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segunda-feira, 28 de abril de 2008

Situação Missionária do Mundo - slide 70



Para resumir e concluir...
Vivemos em um mundo onde 27% ainda não ouviu o Evangelho, mais de 1 bilhão de pessoas. 33% das pessoas do mundo se dizem cristãs, mas com quantos podemos contar para levar a mensagem àqueles que ainda não ouviram?
No Brasil: já ouvimos como precisamos preencher as lacunas (nas áreas rurais, com os grupos étnicos minoritários, as tribos indígenas brasileiras, e também nas cidades nos bairros esquecidos).
E finalmente vendo o crescimento rápido do movimento missionário brasileiro perguntamos se esse movimento é só uma onda que logo vai passar, ou será que de fato reflete um compromisso longo e duradouro.
Pergunto isso por quê?
Porque os povos mais fáceis já foram alcançados. Agora precisamos de compromisso redobrado pois os povos ainda não alcançados são os mais resistentes ou de mais difícil acesso. São povos com muitos fatores complicadores: língua não traduzida, morando numa cidade grande de um país cujo governo e seus policiais são hostis ao Evangelho, onde os recursos médicos são escassos e os alimentos difíceis de serem conseguidos, onde os meios de comunicação são precários e as escolas inexistentes, onde ninguém sabe ler e os serviços públicos são fraquíssimos, só para citar alguns.
Que Deus levante mais e mais obreiros sustentados por igrejas que entendam que estes povos somente serão ganhos através de trabalho de longo prazo. Como a moça inglesa que tinha um forte chamado para o Nepal, aquele país hindu localizado acima da Índia. Ao descobrir que seu noivo não compartilhava do mesmo compromisso com a obra missionária, ela rompeu o noivado com ele e foi sozinha à Índia. Chegando na Índia ela disse aos missionários que lá estavam: Estou aqui só de passagem. Meu alvo é o Nepal. Eles responderam: Impossível. O Nepal é um país hindu, extremamente resistente e totalmente fechado. Ela respondeu: Mas meu chamado é para o Nepal, e é para lá que eu vou. E foi. Ela pegou um mapa e após verificar a cidade indiana mais perto da divisa com o Nepal, comprou uma passagem de trem, só de ida. Chegando nessa cidade, lá no norte da Índia, bem perto da fronteira com o Nepal, ela começou a estudar a língua:
·Ficou 5 anos e aprendeu a língua Hindi, a língua da Índia
·Ficou 10 anos e aprendeu o Nepalês, a língua do Nepal
·Ficou 15 anos e traduziu trechos chaves da Bíblia para o Nepalês e criou folhetos de evangelização na língua nepalesa
·Ficou 20 anos agora conversando com os nepaleses que atravessavam a fronteira e faziam compras na cidade indiana onde ela morava. Através dessas conversas ela ganhou amigos nepaleses, e começou a converter nepaleses, principalmente entre crianças.
·Ficou 25 anos, 30 anos, 40 anos, 50 anos. E todo esse tempo ela entra e sai do Nepal sem passaporte, sem visto, sem problema. Porque os guardas nepaleses que controlam a fronteira são todos seus convertidos, aquelas crianças ganhas para Cristo anos atrás agora adultos ainda seguem o Senhor.
·Hoje há uma forte igreja evangélica no Nepal cheia de crentes comprometidos que deve sua existência a esta simples mulher de visão e de perseverança.
Que o Senhor levante obreiros brasileiros assim: de perseverança, visão, e chamado claro que estejam dispostos a investir sua vida na causa mais importante no mundo: levar o Evangelho até aos confins da terra.

3 comentários:

  1. muito bom !! missoes e pra que tem um chamadoo naum somente dizer que e missionario
    ou que faz parte de missoes mais sim ter um chamado de Deus ... por que e viver pra Deus ,morrer pra si mesmo e viver pra cristoo!!

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  2. Ser cristão demanda em ser missionário.

    Ser missionário não é opção. É mandamento!

    Ou você ora, ou contribui ou vai! Missões, todos fazem! Todos devem fazer!

    Joio não faz missões! Nem adora a Deus

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  3. Jesus esta voltando! E hora de missoes urgente!!!!

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