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terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Diante da Encruzilhada do Destino - Robert Boyd Munger




O Manto de Deus


Era uma coisa difícil, extremamente difícil. De fato, o que Eliseu pedira era algo humanamente impossível, sobrenatural até. Mas não houve da parte de Eliseu nenhuma presunção ao fazer tal pedido. Sua súplica nascera de desespero, de extrema carência, pois, embora o pedido fosse ambicioso, era por algo muito, muito necessário.

À sua espera, ali bem próximo, havia uma nação atolada nos mais baixos degraus de idolatria e degradação moral, entregue à lascívia e à licenciosidade, que estava trocando a sublime herança de seus antepassados pela perversão depravada dos desejos carnais. Não havia argumento lógico capaz de convencer aquelas mentes desbotadas pelo pecado. Nenhuma linguagem humana, por mais eloqüente que fosse, conseguiria dobrar a teimosia de suas vontades independentes. Nenhum poder humano, nenhum programa de esclarecimento ou força de organização teria condições de penetrar aqueles corações de pedra.

 O jovem profeta, diante do abismo de maldade e do domínio que o pecado já enraizado exercia sobre a nação, sabia que seus apelos pessoais para trazê-la de volta a Deus e à integridade moral teriam o mesmo efeito de uma trêmula voz infantil em meio a um furacão ou dos socos de um bebê contra muralhas de granito. Realmente, o que estava pedindo era grandioso demais!

Prece Gerada em Desespero

 Vivemos dias em que os servos de Deus devem pedir coisas difíceis, nada menos que uma porção dobrada do Espírito Santo. Se Eliseu, em sua geração, precisou cobrar de Deus um manto sobrenatural de poder e ousadia, quanto maior é nossa necessidade hoje!

 Neste grave e portentoso momento da última oportunidade a ser concedida à humanidade, quando nos encontramos na encruzilhada do destino, diante de um mundo caótico e enlouquecido, à beira da autodestruição, nossas armas precisam ser adequadas ao desafio. Uma terrível urgência nos impele. Não contamos com vários séculos de prazo para levar a cabo nossa missão; não temos garantia sequer do espaço de uma vida normal. Não podemos confiar nos planos e iniciativas atuais para evangelizar o mundo  ou combater as forças das trevas. Temos de enfrentar o problema imediatamente, contrapondo à era nuclear de hoje o poder supernuclear de Deus.

Finito e Fraco

 A Igreja, tal como a conhecemos, é como um carro de boi sacolejando em uma rodovia moderna de alta velocidade. Precisa ser renovada, remodelada, fortalecida. Tanto eu como você, que fazemos parte dela e falamos em seu nome, precisamos rasgar as velhas vestes carnais de energia humana e receber em seu lugar, como Eliseu, o manto de Deus, o Espírito e o poder do Cristo ressurreto.

 Pregar e ensinar a  palavra da verdade não é suficiente e nunca foi. Batalhar pela fé “uma vez por todas entregue aos santos” não é o bastante e nunca foi. Não resolve, nem nunca resolveu, o esforço incessante para trabalhar, servir e sacrificar-se. Oferecer a própria vida em sacrifício a Deus, sofrer em nome de Cristo, estar disposto a ir até os confins da terra jamais foi o suficiente, muito menos o será agora . A verdade em nossos lábios e a devoção em nossos corações precisam ser vivificadas e fortalecidas pelo poder vivo do Espírito Santo.

Nossas Atitudes e Ações

 Parece-me que nós, cristãos ortodoxos, que cremos na Bíblia, somos culpados muitas vezes da mais descarada presunção. Demonstramos com ações e atitudes que consideramos a fiel proclamação do Evangelho, juntamente com nossa consagração a Cristo, suficiente para vencer os corações mais duros e honrar o Salvador entre os homens. De onde tiramos a idéia de que nosso cérebro finito, esforço débil e devoção precária seriam suficientes para proclamar com eficácia redentora o Evangelho eterno?

 Charles Haddon Spurgeon deu-nos este fundamento: "A pregação que mata pode ser (e muitas vezes é) ortodoxa, dogmática e inquestionavelmente ortodoxa. No sistema cristão, unção é uma ação do Espírito Santo que separa uma pessoa para o trabalho de Deus e a prepara para esse fim. É a capacitação divina que provê o único meio de se obter os objetivos especiais e redentores da pregação. Sem unção, não se pode alcançar nenhum verdadeiro resultado espiritual. Os efeitos de pregação sem unção não são em nada superiores aos de retórica e discursos profanos, e o poder de propagação do Evangelho não é maior do que o de qualquer outro sistema de verdade. A unção é o selo de divindade; unção no pregador coloca Deus no Evangelho".

