Missionários!!



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Jesus, o motilone - parte 11

Gilson Moura | 9.6.08 | Deixe seu comentário

Refém! - última parte
Por Bruce Olson, Maio 1990

Extraído do texto Rehén! (em espanhol e traduzido por mim).

Libertado!
Na manhã seguinte, fui abordado por Federico, um líder da guerrilha, e disse-me:
-- Bruce Olson, tenho boas notícias para você. Estás livre! Você é feliz?
Eu dei de ombros.
Com indiferença, repliquei - Estou preocupado com os motilones. O que será deles?
-- Sim, sim - me tranqüilizou -. Resolvemos deixar em paz os motilones, e você pode continuar o seu trabalho entre eles, como antes. Foi um erro de ter seqüestrado e espero que encontre na sua grandeza interna o necessário para nos perdoar. Você está feliz agora?
Saí a livre 19 de julho de 1989, e só então descobri que o mundo exterior estava consciente do meu cativeiro.
Os motilones e quase todas as outras tribos na Colômbia, agindo como um só povo, pela primeira vez, aderiu ao apoio de "o homem branco que é nosso irmão". Ameaçaram declarar guerra total com a guerrilha se não me libertassem. Os meios de comunicação social aderiram à sua causa, e logo todo o povo colombiano tinha concordado, denunciando a guerrilha.
O presidente da Colômbia, Virgilio Barco Vargas, congratulou-se com o meu regresso à civilização.
"Você é um símbolo nacional", disse ele. "Pela primeira vez na história, os índios têm defendido um homem branco. Sua causa uniu nosso povo e deu coragem para lutar contra o terrorismo".
Tenho seguido com grande pesar a notícia da guerra sobre as drogas na Colômbia, mas também estou muito orgulhoso. No povo colombiano, há uma nova determinação de se opor aos cartéis da droga. Por que o povo ficou determinado a lutar?
A resposta não é fácil, mas lembre-se, após o meu regresso, esperava que as pessoas nas ruas de Bogotá para me dar boas-vindas. Todos declararam: "Os motilones nos inspiraram. Já não toleraremos esses criminosos por medo de perder as nossas vidas."
Talvez o papel dos motilones não é valorizado em toda a sua grandeza por muitos, mas penso que é real e importante. Peço a Deus e continuarei a fazê-lo para sempre.

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Sobre o autor: Meu nome é Gilson de Moura, sou cristão evangélico há mais de 30 anos. Não sou pastor, apenas um professor. Contudo, como todo cristão, sou um Missionário, porém mais "com as ideias" do que com os joelhos e bolso. Como todo ser humano deveria ser, também sou um Adorador do Deus Vivo! Casado com a Mari, pai da Camila e do Daniel. Autor do Blog Missões e Adoração.

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