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domingo, 28 de dezembro de 2008

O Toque de Deus - David Wilkerson


  Daniel testificou dizendo: "Eis que certa mão me tocou, sacudiu-me e me pôs sobre os meus joelhos e as palmas das minhas mãos" (Dn 10.10). A palavra para "tocar" aqui significa sacudir violentamente. Daniel estava dizendo: "Quando Deus colocou suas mãos sobre mim, fiquei prostrado. Seu toque despertou em mim uma urgência de buscá-lo com todas as minhas forças."

Isso acontece toda vez que Deus toca a vida de alguém. Tal pessoa se coloca de joelhos e se torna um homem ou mulher de oração, impelido a buscar o Senhor.

Eu sempre quis saber por que Deus desperta essa urgência apenas em algumas pessoas. Por que alguns servos se tornam famintos por Deus, enquanto outros crentes continuam levando suas vidas normalmente? Aqueles servos que foram tocados por Deus têm um relacionamento íntimo com o Senhor. Recebem revelações do céu e desfrutam de um caminhar com Cristo raramente experimentado por outras pessoas.

Lembro-me de Daniel. Este servo devoto foi tocado por Deus de forma sobrenatural. Havia muitas outras pessoas boas e piedosas servindo ao Senhor naqueles dias. Entre elas estavam Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, assim como Baruque, um escriba de Jerusalém. Muitos outros israelitas também mantiveram sua fé durante o exílio na Babilônia. Em torno de 40.000 deles retornariam a Jerusalém para reconstruir o templo.

Então, por que Deus colocou sua mão sobre Daniel, tocando-o dessa maneira? Por que esse único homem foi capaz de ver e ouvir coisas como nenhum outro homem? Ele declara: "Só eu, Daniel, tive aquela visão; os homens que estavam comigo nada viram" (Dn 10.7).

Eis a incrível visão que Daniel teve: "Levantei os olhos e olhei, e eis um homem vestido de linho, cujos ombros estavam cingidos de ouro puro de Ufaz; o seu corpo era como o berilo, o seu rosto, como um relâmpago, os seus olhos, como tochas de fogo, os seus braços e os seus pés brilhavam como bronze polido" (Dn 10.4-6).

Esta foi uma visão do próprio Cristo, nítida e vívida. De fato, essa foi a mesma visão que João recebeu na Ilha de Patmos (veja Ap 1.13-15). Aqui, Deus fala com Daniel de maneira inconfundível, "como o estrondo de muita gente" (Dn 10.6). Não foi algo discreto ou apenas um cochicho, mas o som de um tumulto ruidoso.

O Senhor se revelou a Daniel desta maneira por uma razão específica: ele queria pôr fim ao longo período de escassez de sua Palavra. Ele determinou que o tempo para liberar uma mensagem à humanidade caída havia chegado e queria que seus servos soubessem o que ele estava para fazer e o porquê: "Agora, vim para fazer-te entender o que há de suceder ao teu povo nos últimos dias; porque a visão se refere a dias ainda distantes" (Dn 10.14).

Mas Deus precisava de uma voz para proclamar sua mensagem. Ele queria um homem de oração, alguém que respondesse fielmente ao seu chamado. Daniel era esse homem. Ele já orava com devoção três vezes por dia. Então, enquanto caminhava às margens do rio, o próprio Cristo se revelou a ele. Daniel foi impactado com a experiência. Ele diz: "... caiu sobre eles grande temor, e fugiram e se esconderam. Fiquei, pois, eu só e contemplei esta grande visão, e não restou força em mim ... Contudo, ouvi a voz das suas palavras" (Dn 10.7-9).

A Bíblia não identifica que homens eram estes que estavam com Daniel. Podiam ser guardas babilônios ou oficiais do governo. Afinal, Daniel ocupava um alto posto no reino. Em minha opinião, estes homens eram israelitas, amigos piedosos de Daniel. Entretanto, se eram israelitas, por que fugiram? Daniel relata que eles não viram nem ouviram coisa alguma. Que motivo eles teriam para se esconder?

