupção: não calculado
Percentual da população que vive na miséria: 63,1%
Fonte: win1040.org

Veja também a Cisjordânia.

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Cisjordânia - DIA 31 - Calendário de Oração


A Cisjordânia (ou Margem Ocidental - West Bank em Inglês) juntamente com a Faixa de Gaza, são territórios na região Palestina ocupados militarmente por Israel e que deveriam pertencer a um estado criado que se chamaria Palestina. Tais territórios são governados pela Autoridade Palestiniana.

População: 2,535,927
Líder político: Presidente Mahmoud Abbas
Religiões: 75% islamismo, 17% judaísmo, 8% outras.
Posição no rank de perseguição: não calculado
Número de grupos terroristas: 35 (Inclui Faixa de Gaza e Cisjordânia)
Ações de terrorismo: 2,032; Casualidades: 560 (Inclui Faixa de Gaza e Cisjordânia)
Percentual de corrupção: não calculado
Percentual da população que vive na miséria: 45,7%
Fonte: win1040.org

Veja também a Faixa de Gaza.

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segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Mongólia - DIA 30 - Calendário de Oração

População: 2,951,786
Líder político: Presidente Nambaryn Enkhbayar
Religiões: 45.6% outras, 31.2% shamans, 22.5% budismo, 0.7%, cristãos
Posição no rank de perseguição: não calculado
Número de grupos terroristas: não calculado
Ações de terrorismo: 1; Casualidades: 1
Percentual de corrupção: 72%
Percentual da população que vive na miséria: 36.1%
Fonte: win1040.org

Histórico

MONGÓLIA - Fica encravado entre a Rússia a norte e a China a leste, sul e oeste.
Segundo relatos chineses que remontam a séculos antes de Cristo, esta região foi ocupada por diferentes tribos nômades. Dentre estes povos devem ser destacados os hunos (aparentemente migraram para o oeste a partir das estepes da Mongólia) e os turcos (por volta do século VII, surgem nos relatos chineses como nômades vindos do norte da Mongólia). Nos séculos seguintes, os turcos migrariam para o sudoeste, ocupando outras áreas da Ásia, mas algumas tribos permaneceram no leste da Mongólia até o século XIII.
A recém formada União Soviética instalou na jovem república mongol, no início do século XX, um líder com orientações bolcheviques, que liderou um processo o processo de instauração de um regime comunista, concluído em 1925. A República Popular da Mongólia só foi reconhecida pela China em 1946. As dissensões entre Rússia e China fizeram com que as relações entre China e Mongólia fossem praticamente encerradas até a dissolução do Partido Comunista mongol e a queda do regime, em 1990. Desde então, a Mongólia experimenta um regime parlamentarista com eleições diretas a cada quatro anos. A Mongólia é, desde 1990, um regime parlamentarista, pluripartidarista, com eleições diretas.
Fonte: IBGE

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Síria - DIA 30 - Calendário de Oração

População: 19,314,747
Líder político: Presidente Bashar al-Assad
Religiões: 90.3% islamismo, 5.1% cristãos, 2.9% sem religião, 1.7% outras
Posição no rank de perseguição: 45º
Número de grupos terroristas: 16
Ações de terrorismo: 43; Casualidades: 102
Percentual de corrupção: 71%
Percentual da população que vive na miséria: 11.9%
Fonte: win1040.org

