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Egito - DIA 12 - Calendário de Oração

Gilson Moura | 12.8.10 | Deixe seu comentário

População: 80,335,036.
Líder político: Presidente Mohammed Hosni Mubarak
Religiões: 86.5% islamismo, 13% cristãos, 0.5% outras
Posição no rank de perseguição: 18º
Número de grupos terroristas: 12
Ações de terrorismo: 132; Casualidades: 330
Percentual de corrupção: 67%
Percentual da população que vive na miséria: 20%

Fonte: win1040.org

História:
EGITO - País árabe do norte da África e do Médio Oriente, limitado a norte pelo mar Mediterrâneo, a leste com a Faixa de Gaza, com Israel, com o Golfo de Aqaba (através do qual faz fronteira com a Jordânia e com a Arábia Saudita) e com o mar Vermelho, a sul com o Sudão e a oeste com a Líbia.
A história registrada do Egito é uma das mais longas do mundo. No quinto milênio a.C., o Vale do Nilo foi palco da ação de uma série de culturas neolíticas (Faium, Tasa, Merimde...). Estes povos dominavam técnicas de agricultura que lhes possibilitaram o cultivo de frutas e cereais, além da criação de animais.
O quarto milênio a.C. corresponde àquilo que a historiografia designa como o período pré-dinástico (ou protodinástico). Neste período, na região do Alto Egito, surgem sucessivamente três civilizações: a badariense, a amratiense e gerzeense. Esta última se difundiu por todo o território do Egito.
Em 333 a.C., os Persas foram derrotados por Alexandre Magno, na Batalha de Issus. Em seguida, Alexandre ocupou o Egito e foi aclamado como libertador do povo. Neste ínterim, Alexandre Magno fundou a cidade de Alexandria, na região ocidental do delta do Nilo. Nos séculos seguintes, Alexandria passou a ser considerada como metrópole cultural e econômica do Mediterrâneo e capital dinástica do Egito.
Com a morte de Alexandre, em 323 a.C., seu grande império foi dividido entre os generais mais influentes. Neste período, o Egito ficou sob o comando do general Ptolomeu, que já estava empossado como governador. Em 305 a.C., Ptolomeu tomou para si o título de basileus (rei), fundando a dinastia ptolomaica que governaria o Egito até 30 a.C. Sua última representante foi a rainha Cleópatra, que tentou restaurar a glória anterior do reino, aliando-se aos romanos Júlio César e Marco Antônio. Cleópatra, contudo, foi derrotada por Otaviano na Batalha do Ácio e, em seguida, o Egito foi incorporado ao Império Romano como uma de suas províncias administrativas. Em 395 da nossa era, o Império Romano dividiu-se em duas partes, ficando o Egito inserido no Império Romano do Oriente, que mais tarde passou a se chamar: Império Bizantino.
A conquista do Egito pelos árabes insere-se no movimento de expansão das populações islâmicas, que se iniciou após a morte do profeta Maomé. Em 639, Amr ibn al As, liderou uma expedição militar ao Egito da qual resultou a expulsão definitiva do poder bizantino por volta de 642. Ao longo dos séculos seguintes, tanto o islã quanto a língua árabe passaram a dominar o cenário do Egito.
Em finais de 1516, o Egito foi transformado em uma província do Império Romano, pelo sultão Selim I. Contudo, as antigas elites egípcias continuaram ocupando postos administrativos importantes. Verifica-se, neste período, que o Egito sofreu um intenso declínio econômico e cultural.
Bastante debilitado militarmente, o Egito, já no século XVIII, passou a despertar a cobiça de grandes nações européias, como a França e a Inglaterra. Sua importância era, sobretudo, advinda de sua estratégica localização geográfica. Em 1798, Napoleão Bonaparte invadiu o país para tentar desestabilizar o comércio inglês na região. Depois, em 1799, fugiu do Egito para França, deixando atrás um exército de ocupação. Este exército seria expulso pelos otomanos e pelos ingleses em 1801, dando fim à ocupação francesa. A partir deste ano, o Egito vivenciou um período de intensa desordem pública, que somente terminou em 1805, quando Mehemet Ali tomou o poder. Mehemet repeliu a invasão inglesa de 1807, e deu fim às constantes revoltas que ameaçavam a estabilidade do país.
Em 1922, o Egito alcançou sua independência que, por sua vez, foi meramente nominal, uma vez que a Inglaterra reserva-se ao direito de intervir nos assuntos internos do país se os seus interesses fossem postos em causa. Já no contexto da Segunda Guerra Mundial, a Inglaterra aumentou sua presença militar no Canal do Suez. Embora o país tenha se declarado como neutro, muitos líderes nacionalistas egípcios desejavam uma vitória das potências do Eixo, pois acreditavam que livraria definitivamente o país da presença inglesa.
O ataque israelita à Faixa de Gaza (então controlada pelo Egito) fez com que o governo egípcio se aproximasse do bloco comunista, pois o bloco capitalista se negou a lhe fornecer as armas requeridas.
O Egito decidiu também construir a barragem do Assuão, projeto que pretendia dinamizar a irrigação e eletrificação do país. Contudo, boa parte das verbas necessárias à obra seriam asseguradas pelo Reino Unido, Banco Mundial e Estados Unidos. Inicialmente favorável, os EUA recusou-se a fornecer o empréstimo, ao qual o governo egípcio respondeu com a nacionalização do Canal de Suez. Tal ato, porém, gerou uma intervenção conjunta da França, Reino Unido e, pouco mais tarde, de Israel - este país conquistou a Faixa de Gaza e grande parte da Península do Sinai. Uma semana depois, os Estados Unidos e a União Soviética asseguraram nas Nações Unidas um cessar-fogo que obrigou a retirada dos territórios ocupados. Passado este episódio, em 1958, o governo da União Soviética comprometeu-se a financiar a construção da barragem.
Dada a aproximação com a URSS, durante os anos 60, o governo egípcio desenvolveu uma série de políticas socialistas. Em 1962 foi publicada uma Carta Nacional, na qual se previa a extensão do controle do Estado egípcio às finanças e à indústria. Segundo tal documento, o Estado egípcio estaria fundamentado na existência de um único partido, a União Árabe Socialista. Contudo, agravou-se o quadro de crise econômica e política, obrigando o presidente Sadat a reduzir as despesas militares e orientar o país para uma política de paz. Seguindo a política pacifista, Sadat, em 1977, fez uma visita histórica a Israel e, em 1978, assinou os Acordos de Camp David, que levaram a paz entre Egito e Israel. Uma das consequências dos acordos foi uma aproximação entre Egito e EUA, e uma considerável ajuda econômica americana. Porém, esta política de paz com Israel fez com que Sadat fosse odiado pelos vizinhos árabes e expulso da Liga Árabe. A 06 de agosto de 1981 o presidente Sadat foi assassinado por um extremista muçulmano.
Atualmente o Egito é uma república governada pela Constituição de 11 de Setembro de 1971. Esta constituição estabeleceu que o Egito seria um Estado socialista, tendo o islã como religião oficial. O chefe de Estado é o presidente da República, cargo ocupado por Hosni Mubarak desde 14 de outubro de 1981.
Fonte: IBGE

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Sobre o autor: Meu nome é Gilson de Moura, sou cristão evangélico há mais de 30 anos. Não sou pastor, apenas um professor. Contudo, como todo cristão, sou um Missionário, porém mais "com as ideias" do que com os joelhos e bolso. Como todo ser humano deveria ser, também sou um Adorador do Deus Vivo! Casado com a Mari, pai da Camila e do Daniel. Autor do Blog Missões e Adoração.

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