O Ministério de Teatro Jeová Nissi, de Campinas, São Paulo, sob a liderança de Caíque Oliveira, tem um projeto maravilhoso em Bié, Angola.
Exibir mapa ampliado
Este projeto chama-se Tenho Fome. Vale a pena visitar o site e se envolver com este projeto.
C G Só olhar pra mim me afasta do amor 2x C G Eu quero amar, como Tú amas Am Me importar com os perdidos F Fazer obras maiores C/E G Eu quero estar em meio a multidão Am De curados e remidos F G C Onde Tua glória pode nos tocar |
Tome uma atitude AGORA!
Você é Trigo ou Joio!
O Eid Al Fitr é a festa islâmica que marca o fim do Ramadã, o mês de jejum. Quando cheguei à mesquita mais antiga do Brasil, em São Paulo, logo cedo, do outro lado de um portão de ferro alto, daqueles que se vêem normalmente em fábricas, alguém entoava uma reza.
Fui informada de que meu interlocutor não havia chegado, mas convidada a entrar, pedi pra ver as mulheres que oravam numa sala separada. Tirei os sapatos em sinal de respeito.
Em seguida, pedi ao coordenador da mesquita para ver os homens no templo. Ele me disse que seria difícil, mas que de qualquer maneira eu precisaria vestir o chador. Coloquei então a vestimenta branca e me dirigi ao templo. Os homens rezavam, e alguns me olhavam espantados. O imã, o líder da reza, notou minha presença, mas não disse nada.
Che Guevara
Dentro da mesquita, meses após os ataques de 11 de setembro de 2001, eu queria descobrir como os islâmicos viam a sua religião sendo alvo de um escrutínio em nível global.
“Acho que é ignorância pensar que somos culpados pelos atos de muçulmanos radicais. E ninguém provou nada”, disse-me uma advogada.
Um dos xeques interferiu: “Os Estados Unidos enviam soldados para a guerra, eles morrem e são enterrados como heróis e mártires. Por que que nós também não podemos ter nossos mártires suicidas?"
Perguntei: “O sr. está dizendo que incentiva pessoas a se matar e matar outras em defesa do Islã?” Ele foi mais veemente tocando num ponto nevrálgico para muitos latino-americanos: “Che Guevara não morreu em defesa de um ideal? Por que que nós muçulmanos não podemos?”
“Não é nada fácil a gente ver a terra da gente sendo invadida. Nós muçulmanos queremos paz, mas se invadirem a nossa casa, a gente vai se defender.”
O teor da conversa mudava para o conflito israelense-palestino.
Ato contínuo, o representante da Autoridade Palestina no Brasil, que acabava de chegar ao local, disse: “Não temos nenhum problema com judeus, mas com a ocupação israelense. Só queremos nossa liberdade, nossos direitos e nossa independência”.
Jihad, a guerra santa
Ao terminar o culto dentro da mesquita, fui levada a um esplêndido salão com gente alegre e comidas para todos os gostos.
Mas uma pergunta me perseguia: por quê Maomé teria dito que aquele que morre lutando na Jihad, a chamada Guerra Santa, vai direto para o paraíso?
Isso não seria um convite a ações suicidas? Xeque Armando nega: “O Corão não diz isso. O que se diz é que quem salva um salva a humanidade inteira”.
Mas, segundo o especialista em islamismo do London Bible College, Peter Riddell, na Grã-Bretanha, a idéia de sacrifício em ligação com paraíso existe sim no hadith, o livro mais sagrado para os muçulmanos depois do Corão.
Riddell cita o livro de Bukhari, em seu volume nove: “Maomé diz que Alá garante à pessoa que morrer lutando na Jihad dá entrada direta ao paraíso ou um prêmio, caso essa pessoa sobreviva”.
O véu
De volta ao salão de recepção, me sentei à mesa somente com mulheres, algumas com véus, outras sem.
Perguntei a uma jovem por que ela não estava usando o véu: "Usar véu é demais! Se você passa na rua, todo mundo mexe, a gente é vista como se fosse um extra-terrestre”.
A avó libanesa, interveio: “Hoje em dia é tudo moderno, né, dona? Na minha época, a gente andava com o véu aqui mesmo no Brasil, e não acontecia nada”. Antes que causasse um conflito familiar, mudei de assunto.
“Alá é amor, é fraternidade. Não concordo com o que islâmicos radicais fazem em nome da fé, como no caso de ataques suicidas”, afirmou.