Histórico

SÍRIA - País asiático do Oriente Médio, banhado pelo Mar Mediterrâneo, limitado ao norte pela Turquia, a leste e sudeste pelo Iraque, ao sul pela Jordânia e a oeste por Israel e Líbano. A origem de seu nome é incerta. Há fontes que garantem provir de Assíria, povo mesopotâmico da antigüidade, outras afirmam vir de Suri, um distrito da Mesopotâmia.
Embora haja achados arqueológicos e documentos atestando ocupação feita há mais de 50 séculos, a Síria, tal se conhece hoje, surgiu como país independente ao término da Segunda Guerra Mundial, abrangendo uma área administrada pela França desde o início do Século XX. Mas em tempos primórdios, a região foi inicialmente habitada por povos semíticos. Ao longo das eras, o território sofreu invasões de elementos de outros grupos étnicos (canaanitas, fenícios, arameus, hebreus, egípcios, sumérios, assírios, babilônios, hititas, persas, macedônios, gregos, romanos e bizantinos), foi dividida em principados autônomos ou fez parte de poderosos impérios. Depois de 700 anos sob domínio de Roma, as terras do que hoje é a Síria foram ocupadas pelos árabes islâmicos, em 636 d.C. A cidade de Damasco, atual capital síria, foi, de 661 a 750, capital do império árabe, que se estendia da Espanha até a fronteira com a China. Posteriormente, aquelas terras foram disputadas e ocupadas por egípcios, turcos seldjúquidas, por cruzados (de 1098 a 1124), por sarracenos comandados por Saladino e seus herdeiros, mongóis, até ser ocupada por turcos islâmicos, em 1516. A partir daí e até a Primeira Guerra Mundial, ela estará sob domínio otomano. Com o fim do conflito mundial, em 1918, o território sírio passou a ser administrado pela França.
O nacionalismo ganhou expressão durante a Primeira Guerra Mundial, na Grande Revolta Árabe contra o domínio turco, liderada pelo xeque Hussain. Em 1918, Faisal, filho de Hussain, conquista Damasco. O Reino Unido, traindo a promessa de independência feita aos árabes, assina um acordo secreto com a França dividindo uma vasta região do Oriente Médio.
O mandato da Síria e do Líbano é outorgado aos franceses, e Faisal, então rei da Síria, é obrigado a fugir do país. O domínio francês vai até o final da Segunda Guerra Mundial. Em 1946, por decisão da ONU, tropas francesas e inglesas abandonam a Síria e o Líbano. A Síria torna-se independente em 17 de abril daquele ano.
O primeiro governo independente sírio é deposto por um golpe militar em março de 1949. Novo golpe restabelece o regime constitucional em 1954. Cresce a partir daí a influência do Partido Baath. A Síria afasta-se politicamente dos EUA e passa a receber armas da União Soviética (Federação Russa).
Nacionalismo, estadismo, não-alinhamento (em relação aos EUA e à URSS) aproximaram a Síria do Egito durante a década de 50. Em fevereiro de 1958, um plebiscito aprovou a fusão dos dois países na República Árabe Unida, com hegemonia egípcia. O objetivo era o primeiro passo para o pan-arabismo. Logo, porém, surgem divergências e um golpe militar separa a Síria do Egito em 1961. Mas a autonomia não pôs fim imediato à instabilidade política - resultado de interesses conflitantes dos diversos grupos da sociedade local.
A forte oposição a Israel marca a política externa da Síria. Até hoje, o país reivindica a devolução das Colinas de Golã, tomadas por forças israelenses na Guerra dos Seis Dias, em 1967.
O governo sírio já foi várias vezes acusado de apoiar ataques a Israel realizados por grupos extremistas baseados no Líbano. A partir de 1974, o país passou a intervir diretamente na guerra civil do Líbano com a intenção de manter os cristãos maronitas no poder. Em 1990, a Síria patrocinou um acordo de paz no país vizinho.
No âmbito doméstico, o regime vem sendo caracterizado pelo autoritarismo e pelo tratamento em estilo linha dura destinado a qualquer forma de oposição, sobretudo antes da morte do presidente Hafez al-Assad, em 2000.
Com a morte do presidente al-Assad, o governo tornou-se mais tolerante e dezenas de presos políticos foram libertados.
A liberdade de imprensa é bastante restrita pelo regime do país. A prisão de jornalistas não é incomum. Todos os veículos de comunicação pertencem ao governo, com exceção de algumas estações de rádio, que só têm autorização para transmitir músicas. Notícias consideradas embaraçosas ou que poderiam colocar em risco a segurança do país são alvo de censura. Apesar disso, os veículos de comunicação fazem críticas à corrupção e à ineficiência do estado. A Síria é atualmente governada pelo presidente Bashar al-Assad, filho de Hafez Al-Assad, e pelo primeiro-ministro Muhammad Naji al-Otari.
Fonte: IBGE

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Tibet - DIA 30 - Calendário de Oração

População: 2,810,000
Líder político: Presidente Hu Jintao (sob jurisdição da China)
Religiões: 80% budismo, 19.8% outras, 0.2% cristãos
Posição no rank de perseguição: não calculado (China é o 12º)
Número de grupos terroristas: não calculado
Ações de terrorismo: não calculado; Casualidades: não calculado
Percentual de corrupção: dados insuficientes para calcular
Percentual da população que vive na miséria: não calculado
Fonte: win1040.org

História

Durante a sua história, o Tibete existiu como uma região composta por diversas áreas soberanas, como uma única entidade independente e como um Estado vassalo, sob suserania ou soberania chinesa. Foi unificado pela primeira vez pelo rei Songtsän Gampo, no século VII. Por diversas vezes, da década de 1640 até a de 1950, um governo nominalmente encabeçado pelos Dalai Lamas (uma linhagem de líderes políticos espirituais tidos como emanações de Avalokiteśvara - Chenrezig, Wylie:  em tibetano - o bodisatva da compaixão) dominou sobre uma grande parte da região tibetana. Durante boa parte deste período a administração tibetana também esteve subordinada ao império chinês da Dinastia Qing.
Em 1913 o 13º Dalai Lama expulsou os representantes e tropas chinesas do território formado atualmente pela Região Autônoma do Tibete. Embora a expulsão tenha sido vista como uma afirmação da autonomia tibetana, esta independência proclamada do Tibete não foi aceita pelo governo da China nem recebeu reconhecimento diplomático internacional e, em 1945, a soberania da China sobre o Tibete não foi questionada pela Organização das Nações Unidas.
Após uma invasão contundente e uma batalha feroz em Chamdo, em 1950, o Partido Comunista da China assumiu o controle da região de Kham, a oeste do alto rio Yangtzé; no ano seguinte o 14º Dalai Lama e seu governo assinaram o Acordo de Dezessete Pontos. Em 1959, juntamente com um grupo de líderes tibetanos e de seus seguidores, o Dalai Lama fugiu para a Índia, onde instalou o Governo do Tibete no Exílio em Dharamsala. Pequim e este governo no exílio discordam a respeito de quando o Tibete teria passado a fazer parte da China, e se a incorporação do território à China é legítima de acordo com o direito internacional. Ainda existe muito debate acerca do que exatamente constitui o território do Tibete, e de qual seria sua exata área e população.
Fonte: Wikipedia (texto); Inspiration World (mapa)

