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terça-feira, 17 de agosto de 2010

China - DIA 17 - Calendário de Oração

População: 1,321,851,888
Líder político: Presidente Hu Jintao
Religiões: 55.8% sem religião/outros, 28.5% tradicionais, 8.4% budismo, 7.3% cristão.
Posição no rank de perseguição: 12º
Número de grupos terrorista: 2
Ações de terrorismo: 22; Casualidades: 75
Percentual de corrupção: 67%
Percentual da população que vive na miséria: 10%

Fonte: win1040.org

História:

CHINA - País do centro-sudeste asiático, banhado pelo Pacífico, sendo o terceiro maior país do mundo em extensão. Seu topônimo se origina de Ch'in (ou Ts'in), nome da dinastia que unificou o país. Ela ganhou este nome depois do Século II a.C., quando a província Ch'in (atual província Shensi) se tornou o país mais civilizado do mundo àquela época. No entanto, Frei Gaspar da Cruz informou, no Século XVI, que China era o nome pelo qual indianos e habitantes do sul denominavam o país, mas que os nativos chamavam a terra de Tame e de Tamgin os seus habitantes.
Embora seja uma antiga civilização, não há muitos registros das origens de sua História, como há do mundo greco-romano, egípcio ou mesopotâmico. Só em tempos bem recentes, descobertas arqueológicas permitiram traçar um esboço das origens chinesas.
Sabe-se que houve hominídeos naquelas terras desde 200 ou 500 mil anos atrás. Foram descobertas cerâmicas pintadas, com data de 4.000 a.C., ou seja, do fim do período Neolítico.
A civilização chinesa formou-se progressivamente de leste para o oeste e, sobremaneira, de norte para o sul. Ela nasceu na imensa planície ao longo do Rio Huang He (Amarelo), cujas cheias tornavam os terrenos extremamente férteis. A importância deste rio para o chineses se compara à do Nilo para os egípcios. O alto grau de homogeneidade cultural e social sem paralelo que os chineses conseguiram não tem paralelo na História da humanidade. Eles já estavam bem adiantados antes da organização da civilização ocidental.
Durante a dinastia Shang (também chamada de Yin), que governou a China de mais ou menos 1766 a 1123 a.C., a agricultura se guiava por um calendário com um mês de 30 dias e um ano com 360 dias. Além disso, um décimo-terceiro mês era instituído quando se precisava fazer compensações. Sábios chineses, durante este período, estabeleceram como duração média do ano, 365 dias e um quarto. Exatamente como nos dias de hoje.
Na dinastia seguinte, a Chou, de cerca de 1122 até 256 a.C., o país retrocedeu em seu caráter civilizatório, tratando de garantir seus domínios das invasões bárbaras vindas do norte.
O Estado chinês se consolidou por volta do Século III a.C, na dinastia Ch'in (de cerca de 221 a 207 a.C.). Foi o imperador Cheng Huang, desta dinastia, que derrotou os príncipes feudais de seis estados chineses e unificou o país. Por esta época, o imperador Qin Shihuan, estabeleceu um sistema único de escrita por ideogramas, que sobreviveu até os tempos atuais. Com isso, pessoas que falavam dialetos diferentes podiam ler os mesmo textos e documentos.
A dinastia seguinte, Han, que durou de 202 a.C. a 221 d.C., foi marcada pelas tentativas de retorno à ordem feudal. Nela, subiu ao trono um dos maiores soberanos da história chinesa: Hsiao Wu-ti (141-87 a.C), cuja primeira medida foi submeter os nobres insubordinados e acabar definitivamente com os resquícios do antigo feudalismo chinês. Ele procurou governar com os sábios confucionistas, consolidando a monarquia e partindo para a conquista da Ásia Central. Venceu os bárbaros do Norte, assumindo o controle de seus territórios. Nestas batalhas, utilizou pela primeira vez cargas de cavalaria, surpreendendo o inimigo. Hsiao estabeleceu os fundamentos para a chamada "rota da seda", quebrando o isolamento da China em relação ao comércio exterior. Com a sua morte, novamente a China voltou a enfrentar instabilidades na sua política. Mas com Pan Ch'ao, novamente a China voltou a se unificar e partir para expandir seu território, anexando praticamente toda a Ásia Central. Por essa época, o budismo entrou em contato com a cultura chinesa.