O colega de escola, de 11 anos, deixou-se encantar pelas palavras do amigo e se converteu mesmo sem nenhuma relação com o mundo muçulmano.
“Falei para a minha mãe e para o meu pai que iria entrar para essa religião, eles se assustaram no início, mas depois aceitaram. Tomei essa decisão porque não gosto de álcool, de farra e acho que isso é o melhor pra minha vida.”
Uma menina de 10 anos sussurrou: "Alá é amor. E eu estou disposta a morrer por ele, em nome desse amor".
Entendi que, assim como os rituais religiosos se repetem de gerações em gerações, algumas convicções também resistem.
Do lado de fora, a maioria das 1.500 pessoas que estavam no salão começava a se despedir. "Salam Aleicum, até o próximo ano", diziam. Com isso, chegou ao fim mais um Eid Al Fitr.
Para os muçulmanos, só existe um Deus cujo nome é Alá. E o último profeta de Alá foi Maomé. Maomé não é deus, mas um homem por intermédio de quem Alá revelou sua vontade ao mundo. Maomé é reverenciado pelos islâmicos, mas não adorado. Tudo e todos dependem de Alá.
Todos os islâmicos de qualquer parte do mundo e de qualquer etnia pertencem à mesma comunidade chamada de “umá”.
Os islâmicos são orientados a seguir a vontade de deus pelo Corão, o livro sagrado considerado pelos muçulmanos como a palavra de Deus.
Os islâmicos acreditam em anjos e em profetas como por exemplo, Abraão ou Ibraim, Moisés ou Musa, Davi ou Dawu, Jesus ou Isa. Mas de todos estes, Maomé seria o último profeta.
Juízo
Para os muçulmanos, haverá um julgamento final em algum dia. Existe predestinação (Alá já decidiu o que vai acontecer, mas isso não impede que os seres humanos continuem tomando decisões)
Segundo a crença, Deus é onisciente, onipotente, onipresente e não tem forma. Não pode ser visto, ouvido, não tem sexo.
O ser humano pode se aproximar de Deus por meio de orações e recitação do Corão. Para os islâmicos, Deus não tem filho ou parentes, e não há outro deus superior a Alá.
A oração cinco vezes por dia é a base da fé islâmica, feita na mesquita ou em qualquer outro lugar. Antes das orações da tarde nas sexta-feiras, o imã da mesquita fala sobre um assunto relevante baseado no corão ou na história sobre a vida de Maomé.
O imã não é um sacerdote, mas um islâmico devoto que conhece bem o corão e goza de grande respeito na comunidade muçulmana.
Nomes de Deus
Para os islâmicos, há vários dogmas relacionados a Deus:
- Só existe um Deus e não pode haver outro.
- Deus é chamado de Alá que significa “Aquele que é Deus”.
- Deus é poderoso
- Deus criou todas as coisas
- Deus é misericordioso e compassivo
- Deus sempre existiu e sempre vai existir e é atemporal
- Deus está presente com os islâmicos todo o tempo
- Maomé é o mensageiro de Deus
- Deus tem 99 nomes
O Corão
O Corão é considerado a palavra de Deus e contém os fundamentos da fé islâmica. De acordo com a tradição, o Corão foi ditado a Maomé pelo arcanjo Gabriel.
Por causa de sua origem considerada divina, o Corão nunca foi alterado desde que foi compilado. Cópias do corão são tratadas com grande respeito. Os muçulmanos acreditam que o corão é cópia fiel de um texto que existe no céu.
O único texto considerado legítimo do Corão é o do original em árabe. Islâmicos consideram as traduções para outras línguas “versões do original”.
O corão tem 114 capítulos chamados de suras quem contêm nomes e números. Os islâmicos preferem ouvir a ler o corão silenciosamente, e há várias páginas na internet onde o corão pode ser ouvido.
O hadiths são histórias sobre as palavras e atos de Maomé e seus companheiros ou seguidores contemporâneos. Esses manuscritos são considerados os textos mais sagrados depois do Corão.
Mesquita
O lugar de culto dos islâmicos é a mesquita - palavra que deriva do árabe e quer dizer lugar de prostração.
Os islâmicos não acreditam em reencarnação. Assim como para os cristãos, existe apenas uma vida, vindo depois disso o julgamento final. E também como o cristianismo, o islamismo é uma religião missionária que procura converter pessoas.
