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segunda-feira, 5 de abril de 2010

Instrumentos de Justiça e de Iniquidade


Neste mês de abril resgatarei alguns estudos para células que fiz para a minha ex-igreja nos idos de 2004-2006. São estudos comentados ou apenas esboçados que fiz para auxiliar os demais líderes de células, para que eles dessem alimento sólido em suas células. Na época eu era líder de célula e passei a ser líder de macrocélula. Tinha mais de 100 homens na macrocélula que se chamava Diante do Trono.
Aquela macrocélula teve como primeiro líder o Marcelo, depois o Izaías e finalmente eu. Fiquei um ano na frente dela e passei o bastão para meu filho na fé, o Bruno. Hoje, o Bruno ainda é o líder. Um adolescente que vi tornar-se homem, um homem de Deus! Um adolescente que amava futebol, um homem que tem o temor a Deus!
Tenho muitas saudades daqueles homens de Deus, daqueles irmãos que me deram o privilégio de participar da colheita, consolidação e discipulado. Participar de suas vidas! São filhos na fé que guardo no coração, apesar da distância do tempo e do espaço. Apesar da mudança de planos de Deus para a minha vida! Quer saber minha opinião sobre a igreja em células no modelo dos 12, clique aqui.  Não confunda Visão celular com Modelo dos 12!

Aproveitem e não deixem de comentar!


Texto: Romanos 6.12-14 (ORE ANTES DE MINISTRAR).

Introdução: Instrumentos de justiça ou instrumentos de iniquidade? Como está a nossa vida espiritual?

1) Reino do pecado: quando o pecado reina em nossa vida, passamos a ser escravos dele e:
a) Obedecemos as paixões do pecado (cite alguns pecados do corpo e da alma);
b) oferecemos o nosso corpo ao pecado;
c) nos oferecemos como instrumentos de iniquidade (cite situações de pecados “prediletos”).

2) Reino de Deus: quando Deus reina em nossos corações, passamos a ser servos dEle e:
a) nos oferecemos como ressurretos.
Esta é uma declaração de fé. No momento, possuímos este corpo mortal que, se Jesus não voltar antes que morramos, será consumido pela terra. Este corpo ainda é influenciado pelo pecado, pela natureza pecaminosa. Esta declaração profética nos leva a viver num outro nível espiritual, onde declaramos algo que ainda não somos, mas, que seremos! No momento, nosso espírito nasceu de novo, a nossa alma está sendo restaurada e limpa e o nosso corpo aguarda a ressurreição dos mortos ou o arrebatamento para sermos transformados. Oferecer-se a Deus dessa forma, isto é, como ressuscitados, é um passo maravilhoso de fé. E sem fé ninguém poderá agradar a Deus.

b) Oferecer nossos membros como instrumentos de justiça: 
oferecer-se dessa forma é outra declaração profética. Nada há de bom em nós, a não ser Jesus, que está em nosso coração e o Espírito Santo que nos usa como um templo. Na verdade, nossos membros obedecem a lei do pecado, porém, a graça de Deus nos permite oferecer nossas capacidades para o Reino dEle. A despeito de nossas imperfeições, Deus nos capacita para trabalharmos no Reino de Deus. Temos que entender que se eu não me oferecer a Deus, automaticamente estou me oferecendo ao diabo, ao pecado na minha carne. Ser instrumento de iniquidade é desprezar toda a obra redentora de Jesus Cristo. Precisamos entender essas coisas. Ao me oferecer como instrumento de justiça, estou seguinte o rumo espiritual das coisas, ou seja, foi para isso que Deus enviou Seu Filho ao mundo, para nos reconciliar a Ele. Essa reconciliação nos leva a aproximarmos de Deus e a sentir a necessidade de honrá-Lo e adorá-Lo, mesmo com esse corpo! É por isso que o pecado não tem domínio sobre nós, porque estamos reconciliados com Deus pela graça dEle. Se estamos reconciliados, não posso mais render-me ao pecado. Não posso mais obedecer as paixões dele. Alguém pode perguntar: então porque alguns crentes assim fazem? Porque eles não tem o conhecimento dessas coisas. O sangue de Jesus é suficiente para perdoar qualquer pecado. Jesus não precisa morrer e ressuscitar novamente. A obra está completa. A cédula de dívida foi rasgada. Somos dEle! O que devo fazer então é aproximar-me dEle, confessando meu pecado, orando, lendo a Palavra, jejuando, testemunhando, ganhando almas, consolidando-as, discipulando-as, sendo discipulado e pertencendo e atuando em uma igreja local. Fazer isto é oferecer o corpo como instrumento de justiça, a justiça de Deus!

Conclusão: líder, faça uma reflexão de sua posição diante de Deus. Quebrante-se e ore. Então, confortado pela Palavra de Deus, estimulado pelo Espírito Santo, vá até seus discípulos e derrame lá o poder de Deus. Você é condutor da glória de Deus.

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