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sexta-feira, 12 de novembro de 2010

A Perda de Poder Espiritual Pode Ser Recuperada - Wesley Duewel

Quando o Espírito Santo nos enche, ele transmite pureza e poder. A pessoa que dedica tudo o que tem como sacrifício vivo em entrega absoluta (o termo que Andrew Murray gostava de usar) e que busca o enchimento do Espírito recebe uma nova dimensão de vida espiritual. O Espírito Santo limpa e purifica o interior da pessoa num grau nunca antes conhecido e, ao mesmo tempo, enche-a com um poder divinamente superior.

Depois de ser cheio do Espírito, à medida que a pessoa anda na luz da Palavra e da direção do Espírito, ela procurará constantemente agradar o Senhor. Momento por momento, aprende a depender do Espírito que habita nela e é capacitada a vencer sobre a tentação. Com a ajuda do Espírito, a pureza pode ser preservada. Num certo sentido, podemos nos manter em pureza (1 Tm 5.22) por meio de obediência meticulosa ao Espírito (1 Jo 3.3) e por julgar todas as coisas, retendo o que é bom e evitando o mal (1 Ts 5.21-22). Dessa forma, podemos proteger-nos das máculas e manchas do pecado (2 Pe 3.14).

Entretanto, o poder espiritual tem características diferentes. Ele não pode ser preservado indefinidamente. O poder do Espírito é a energia dele que flui dentro do nosso espírito e através dele. Mas a energia pode esgotar-se. O poder precisa ser renovado. Há uma bela ilustração desse segredo espiritual em Zacarias 4.

Deus deu uma visão significativa para Zacarias para fortalecer e encorajar os dois líderes ungidos que estavam reconstruindo o templo depois do cativeiro: Josué, o sumo sacerdote, e Zorobabel, o governador. Grande oposição havia atrasado a obra durante 20 anos.

Deus usou simbolismo para ilustrar e confirmar sua poderosa afirmação: “Esta é a palavra do Senhor a Zorobabel: Não por força nem por poder, mas pelo meu Espírito, diz o Senhor dos Exércitos” (Zc 4.6). Deus mostrou a Zacarias em visão um candelabro de ouro que fornecia luz por meio de um vaso que canalizava azeite a sete lâmpadas (simbolizando a plenitude de luz). O azeite no vaso provinha de dois tubos de ouro que saíam de duas oliveiras vivas. As lâmpadas queimavam e produziam luz enquanto o azeite fluía.

O poder do Espírito é o elemento essencial para fazer a obra de Deus, porém, se não for renovado continuamente, pode esgotar-se. Não podemos ministrar hoje no poder de ontem. Não podemos cumprir todo o propósito de Deus com base nas memórias de bênçãos e capacitações passadas. Deus não quer que vivamos no passado e, sim, na apropriação atual, momento por momento, do seu poder.

Pode haver ocasiões raras em que Deus nos usa apesar de nós mesmos. Provavelmente, foi assim que usou Sansão, Balaão e o rei Saul, em alguns momentos. Entretanto, a norma de Deus é que só podemos dar o que já recebemos. Deus quer que sejamos diariamente capacitados para sermos diariamente usados para sua glória. Que Deus nos perdoe se as únicas vezes em que pode nos usar com poder são as ocasiões em que é compelido a agir, a despeito de nossa condição espiritual.

Como se Perde o Poder Espiritual

Jesus Cristo não iniciou seu ministério enquanto não recebeu uma concessão especial do poder do Espírito Santo. Ouça suas palavras: “O Espírito do Senhor está sobre mim, pelo que me ungiu para evangelizar aos pobres...” (Lc 4.18). Pedro resumiu o ministério de Cristo dizendo: “Deus ungiu a Jesus de Nazaré com o Espírito Santo e poder” (At 10.38). Jesus usou no seu ministério terrestre o mesmo poder que nós devemos usar hoje – o poder do Espírito. Ele optou por ministrar não por meio de sua divindade inerente, mas pela unção do Espírito.