Eis o porquê: Deus estava no processo de conquistar Daniel completamente. Ele estava preparando seu servo, no seu corpo e na sua alma, para receber uma palavra do céu. Eis uma premissa maravilhosa: sempre que Deus toca um de seus servos, daqueles que se dedicam seriamente à oração, ele se manifesta naquele vaso humano. Primeiro ele o despe totalmente do seu egocentrismo, depois o conquista totalmente.

Presenciar um processo como este pode causar medo nos cristãos carnais. Os pecados ocultos ou serão queimados, ou impulsionarão a pessoa a fugir da cena. Lembro-me de como, há alguns anos, antes de mudarmos a base do nosso ministério para Nova Iorque, minha própria vida foi sacudida desta forma. Minha esposa, Gwen, e eu estávamos sentados no pátio de nossa casa no Texas com alguns outros casais cristãos. Repentinamente, o Espírito de Deus me tomou e caí prostrado.

O Senhor começou a falar ao meu coração a respeito de almas perdidas. Logo comecei a chorar e a profetizar. Senti-me como se estivesse na presença de Deus, como se tivesse sido arrebatado deste mundo. Seu Espírito estava se movendo em mim, chamando-me, dando-me uma visão para o ministério. Não sei por quanto tempo permaneci naquele estado. Tudo o que sei é que, durante este tempo, nossos visitantes se desculparam e foram embora. Algo acerca desta manifestação os espantou.

Sempre me perguntei: será que tal toque sobrenatural de Deus é simplesmente uma questão de predestinação? Será que aqueles que recebem seu toque foram escolhidos e eleitos para isso antes de nascerem? Será que ser dedicado à oração, ser tomado pelo Espírito e receber palavras do trono de Deus são coisas que simplesmente fazem parte de seu destino?

Pergunto estas coisas, movido por uma inexplicável sede que Deus colocou em minha alma. Meu homem interior clama por uma revelação de Cristo. Algo em mim se recusa a se contentar com a revelação recebida por intermédio de outra pessoa. Por quê? Porque estou convencido que Deus tem uma palavra a ser revelada a esta geração e neste exato momento está buscando na terra servos a quem possa usar plenamente. Ele quer homens e mulheres que servirão como seus oráculos a um mundo perdido. Somente sua Palavra poderosa e ungida poderá combater o espírito cada vez mais forte do Islamismo. E apenas sua verdade pode desferir um golpe mortal à hipocrisia dentro da sua própria igreja.

Como o mundo mudou de repente! Depois que as Torres Gêmeas caíram em Nova Iorque, a freqüência nas igrejas nos E.U.A aumentou. Multidões voltavam em bandos para as igrejas, pela primeira vez em anos. De repente Deus se tornou popular novamente. Seu nome era mencionado em todos os eventos esportivos, em todas as sessões do governo e em todos os ajuntamentos cívicos. Parecia que toda a nação estava orando e falando sobre Deus.

Hoje, no entanto, a freqüência se tornou menor do que antes do desastre de 11 de setembro. Uma pesquisa popular feita recentemente sintetizou o que as pessoas estão dizendo: "Fui à igreja, mas foi uma experiência desagradável e nunca mais voltei." "Nada estava acontecendo lá. Perdi meu tempo." "Absolutamente nada que vi lá me fez sentir o desejo de voltar."

Como isso pôde acontecer? Aconteceu porque a igreja perdeu sua autoridade espiritual. A maioria dos sermões que aquelas pessoas ouviram eram mortos, sem vida. Revelavam o estado real da igreja: fraca e destituída do verdadeiro caráter de Deus. Agora, as pessoas estão se fazendo de surdas para o evangelho. Os jovens, principalmente, estão rejeitando a igreja, como algo irrelevante. Não querem nada com uma instituição ridicularizada perante os olhos do mundo.

Mas Deus está prestes a mudar este quadro. Neste momento o Senhor está levantando homens e mulheres que tiveram um toque de Deus e que foram tomados pelo Espírito. Ele incendiará estes servos com a sua verdade e o toque divino em suas vidas fará com que o mundo inteiro preste atenção.

Uma palavra pura está para ser liberada dos céus mais uma vez. Exporá toda hipocrisia e todo engano do diabo. O islamismo será revelado como uma religião de raízes satânicas. Tudo aquilo que for da carne – interesses pessoais, materialismo e lascívia – será exposto sob a intensa luz da Palavra de Deus. Verdades que causam forte convicção de pecados serão pregadas por esta nova geração de caçadores de Deus – pessoas que fixaram seu coração a buscar inteiramente a Cristo.