 Tenhamos suficiente coragem para encarar os fatos: comparados aos profetas, apóstolos e antepassados da nossa fé, não passamos de anões atrofiados e mirrados. Pouco conhecemos do poder de Deus. Nosso pecado é o da presunção – de confiarmos em nossa própria força para realizar uma tarefa sobre-humana.

 Tentar ensinar a Palavra de Deus e comunicar a outros a vida ressurreta do Salvador, sem a ajuda do Espírito Santo, é tarefa destinada ao fracasso. Para você que está desanimado, que tem procurado em vão testemunhar aos outros, vencer o egoísmo e o pecado de sua vida e andar em vitória – só um milagre resolverá, nada menos do que o manto de Deus para revesti-lo e capacitá-lo com poder.

Comissionado e Equipado

 A Escritura ensina a essencialidade do Espírito Santo para o serviço. Cada linha reforça que “não é por força, nem por poder, mas pelo meu Espírito, diz o Senhor” (Zc 4.6). Os homens de Deus do Velho Testamento, os patriarcas, libertadores e salvadores foram todos comissionados e aparelhados para a liderança heróica pelo Espírito de Deus.

 Moisés precisou primeiro encontrar seu Criador na sarça ardente e receber em suas mãos o cajado de Jeová. Quando chegou o momento de subir sozinho ao cume do Nebo, ele impôs antes suas mãos santas sobre o fiel Josué. E Josué, cheio do Espírito, iniciou sua caminhada vitoriosa.

 O livro de Juízes está cheio de histórias de homens comuns que se transformaram em formidáveis conquistadores sob o manto de Deus. O Espírito veio sobre Otoniel, Gideão e Jefté, os quais, ungidos pelo Espírito, debandaram os inimigos de Israel.

 O Espírito “se apossou” poderosamente de Sansão, e ele tornou-se bravo e forte como leão (Jz 15:14). De mãos desarmadas, venceu os filisteus. Mas, quando o Espírito o deixou, ele ficou fraco e indefeso. O Espírito veio sobre Saul, filho de Quis, e ele foi “mudado em outro homem  (1 Sm 10:6). Mas, quando o Espírito abandonou Saul, ele voltou a ser simplesmente um homem. Davi foi ungido rei pela mão de Samuel e pelo poder do Espírito Santo, que se apossou dele “daquele dia em diante” (1 Sm 16:13).  Todos esses vestiram o manto de Deus!

 Os profetas de Israel, que exortaram o povo a abandonar o pecado e a idolatria e servir ao Deus vivo, foram ungidos pelo Espírito. Isaías viu “o Senhor assentado sobre um alto e sublime trono, e as abas de suas vestes enchiam o templo” (Is 6.1). Seus lábios foram queimados com a brasa do altar. A boca de Jeremias foi tocada pela mão do Deus vivo. Miquéias testemunhou: “Eu, porém, estou cheio do poder do Espírito do Senhor, cheio de juízo e de força, para declarar a Jacó a sua transgressão e a Israel o seu pecado” (Mq 3.8). Todos esses também vestiram o manto de Deus.

O Evangelho de Cristo Pregado no Poder do Espírito

 Se esses homens do Antigo Testamento precisaram da unção do Senhor para pregar com ousadia e poder a palavra da lei e do juízo, quanto mais nós dependemos do Espírito Santo para proclamar corajosa e eficientemente o Evangelho eterno da graça de Deus!

 O Espírito Santo teve um papel proeminente na vida de Cristo. Quando examinamos os Evangelhos, ficamos estarrecidos ao constatar que até mesmo o Senhor da glória encarnado, imaculado e onipotente, permaneceu em reclusão silenciosa até que, na margem do Jordão, o Espírito de Deus descesse sobre ele. Cheio do Espírito, foi levado ao deserto para vencer o combate com o adversário. Em seguida, no poder do Espírito, retornou para iniciar o ministério público.

 Suas palavras de abertura naquela primeira mensagem de Nazaré foram: “O Espírito do Senhor está sobre mim, pelo que me ungiu para evangelizar aos pobres” (Lc 4.18). Palavras proferidas por lábios puros e um coração divino! Oh, que presunção achar que cabe a nós proclamar o mesmo Evangelho, com lábios pecaminosos e corações corrompidos, sem a unção do Único que é Santo!

 A história da Igreja evidencia o potencial divino. Foi o manto do Senhor sobre os apóstolos que os transformou de fracos e temerosos seguidores de Cristo em apóstolos, enviados para virar o mundo de ponta cabeça.  O Espírito Santo desceu sobre eles de maneira nova e poderosa, unindo-os vitalmente ao Salvador vitorioso e enchendo-os com toda a plenitude da vida ressurreta.