Lucas 6.19 explica: “E todos da multidão procuravam tocá-lo, porque dele saía poder, e curava a todos”. Este era o poder do Espírito. Quando a mulher que sofrera por doze anos tocou a orla do manto de Jesus, ele disse: “Alguém me tocou, porque senti que de mim saiu poder” (Lc 8.46).

O que era válido para Jesus é válido para você. Quando ministra para as pessoas, você usa poder espiritual. Se quiser ser usado por Deus, se quiser curar as feridas da humanidade, o poder de Deus precisa estar sobre você e fluir continuamente através de você.

1. Poder espiritual vai se esgotando naturalmente pelo ministério. Quanto mais você ministra, mais você precisa da renovação de poder. Quanto mais ocupado você se torna, mais você precisa ter seu poder renovado, mais você precisa de refrigério e reabastecimento espiritual. Não é apenas uma questão de cansaço mental ou exaustão física. Sem renovação espiritual, logo você passará a viver apenas de memórias.

Certa vez, quando alguém perguntou para Lutero sobre seus planos para o dia seguinte, ele respondeu: “Trabalhar, trabalhar, desde cedo até tarde. Na verdade, tenho tanta coisa para fazer que vou passar as três primeiras horas em oração”. Muito ministério sem oração adequada e renovação espiritual leva ao esgotamento de poder espiritual. A entrada não acompanha a saída. Você está dando tão constantemente aos outros que sua própria vida está exaurida espiritualmente? Você já conheceu, no passado, mais poder de Deus em sua vida e mais da unção dele do que está experimentando atualmente?

2. Poder espiritual é esgotado por envolvimento em assuntos não espirituais. Vivemos num mundo que é essencialmente secular. Não estamos numa ilha; convivemos com toda espécie de sociedade humana. Deus não deseja que sejamos reclusos, isolados das influências contaminadoras da vida. Devemos ser luz e sal no nosso mundo. Contudo, a fonte de luz é consumida pela combustão, e o suprimento de sal é esgotado pela utilização dele.

Não precisa haver conflito entre trabalho e espiritualidade. Pessoas que trabalham muito são os melhores obreiros cristãos e os melhores guerreiros na oração. Muita gente é preguiçosa demais para ser abençoada por Deus. Não querem pagar o preço da autodisciplina para poder achar tempo para a Palavra de Deus e oração. Permitem que quase qualquer coisa tenha prioridade sobre reabastecimento espiritual. Não aprenderam a lição de Zacarias 4. Tentam vencer pelo próprio poder em vez de buscá-lo no Espírito de Deus.

Em muitos tipos de trabalho, há oportunidades maravilhosas para momentos breves de oração, louvor, comunhão espiritual e expressões de amor pelo Senhor. Mas, na maioria das vezes, vivemos como se o Senhor não estivesse ao nosso lado. Nós o ignoramos. Enchemos nossas mentes com fantasias, autopiedade e planos fabricados por nós mesmos. Podemos investir momentos com Deus enquanto estamos nos lavando, nos vestindo, andando a pé ou de carro e fazendo mil e uma outras atividades, se realmente quisermos.

Porém, há atividades ou ambientes em que isso é mais difícil. O ambiente em alguns lugares não é favorável a atividade espiritual e pode até ser hostil. Não dá para respirar a atmosfera de barulho, leviandade, sugestionabilidade, piadas imorais, materialismo ou blasfêmia do nome de Deus sem sentir seus efeitos – a não ser que recorra constantemente ao Senhor. Você começará a sentir uma perda cada vez maior de poder espiritual. Como Ló (2 Pe 2.7), você se sentirá constantemente angustiado e quase atormentado.

