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sexta-feira, 12 de março de 2010

Islamismo - Divisões



Vamos conhecer melhor as divisões do Islamismo. 


É o Blog Missões e Adoração publicando ferramentas para você conhecer melhor os muçulmanos. 


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Divisões e subdivisões do Islamismo

Naqueles primeiros anos foram feitas outras divisões na comunidade muçulmana.

Os Carigitas (secessionistas) saíram do partido de ‘Ali porque disseram que os líderes daquele tempo não seguiam o Alcorão de maneira certa deixando as principais decisões para Deus. Esses carigitas (que continuam como pequena seita no norte da África) concluem também que o Islã deva ser uma comunidade de santos e que os que cometem graves pecados perdem o direito de ser Os que não concordavam com este ponto, enfatizando a importância da fé sobre as obras e argumentando que a decisão sobre graves pecadores deve ser deixada nas mãos de Deus no dia do juízo, passaram a ser chamados murji’itas (os que pospõem ou que esperam)/ Os que enfatizavam a responsabilidade humana acima do destino vieram a ser chamados de cadaritas (determinadores).






Os ismaelis desenvolveram suas próprias idéias distintas, florescendo no décimo século, sendo importantes no estabelecimento da dinastia Fatimid no Egito, Palestina e Síria. São missionários ativos para o islã e tem se espalhado especialmente no sul da Arábia e África Oriental. A maioria dos ismaelis se divide em dois ramos, os musta’lis (com sede em Bombaim) e os Nizaris ( dirigidos pelo Aga Khan). Outros ramos incluem os nusairis e os drusos.

Os drusos são uma seita esotérica, reunindo-se na quinta-feira em vez de sexta-feira, adotando firmemente o casamento monógamo, com seu próprio código rígido e crenças, como, por exemplo, que Ali foi encarnação de deus.

Os hashashim (assassinos) também saíram dos ismaelis na Síria durante o período das primeiras Cruzadas no século onze. Receberam o nome devido ao uso de haxixe, e tornaram-se famosos por tomar os fortes dos Cruzados e assassinar os cristãos. Hoje, são conhecidos como cojas ou maulas, e em sua maioria vivem na área de Bombaim, na Índia., enquanto alguns moram na Síria e no Irã.

Uma das primeiras escolas suni foi fundada por Abu Hanifá (morto em 767), que se tornou conhecida como rito ou escola hanafi. É uma das escolas mais liberais, quando comparada aos fundamentalistas. Predomina entre povos turcos da Ásia Central, Turquia, países árabes do Fértil Crescente, baixo Egito e Índia.

Malik bn Anas (morto em 795) fundou outra escola conhecida como rito malaquita. Este se desenvolveu sobre o conceito de que é mais importante depender das tradições dos companheiros de Maomé do que no próprio profeta. Quando as tradições entravam em conflito, Malik e seus seguidores faziam simplesmente uma escolha arbitrária. Aderentes a este rito são muito fortes no norte da África, especialmente na Argélia.

Os shafiitas tomam o nome de Al Shafi’i , seguidor de Malik. Durante sua vida ele teve impacto sobre o desenvolvimento da jurisprudência islâmica, defendendo a shariá (a lei fundamental) e o estabelecimento do hadite (livro de dizeres de Maomé) como documento autoritativo. Membros da escola shafiita se encontram no baixo Egito, Síria, Índia e Indonésia.

Ideias místicas começaram afluir no pensamento islâmico ainda no primeiro século A.H. Contudo, as origens das ordens sufi são tão místicas quanto suas práticas. Alguns dizem que vem da palavra "sufe", uma plataforma usada para os árabes sentar. Como os apoiadores de Maomé vinham regularmente e sentavam sobre o sufe para ouvir suas palavras e aprender de sua sabedoria, aos poucos ficaram sendo conhecidos como sufis. A maioria desses sufis deixou seus lares e subiu às montanhas, desertos e penínsulas em busca da solidão e aproximação maior de Alá.

Abandonando os confortos físicos do mundo e a busca de oração e meditação silenciosa,  o alvo dos sufis era transcender a vida mundana e alcançar uma tranquilidade celestial eterna em união com Alá. Outros dizem que veio da palavra árabe suf, que significa lã, referindo-se ao material do qual. Eram feitos as vestimentas simples dos primeiros místicos muçulmanos.

