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quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Iêmen - DIA 18 - Calendário de Oração

População: 22,230,531
Líder político: Presidente Ali Abdallah Salih
Religiões: 99.9% islamismo, 0.1% cristão.
Posição no rank de perseguição: 6º
Número de grupos terroristas: 6
Ações de terrorismo: 127; Casualidades: 121
Percentual de corrupção: 74%
Percentual da população que vive na miséria: 45.2%

Fonte: win1040.org

História:

IÊMEN - País asiático, banhado pelo Oceano Índico (Mar Vermelho e Golfo de Aden), localizado na extremidade sudoeste da Península Arábica. É limitado ao norte pela Arábia Saudita, a leste por Omã, ao sul pelo estreito de Bab el Mandeb, que o separa de Djibouti. Além do território continental, o Iêmen inclui também algumas ilhas situadas ao largo da região conhecida como Chifre da África, das quais a maior é Socotorá. Seu nome vem do árabe, al-Yaman, que significa lugar ao sul, indicando a posição geográfica do país em relação à Arábia Saudita. Na antigüidade, era chamada pelos gregos de eudaímon Arabía e pelos romanos de Arabia Felix, ambas expressões significando Arábia feliz, rica e próspera.
Entre os Séculos XII a.C. e VI, a zona foi dominada pelos mineos, sabeos, e os himyaritas, que controlavam o comércio de especiarias. Dali era supostamente originário o lendário reino de Sabá referido no Antigo Testamento. Em 572 este reino foi conquistado e anexado pelos persas sassânidas.
Após a chegada do Islã, o Iêmen passou a ser dependente de Damasco e depois de Bagdá. Nos séculos posteriores oscilou entre a independência e a submissão a outros estados, como o Egito e o Império Otomano. No Século XV, foi conquistado pelos portugueses, e no século seguinte invadido pelos turcos. No Século XVII, foi retomado pelos árabes, que o mantiveram até o Século XIX, quando foi dividido entre britânicos e otomanos. Ao tempo da inauguração do Canal de Suez, em 1870, sua importância estratégica era considerável, pois permitia que ingleses acompanhassem de perto, no porto de Aden, na entrada do Estreito de Bab el Mandeb, a movimentação turca na região.
Em 1911, o imã Yahya Ad-Din comandou uma rebelião nacionalista que fez com que, dois anos depois, os turcos reconhecessem a independência do norte do Iêmen. Após a Primeira Guerra Mundial, Yahia unificou todo Iêmen, tornando-se soberano independente, apesar da presença britânica em Aden. Em 1958, o Iêmen aderiu à República Árabe Unida, formada pelo Egito e pela Síria, mas deixou-a em 1961.
Em 1967, a Frente da Libertação Nacional tomou o porto de Aden, proclamando a independência do Iêmen do Sul, com o nome de República Popular do Iêmen, de cunho socialista. Por conta disso, foi chamada internacionalmente de a Cuba do Oriente Médio. No mesmo ano da independência, a estratégica ilha de Socorotá foi anexada ao território iemenita.
Em 22 de maio de 1990 foi criada a República do Iêmen, resultando da unificação entre a República Árabe do Iêmen (do Norte) e a República Democrática do Iêmen (do Sul). Atualmente, Ali Abdullah Saleh é o presidente do país.
Fonte: IBGE

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