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terça-feira, 5 de outubro de 2010

Junte-se à conversa sobre Parceria

O Diretor Executivo da Direção Cristã em Montreal, Glenn Smith, escreveu recentemente (1): “Nas casas da minha rua ouço vários idiomas, simbolizando uma variedade de culturas. O que antes era uma antiga imigração européia hoje é ser um verdadeiro movimento global”. Se este movimento global pode ser testemunhado em nosso dia-a-dia, principalmente nas áreas urbanas, é muito mais vivido nas igrejas cristãs de todo o mundo. Depois de algumas décadas de experiência em parcerias globais em todo o mundo, é hora de parar e refletir nas lições que aprendemos das parcerias globais que foram desafios e/ou sucessos. O propósito dessas reflexões é, então, estimular ou sugerir novos modelos criativos de parcerias em nossas igrejas globais.

O conceito de globalização pertence a todas as áreas de sistemas governamentais atuais da nossa sociedade. Ele se aplica à economia global, ao mercado, à política mundial e religião.

Portanto, como a igreja pode integrar sua missão global e encarnacional num mundo que é plural e singular, acessível e inacessível? Leituras e pesquisas nos levaram a destacar alguns princípios fundamentais. Primeiro, pode-se tirar de Samuel Escobar (2) que a igreja precisa renovar sua fé em uma Trindade missional, que é Deus o Pai, um Deus missionário, em Jesus-Cristo, o perfeito missionário e no Espírito Santo como o agente de missões cristãs. Depois, a igreja é chamada a crer que toda missão cristã é um serviço de transformação social. Quando a Igreja entende esses dois princípios, suas entidades locais poderão firmar parcerias livremente, independentemente das barreiras linguísticas, geográficas ou culturais.


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