Apesar de problemas com as origens, os sufis são geralmente vistos como místicos muçulmanos, embora muitos sufis diriam que suas crenças são na verdade a base real do Islã ortodoxo. A doutrina central do sufismo é wahdat al wujud, (a unidade do ser) e ensinam que o relativo não tem outro valor senão o Absoluto, e que o finito não tem outra realidade a não ser o Infinito. No islã, o homem tem acesso ao infinito e absoluto através do Alcorão. Eles creem também que, além da direção que lhes é oferecida pelo Alcorão, devem receber instrução e ajuda na busca da purificação espiritual de um mestre ou guia experiente. Chamados pra uma vida de amor e pura devoção a Alá, os sufis desenvolveram um caminho espiritual a Alá, consistente de diversos estágios de piedade (maqamat) e estados gnósticos psicológicos (ahwal), pelos quais todo sufi deverá passar. Este conceito de estágios de piedade levou a uma ideia de santidade juntamente com a crença que os santos poderiam realizar milagres.

O Islã mais severo reprova o uso de música nos rituais religiosos. As ordens sufistas desenvolveram ampla variedade de ritos que envolvem o canto, tambores e outros instrumentos musicais. Tais rituais incluem alguma forma de dança, sendo a melhor conhecida no ocidente a da ordem turca dos Mevlevi, muitas vezes chamados "dervixes giratórios".

Hoje existem muitas ordens sufis em toda a extensão do Islã, tomando o nome tanto do mestre da escola como também da cidade ou localidade de origem. Por exemplo, você pode ter um sufi Shi’a da escola Oveissi em Karaj.

Além dessas seitas claramente definidas e muitas outras como elas, existe uma grande variedade de outros grupos ligados ao Islã. Em alguns casos elementos islâmicos e não islâmicos se combinam para formar grupos sincretistas, sendo os mais notáveis os sikhs da Índia, que misturam crenças e práticas hindus e islâmicas.

No que creem os muçulmanos?

Os muçulmanos acreditam que a salvação depende de seus próprios esforços. Para se tornar muçulmano, o indivíduo precisa se arrepender, especialmente da idolatria, e então reconhecer que não existe Deus senão Alá e que Maomé é o seu Mensageiro. Tendo feito isso, a salvação do indivíduo depende do peso de seus pecados comparado com o peso de suas boas obras no dia da ressurreição.

Os muçulmanos vivem e morrem sem segurança de salvação, e são impulsionados a realizar boas obras com esperança de estas ter mais peso que seus pecados. Seu deus, Alá, está longe e não se interessa pelo bem estar pessoal de seus seguidores. Conhecem muito pouco o perdão. Talvez Romanos 10:2-3 seja uma descrição que se aplica muito bem a eles: "Porque lhes dou testemunho de que têm zelo por Deus, mas não com entendimento. Porquanto, não conhecendo a justiça de Deus, e procurando estabelecer a sua própria, não se sujeitaram à justiça de Deus."







Fonte:
Imagem do início: Wikimedia
Texto - CD Despertando a Visão – Ted Limpic - SEPAL (atualizado segundo a Nova Ortografia e organizado em várias postagens para melhor leitura).

2 comentários:

  1. Dói ler tanta baboceira... se informa anjo. Allah não é um deus. Allah é a palavra em árabe que significa Deus. Assim como a palavra God significa Deus em ingles. Que Allah tenha misericordia de tamanha ignorancia... e me diga qual ramo religioso não esta impregnado de violencia ostensiva e de idéias manipuladoras para manter poder e status... a cegueira da alma é pior que a física... Allah o abençõe e abra seu entendimento e lhe encha de amor fraterno sem "pre conceitos, sem compreensão do que está falando. Nada é absoluto. Somente Allah. Ele sim é absoluto, único, indivisivel. salam(paz)

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  2. O meu Deus sacrificou-se por mim, morrendo na cruz. Ele não está no túmulo. Ressuscitou.

    Sabe quem é o principal missionário cristão entre os muçulmanos?

    É o próprio Jesus Cristo! Principalmente durante o ramadã e na "noite de poder".

    Sabia disso? Jesus aparece nos sonhos.... Pergunte a Ele. Peça para ele aparecer no seu sonho...

    Minhas palavras não se comparam à palavra de Jesus.


    Gilson

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