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Arábia Saudita - DIA 5 - Calendário de Oração

Gilson Moura | 5.8.10 | Deixe seu comentário

População: 27,601,038
Líder político: Rei e Primeiro Ministro Abdallah bin Abd al-Aziz Al Saud
Religiões: 92.8% islamismo, 4.5% cristãos, 2.7% outros
Posição no rank de perseguição: 2º
Número de grupos terroristas: 5
Ações de terrorismo: 65; Casualidades: 314
Percentual de corrupção: 67%
Percentual da população que vive na miséria: não calculado
Percentual da população que vive na miséria: 45%

Fonte: win1040.org

História:
ARÁBIA SAUDITA – País localizado na Península Arábica, no Oriente Médio Asiático. O topônimo Arabia já aparece em grego, em textos de Ésquilo, e em latim, nos escritos de Plínio. O complemento Saudita, provém de ibn Sa’ud, nome dos príncipes da dinastia dos wa-habitas, de Dar’iyya e Riyad. O epíteto foi adotado como complemento do país por ‘Abd al-‘Aziz ibn Sa’ud, que se tornou rei em 1932. Por esta época, o país foi chamado também de Saudi-Arábia.
Há registros de que a Arábia se incorporou à civilização asiática ocidental por volta do fim do terceiro milênio antes de Cristo. Por esta época, caravanas mercantis cruzaram o sul da região. Mas somente no Século XII a.C., com a domesticação do camelo, que a presença humana regular se acentuou pela possibilidade de se fazer jornadas maiores na travessia dos desertos árabes. A partir daí, uma sociedade florescente surgiu na área sul da região.
Mais tarde, já na Era Cristã, romanos e bizantinos entabularam comércio com portos ao norte do Mar Vermelho e até chegando à Índia. Entretanto, por volta dos Séculos V e VI d.C., sucessivas invasões de cristãos etíopes provocaram a fragmentação dos territórios da Arábia meridional.
No início do Século VII, um fato seria definitivamente marcante para a Arábia. Abu al-Qasim Muhammad ibn 'Abd Allah ibn 'Abd al-Muttalib ibn Hashim, que seria conhecido como Muhammed ou Maomé (570-632), começou um largo esforço para unir as tribos árabes em torno do Islã (que em árabe significa “submissão à vontade de Deus”). Empreende uma guerra contra Abu Sufyan, governador de Meca, até que a toma, em 630. A partir dali, todas as tribos árabes dos dois principais enclaves sagrados (Meca e Medina) foram se convertendo ao credo de Maomé, deixando seus antigos ídolos e reverenciando apenas a Alá como Deus único. Os califas sucessores de Maomé trataram de expandir suas áreas de influência e sua cultura. Em pouco tempo, já ocupavam a Síria, a Palestina, o Egito e a Pérsia. No Século VIII, os domínios árabes se estendiam pelo Norte da África e Península Ibérica, pelo lado ocidental, e ao Paquistão e Afeganistão, pelo lado oriental. Por esta ocasião, a cultura árabe chegou ao seu apogeu. Centros como Medina e especialmente Bagdá e Damasco se tornaram referência no mundo como centros de enorme erudição. A nova cultura apresentava elementos greco-romanos, persas e indianos, com a ciência ocupando aspecto de destaque. Durante séculos, não existia no mundo conhecido nenhuma cultura tão avançada científica, artística e filosoficamente falando. O árabe passou a ser a língua comum das pessoas cultas. Entretanto, a pátria-mãe do islamismo continuava a ser eminentemente agro-pastoril e local de trânsito de caravanas comerciais. À Meca, foi reservado o papel de o mais importante centro religioso.
Ao longo dos séculos seguintes, essa era a característica da península arábica – um conglomerado de tribos, algumas nômades, outras dedicadas a atividades comerciais e pastoris.
Somente no início do Século XX, iniciou-se um projeto de formação nacional, quando o citado ‘Abd al-‘Aziz ibn Sa’ud, partindo do Kuwait, reconquista o antigo patrimônio de sua família, toma a cidade de Al-Riyad e em seguida a de Najd e algumas outras que estavam sob domínio turco. Com a Primeira Guerra Mundial, a Inglaterra apoiou ibn Sa'u’ contra a Turquia, que fazia parte da Tríplice Aliança. Na década seguinte, ele invade Hedjaz e unifica todos aqueles domínios com o nome de Arábia Saudita.
Em 1923, ibn Sa'ud deu a empresas inglesas a concessão para explorar prospeções petrolíferas, que depois foram partilhadas com outras empresas norte-americanas. Toda aquela região se torna a maior produtora mundial de petróleo. A partir da 1964, assume o trono saudita o Rei Faissal, que empreende a modernização do país e assume o controle das jazidas petrolíferas do país. Atualmente, Abdallah bin Abdul Aziz Al-Sa'ud
ocupa o trono da Arábia Saudita.
Fonte: IBGE

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Sobre o autor: Meu nome é Gilson de Moura, sou cristão evangélico há mais de 30 anos. Não sou pastor, apenas um professor. Contudo, como todo cristão, sou um Missionário, porém mais "com as ideias" do que com os joelhos e bolso. Como todo ser humano deveria ser, também sou um Adorador do Deus Vivo! Casado com a Mari, pai da Camila e do Daniel. Autor do Blog Missões e Adoração.

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