É necessário achar tranquilidade de alma para experimentar comunhão espiritual e renovação. Algumas pessoas estão tão acostumadas ao entretenimento do rádio e da televisão que quase nem sabem como usar um tempo em silêncio para buscar refrigério espiritual e renovação interior. Nos tempos bíblicos, o sacerdote se lavava antes de ministrar no tabernáculo ou no templo. Nós também precisamos tomar banhos espirituais ou, pelo menos, refrescar o rosto, simbolicamente, com momentos frequentes de comunhão com o Senhor.

3. Falta de unidade com outros cristãos causa vazamento de poder espiritual. Davi disse que unidade, como o orvalho do céu, traz refrigério e bênção espirituais (Sl 133.3). Desunião faz o contrário. Seca a alma, faz definhar a vida espiritual e anula refrigério e discernimento espiritual. O poder é dissipado por atitudes críticas, pensamentos de ressentimento, falta de perdão e amargura de coração.

Nada causará vazamento mais rápido da bênção, do poder e da unção de Deus em sua vida do que pensamentos indelicados sobre outras pessoas. Palavras maldosas, fofoca, rir à custa dos outros e conversas negativas cortam a fonte do poder e a doçura da presença de Deus. Qualquer coisa contrária ao carinhoso amor do Espírito Santo será devastador para o suprimento de poder espiritual.
Você é suficientemente sensível para reconhecer logo aquilo que entristece o Espírito Santo? Tudo o que atingir o povo de Deus toca na menina dos olhos de Deus (Zc 2.8). Com apenas um comentário crítico, você consegue anular a bênção que recebeu depois de horas de oração. O Espírito Santo é o meigo Espírito de perfeito amor. Um dos papéis dele é derramar em abundância o amor de Deus no nosso coração e, através de nós, para os outros (Rm 5.5). Não podemos correr o risco de magoar sua natureza amorosa.

Paulo trata esse assunto de forma direta e abrupta: “Tu, porém, por que julgas a teu irmão? E tu, por que desprezas o teu?” (Rm 14.10). “Quem és tu que julgas o servo alheio?” (Rm 14.4). Pensamentos críticos sempre entristecem o Espírito.

“E não entristeçais o Espírito de Deus... Longe de vós toda a amargura, e cólera, e ira, e gritaria, e blasfêmias... Antes sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus em Cristo vos perdoou. Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos amados; e andai em amor, como também Cristo vos amou” (Ef 4.30 - 5.2).

4. Falta de obediência esvazia o poder espiritual. Deixar de andar continuamente na luz de Deus ou de aceitar e usar oportunidades dadas por ele pode causar perda de poder do Espírito. Deus constantemente nos concede oportunidades de realizar pequenas obras por Jesus. São coisas voluntárias, não obrigatórias; dependem da intensidade do nosso amor por Jesus e da nossa disposição de agradá-lo com pequenos gestos de amor.

Assim como uma expressão ativa de amor por Jesus aumenta a presença e bênção dele em sua vida, da mesma forma a negligência de tais gestos de amor pode resultar em perda da doce consciência da presença dele.

Deixar de estar atento para expressar o amor de Deus em pensamento, palavra ou ação pode resultar em desleixo espiritual e perda gradativa da presença e poder do Espírito em sua vida. Você tem a mesma sensibilidade para descobrir o que agrada a Jesus que tem quando se trata de um companheiro ou amigo mais íntimo?

Adiar a obediência, ignorar os toques sutis do Espírito, permitir que seu coração entre em controvérsia com o Senhor, resistir à perfeita vontade de Deus para você – essas coisas podem interromper o fluir do poder de Deus para sua vida. O poder espiritual é governado pelas leis espirituais de Deus tão infalivelmente quanto a energia elétrica e nuclear são governadas pelas leis naturais.