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Eritréia - DIA 30 - Calendário de Oração

População: 4,906,585
Líder político: Presidente Isaias Afworki
Religiões: 48% islamismo, 47.4% cristãos, 4.6% outras.
Posição no rank de perseguição: 13º
Número de grupos terroristas: 4
Ações de terrorismo: 5; Casualidades: 16
Percentual de corrupção: 71%
Percentual da população que vive na miséria: 50%
Fonte: win1040.org

Histórico -

ERITRÉIA - País africano, limitado a norte e leste pelo Mar Vermelho, por onde faz fronteiras com a Arábia Saudita e Iêmen, a sul com o Djibouti e Etiópia e a oeste com o Sudão.
Eritreia, como território, foi criado pela Itália em 1 de Janeiro de 1890. Os italianos ocuparam este território até 1941. A partir deste ano até 1952, a Eritreia ficou sob proteção britânica. Depois do tempo de protetorado britânico, a ONU concedeu autonomia ao Estado da Eritreia, federando-o com a Etiópia. Tal federação durou até 1961, quando o rei da Etiópia fechou o parlamento da Eritréia e iniciou uma campanha para minar sua resistência. O FLE (Frente pela Libertação da Eritreia) foi primeiro movimento que começou a lutar pela independência da Eritreia.
Nos anos setenta, a Etiópia experimentou uma revolução comunista e veio a receber apoio do bloco comunista. Na Eritréia, contudo, o movimento de resistência, apoiado pelo bloco capitalista, tinha muitos problemas internos e sua luta resultou em vários movimentos rivais. A Frente Popular pela Liberação da Eritreia (FPLE) ganhou a hegemonia interna e veio a dominar a luta pela independência até o seu fim, em 24 de Maio de 1991, quando os soldados da FPLE tomaram a capital e conseguiram o controle total sobre o país. A FPLE decidiu então a tomar dois anos para organizar um referendo para dar o povo da Eritréia a oportunidade de praticar o seu direito de autodeterminação. Em abril de 1993, o povo votou no primeiro referendo livre de sua história e decidiu pela independência. Por este motivo, o governo declarou o dia 24 de Maio de 1993 como a data de independência do país.
Fonte: IBGE

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domingo, 29 de agosto de 2010

Senegal - DIA 29 - Calendário de Oração

População: 12,521,851
Líder político: Presidente Abdoulaye Wade
Religiões: 92.1% islamismo, 4.8% cristãos, 3% tradicionais, 0.1% outras.
Posição no rank de perseguição: não calculado
Número de grupos terroristas: não calculado
Ações de terrorismo: 1; Casualidades: 0
Percentual de corrupção: 67% Percentual da população que vive na miséria: 54%
Fonte: win1040.org

Histórico

SENEGAL - País africano banhado pelo Atlântico, limitado ao norte pela Mauritânia, a leste pelo Mali, ao sul pela Guiné e pela Guiné-Bissau e a oeste pela Gâmbia (país que é totalmente encravado no território senegalês). É o mais próximo vizinho de Cabo Verde, arquipélago que se espalha pelo Atlântico a ocidente do cabo Verde. Seu nome veio do povo berbere, conhecido como sanhaja, conforme mencionado em documentos árabes datados do Século IX. O etnônimo foi se alterando ao longo dos tempos para sanghana, canaga e senega, dando nome à região e ao seu rio principal.
As atuais terras do país foram primordialmente ocupadas há mais de 150 mil anos, conforme achados arqueológicos na região.
Já em tempos relativamente modernos, as margens do Rio Senegal foram povoadas por tribos convertidas ao Islã, pelo contato com países vizinhos já islamizados. As tribos uolof, fulani e tukeler, entre outras, viviam no atual Senegal, quando os portugueses estabeleceram os primeiros contatos, no Século XV, quando estavam explorando a costa africana, no rumo de tentar encontrar um caminho marítimo para as Índias. Entretanto, foram os franceses, no Século XVII, que assumiram o controle da colônia, inicialmente trocando produtos manufaturados por produtos locais, mas especialmente de olho no comércio de escravos para as lavouras de cana-de-açúcar nas Antilhas.
A política colonial francesa se baseou em uma administração indireta, utilizando os chefes locais como intermediários e colaboradores. Nas principais cidades, Dakar, Gorée, Rufisque e Saint-Louis, o governo estava diretamente em mãos francesas. Quando a Revolução Francesa aboliu a escravidão, os senegaleses receberam a cidadania do país-sede. Foi a única colônia africana onde isso aconteceu, embora os nativos fossem considerados como cidadãos de segunda classe, mesmo tendo direito a enviar um deputado para Paris. Na segunda metade do Século XIX, rebeliões comandadas por líderes muçulmanos tentavam a libertação da França, que no entanto, conseguiu sufocar os revoltosos, pacificando o país. Mesmo assim, os ideais de libertação e de valorização da etnia e negritude começaram a se disseminar no país, especialmente nos anos 30 do Século XX.
A independência foi proclamada em 4 de abril de 1960, com o país tornando-se a República do Senegal. O governo optou por uma via política inspirada no chamado socialismo islâmico, difundido por um conjunto de associações, escolas e jornais, de onde se destacou Léopold Sédar Senghor como o principal teórico do sistema democrático e Presidente da República.
Em 1982, o Senegal uniu-se à Gâmbia para formar a confederação Senegâmbia, por meio de um pacto que unia instituições comuns, integrava as forças armadas e de segurança. A Senegâmbia foi dissolvida em 1989 por divergências entre os dois países. Atualmente, está no poder o presidente Abdoulaye Wade, juntamente com o primeiro-ministro Idrissa Seck.
Fonte: IBGE