Grandeza e Glória da Tarefa

 O artista Eugene Bernard pintou uma significativa imagem de Cristo intitulada  “Ide e pregai!”. Nosso Senhor, com a mão estendida, aponta para a grande seara do mundo. O discípulo amado, jovem, terno, delgado ao lado do Senhor, esforça-se para enxergar a missão no horizonte distante.

 Quase podemos ouvir as palavras: “Erguei vossos olhos e vede os campos; estão brancos para a colheita” (Jo 4.35). “Ide por todo o mundo, proclamai o evangelho a toda criatura” (Mc 16.15). Mas enquanto o Mestre dirige o olhar de seus discípulos para a grandeza e a glória da missão, seu braço cobre os delgados ombros de João, e seu manto cai sobre o jovem e o cobre com a proteção de suas pregas.

 O artista captou a magnífica verdade. Sozinho, João não estava pronto nem capacitado para ver ou realizar o mandado do seu Senhor. Mas, com um braço onipotente à sua volta, e com a cobertura de seu manto, estava equipado para servir como embaixador do Rei. E, assim, o filho do trovão tornou-se o filho do amor, testemunha leal e verdadeira até o fim.

 O apóstolo Pedro contou-nos em palavras que transmitem força e emoção a transformação de sua própria vida pela unção do Espírito no Pentecoste. O contraste entre o Pedro de antes e o depois do Pentecoste é flagrante. Foi ali que Simão transformou-se em Pedro – uma pedra de coragem, força e poder.

A Capacitação do Espírito

 A fé de Pedro nunca fora posta em questão. Ainda quando fazia pouco tempo que andara com Jesus, ele confessou: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo” (Jo 6.69).  Tampouco se podia duvidar da extensão de sua devoção. Ele havia deixado tudo para seguir o Mestre. Estava pronto para acompanhá-lo para a prisão e a morte. E teria morrido por ele no jardim. Em termos de resolução e propósito, o amor e a lealdade de Pedro eram totais.

 Porém, infelizmente, Pedro carecia dos recursos internos, da perseverança espiritual para manter firmes as sinceras resoluções em qualquer situação. Havia fissuras em sua armadura. Houve momentos em que a coragem fugiu de seu coração e o deixou impotente e desprezível. De maneira semelhante, quantas vezes você e eu, depois de declararmos solenemente nossa lealdade a Cristo, nos vemos como Pedro diante da fogueira no átrio externo, não apenas mudos diante dos que zombam de nossa fé, mas negando-o, em covarde submissão à impiedade do mundo? 

O Evangelho Pregado com o Espírito Santo Enviado dos Céus

 Veja agora Pedro, revestido com o manto de Deus, cara a cara com os que mataram o Senhor da glória, sem medo ou inibição confrontando-os com seu pecado terrível e pregando Jesus como Messias e Senhor. Veja o poder ousado, penetrante e convincente que emana dele e subjuga seus ouvintes com a verdade, até que o coração mais duro gritasse: “Que faremos, irmãos?” (At 2.37).

 Houve fogo naquele dia, fogo que veio dos céus, e Pedro continuou a arder com o fogo de Deus até ser esticado sobre uma cruz e nela ser conduzido, como em uma carruagem de fogo, para a glória. Seu testemunho é simples. Pregamos “o Espírito Santo enviado do céu” (1 Pe 1.12).

 O apóstolo Paulo o diz de forma bem semelhante: “Eu, irmãos, quando fui ter convosco, anunciando-vos o testemunho de Deus, não o fiz com ostentação de linguagem, ou de sabedoria. Porque decidi nada saber entre vós, senão a Jesus Cristo, e este crucificado. E foi em fraqueza, temor e grande tremor que eu estive entre vós. A minha palavra e a minha pregação não consistiram em linguagem persuasiva de sabedoria, mas em demonstração do Espírito e de poder, para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria humana; e, sim, no poder de Deus” (1 Co 2.1-5).

 Se o maior intelectual de sua geração desmereceu deliberadamente a própria sabedoria; se o mestre da lógica rejeitou a própria lógica; se o espírito mais ardente e persuasivo não confiou na própria eloqüência, mas, com implacável determinação, despiu o Evangelho de todo adorno humano a fim de deixar a fé apoiada tão-somente no poder de Deus; se ele ainda crucificou o velho homem para que o Salvador pudesse ser visto em demonstração de Espírito e poder – então certamente nós, que somos muito inferiores, devemos despir nossos velhos adornos carnais e vestir o manto divino.

Recebam o Espírito Santo

 Os atos poderosos do Espírito Santo continuam. Vez após vez, servos do Deus vivo tem chegado a um Jordão de urgência crítica e clamado: “Onde está o Senhor Deus de Elias?” E logo, abrindo mão das próprias capacidades humanas, apropriaram-se, por meio da fé viva, do espírito e do poder de Elias.