5. Autogratificação, um estilo de vida luxuoso, voltado para si mesmo, pode enfraquecer seu poder espiritual. O Dr. R. A. Torrey, professor da Bíblia e companheiro de obra de D. L. Moody, era profundamente convicto dessa verdade. Ele escreveu:

A autogratificação causa vazamento de poder. Quem quiser o poder de Deus precisa levar uma vida de abnegação... Eu não acredito que pessoa alguma consiga levar uma vida de luxo, gratificando todos seus apetites naturais, buscando prazer em iguarias e gulodices – e, ao mesmo tempo, desfrutar da plenitude do poder de Deus. A satisfação da carne e a plenitude do Espírito não andam de mãos dadas...

Se quisermos conhecer a constância do poder do Espírito, precisamos ser vigilantes e levar uma vida de simplicidade, livre de autogratificação e excessos, dispostos a sofrer aflições “como bom soldado de Jesus Cristo” (2 Tm 2.3). Confesso francamente que tenho medo de luxo, não na mesma proporção que teria do pecado, mas numa escala bem próxima. O luxo é muito sutil; porém, ao mesmo tempo, é um forte inimigo do poder. Há demônios hoje que não saem “senão por meio de oração e jejum”.

O Espírito Santo sempre quer alcançar os outros, sempre é sensível ao bem-estar de toda a igreja e do mundo. Egocentrismo é o contrário de ser centrado em Cristo e no Reino. Os cristãos podem gastar seu tempo de diversas maneiras, satisfazendo a si mesmos, vivendo de modo oposto ao espírito de renúncia e santidade, sem reconhecer as necessidades de um mundo em sofrimento e os desafios da extensão do Reino de Cristo. As palavras de Jesus (“sempre que o deixastes de fazer a um destes mais pequeninos...”) serão aplicadas aos cristãos da nossa geração tanto quanto o foram às pessoas da época dele. Como o Espírito pode abençoar-nos com derramamentos de poder quando estamos tão pouco preocupados com aquilo que comove o seu coração?

6. Autossuficiência e orgulho enfraquecem o poder espiritual. Pode-se perder poder quase instantaneamente por causa do orgulho. Deus não divide sua glória com mais ninguém. Ele condescende em fazer sua obra por meio de pessoas cheias do Espírito, mas retira seu poder, muitas vezes de forma abrupta, quando alguém estende a mão de orgulho para tomar para si mesmo a glória que pertence somente a Deus. Eis um dos motivos por que Satanás trabalha tão frequentemente com a tentação do orgulho.

Billy Graham afirma constantemente que se “Deus tirasse sua mão da minha vida, meus lábios se tornariam lábios de barro”. Somos tão-somente vasos “de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós” (2 Co 4.7).

Deus pôde revelar-se a Moisés de maneira tão plena, num relacionamento mais íntimo, mais face a face do que com qualquer outro ser humano (Dt 34.10), e operou milagres mais poderosos por meio de Moisés do que por qualquer outra pessoa (Dt 34.12) porque Moisés era a pessoa mais humilde na face de toda a Terra (Nm 12.3).

Uzias foi grandemente amparado por Deus até que se tornou forte e deixou seu coração se exaltar (2 Cr 26.15,16). A história de muitos líderes cristãos poderia ser relatada com as mesmas palavras. Deus operou poderosamente em favor de Ezequias até que seu coração ficou inacreditavelmente vaidoso por causa da resposta à sua oração (2 Cr 32.25). Nabucodonosor foi honrado e usado por Deus até que se exaltou (Dn 5. 20).

A própria queda de Satanás foi por causa de orgulho (Ez 28.2,5,17; 1 Tm 3.6). O orgulho torna-nos mais semelhantes a Satanás do que a Cristo. O orgulho faz com que Deus afaste seu rosto de nós. Deus se opõe aos orgulhosos, mas dá graça aos humildes (Tg 4.6; 1 Pe 5.5).