  1. Deus fez de Daniel seu oráculo porque ele nunca desistia de orar.


Deus toca todo servo que persevera na oração. Ele procura aqueles que se dispõem à disciplina a fim de ouvir sua voz. A Bíblia chama esta atitude de "inclinar o coração". Daniel escreveu: "Voltei o rosto ao Senhor Deus, para o buscar com oração e súplicas, com jejum, pano de saco e cinza" (Dn 9.3).

Daniel diz ainda: "Falava eu ainda, e orava, e confessava o meu pecado e o pecado do meu povo de Israel, e lançava a minha súplica perante a face do Senhor, meu Deus, ... quando o homem Gabriel... veio rapidamente, voando, e me tocou à hora do sacrifício da tarde (Dn 9.20-21). Em suma, Daniel está dizendo: "Deus me tocou enquanto eu o buscava intensamente em oração".

Seu relato deixa algo muito claro: ele não obteve entendimento da Palavra de Deus estudando sob a tutela de mestres. Não foi por meio das instituições da Babilônia que obteve conhecimento de eventos futuros. Ninguém poderia ensinar-lhe a interpretar sonhos que tiveram origem sobrenatural. Daniel declarou:"... falava ainda na oração ... ele ... falou comigo e disse: Daniel, agora, saí para fazer-te entender o sentido" (Dn 9.21-22).

Resumindo, as orações de Daniel trouxeram uma palavra do Trono de Deus. "Então, me disse: Não temas, Daniel, porque, desde o primeiro dia em que aplicaste o coração a compreender e a humilhar-te perante o teu Deus, foram ouvidas as tuas palavras; e, por causa das tuas palavras, é que eu vim ... Agora, vim para fazer-te entender o que há de suceder ao teu povo nos últimos dias" (Dn 10.12-14).

De que maneira Daniel estivera orando, para resultar em tamanha visitação? As Escrituras nos dizem que ele passara três semanas em total quebrantamento:"Naqueles dias, eu, Daniel, pranteei durante três semanas. Manjar desejável não comi, nem carne, nem vinho entraram na minha boca, nem me ungi com óleo algum, até que passaram as três semanas inteiras" (Daniel 10.2-3).

Daniel havia passado vinte e um dias se humilhando, pranteando de joelhos, quebrantando sua carne, inclinando seu coração para receber revelação divina. Ele não cronometrava estes períodos de oração. Antes, estava fazendo uma declaração de guerra: "Senhor, não sairei da tua presença até discernir aquilo que o Senhor está fazendo. Para mim não importa o preço que terei de pagar."

Hoje, neste momento da história, o povo de Deus precisa de uma palavra do céu como nunca antes. Nunca antes as pessoas estiveram tão entediadas e doentes de sermões secos e sem vida. Aqueles que têm coração para Deus estão literalmente clamando por uma palavra que lhes traga impacto e mudança de vida. A maioria dos púlpitos, porém, está ocupada por homens sem autoridade espiritual. Estes pastores sem vida de oração não conseguem compreender o tempo em que vivem, são incapazes de trazer esclarecimento e esperança para suas congregações temerosas.

Outra coisa também aconteceu a Daniel, enquanto orava. Ele foi esvaziado de suas habilidades de oratória naturais. O Senhor agora tocou seus lábios para lhe dar a capacitação de falar como seu oráculo. Deus disse ao seu servo: "Já santifiquei sua boca e agora vou falar através de você."

Todo aquele que fala por Deus precisa ter sua língua purgada e purificada. A Bíblia nos dá exemplo após exemplo disso:


  • Jeremias: "Depois, estendeu o Senhor a mão, tocou-me na boca e o Senhor me disse: Eis que ponho na tua boca as minhas palavras" (Jr 1.9-10). 
  • Isaías: "Então, disse eu: ai de mim! Estou perdido! Porque sou homem de lábios impuros... e os meus olhos viram o Rei, o Senhor dos Exércitos! Então, um dos serafins voou para mim... com a brasa tocou a minha boca e disse: Eis que ela tocou os teus lábios; a tua iniqüidade foi tirada, e perdoado o teu pecado" (Is 6.5-7). 
  • Daniel: "E eis que uma como semelhança dos filhos dos homens me tocou os lábios; então, passei a falar..." (Dn 10.16-18).


