Islamismo - Indonésia 1
Vamos conhecer melhor o Islamismo e a melhor maneira de orar por eles.
A Indonésia é o maior país muçulmano do mundo! Vamos saber mais!
O país é um arquipélago composto de 13.677 ilhas ao sudeste do continente da Ásia, sendo que as maiores são Java, Sumatra, Kalimantan, Sulawesi, Irian Jaya e Ilhas Moluccas. É o quarto maior país em população e o maior país muçulmano do mundo.
População : 225 milhões (2005)
Religiões:
- Islamismo - 80%
- Cristianismo - 16%
- Budismo - 0,3%
- Hinduísmo - 2%
- Animismo - 1%
- Outras - 1%
Língua : Bahasa Indonésia e outras 700 línguas e dialetos
Povos : Mais de 300, sendo 156 não alcançados (menos de 1% de cristãos em cada povo)
Raízes étnicas : A maioria malaia, Melanésia ao leste, e Micronésia. Povos de origem chinesa e árabe convivem há séculos no país.
![]() |
| Bandeira da Indonésia |
Economia: A terra é muito fértil, com muitos vulcões que na erupção cobrem o solo com minerais trazendo fertilidade. A agricultura é baseada em arroz, cana, chá, café, borracha, quinina, milho, e especiarias como cravo, canela, noz moscada, que atraíram os portugueses e holandeses nos séculos de colonização. Os minerais abrangem petróleo - o país é integrante da OPEP como produtor de petróleo - e uma extensa gama de outros minérios tais como cobre, bronze, alumínio, carvão, diamante, bauxita, enxofre, ferro e gás natural. Durante as décadas de 70 e 80 todas as riquezas naturais foram exploradas.
Infelizmente o governo do Suharto, de vertente da direita na exploração econômica, entrou num sistema tal de corrupção que a Indonésia se classificou como o país mais corrupto, resultando na falência geral atrelada à crise econômica asiática nos fins de 1997. Metade da população, ou seja mais de 100 milhões de pessoas vive hoje na miséria - passando grande fome, como elas mesmas falam, pois fome era comum mas atualmente é fome além do comum. E uma minoria absoluta enriqueceu em proporção inimaginável durante o período do regime hoje chamado de KKN - Corrupção, Colusão, e Nepotismo.
História: Nos primeiros séculos o país era composto de diversos reinos hindus. Mais tarde veio o Budismo, trazendo reinados budistas, que deixaram o maior templo budista do mundo na ilha de Java Central. O Islamismo entrou no século 13 e em 2 séculos se tornou a religião da maioria da população do país, e os islâmicos eliminaram os reinados hindus e budistas. Porém a entrada do Islamismo foi feita pelos comerciantes e não pelo domínio estrangeiro.
Por 350 anos o país foi colonizado pela Holanda. Até o século XX os colonizadores proibiam a evangelização e a entrada de missionários, devido ao medo de provocar distúrbio no meio dos muçulmanos. Apenas pouquíssimos povos conheciam o Cristianismo. A princípio somente os Bataks, evangelizados pelos escandinavos, e os Amboneses evangelizados pelos portugueses com o Catolicismo e pelos holandeses. Os portugueses passaram antes dos holandeses, deixando vestígios e herança em Timor Leste, que ficou sob domínio de Portugal até 1975. Os ingleses estiveram no século 19 por quase 4 anos. Durante a II Guerra Mundial os japoneses invadiram a Indonésia. No dia 17 de agosto de 1945 a Indonésia se tornou uma república independente. O primeiro presidente, Sukarno, era um político idealista, considerado como o “pai da nação”. Foi deposto em 1966 pelo regime militar sob comando do general Suharto que dominou até 1998. O terceiro presidente, B.J. Habibie, era fundador da poderosa Associação de Intelectuais Muçulmanos da Indonésia, ICMI, que difundiu o Islamismo puro tornando o povo de maioria muçulmana nominal e sincretista em muçulmana mais ortodoxa. Modernizou o Islamismo e formou intelectuais tanto na religião como secularmente. Em 1999 Abdurahman Wahid, conhecido como Gus Dur - líder do maior partido muçulmano Nahdatul Ulama, foi escolhido como o quarto presidente da Indonésia. A filha do presidente Sukarno, “pai da Independência”, foi eleita como vice-presidente.
Fonte: CD O mundo do Islã - SEPAL
Compartilhe esta postagem: |
Esta postagem foi incluída na(s) Categoria(s): Ferramentas, Religiões






No altar? Em santidade!









Deixe o seu comentário