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Jordânia - DIA 29 - Calendário de Oração

População: 6,053,193
Líder político: Rei Abdullah II
Religiões: 96.2% islamismo, 2.8% cristãos, 1% outras.
Posição no rank de perseguição: 40º
Número de grupos terroristas: 13
Ações de terrorismo: 86; Casualidades: 93
Percentual de corrupção: 47% Percentual da população que vive na miséria: 30%
Fonte: win1040.org

Histórico

JORDÂNIA - País do Oriente Médio asiático, limitado ao norte com o Líbano, a Síria e o Iraque, a leste e sul com a Arábia Saudita e a oeste com Israel. Seu nome deriva do rio Jordão, que corta parte de seu território. Em latim, o nome era Jordanes ou Jordanis. Em hebraico, Yarden, que vem do verbo yarad, que significa "descer", aludindo ao declive apresentado pelo rio.
A região onde está localizada a Jordânia é extremamente rica e importante do ponto de vista histórico. Pelas narrativas bíblicas, sabe-se que desde a Idade do Bronze, ali haviam reinos como o de Gilead, ao norte, o de Moab, na faixa central, e Edom, ao sul. Por volta do ano 2000 a.C., semitas estabelecem uma colônia ao redor do Rio Jordão, em uma área chamada de Canaã. A Bíblia também fala de guerras entre Israel e tribos ali localizadas, como os hamonitas, assírios e nabateus. Posteriormente, a região foi conquistada por babilônios e persas, e mais tarde ainda por gregos, que ali estabeleceram colônias. A partir do ano 64 a.C., todo aquele território cai sob o jugo do Império Romano e a ele permanece vinculado por sete séculos.
Em 636 d.C., árabes vencem os exércitos do imperador bizantino Heráclio, na Batalha de Yarmuk, estabelecendo a presença muçulmana ali que seria definitiva, embora os cruzados, depois de tomarem Jerusalém, em 1099, tenham incluído partes da Jordânia em domínios católicos. Posteriormente, os árabes retomaram Jerusalém e expulsaram os cruzados do território jordanense.
No Século XVI, turcos otomanos invadem a região e a anexam ao seu império, com a Jordânia fazendo parte do sub-reino de Damasco. E assim ficaria até a I Guerra Mundial, no início do Século XX.
No fim deste conflito, o território onde atualmente se encontra Israel, Jordânia, a Faixa de Gaza e Jerusalém ficou sob domínio britânico, assim como o controle da Palestina e Transjordânia. Em 1922, a Grã-Bretanha dividiu a administração da região, estabelecendo o semi-autônomo Emirado da Transjordânia, regido pelo príncipe Hashemita Abdullah, enquanto continuou a administração da Palestina, posta sob protetorado britânico. O domínio inglês sob a Transjordânia acabou em 22 de maio de 1946; e, três dias depois, o país tornou-se o independente como o Reino Hashemita da Transjordânia. Em 1948, após o primeiro conflito entre árabes e israelenses, o rei Abdulah anexou territórios palestinos da margem ocidental do Jordão, que passou a se chamar Jordânia. Esta anexação trouxe mais problemas, especialmente com a situação dos palestinos e com a situação de Jerusalém.
Em 1951, Abdulah foi assassinado, sendo sucedido por seu filho. Talal, que acabou deposto um ano depois, com o filho Hussein, assumindo o poder com 17 anos, em 1953. Este estabelece boas relações com os Estados Unidos e unifica as tribos beduínas, o que lhe dá sustentação.
Com a ocupação de Israel do território palestino, este povo passou a viver na Jordânia, sendo quase 70% de sua população. Toda aquela região vive imersa em conflito permanente.
A Jordânia não participou da Guerra do Golfo de 1990-91. Em 1991, seu governo participou, junto com representantes da Síria, Líbano e Palestina, de negociações diretas de paz com Israel, com mediação dos Estados Unidos e Rússia. Foi negociado o fim das hostilidades com Israel e assinado um tratado de paz em 25 de julho de 1994. Desde então, a Jordânia procura conviver pacificamente com todos os seus vizinhos. Atualmente, é governada pelo rei Abdullah II e pelo primeiro-ministro Faisal al-Fayez.
Fonte: IBGE