As experiências destes homens servem de exemplos para todos nós: Deus está buscando pessoas que estejam dispostas a gastar tempo com ele, buscando-o regularmente e esperando em sua presença. Como dedicados atletas olímpicos, tais servos gastarão horas se disciplinando, durante períodos de semanas e meses.

Você pode dizer: "Não posso gastar várias horas do meu dia em oração. Tenho obrigações a cumprir como qualquer outra pessoa." Permita-me salientar o fato de que Daniel também era um homem muito ocupado. Como proeminente oficial do governo, havia enormes pressões sobre ele. Mesmo assim, Daniel dispôs seu coração a buscar o Senhor. Diariamente, separava tempo de qualidade – três vezes ao dia, de fato - para orar. Deus lhe respondeu com uma visão impressionante: "Eu, Daniel, enfraqueci e estive enfermo alguns dias; então, me levantei e tratei dos negócios do rei. Espantava-me com a visão, e não havia quem a entendesse"(Dn 8.27). Mesmo na doença ou durante seus afazeres diários, Daniel buscava o Senhor.

Deus está procurando este mesmo tipo de urgência em suas ovelhas hoje. Ele está procurando pastores que estejam cansados de pregar meros sermões, do esforço contínuo para achar alguma mensagem nova que, no fim, causa tão pouco impacto nas pessoas. Ele busca pregadores que prefiram morrer e estar com Jesus a persistir nesta condição espiritualmente improdutiva. Estes ministros famintos clamam: "Oh, Deus, coloca o teu fogo em minha alma. Quebra-me, quebranta-me, revoluciona minha vida. Não posso continuar com essa rotina. Eu preciso do teu toque. Quero servir como oráculo do Senhor para falar com o teu povo." Este é o clamor de coração daquele servo que foi tocado por Deus.



  1. Daniel sofria pelo declínio espiritual que via na sociedade e na Igreja. 

    Há muitos homens e mulheres de Deus hoje que gastam horas em intercessão. Estes servos abençoados caminham pela fé com grande convicção. Entretanto, muitos deles não se afligem pelos pecados de nossa nação ou pela morte espiritual na casa de Deus. Não estou sugerindo que os cristãos devam andar por aí demonstrando tristeza ou depressão. Mas pode haver uma atitude de coração até no crente mais feliz que o levará a lamentar a mornidão espiritual da igreja e o declínio moral da nação.

    Vemos isso na vida de Daniel. Claramente, Daniel vivia naquela sociedade e sofria com a dor do coração de Deus. Naquela época, Daniel recebia visões no meio da noite. Ele foi miraculosamente liberto da cova dos leões. O Senhor estava abençoando e prosperando tremendamente este homem. Mesmo assim, em momento algum Daniel excluiu da sua mente as coisas terríveis que Deus lhe mostrara acerca de Israel: "Quanto a mim, Daniel, o meu espírito foi alarmado dentro de mim, e as visões da minha cabeça me perturbaram" (Dn 7.15).

    Eis um homem que dormia pensando no Senhor. Seus pensamentos não estavam tomados com alguma nova idéia para seus negócios, nem com imagens sensuais. Daniel buscava o Senhor continuamente, em súplicas. E agora o céu estava aberto para ele, trazendo visões do futuro. Daniel estava entrando numa tremenda dimensão profética, pois escolhera sentir as dores de Deus.

    Então o Senhor começou a revelar seus planos a Daniel. Ele estava prestes a arrancar os instrumentos do mal e a colocá-los por terra. Em breve abalaria as nações perversas e as destruiria.

    O dia do Juízo estava próximo e o tempo estava se esgotando. O Rei estava chegando e os selos logo seriam abertos. Inacreditavelmente, entretanto, o povo de Deus estava adormecido, indiferente a tudo o que estava acontecendo.

