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terça-feira, 5 de outubro de 2010

Junte-se à conversa sobre O Futuro Humano

As primeiras décadas do século 21 começaram a testemunhar um aumento vasto e exponencial de desenvolvimento e impacto de tecnologias – biotecnologia, tecnologia da informação e muitas outras mais. Alguns acreditam que este aumento levará rapidamente a uma quase utopia, aumento substancial do tempo médio de vida e a quase inexistência da dor. Outros temem que nos tornemos seres sem nenhuma importância num mundo de máquinas. Enquanto a verdade talvez esteja no meio termo dessas duas opiniões, como os cristãos devem se posicionar nos crescentes debates sobre tecnologias emergentes e planejar viver de maneira diferenciada na comunidade da igreja? Nós, seres humanos, somos a imagem do próprio Deus. Quais as implicações que isso tem no “ valente novo mundo” que pode estar surgindo?

Os desafios são de vários níveis. O aborto e as pesquisas destrutivas em embriões humanos presume que antes do nascimento nossas vidas podem ser descartadas. A eutanásia legalizada está se espalhando lentamente como uma prática aceitável. Mas o avanço da tecnologia levanta questões potencialmente mais importantes e obscuras. Os humanos devem ser “incrementados” com chips no cérebro ou se tornarem em ciborgues? Devemos ser capacitados para viver neste planeta por períodos muito mais longos e talvez, como alguns sugerem, para sempre – com nossos cérebros na forma digital? Como tais tecnologias nos “incrementam” sem minar nossas características distintivamente humanas? Não existem respostas simples para essas perguntas, mas começando com a nossa convicção de que somos feitos à imagem de Deus, os cristão devem começar a refletir através de algumas respostas.


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