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Maldivas - DIA 29 - Calendário de Oração

População: 369,031
Líder político: Presidente Maumoon Abdul Gayoom
Religiões: 99.4% islamismo, 0.5% budismo, 0.1% cristãos.
Posição no rank de perseguição: 5º
Número de grupos terroristas: não calculado
Ações de terrorismo: 1; Casualidades: 0
Percentual de corrupção: dados insuficientes para calcular
Percentual da população que vive na miséria: 21%
Fonte: win1040.org

Histórico

MALDIVAS - Pequeno país insular do Oceano Índico, habitualmente incluído na Ásia. A sua única fronteira real é com o estado indiano das Laquedivas, a norte, mas são também o mais próximo vizinho do Território Britânico do Oceano Índico, um conjunto de ilhas localizadas a sul das Maldivas.
Os portugueses foram os primeiros europeus a dominarem a região, entre 1558 e 1573. Em seguida foram expulsos pelo sultão Muhammad Al-Azam, que estabeleceu um sultanato islâmico que governou até 1953. Neste ano, se implantou um sistema republicano de governo, porém o sultanato foi logo reempossado. Foi um protetorado britânico desde 1887 até 25 de julho de 1965, data de sua independência. Três anos mais tarde, o sultanato foi abolido e implementou-se a república.
Fonte: IBGE

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Nigéria - DIA 29 - Calendário de Oração

População: 135,031,164
Líder político: Presidente Umaru Musa Yar'Adua
Religiões: 52.6% cristãos, 41% islamismo, 6% tradicionais, 0.4% outras.
Posição no rank de perseguição: 27º
Número de grupos terroristas: 5
Ações de terrorismo: 38; Casualidades: 13
Percentual de corrupção: 78%
Percentual da população que vive na miséria: 60%
Fonte: win1040.org

Histórico

NIGÉRIA - É limitado a norte pelo Níger, a leste pelo Chade (fronteira lacustre, através do Lago Chade), a leste e a sul pelos Camarões, a sul pelo Golfo da Guiné, através do qual faz fronteira com a ilha de Bioco, da Guiné Equatorial, e a oeste pelo Benin.
O norte deste território, próximo ao lago Chade, fez parte do império Kanem-Bornu por mais de 600 anos. Este império prosperou como rota de comércio entre os norte-africanos.  Já as regiões sudoeste e sudeste foram, respectivamente, territórios dos reinos Oyo e Benin. Estes reinos desenvolveram sistemas elaborados de organização política nos séculos XV, XVI e XVII. Contudo, estes reinos experimentaram drásticas mudanças no seu modo de vida depois que os europeus passaram a fomentar o tráfico de escravos. Este comércio durou do século XVII ao XIX.
Em 1886, foi criada pela Inglaterra a Companhia Real de Níger. Em 1901, o território se tornou um protetorado britânico e, finalmente, uma colônia britânica, em 1914. Sua independência somente foi alcançada em 1960, tornando-se a Nigéria uma federação de três regiões, cada uma contendo uma parcela de autonomia.
Em 1966, dois golpes sucessivos por diferentes grupos militares deixaram o país sob uma ditadura militar. Em 1975, um novo golpe levou Murtala Ramat Mohammed ao poder, que prometeu transferir o poder aos civis. Entretanto, foi assassinado em seguida, tendo como sucessor Olusegun Obasanjo. Uma nova constituição foi promulgada em 1977, e eleições foram realizadas em 1979.
Em 1983, um novo golpe militar retirou o poder das mãos civis. Em 1999, a Nigéria elegeu Olusegun Obasanjo como presidente nas suas primeiras eleições em 16 anos. Obasanjo e seu partido também ganharam as turbulentas eleições de 2003.
Fonte: IBGE

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sábado, 28 de agosto de 2010

Paquistão - DIA 28 - Calendário de Oração

População: 164,741,924
Líder político: Presidente Pervez Musharraf
Religiões: 96.1% islamismo, 2.3% cristãos, 1.5% hinduismo, 0.1% outras.
Posição no rank de perseguição: 17º
Número de grupos terroristas: 32
Ações de terrorismo: 1,070; Casualidades: 1,865
Percentual de corrupção: 78%
Percentual da população que vive na miséria: 24%
Fonte: win1040.org