 Foi o manto de Deus sobre Savanarola que abalou a depravada cidade de Florença com o terremoto do juízo divino. As palavras do pregador arderam como fogo, até que homens fortes curvaram-se com o rosto no piso de pedras da catedral, implorando perdão a Deus.

 Foi esse manto de Deus sobre os ombros de um fervoroso monge em Württemberg (Alemanha) que o tomou e usou como martelo na mão de Deus para libertar milhões de europeus dos grilhões de superstição e trevas. Foi esse Espírito Santo que de repente aqueceu o coração de John Wesley e fez irromper a conflagração espiritual  do avivamento wesleyano. Foi a clara e decisiva unção de poder que caiu sobre Moody e o preparou para seu importante ministério na Grã-Bretanha e na América.

 De fato, procure nas páginas da história da Igreja, ou em testemunhos contemporâneos, alguém que tenha tomado uma posição como Elias entre os profetas, e verá que buscou e recebeu poder do alto.

 Oh, que eu pudesse falar dessas coisas com semelhante manto sobre mim! Oh, que juntos pudéssemos receber hoje um batismo divino, uma unção com o óleo da verdade, uma capacitação de poder que fizesse fluir de dentro de nós rios de água viva! Por que haveríamos de temer algo prometido e concedido por Deus? Por que protelaríamos em buscar algo tão indispensável? Quais são os pré-requisitos parar receber poder?

Quatro Pré-requisitos para o Poder

 Primeiro: perseverança nascida de necessidade desesperada. Nada teria feito retroceder esse decidido discípulo de Elias. Ele o acompanhou a Gilgal, e ouviu seu mestre dizer: “Fica-te aqui, peço-te, porque o Senhor me enviou a Betel. Porém Eliseu disse: Vive o Senhor e vive a tua alma, que te não deixarei. E assim foram eles a Betel.”  Em Betel, em Jericó, no Jordão, manifesta-se a mesma persistência. Nenhuma zombaria, nenhum argumento o demoveria.

 Os filhos dos profetas de Betel vieram a Eliseu e lhe disseram: “Sabes que o Senhor hoje tomará o teu senhor por sobre a tua cabeça? Respondeu ele: Também eu o sei: calai-vos” (2 Rs 2.2-8).

 Essa é a atitude que Deus deseja. “Não te deixarei ir, se me não abençoares” (Gn 33.26). Essa é a determinação daquele que diz: seja qual for a distância a ser percorrida, sejam quais forem os desânimos que venham a se abater sobre mim, meu coração está firme, minha face é a mesma, minha vontade inquebrantável. Buscarei e acharei o poder necessário para desempenhar minha tarefa.

 Segundo: oração que ousa pedir coisas maravilhosas. Precisa haver um coração capaz de, em meio à fragilidade humana e à corrupção interior, alcançar a graça divina, disposto a apoiar a fé unicamente nas promessas e a clamar noite e dia ao Senhor “Dá-me do teu Espírito!”.

 Terceiro: preparação que começa por despir todas as vestes e apetrechos da velha vida egocêntrica. Um dos costumes estranhos que vemos na Bíblia é o de rasgar as vestes. Fazia-se isso por raiva,  humilhação, vergonha ou tristeza. Outras vezes, penso eu, as vestes antigas eram rasgadas simplesmente porque estavam gastas e já não serviam para mais nada.

 Nesse caso, Eliseu teve um vislumbre da glória de Deus – carruagens e cavaleiros de fogo! Ao mirar a glória, a magnificência e o poder celestial, de repente suas vestes pareceram-lhe trapos sujos. Bastou um relance da infinita santidade e poder de Deus para torná-lo para sempre insatisfeito consigo e com suas próprias coisas (2 Rs 2.11-12).

 Da mesma maneira, basta dar uma olhada para a luz da glória de Deus na face de Jesus Cristo e estaremos prontos para rasgar nossas inúteis e pateticamente insuficientes roupagens espirituais, seja o que chamamos de consagração, seja toda e qualquer confiança na carne. É na luz da santa presença de Deus que vemos de fato o pecado e o egoísmo, e desejamos nos livrar de ambos.

 Finalmente: uma apropriação por fé que exalte e libere a provisão do Espírito de Deus que foi prometida. Ao meditarmos sobre a poderosa capacitação e unção que o Espírito de Deus concedia aos homens do passado, e ao contemplarmos as enormes necessidades do mundo atual, coloquemos a nós mesmos e a tudo que possuímos diante do Salvador e supliquemos: “Ó Senhor, faz isso novamente!”

Publicado originalmente em “Moody Monthly”. Usado com permissão. 

Fonte: O Arauto da Sua Vinda, Ano 26 nº 4 - Julho/Agosto 2008

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