Qualquer passo de autossuficiência é o primeiro passo para o orgulho. Qualquer aceitação de louvor a si mesmo provavelmente está negando a Deus o louvor que lhe é devido. Autoconfiança pode até ser um sinal de humildade se estiver baseada no auxílio que sempre vem de Deus e se permanecermos em total dependência dele. Contudo, autoconfiança pode ser carnal, pode ser uma forma carnal de depender de nós mesmos, roubando-nos da doce presença do Senhor e do seu grande poder.

Qualquer poder manifestado no ministério de alguém que não foi marcado por profunda humildade é poder falsificado. Não é o poder de Deus. Pode ser poder psicológico. Pode até ser o poder de Satanás que se deleita em fazer pose como anjo de luz (2 Co 11.14).

7. Leviandade excessiva pode causar enfraquecimento de poder espiritual. O humor é um dom de Deus para nós, mas deve ser usado somente de maneira apropriada e em grau moderado. O próprio Deus obviamente aprecia humor saudável. Foi por isso que nos criou com capacidade de apreciar humor e de dar risadas. Contudo, existe um tempo, um lugar e um limite para o humor que Deus abençoa. Mesmo humor saudável, se for excessivo, pode dissipar o poder de Deus. Tenho notado que logo antes de uma responsabilidade espiritual especial, mesmo quando nem sei o que me espera, Satanás tenta envolver a mim e a outros com brincadeiras para fazer-nos perder o discernimento e a sensibilidade espiritual.

Satanás tem prazer em roubar-nos da unção e do poder de Deus logo antes de uma crise espiritual ou de um momento em que teremos grande necessidade de força sobrenatural. A presença e o poder do Espírito que vêm por meio de várias horas de oração podem ser perdidos em cinco minutos de humor impróprio ou de humor num momento impróprio.

8. O pecado sempre mina e destrói o poder do Espírito. Desobediência consciente, pecado contra a luz, pecado contra outra pessoa e deixar de andar, de algum modo, na luz de Deus impedirão a consciência da presença de Deus e o sorriso do favor dele. O pecado impede o poder do Espírito de encher sua vida para que seja usada por Deus. O pecado rouba a oração de sua eficácia. “Se eu tivesse guardado o pecado no coração, o Senhor não me teria ouvido” (Sl 66.18). Isso se refere, é claro, à definição bíblica de 1 Jo 3.4, que é quebrar intencionalmente a lei de Deus a despeito de ter luz clara a respeito.

Quando Israel desobedeceu a Deus e quebrou a aliança com ele, Deus não deu atenção às suas lágrimas e orações (Dt 1.45). Assim como Sansão perdeu tanto o cabelo quanto o poder de Deus porque brincou com desobediência e pecado, obreiros cristãos igualmente têm perdido completamente o poder de Deus em sua vida.

Imagens: Zondervan
Às vezes, não percebemos que desobedecemos ao Senhor; só sentimos no coração que entristecemos, de algum modo, o Espírito. Por um lado, isso pode ser uma mera acusação de Satanás na sua estratégia de desanimar e derrotar-nos. Por outro lado, pode ser um toque do Espírito. Ele é tão amoroso e fiel que falará conosco ou tocará nosso coração se chegarmos a entristecê-lo sem ter plena consciência do que fizemos. Se desenvolvermos um ouvido atento, buscando a direção de Deus, ele não terá dificuldade em conseguir nossa atenção e nos alertar.

Graças a Deus, há perdão e purificação à nossa disposição. Sempre há um caminho aberto para voltar ao favor, à presença e ao poder de Deus (1 Jo 2.1,2). Se tivermos contrição, se nos humilharmos diante do Senhor, se nos arrependermos naquilo que é necessário, o perdão pode abrir as portas para o pleno favor de Deus, e a fonte inesgotável do seu poder será disponível outra vez.

Extraído de Ablaze For God (Incendiado Para Deus), de Wesley L. Duewel.
Fonte:  O Arauto da Sua Vinda - Ano 28 nº 2 - Maio 2010

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