Histórico

PAQUISTÃO – País do Sudoeste Asiático, banhado pelo Oceano Índico, com fronteiras com o Afeganistão, República Popular da China, Índia e Irã. Seu nome apareceu pela primeira vez em 1933, sendo reconhecido como denominativo do país somente a partir de 1947, quando a Inglaterra concedeu a independência da Índia, e no rastro foi criado o Estado do Paquistão. O nome vem de istan (“terra”) e pak (“dos puros” – no sentido religioso), sendo que o vocábulo pak provavelmente se originou da junção das primeiras letras de três regiões paquistanesas: Pendjab, Afegania e Kashmir.
A região sempre esteve sob disputa de muçulmanos e hindus, desde o Século VIII, quando o Islã penetrou na Índia, a partir do noroeste. Os mongóis estiveram naquele território por volta do Século XVI, embora a presença muçulmana estivesse consolidada e assim esteve por muito tempo, até que a partir do Século XIX, a expansão imperialista britânica transformasse a região em colônia.
Com o fortalecimento da porção hindu, que ganhou vulto a partir do Congresso Pan-Indiano, fundado em 1825, os muçulmanos foram amadurecendo a idéia de criar também a sua federação. Esta somente se organizou em 1906, com o nome de Liga Muçulmana Pan-Indiana, que visava garantir a autonomia cultural, política e religiosa da comunidade islâmica.
Muhammad Iqbal, presidente da Liga Muçulmana, lançou a idéia da criação de um Estado que abrigasse politicamente os muçulmanos da Índia, de acordo com os ideais de Muhammad Ali Jinnah, político, ideólogo e considerado o fundador do Paquistão livre. Efetivamente, o país só seria constituído em 14 de agosto de 1947, contra a vontade de líderes indianos como Gandhi e Nehru. As tensões com a Índia permanecem até os dias atuais.
O Paquistão Ocidental foi composto pelas províncias de maioria muçulmana do Beluquistão, Sind, Punjab e a Fronteira Norte Ocidental. A Bengala Oriental formou o Paquistão Oriental, que fez a sua independência em 1971, passando a se chamar Bangladesh. O Paquistão Ocidental era separado geograficamente do Paquistão Oriental por 1.600 km de território indiano. O lado oriental se tornou independente em 1971, e adotou o nome de Bangladesh.
Em 1988, Ishac Khan assumiu a presidência do Paquistão e promoveu sua transição para a democracia. As eleições foram vencidas por Benazir Bhutto, que não controlou o país, pois foi acusada de corrupção e deposta por Khan. Benazir foi reeleita em 1993. Em fins de dezembro de 2007, Benazir Butho foi morta em atentado terrorista. Atualmente, o Paquistão é um país militarizado, possui arsenal nuclear e se vê envolvido em tensões com os Estados Unidos. Desde 2007é presidido por Parvez Musharraf, tendo como primeiro-ministro Muhammad Mian Soomro.
Fonte: IBGE

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Somália - DIA 28 - Calendário de Oração

População: 9,118,773
Líder político: Presidente Abdullahi Yusuf Ahmed
Religiões: 99.9% islamismo, 0.1% cristãos.
Posição no rank de perseguição: 4º
Número de grupos terroristas: 5
Ações de terrorismo: 73; Casualidades: 124
Percentual de corrupção: dados insuficientes para calcular
Percentual da população que vive na miséria: não calculado
Fonte: win1040.org

Histórico

SOMÁLIA - País africano localizado no chamado "chifre da África". Banhado pelo Oceano Índico, é limitado ao norte pelo Djibouti, a sudoeste pelo Quênia e a oeste pela Etiópia. Seu nome deriva da palavra somali, que em dialeto local significa "negro".
O povo somali é extremamente arcaico, inclusive há indícios deste povo descritos em documentos do Antigo Egito. Desde muito tem relações comerciais com a Etiópia, a Arábia e com outros povos asiáticos. A partir do Século VIII, o islamismo começou a chegar naquela região. Do Século X ao XIX, os somalis se expandiram, chegando ao Quênia e à etiópia, Expulsaram os galas, e escravizaram os bantos, empregando-os na agricultura. Entretanto, não havia uma unidade política entre o povo somali. Os vários clãs mantinham-se em permanente luta por predomínio. No Século XIX, após várias lutas com povos vizinhos e invasores como os turcos otomanos, os somalis entraram em decadência. Com a abertura do Canal de Suez, pela posição estratégica da Somália, suas terras despertaram a cobiça de potências imperialistas. Inglaterra e França, que já possuíam entrepostos ali, expandiram suas posições. Em 1869, dois anos depois da abertura oficial do canal, a Itália também se estabeleceu em Aseb, que mais tarde originou a colônia de Eritréia. Em fins do Século XIX, França e Inglaterra e até o Egito estabeleceram protetorado na Somália.
Hoje, o país é um dos mais pobres do mundo. Tornou-se independente em 1º de julho de 1960. Anos depois, em 21 de outubro de 1969, o major-general Mohamed Siad Barre assumiu a presidência por golpe de Estado.
A independência e a posse de Barre, contudo, não foram suficientes para acalmar as disputas entre os diversos grupos que visam tomar o poder do país. Assim, em janeiro de 1991, Barre foi deposto por rebeldes, que em seguida, começam a lutar entre si.
A escassez de recursos naturais e os longos anos de guerra contribuíram para o estado critico da economia somali. O país possui uma economia de mercado, cujo setor mais importante é o da agropecuária, com a criação de gado respondendo por cerca de 40% do PIB e por cerca de 65% das exportações. A maioria das indústrias foram fechadas por causa da guerra civil. O processamento de produtos agrícolas sustenta o pequeno setor industrial do país e corresponde a apenas 10% do PIB.
A Somália tem uma das mais altas taxas de mortalidade infantil do mundo, com cerca de 10% das crianças morrendo pouco depois de nascer e 25% das sobreviventes morrendo antes dos 5 anos de idade. A organização humanitária Médicos Sem Fronteiras considera a situação do país "catastrófica". Além disso, o Banco Mundial estima que 43% da população ganha menos de um dólar por dia e segundo os dados mais recentes, em 2002, a renda per capita anual foi de apenas US$226. Recentemente, milícias islâmicas se estabeleceram no país, que estava literalmente sem governo, em caos abertamente estabelecido, desde 1991. Tropas da Etiópia apoiaram as forças do Governo Provisório Somali, conseguindo vencer os comandos islâmicos que ocuparam o poder. A ONU designou para o governo de transição o presidente Muhammad Abdi Yussuf e o primeiro-ministro Ali Mohammed Gheli, embora a situação ainda permaneça conflituosa na região.
Fonte: IBGE