Do lado de fora de cada mesquita ou até mesmo na entrada do prédio existe um lugar onde devem ser depositados os calçados dos fiéis.
Também há mesquitas que oferecem possibilidade de banho antes das orações. Todos se sentam no chão porque diante de alá, todos têm o mesmo status.
Mulheres podem assistir às orações nas mesquitas, mas têm que sentar separadas dos homens para não lhes causar nenhuma distração. É mais comum que as mulheres rezem em casa.
Para orientar os fiéis, uma coluna em uma das paredes, o mihrab, aponta para a direção de Meca.
Feriados islâmicos
Há apenas duas festas islâmicas, o Eid-al-Fitr e o Eid-al-Adha - a palavra Eid significa festa, feriado. Mas há varias outras datas comemoradas pelos muçulmanos.
Al-Hijra é o ano-novo dos muçulmanos, em comemoração à hégira, quando Maomé muda de Meca para Medina.
Ashura é um dia de jejum para os islâmicos que marca dois eventos históricos: o dia em que, segundo eles, Noé saiu da arca e o dia em Moisés foi salvo dos egípcios por Alá.
Os islâmicos xiitas comemoram nesse dia o martírio de Hussei, o genro de Maomé, em 680.
O aniversário de Maomé, quando o profeta e sua vida são lembrados. Pais contam histórias sobre a vida de Maomé para os fihos.
Lailat al Miraj é o dia em que Maomé teria viajado de Meca a Jerusalém em uma noite sobre as asas de Buraq, ele ascende ao céu para se encontrar com os profetas anteriores e Deus. Foi neste dia que Maomé diz ter recebido a revelação de que islâmicos deveriam orar cinco vezes por dia.
Já Lailat al Qadr é a noite do poder em que o corão foi revelado a Maomé, e Eid al Fitr marca o fim do Ramadã, o mês do jejum dos islâmicos.
Eid el Adha é o nome do festival do sacrifício que marca o fim da peregrinação à Meca, o hajj. Os peregrinos viajam até o vilarejo de Mina, onde eles atiram pedras contra três colunas.
Os peregrinos passam vários dias em Mina. Após atirar pedras na primeira coluna, eles sacrificam um animal para lembrar a época em que Ibrahim ou Abraão sacrificava um cordeiro a Deus.
Com cerca de 1,2 bilhão de seguidores, o islamismo, fundado pelo profeta Maomé há 1.400 anos no que hoje é a Arábia Saudita, é a segunda maior religião do mundo em número de fiéis.
O termo "islã" vem do árabe e significa submissão. Uma pessoa se submete à vontade de Deus, conhecido no Islã como Alá, para viver e pensar como Alá deseja.
Islamismo é mais do que um mero conjunto de convicções religiosas. A fé islâmica proporciona um sistema social e legal e estabelece diretrizes para administrar a vida em família.
O islamismo oferece ainda códigos de vestimenta, higiene e ética, lei e ordem, assim como rituais religiosos e devoção a Deus.
Os cinco pilares da fé islâmica:
1- A declaração da fé chamada de shahada: “Confesso que não há outro deus a não ser alá e que Maomé é o profeta de Alá”. Essa frase tem que ser dita pelo muçulmano ao levantar e antes de dormir.
2- O ritual de oração realizado cinco vezes por dia por todos os islâmicos acima de 10 anos. A oração é feita em direção à cidade de Meca, na Arábia Saudita.
3- Observar o jejum durante o mês sagrado do Ramadã (tempo especial para oração intensa e auto-exame), que ocorre no nono mês do calendário islâmico.
4- Dar esmolas aos pobres, o equivalente a 2,5% das economias de um ano.
5- Pelo menos uma vez na vida , fazer o hajj, a peregrinação à cidade de Meca (durante o hajj, o islâmico se dedica inteiramente a Alá). Cada peregrinação costuma reunir dois milhões de muçulmanos de todo o mundo em Meca. O alvo da peregrinação é a caaba, construção em forma de cubo na qual se reverencia um meteorito negro que fica no centro da grande mesquita em Meca.
Na peregrinação, os islâmicos dão sete voltas ao redor da caaba, que acreditam tenha sido construída por Abraão ou Ibrahim que se tornou um lugar pagão completo de ídolos.
Maomé retirou as imagens do local após a conquista de Meca em 630, e hoje o local é o mais sagrado do mundo islâmico.
Para ir ao hajj, a pessoa tem que ser islâmica, entender o significado espiritual da jornada, estar fisicamente capaz, pagar sua própria viagem e sustentar a família enquanto estiver em Meca.