Após a morte de Pan Ch'ao, o país entrou em decadência e quase em esfacelamento político. O poder feudal ressurgiu com força e a China se viu partida em três grandes reinos: Wei, ao norte; Wu, no centro; e Shu na região de Szechuan.
Yang Kien reunificou a China e fundou a dinastia Sui (de 589 a 618 d.C.). Soberano enérgico, tratou de cuidar da administração do império. Era um budista fervoroso e inimigo dos confucionistas. Seu filho e sucessor, Yang-ti, embora não tivesse as qualidades de administrador do pai, instalou uma poderosa rede de comunicações internas no país.
A China alcançou notável avanço durante a dinastia seguinte, a T'ang (618 a 906). Sob o reinado de T'ai-tsung, completou a reunificação do país, estabelecendo um vasto império. Enfrentou e venceu os turcos que ameaçavam a China, reforçou as comunicações entre a Índia e a Pérsia. Entretanto, não foi bem sucedido na guerra que empreendeu contra o Tibete e contra a Coréia. Durante a dinastia T'ang o budismo quase desapareceu da China. Após a queda dos T'ang, o império voltou a enfrentar turbulências. Mas foi na dinastia Song (960-1279) que o país atingiu excepcional desenvolvimento tecnológico e artístico, bem superior a qualquer outra sociedade da época. Neste período surgiram partidos políticos, papel-moeda, novas interpretações do confucionismo e elevação do nível cultural da população. O fim desta dinastia coincidiu com a expansão do império mongol.
Foi no Século III a.C. que a China construiu a famosa Grande Muralha, como forma de tentar conter as invasões dos povos do norte. Mesmo assim, os mongóis invadiram e dominaram o país. Genghis Khan e seu neto Kublai Khan governaram a China de 1276 até 1368, por intermédio da dinastia Yuan. Neste período, a China era parte de um poderoso império que ia do Rio Danúbio, na Europa, até a Coréia. Foi um período de grande desenvolvimento da China. Construíram-se estradas e canais, além de ser criada a comunicação postal (correios). Pequim se tornou a capital do império mongol e um dos maiores centros políticos do mundo. Duas expedições marítimas contra o Japão terminaram em desastre. Numa delas, aconteceu uma grande catástrofe, em que milhares de navios mal construídos, foram tragados por um violento tufão nas costas japonesas.
Após a morte de Kublai Khan, a China entrou em decadência política e econômica. Ainda assim, ela era o maior centro mundial em matemática e astronomia.
A dinastia seguinte foi a Ming (1368-1644), fundada por Hung-wu. O país chegou ao seu momento de maior expansão, com a anexação da Manchúria, do Vietnam e de parte do Turquestão. Nesta dinastia, navios chineses saíram em expedição pelos mares do mundo, chegando até à África. Durante o reinado desta dinastia, povos ocidentais chegaram à China, no período conhecido como a Era das Grandes Navegações. Em 1517, o português Fernão Peres d’Andrade chegou ao Cantão. Ocidentais conseguiram autorização para comerciar em portos chineses, sob estritas condições. Em 1557, cederam Macau aos portugueses.
Em 1644 começou a dinastia Ch'ing, fundada pelos manchus, e que durou até 1912. Eram originalmente um povo da fronteira norte, que entrara na China a pedido dos próprios chineses, para expulsar aventureiros instalados no país. O povo manchu veio, expulsou os invasores e acabou permanecendo e assimilando a cultura chinesa, fundando a nova dinastia. Um dos imperadores manchus, K'ang-hsi (1661-1722), é considerado um grande monarca, tolerante e conciliador. Durante esta dinastia a Inglaterra entrou no comércio chinês, impondo sua presença em uma época de enfraquecimento do poder imperial, isso durante o Século XVIII. Com a Revolução Industrial, não se podia perder o importante mercado chinês. Entretanto, o governo chinês não via com bons olhos a crescente influência inglesa no comércio, inclusive de ópio. Em 1839, após os chineses terem destruído um carregamento da droga trazida pelos ingleses, iniciou-se as hostilidades, com a vitória britânica, em 1842. Como parte dos despojos de guerra, a Inglaterra ganhou a posse de Hong-Kong, que só perderia ao fim do contrato de cessão, em 1999.