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sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Coreia do Norte - DIA 27 - Calendário de Oração

População: 23,301,725
Líder político: Rei Jong-il
Religiões: 64.3% sem religião, 18% outras, 16% tradicionais, 1.7% cristãos
Posição no rank de perseguição: 1º
Número de grupos terroristas: não calculado
Ações de terrorismo: não calculado; Casualidades: não calculado
Percentual de corrupção: 90%
Percentual da população que vive na miséria: não calculado
Fonte: win1040.org

Histórico

CORÉIA DO NORTE – País do sudeste asiático, banhado pelo Oceano Pacífico, localizado na porção norte da Península da Coréia. Limita-se com a Coréia do Sul, China e Rússia. O topônimo Coréia deriva-se de Koryo, “alto e belo”, nome da dinastia que governou o país de 918 a.C. até 1392 d.C.
A península, que desde meados do Século XX está dividida em dois países, era o mesmo país, povoado originalmente por povos de linguagem tungu. Estes emigraram da Sibéria, estabelecendo-se, entre os Séculos X e VIII a.C., como diversos grupos tribais ao longo da península. O mais importante destes grupos foi o Antigo Choson, que se estabeleceu na bacia do rio Taedong. Por volta do Século IV a.C. o povo choson aglutinou outras tribos que estavam assentadas entre as bacias dos rios Liao e Taedong. No ano 108 a.C., o império chinês venceu os choson e os redividiu em quatro colônias chinesas: Tchen-fan, Hiuan-t’ou, Lin-toun e Lo-lang.
Mais tarde, a Coréia encontrou sua identidade e integridade política, embora acompanhasse o modelo de governo chinês, baseados no confucionismo.
A partir do Século I a.C., a península se dividiu em reinos rivais de Koguryo, Paeckche e Silla. Os três reinos se fundiram em um Estado, após sucessivas guerras, com o reino de Silla prevalecendo sobre os demais. Ao final do Século VII, o reino de Silla começou a declinar. Em 918, Wang Kong fundou Songak, atual Kaesong, na Coréia do Norte e em 936 voltou a unificar a península, fundando a dinastia Koryo, que dá nome ao país.
No Século XIII, Koryo foi invadida por mongóis, que passaram a ter grande influência na corte. E, 1392, Yi Song-gye fundou a dinastia Choson (Yi) que duraria até 1910. Neste ano, o Japão anexou a Coréia. Com o fim da II Guerra Mundial, o ideal coreano de uma nação unificada e independente parecia estar se concretizando. Entretanto, interesses políticos dividiram a península na altura do paralelo 38o, com o norte sendo ocupado pelos soviéticos e o sul sob controle norte-americano.
Em 9 de setembro de 1948, foi proclamada, em Pyongyang, a República Democrática Popular da Coréia, com Kim II Sung, como primeiro-ministro. O país se tornou uma ditadura apoiada em rígidos cânones comunistas. Em 1950, o país se envolveu em um conflito armado com os Estados Unidos que durou três anos, até a assinatura do armistício em Panmunjon.
Entre 1954 e 1961, Kim II Sung assinou tratados de assistência militar com a URSS e com a China. Em 1972, ele se tornou presidente vitalício da Coréia do Norte. Com a sua morte, em 1994, seu filho, Kim Jong II, assumiu o poder, como se o país fosse uma espécie de “monarquia comunista”. Atualmente, a Coréia do Norte guarda extrema dependência da China, praticamente sua única aliada. Em outubro de 2006, a Coréia do Norte explodiu uma bomba atômica apesar dos protestos da comunidade internacional. A ONU aprovou sanções econômicas ao país e, em tempos recentes, o governo norte-coreano concordou em desistir do seu programa militar atômico em troca de ajuda internacional.
Fonte: IBGE

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Turquia - DIA 27 - Calendário de Oração

População: 71,158,647
Líder político: Primeiro Ministro Recep Tayyip Erdogan
Religiões: 99.6% islamismo, 0.3% cristãos, 0.1% judeus.
Posição no rank de perseguição: 35º
Número de grupos terroristas: 27
Ações de terrorismo: 1,239; Casualidades: 560
Percentual de corrupção: 62%
Percentual da população que vive na miséria: 20%
Fonte: win1040.org