Quando o Ramadã termina, os muçulmanos celebram o Eid Al Fitr, há troca de presentes, orações, refeições especiais, e os fiéis vestem roupas novas.
Durante o Ramadã, os fiéis se abstêm dos prazeres do corpo desde o amanhecer até o anoitecer.
Não se podem fazer refeições, fumar, mascar chicletes e manter relações sexuais. Os fiéis também devem se abster de maus pensamentos, fazer o bem e exercer o auto-controle.
Xiitas e sunitas
Os países com as maiores populações islâmicas se encontram não no Oriente Médio, onde a religião surgiu, mas em outras partes da Ásia.
Com 170 milhões de muçulmanos, a Indonésia é o maior país islâmico do mundo, seguido do Paquistão (136 milhões), de Bangladesh (105 milhões) e da Índia (103 milhões).
Os lugares considerados mais sagrados pelos muçulmanos são: as cidades de Meca, Medina e Jerusalém, todas localizadas no Oriente Médio.
Há dois grupos de islâmicos: os sunitas que formam 90% de todos os fiéis, e os xiitas, que são a maioria em países como o Irã e o Iraque.
Os islâmicos acreditam que tudo na vida deve ser submetido a Deus. Por isso, muçulmanos têm dificuldade de entender a separação que ocidentais fazem entre a vida religiosa e a vida secular.
Para os muçulmanos, está é uma atitude completamente errada, pois não somente indivíduos, mas as instituições de uma sociedade também devem servir a Alá.
Provérbios 14.10
Gilson,
É com bastante alegria que comunico que três cristãos da Argélia, falsamente acusados, foram absolvidos na semana passada! Se fossem condenados, teriam de cumprir a sentença de três anos na prisão. Louvamos a Deus por essa intervenção, mas agradecemos especialmente pelo testemunho que os cristãos mantiveram: o de perdoar o acusador. Leia a notícia completa aqui .
Infelizmente, Saba Masih, do Paquistão, não tem a mesma história. Essa garota de 13 anos foi seqüestrada e forçada a se casar com seu raptor. Sua irmã estava nas mesmas condições, mas foi devolvida à família. Com base em algumas declarações que fez, o advogado pretende reabrir o caso. Isso, entretanto, pode fazer com que a irmã libertada seja entregue novamente aos captores. Entenda o caso e peça a Deus para derramar sabedoria ao advogado.
Os cristãos da Somália também enfrentam dias difíceis. Um ex-muçulmano foi decapitado em setembro de maneira brutal, perante muitas testemunhas. Cristãos somalis que fugiram do país disseram que até mesmo no exílio , são perseguidos por outros somalis. Interceda por essa nação.
A história da Igreja Perseguida tem seus momentos de alegria, como na Argélia. Mas esses momentos estão sempre entremeados de outros casos não tão felizes assim. É por isso que precisamos estar sempre em oração pelos perseguidos. Em algum lugar deste mundo, um irmão precisa desesperadamente de nossa oração.
No amor do Mestre,
Renata Éboli
Marca e Relacionamento
Leia mais sobre ele na Wikipedia. Ele fazia parte da banda Backstreet Boys. Para ler comentários sobre sua conversão e estilo musical, veja este blog.
Minhas Igrejas
Aceitei o Senhor Jesus como Senhor e Salvador do meu corpo, alma e espírito em 1979, com apenas 11 anos na Igreja Presbiteriana Moriah, em Americana, SP. Em 1982 fui batizado, na época a igreja chamava-se Igreja Presbiteriana do Bairro São Domingos e o pastor era o Pr. Pedro Alves de Oliveira. Em 1998, por ceder às minhas concupiscências, afastei-me da igreja do Senhor. Em 2000 reconciliei-me com a igreja do Senhor na Igreja Batista do Caminho em Santa Bárbara d'Oeste. Em 2009, para ficar próximo do meu serviço, tornei-me membro da Primeira Igreja do Evangelho Quadrangular em Paulínia-SP. Em 2010, mudei para a Terceira Igreja do Evangelho Quadrangular do Pr. Eliseu e Pra. Luciana, ainda em Paulínia, na Vila Nunes, por motivo de proximidade entre residência, igreja e trabalho!











Segurando a corda? Os mantenedores e intercessores.
No altar? Em santidade!

Comentários Recentes