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domingo, 29 de agosto de 2010

Jordânia - DIA 29 - Calendário de Oração

População: 6,053,193
Líder político: Rei Abdullah II
Religiões: 96.2% islamismo, 2.8% cristãos, 1% outras.
Posição no rank de perseguição: 40º
Número de grupos terroristas: 13
Ações de terrorismo: 86; Casualidades: 93
Percentual de corrupção: 47% Percentual da população que vive na miséria: 30%
Fonte: win1040.org

Histórico

JORDÂNIA - País do Oriente Médio asiático, limitado ao norte com o Líbano, a Síria e o Iraque, a leste e sul com a Arábia Saudita e a oeste com Israel. Seu nome deriva do rio Jordão, que corta parte de seu território. Em latim, o nome era Jordanes ou Jordanis. Em hebraico, Yarden, que vem do verbo yarad, que significa "descer", aludindo ao declive apresentado pelo rio.
A região onde está localizada a Jordânia é extremamente rica e importante do ponto de vista histórico. Pelas narrativas bíblicas, sabe-se que desde a Idade do Bronze, ali haviam reinos como o de Gilead, ao norte, o de Moab, na faixa central, e Edom, ao sul. Por volta do ano 2000 a.C., semitas estabelecem uma colônia ao redor do Rio Jordão, em uma área chamada de Canaã. A Bíblia também fala de guerras entre Israel e tribos ali localizadas, como os hamonitas, assírios e nabateus. Posteriormente, a região foi conquistada por babilônios e persas, e mais tarde ainda por gregos, que ali estabeleceram colônias. A partir do ano 64 a.C., todo aquele território cai sob o jugo do Império Romano e a ele permanece vinculado por sete séculos.
Em 636 d.C., árabes vencem os exércitos do imperador bizantino Heráclio, na Batalha de Yarmuk, estabelecendo a presença muçulmana ali que seria definitiva, embora os cruzados, depois de tomarem Jerusalém, em 1099, tenham incluído partes da Jordânia em domínios católicos. Posteriormente, os árabes retomaram Jerusalém e expulsaram os cruzados do território jordanense.
No Século XVI, turcos otomanos invadem a região e a anexam ao seu império, com a Jordânia fazendo parte do sub-reino de Damasco. E assim ficaria até a I Guerra Mundial, no início do Século XX.
No fim deste conflito, o território onde atualmente se encontra Israel, Jordânia, a Faixa de Gaza e Jerusalém ficou sob domínio britânico, assim como o controle da Palestina e Transjordânia. Em 1922, a Grã-Bretanha dividiu a administração da região, estabelecendo o semi-autônomo Emirado da Transjordânia, regido pelo príncipe Hashemita Abdullah, enquanto continuou a administração da Palestina, posta sob protetorado britânico. O domínio inglês sob a Transjordânia acabou em 22 de maio de 1946; e, três dias depois, o país tornou-se o independente como o Reino Hashemita da Transjordânia. Em 1948, após o primeiro conflito entre árabes e israelenses, o rei Abdulah anexou territórios palestinos da margem ocidental do Jordão, que passou a se chamar Jordânia. Esta anexação trouxe mais problemas, especialmente com a situação dos palestinos e com a situação de Jerusalém.
Em 1951, Abdulah foi assassinado, sendo sucedido por seu filho. Talal, que acabou deposto um ano depois, com o filho Hussein, assumindo o poder com 17 anos, em 1953. Este estabelece boas relações com os Estados Unidos e unifica as tribos beduínas, o que lhe dá sustentação.
Com a ocupação de Israel do território palestino, este povo passou a viver na Jordânia, sendo quase 70% de sua população. Toda aquela região vive imersa em conflito permanente.
A Jordânia não participou da Guerra do Golfo de 1990-91. Em 1991, seu governo participou, junto com representantes da Síria, Líbano e Palestina, de negociações diretas de paz com Israel, com mediação dos Estados Unidos e Rússia. Foi negociado o fim das hostilidades com Israel e assinado um tratado de paz em 25 de julho de 1994. Desde então, a Jordânia procura conviver pacificamente com todos os seus vizinhos. Atualmente, é governada pelo rei Abdullah II e pelo primeiro-ministro Faisal al-Fayez.
Fonte: IBGE

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