Histórico

TURQUIA - País localizado parte (menor) na Europa Mediterrânea, parte (maior) na Ásia, banhado pelo Mar Negro. Limita-se com oito países: Bulgária a noroeste, Grécia a oeste, Geórgia a nordeste, Armênia, Irã a leste, e Iraque e Síria a sudeste. Além do Mar Negro e pelo Mediterrâneo, é também banhado ao norte pelo Mar Egeu e a oeste pelo Mar de Mármara. E etimologia do seu nome vem de força, forte, poder no dialeto antigo local. O nome do fundador do império que originou a Turquia pode explicar também o topônimo: Bumin (ou Tu-men). Há registros datados do Século VI d.C. mencionando o povo nômade que habitava aquelas terras como os turk.
Os atuais turcos, após as profundas miscigenações, já não têm mais nenhum traço dos habitantes originais daquelas terras, que derivavam de chineses, mongóis e hunos.
A história da Turquia se confunde com a história da Europa e também do continente asiático. As primeiras grandes cidades do mundo nasceram nas planícies da Anatólia no período pré-histórico. Mais tarde, era na costa oeste da Turquia que ficavam algumas das principais cidades da Grécia Antiga, incluindo a antiga cidade de Tróia, que acabaria destruída pelos exércitos gregos. Durante a Antigüidade Clássica, a Turquia estava divida em zonas bem diferentes. A costa oeste, banhada pelo Egeu, era fértil em grandes cidades de origem grega, que serviram de baluarte às conquistas de Alexandre e aos sonhos de Antônio e Cleópatra. O interior turco pertencia a um outro mundo, influenciado pela cultura asiática que predominava na Pérsia antiga. Com a divisão do Império Romano, foi ao redor de Constantinopla (depois Bizâncio e hoje Istambul) que se formou um novo império, tendo na Turquia a sua base mais forte. E assim permaneceu até ao Século XIV, quando o Império Bizantino começou a se desmoronar e uma nova ordem, o Islã, se fortaleceu. A tribo Otomana islâmica tomou o poder aos Seljucidas e, com a conquista de Constantinopla por Maomé II, em 1453, a Turquia se tornou a peça central do Império Otomano. Durante três séculos os turcos foram se expandindo ao longo dos Balcãs, chegando mesmo até aos limites de Viena. A Sublime Porta - como era chamada a corte dos sultões da Turquia - se transformara na nação mais temida do mundo.
Com o Século XVIII, começou a queda do Império Otomano e a Turquia foi perdendo importância no jogo político. Depois da crise da Criméia, no Século XIX, a Turquia percebeu que era para sul e não para norte que estava o seu futuro. Foi por essa altura que o seu domínio sobre a Arábia se intensificou. E seria na península arábica que a Primeira Guerra Mundial iria atingir a Turquia. As campanhas de T.E. Lawrence, o Lawrence da Arábia, ajudaram a demolir o sólido Império Otomano e em 1923 foi instituída a República da Turquia. E foi aí que surgiu a figura de Kemal Ataturk, o presidente que revolucionou por completo o Estado turco. Separou o estado da Igreja, apostou na constituição de um parlamento representativo e trouxe a Turquia para o mundo ocidental. Em 1949, integrou o Conselho Europeu e três anos depois se tornou membro da OTAN.
Desde 1963 que a Turquia está na lista de espera para aderir à União Européia, mas viu a sua candidatura ser recusada sucessivamente. Com os critérios estabelecidos em Copenhagen, em 1993, a candidatura turca ganhou novo vigor e, em 1999, foi-lhe atribuído o estatuto de pré-candidato. Com a subida ao poder do AKP (sigla do Partido da Justiça e Desenvolvimento, em turco), muitos julgavam que era um passo atrás. O partido era de raiz islamita e o seu líder, Recep Erdo´an, um conservador ligado fortemente ao Islã. Mas Erdo´an se revelou um líder pragmático. O seu governo aplicou uma série de medidas, que incluíram duas revisões da Constituição, para se aproximarem o mais possível dos critérios exigidos pela União Européia (UE). Em outubro de 2004, a comissão da UE finalmente deu um parecer positivo sobre o eventual início das negociações rumo à adesão. Agora falta saber o que pensa cada um dos estados membros da república turca.
Vale ressaltar que a Turquia vivenciou uma série de golpes e, a partir dos anos 1970, períodos de instabilidade política e dificuldades econômicas. Por isso, as eleições de 2002, que levaram ao poder central o Partido da Justiça e Desenvolvimento, conservador, chefiado pelo ex-prefeito de Istambul, Recep Tayyip Erdo´an, surpreendeu positivamente as previsões dos analistas internacionais. Em 2005, a União Européia iniciou o processo de negociação com vistas à eventual adesão plena do país, que já é membro associado desde 1964. O país é governado atualmente  pelo presidente Abdullah Gul e pelo primeiro-ministro Recep Tayyip Erdogan.
Fonte: IBGE

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