A partir daí, os ocidentais penetraram fundo no comércio chinês, obtendo tratados vantajosos.
A China se envolveu em uma séria de guerras a partir do fim do Século XIX, início do Século XX: contra Inglaterra e França, em 1858 e 1860; revoltas internas, de 1851 a 1864; contra o Japão, em 1894. Em todos estes conflitos teve pesadas perdas. A China corria sério risco de esfacelamento de seu território. Em 1900, com a revolução dos Boxers - sociedades nacionalistas secretas que passaram a massacrar quem não era chinês - potências estrangeiras entraram em Pequim, vencendo a resistência e saqueando a cidade. A partir dali e por um grande período, estrangeiros, especialmente ingleses, tratavam a China como território ocupado. Isto acabou por determinar o fim da dinastia Ch'ng e a proclamação da República na China, tendo a frente Sun-Yat-sem. No entanto, a presidência fica com Yuan Shih-k'ai. Como decorrência da República, a Mongólia recuperou sua autonomia, assim como o Tibete.
Com a I Guerra Mundial, o Japão ocupou parte do território da China. Em 1921, foi fundado o Partido Comunista Chinês.
Chiang Kai-shek liderou um exército nacionalista e recuperou vários territórios que estavam em mãos de estrangeiros. Ele iria se opor ao radicalismo dos comunistas, que, gradativamente, ganhavam terreno no país, conquistando várias cidades. Kai-shek partiu para uma ofensiva em toda China, entrando em Pequim para instalar o seu governo, em 1928,. Lançou, então, um grande ataque contra os comunistas, em 1936, confinando-os ao norte do país. No ano seguinte, o Japão invadiu a Manchúria, colocando governo um títere, P'u-i, o último imperador manchu da dinastia Ch'ing. As forças japonesas, a despeito dos protestos internacionais, ampliaram sua presença na China. Veio a II Guerra e o país estava dividido em três partes: uma sob controle nacionalista de Kai-shek, uma área ocupada por comunistas e a zona sob influência japonesa.
Com a derrota nipônica, começou o grande conflito entre nacionalistas e comunistas. Estes, com armas tomadas aos japoneses e capturadas aos americanos, tomaram uma larga ofensiva, sob o comando de Mao Tsé-Tung. Os comunistas venceram os nacionalistas de Chiang Kai-shek, que se recolhem na ilha de Taiwan (Formosa). É proclamada a República Popular da China, sob a presidência de Mao, com Chu Em-Lai como segunda personalidade do governo comunista chinês. Começou uma série de reformas que acabariam com a propriedade privada e instauraria o modo socialista de produção. Nos anos 60, com a chamada Revolução Cultural, até a História seria interpretada de acordo com fundamentos comunistas. A aliança com a URSS, feita nos anos 50, foi desfeita e as relações entre os países estiveram tensas. Nos anos 70, os chineses se aproximaram dos EUA, sinalizando uma maior abertura política. Entretanto, em 1989, o governo ordenou o massacre de estudantes que reclamavam por reformas democráticas, no famoso conflito na Praça da Paz Celestial.
Embora permaneça comunista, a China hoje tem economia voltada para o mercado capitalista, sendo considerada uma potência econômica, cujo crescimento anual chega a alcançar 9%. Seu primeiro-ministro é Wen Jiabao e o seu presidente Hu Jintao.
Fonte: IBGE

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Um comentário:

  1. Paz do Senhor, quero parabêniza los pelo trabalho de vocês e que Deus continue abençoando, é tempo de ir não tenho dúvidas nenhuma, mas como ir a China por exemplo, digo isto porque sei que eu tenho uma chamada para este país, sinto isto, Deus pelas suas misericórdias já me mostrou algo sobre missões na China, como ir se não à quem mande, como no meu caso que financeiramente não tenho condições, pois se eu tivesse condições eu já estaria lá com certeza. Mas enfim, que Deus vos abençõe, meu e-mail é gilmaradoracristo@hotmail.com

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