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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

De volta a Jerusalém - parte 3

O irmão Yun explica o Movimento de Volta a Jerusalém em seu livro, O Homem do céu. Acompanhe esse trecho (275-277):
É preciso deixar claro que, quando falamos sobre "Volta a Jerusalém", nosso alvo principal não é chegar a essa cidade. Não pretendemos apenas organizar um grande congresso lá! Jerusalém foi o ponto de partida do evangelho há dois mil anos, e acreditamos que este vai percorrer o mundo todo e voltar ao ponto onde começou. Nosso alvo não é evangelizar somente a cidade de Jerusalém, mas sim pregar aos milhares de grupos de povos, cidades e vilas não-alcançados que ficam entre a China e Jerusalém.
Hoje essa visão é o alvo principal de todos os líderes que compõem a Comunidade Sinim. Não é um projeto entre muitos outros. É a motivação e o foco de todas as nossas atividades. Conversamos sobre isso no café da manhã, no almoço e no jantar. Oramos sem cessar, pedindo a Deus que levante obreiros e remova obstáculos. E quando dormimos, a visão está em nossos sonhos.
Há alguns anos, os líderes da Sinim oraram sobre seu envolvimento com o Movimento Volta a Jerusalém. Depois nos reunimos e cada rede de igrejas domésticas revelou quantos missionários se comprometia a treinar e enviar para o campo. Fizemos o levantamento e descobrimos que o total era de cem mil. Isso significa que pretendemos enviar cem mil missionários para fora da China nos próximos anos!
Um exame histórico mais atento mostra que, na verdade, saíam três "rotas da seda" da China. Uma começando em Xian e se dirigindo para a Ásia Central e o coração do mundo islâmico. É a mais conhecida. A segunda rota de comércio passava pelo Tibet, cruzava o Himalaia e chegava ao Butão e Nepal. De lá, seguia para o Paquistão, o Afeganistão e o Irã, juntando-se então à estrada principal para Jerusalém. A terceira rota atravessava o sudoeste da China, onde vive atualmente a maioria dos grupos não-alcançados. Seguia para o Sul, passava pelo Vietnã e depois ia para o Oeste, cruzando países como Laos, Camboja, Tailândia, Mianmar (ex-Birmânia) e índia. Essa rota penetrava fundo no coração dos mun¬dos budista e hinduísta de hoje.
Depois de analisar esses fatos, os líderes da igreja entenderam que Deus nos chamara para seguir nas três direções com o evangelho. O Espírito Santo já havia chamado determinadas redes para focar áreas específicas. Por exemplo, uma rede tinha muitas famílias de missionários na região do Tibet. Então, era natural que dirigisse seus esforços para o mundo tibetano budista. Outra sentia, havia vários anos, um peso para alcançar grupos minoritários no sudoeste da China. A maior parte dessas tribos se espalha pelas fronteiras e penetra em países como Vietnã, Laos, Tailândia e Mianmar (ex-Birmânia). Essa rede assumiu a responsabilidade de levar o evangelho de volta a Jerusalém pela via que fica ao Sul.
Sabemos muito bem que essas nações não querem receber o evangelho! Temos plena consciência de que países como Afeganistão, Irã e Arábia Saudita jamais receberão os pregadores de braços abertos!
Entendemos também que os missionários, antes de ser enviados, precisam aprender a língua e a cultura e, quando partirem, necessitam de apoio para conseguir lutar pelo Senhor com a maior eficiência possível. Há hoje centenas de cristãos na China aprendendo línguas estrangeiras, como árabe e inglês, preparando-se para o serviço missionário fora do país.
Descobrimos também que os últimos 30 anos de sofrimento, perseguição e tortura que as igrejas domésticas enrentaram na China foram parte do treinamento de Deus. Ele nos preparou perfeitamente para irmos como missionários aos mundos muçulmano, budista e hinduísta.

Um comentário:

  1. SEI QUE DEUS MIM CHAMOU PARA UMA OBRA ,QUANDO VI ESSE COMENTARIA DESSA ADOLESCENTE MEU CORAÇAO SE ENTRISTECEU ,PORQUE AINDA NAO FAÇO NADA PARA DEUS PRECISO VOLTAR AO PRIMEIRO AMOR E MUITO LINDO ESSE TESTEMUNHO

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