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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

A Cruz de Cristo - A cruz

Estudo de célula que fiz em 2004 para minha igreja.


Introdução:
Esta é uma série de 14 estudos sobre a importância da cruz de Jesus Cristo. Ela foi baseada no livro “Encontro” do Pr. César Castelhanos e do livro “Ele escolheu os cravos” de Max Lucado. O objetivo principal dessa série de estudos é o crescimento espiritual do discípulo, o correto entendimento e compreensão do amor de Deus e do sacrifício de Jesus Cristo. Vamos acompanhar alguns momentos da prisão, julgamento, condenação, crucificação, morte, sepultamento e ressurreição de Jesus.

Texto base: 2 Coríntios 5:21.

Desenvolvimento do Estudo:
Em Is. 55:8 e 9 vemos que os nossos caminhos não tem nada a ver com os caminhos de Deus. Deus abomina o pecado. Em 1Tm. 2:4 lemos que Deus quer que todos se salvem. Deus nos ama tanto que quer que todos se salvem.
Como Deus pode ser Bom e Justo? Como Ele pode amar o pecador e detestar o pecado? Como Ele consegue redimir o pecador sem apoiar o pecado? Pode um Deus Santo negligenciar o pecado? Pode um Deus Bondoso punir nossos erros? A solução para esta situação é A CRUZ. Um instrumento de tortura se transformou em um movimento de esperança. No desenho abaixo vemos que Deus é extremamente SANTO (a coluna – o traço vertical) e extremamente AMOROSO (a travessa – o traço horizontal). A interseção (CRUZamento) é a solução para conciliar a SANTIDADE e a BONDADE de Deus, ou seja, é A OBRA DE JESUS NA CRUZ. Faça um desenho maior para seus discípulos verem.
Em 2Co. 5:21 lemos que Cristo se fez pecado por nós. Jesus nunca pecou. Foi tentado em tudo, mas nunca pecou, nem chegou perto de pecar! Mas mesmo assim, se fez pecado por nós. Na cruz, Deus derramou sua ira sobre Jesus. A ira que era dirigida a nós caiu sobre Jesus. Ele está à nossa frente.

Altura da cruz: a altura da santidade de Deus.
Largura da cruz: a largura do amor de Deus.
Interseção: Deus perdoou sem diminuir Seus padrões


Deus nos aceita porque Jesus está à nossa frente. Is. 43:25 nos afirma que foi Deus mesmo (através de Jesus) que nos perdoou (apagou as transgressões). Portanto, agora, podemos nos chegar diante de Deus, não como meros pecadores, mas sim, como pessoas restauradas. Muitas vezes nós nos lembramos de pecados que Deus já se esqueceu, que Ele já perdoou! Muitos confundem a doce voz do Espírito Santo com a voz do espírito imundo de acusação! Misericórdia. Jesus nos amou e morreu por nós, para que nós nos acheguemos diante de Deus com confiança! (Hb. 4:16). Deus não imputa mais os pecados aos salvos em Cristo, se permanecermos em Cristo e se buscarmos a santificação (2Co. 5:19). Estamos reconciliados com Deus. Quando pecamos, devemos buscar o arrependimento e pedir perdão a Deus, Jesus é o nosso advogado (1Jo.1:9 e 2:1).
Portanto, chega de viver miseravelmente, como uma pessoa que pede esmolas em frente da mansão. A mansão é nossa, temos direito de entrar nela e cear com Deus! Jesus nos deu essa honra!

Líder: Ministre em seus discípulos. Unja-os com óleo. Declare palavras de vitória. Eles têm que se quebrantar!


Veja os demais estudos.


Primeiro deve falar ao seu coração, depois, você transmite aos seus discípulos.
Deus vai te usar!

Um comentário:

  1. Prezado Irmão em Cristo,
    Somosuma pequena comunidade, que estamos aprendendo com o SENHOR, adorar e amar aos irmãos, pois é através destes, é que demosntramos que amamos a Deus.
    Neste tempo de tanta apostasia, de um evangelho barato, precisamos estar atentos como ministros e adoradores.
    A tendência de hoje é agradar a todos.
    Seria de bom proveito perguntarmos se nós estamos agradando ao Senhor da mesma maneira.
    Caso o amado irmão tenha alguma sugestão na parte da liturgia, cânticos ou mesmo da adoração mais específica, ficaremos eternamente agradecido.
    Em Cristo,
    Rev. Dr. Sebastião Mendes de Freitas
    Bispo Superintendente Geral Igreja Episcopal Reformada do Brasil

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