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Afeganistão: o país mais amigável da Terra, talvez do Universo

Por Gilson Moura em quarta-feira, 13 de maio de 2009 | 13.5.09

Amados em Cristo

Estava à procura de um padrão para o fundo do blog. Já havia testado vários padrões, todos do site http://www.dinpattern.com.
Neste site você acha muitos desenhos legais para servir de padrões (pattern) para o fundo da página, já havia testado vários:



Já que o blog fala de Missões e de Adoração, lembrei-me de um site afegão que havia visitado há muitos anos que uasava como padrão um tecido típico daquele país. Na verdade, uma tapeçaria. Na época fiquei impressionado com o desenho e usei como papel de parede na Área de Trabalho do meu Ubuntu (e do Windows da minha esposa....). Fui atrás do site e o achei, está aqui. É o Afghanistan Online. Um site muito interessante:


Observe o padrão e, se quiser, copie (não sei se tem direito autoral):





No Afeganistão Online podemos ler:
"Afghanistan: The Friendliest Country in the World, Possibly the Universe.".

 Numa tradução livre:
"Afeganistão: o país mais amigável da Terra, talvez do Universo".

Glória a Deus! Eles assim se declaram e assim são (ou o serão), em Nome de Jesus.

Observe mais este detalhe do site afegão:




Nesse site encontrei um link para outro site que vende roupas típicas do Afeganistão: http://www.zarinas.com/


 Esta linda Burca (ou burga) por menos de US$50,00 :


Este chapéu típico afegão de lã de ovelha da raça Karakul por apenas US$99,99


E mais jóias, enxovais, calçados e muito mais. Vale a pena visitar e conhecer.
Segundo o site Portas Abertas, o Afeganistão é o 4° país em perseguição aos cristãos. Leia mais (extraído do site:
A Igreja Perseguida no Afeganistão
posição na Classificação de países por perseguição






Os Emirados Árabes Unidos (EAU) é uma federação formada por sete Estados. Eles se encontram na Península Arábica, e são banhados tanto pelo Golfo Pérsico como pelo Golfo de Omã.

Quase toda a extensão dos Emirados está no deserto de Rub al-Khali. Na zona costeira está localizada a maior parte das jazidas de petróleo.

Os sete Estados que formam os Emirados são: Abu Dhabi, Dubai, Ajman, Fujairah, Ras al-Khaimah, Sharjah e Umm al-Qaiwain.

O Reino Unido, durante o século XIX, mantinha vários tratados com xeques árabes no Golfo, a fim de proteger suas rotas comerciais com a Índia. Muitos desses xeques habitavam onde os EAU se encontram hoje.

Havia pouco interesse na área até que as jazidas de petróleo foram descobertas em Abu Dhabi em 1958.

Dez anos mais tarde, a Grã-Bretanha retira suas tropas da região. Os xeques se unem e em 1971 os EAU se tornam um Estado independente.

No que diz respeito à administração, cada um dos sete emirados possui seu próprio governador e ritmo. Ele tem poderes sobre a exploração do gás e petróleo de seu emirado e também sobre a receita que geram.

População

Calcula-se que 80% dos habitantes dos EAU não são cidadãos árabes. Eles são trabalhadores imigrantes que vêm primariamente de países no Sul e Sudeste Asiático. Há grupos vindos do Oriente Médio, Europa, Ásia Central e América do Norte.

O grande número de trabalhadores faz com que a população seja bem jovem: a idade média no país é de 30 anos. A quantidade de pessoas com mais de 65 anos não chega a 1% da população.

Economia

A exploração do petróleo fez dos EUA um país rico, com renda per capta e padrão de vida altos.

Antes da descoberta das jazidas, a região era empobrecida e o povo adaptava-se às condições desérticas. Trinta anos depois, o país é um dos Estados mais modernos do mundo, com luxuosos shopping centers, hotéis e centro esportivos.

A população e a indústria local não pagam imposto. Apenas bancos e companhias de energia estrangeiros são taxados. A partir de 2009, é provável que as companhias árabes tenham de pagar um tributo islâmico, a zakat - doação anual para caridade, requisitada pelo islamismo.  

A Igreja

Praticamente 100% dos cristãos nos EAU são estrangeiros. Há 33 igrejas no país - evangélicas, católicas e ortodoxas - nas quais esses cristãos podem se reunir.

Essas igrejas foram construídas em terrenos doados pelas famílias que governam os emirados. Ao receber essa doação, a denominação adquire o reconhecimento do governo.

Em alguns casos, os templos são construídos próximos uns dos outros, ou em lugares distantes da zona residencial nas quais os membros das congregações vivem. Isso afeta a participação das pessoas nos cultos. Mesmo assim, algumas igrejas ficam superlotadas em ocasiões especiais e têm de realizar o culto a céu aberto, dadas as limitações de espaço.

Quatro emirados têm escolas cristãs de ensino fundamental e médio. O Emirado de Abu Dhabi e o de Dubai doaram terrenos para a construção de cemitérios cristãos.

A perseguição

A Constituição provê liberdade religiosa e o governo, de modo geral, respeita esse direito. No entanto, há algumas restrições.

O islamismo é a religião oficial dos sete emirados. Há dois sistemas legais: o da sharia (lei islâmica) para as varas criminal e familiar; e o secular para a vara civil.

As igrejas não têm permissão para exibir uma cruz ou colocar sinos fora de sua propriedade. Entretanto, o governo não interfere no terreno que a igreja ocupa.

As congregações aceitam convertidos de todas as religiões, exceto do islamismo. Isso porque a lei não reconhece e nem permite conversão de muçulmanos a outra crença.

De acordo com a sharia, homens muçulmanos podem se casar com cristãs ou judias. Entretanto, mulheres muçulmanas não podem se casar com não-muçulmanos, a menos que estes se convertam.

Como o islamismo não valida o casamento entre um não-muçulmano e uma muçulmana, as duas partes podem estar sujeitas a detenção, julgamento e prisão sob o delito de fornicação. Entretanto, não há relatos de tais penas sendo aplicadas.

A importação de materiais religiosos não-islâmicos é proibida. As autoridades alfandegárias, porém, mostram-se mais tolerantes à importação de itens cristãos do que com o de outras religiões.

É proibida qualquer atividade religiosa que possa interferir no islamismo, como a distribuição de folhetos evangelísticos perto de uma mesquita ou em outros lugares públicos designados.

O único provedor de internet do país, o Etisalat, ocasionalmente bloqueia sites que contêm informação religiosa: dados sobre a fé baha"i, críticas negativas sobre o islamismo e testemunho de muçulmanos que se converteram ao cristianismo.

Motivos de oração

1. Há alguns missionários no país. Ore pela atuação deles e por sua integração à sociedade.

2. Deixar o islamismo significa correr risco de vida. Algumas pessoas tocadas pelo evangelho hesitam em abandonar o islamismo, pois isso significa perder a segurança da família, o status social e o círculo de amizades. Peça a Deus para que essas pessoas sintam-se irresistivelmente atraídas a Cristo e à paz que só ele pode dar.

3. A população local é quase inacessível. O petróleo trouxe muita riqueza aos árabes dos Emirados. Sua posição social distancia-os dos estrangeiros que trabalham no país. Suplique ao Senhor para abrir meios de o evangelho chegar a esses corações que também precisam de salvação.

1 comentários :

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