    Por isso, Daniel se afligia pela morte espiritual e iniqüidade na casa de Deus. Em suas próprias palavras: "As palavras divinas, as visões do futuro me espantaram. Elas alarmaram minha alma e me fizeram prantear e sofrer" (veja Dn 9).

    Vejo uma cena parecida na casa de Deus hoje. Ministérios e igrejas fecharam seus corações às advertências proféticas. Eles se recusam a ouvir ou falar qualquer coisa negativa. Em suas mentes, é tempo de simplesmente curtir a vida. Muitas destas mesmas pessoas, porém, um dia experimentaram algum tipo de milagre. Oraram pela salvação de familiares ou queridos e viram a resposta de Deus, sofreram com o declínio moral da sociedade e aguardavam ansiosamente a volta de Cristo. Agora, porém, têm sua própria agenda. Não estão dispostos a gastar mais suas energias sofrendo ao lado de Deus por uma nação que está morrendo ou por uma igreja morna. Como as Escrituras dizem: "... não vos afligis com a ruína de José" (Amós 6.6).


  2. Deus revela sua Palavra àqueles que se recusam a esconder ou a acobertar o pecado.


Daniel recebeu o toque de Deus simplesmente porque estava disposto a sentir as dores do seu coração. Ele orava: "Senhor, o que está acontecendo? Preciso discernir o tempo em que vivemos. Mostra-me para que eu possa alertar o teu povo." Ele não se importava com a possibilidade de ser escarnecido. Estava consumido pelo zelo de conhecer o coração de Deus e confessou seu pecado abertamente.

"Orei ao Senhor, meu Deus, confessei e disse: ah! Senhor! Deus grande e temível... temos pecado e cometido iniqüidades, procedemos perversamente e fomos rebeldes, apartando-nos dos teus mandamentos e dos teus juízos" (Dn 9.4-5).

Eis outra marca de alguém que é conforme o coração de Deus: ele se identifica com os pecados da igreja. É uma pessoa que clama por santidade, tanto nele como no povo de Deus em geral. Uma igreja pode até fazer reuniões de oração regularmente, mas sem pureza a oração não tem poder algum. A mensagem que Deus quer transmitir ao seu povo deve vir de lábios que foram purificados.

Lanço um desafio a todo pastor, a todo professor e a todo leigo: busque desesperadamente o toque de Deus. Mantenha sua comunhão com o Senhor. Jejue junto com sua intercessão e permita que o Espírito Santo examine seu coração. Ele trará à luz tudo que é perverso, todo elemento de rebeldia e pecado que estiver escondido em seu coração. E tratará com você a respeito de cada área de desobediência.

Logo, você não conseguirá mais tolerar nenhum tipo de hipocrisia ou indiferença em sua vida. Suas orações se tornarão em clamores por santidade. Então, toda vez que se deparar com o pecado na casa de Deus, você chorará: "Oh, Deus, pecamos contra o Senhor." Quando isso acontecer, você saberá que Deus o tocou. Saberá que ele já começou sua obra divina em sua vida, mudando-o, ungindo-o de maneira nova e preparando-o para uma obra maior.


Este artigo foi publicado em inglês no jornal periódico Times Square Church Pulpit Series, por World Challenge, INC. Todos os direitos autorais e de publicação pertencem a: World Challenge, INC., P.O. Box 260, Lindale, TX 75771, E.U.A.

Artigos em português de David Wilkerson podem ser encontrados na Internet, no site: www.worldchallenge.org, ou direto em www.tscpulpitseries.org

Fonte: Extraído do Arauto da Sua Vinda, ano 21, número 2 

2 comentários:

  1. Obrigada por este sermao

    Espero que o que voce coloca no site , o viva tambem.

    A disciplina e a obediencia sao os verdadeiros meios de uma vida em Cristo verdadeira.

    E o diabo nao quer que saibamos isso. Deus vos abençoem .

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  2. Olá Anônimo

    A disciplina e a obediência às Sagradas Escrituras são os verdadeiros meios de uma vida em Cristo Verdadeira.

    Obrigado pela sua exortação. Busco viver assim. É o meu desejo, mas, como Paulo, digo:

    O que quero fazer, não faço. E o que não quero, acabo fazendo.
    Quem me livrará do corpo desta morte?

    Gilson de Moura
    Missões e Adoração

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