Você já ouviu falar dos cães de Noé? É, Noé teve cães que o ajudaram a colocar os animais na arca.

Eram 100(sem) cão javé! Cem cães da raça javé!

Meu Deus! Que barbaridade!

Mas que exegese ABSURDA é essa?

aguardem...
A mulher sábia é de ficá em casa! Só as loucas trabalham fora!

Esta afirmação está na Bíblia:

Provérbios 14:1 - Toda mulher sábia edifica sua casa....



Meu Deus! Que barbaridade!

Mas que exegese ABSURDA é essa?

aguardem...
O futebol é anti-bíblico!
Jesus afirma várias vezes que o futebol não é do bem!
Veja:
  • Jesus falou muitas vezes em pará a bola! - Mt. 13:3a - E falou-lhe de muitas coisas por parábolas
  • Jesus disse que o juiz era iníquo! - Lc 18:2 - ...o juiz, que nem a Deus temia, nem respeitava o homem
  • Jesus mandou tirar a trave! - Mt. 7:5 - ...tira a trave ...
Verifiquem que há versículos bíblicos que afirmam essa verdade: o futebol é pecado!

Meu Deus! Que barbaridade!

Mas que exegese ABSURDA é essa?

aguardem...


Esta série de postagens é uma divisão do texto escrito pelo Dr. Ron Kenoli para o Ilumina Gold. Os direitos estão reservados para Tyndale House Publishers.







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Acompanhe a leitura:





Louvor e Adoração - parte 1 - O QUE É LOUVOR?

Louvor e Adoração - parte 2 - O QUE É ADORAÇÃO?

Louvor e Adoração - parte 3 - ADORAÇÃO É ALGO QUE DEUS REQUER DE TODO O SEU POVO

Louvor e Adoração - parte 4 - A ADORAÇÃO É UM MANDAMENTO DE DEUS

Louvor e Adoração - parte 5 - SALMO 150, UM MODELO

Louvor e Adoração - parte 6 - O PROPÓSITO DO LOUVOR E DA ADORAÇÃO

Louvor e Adoração - parte 7 - PALAVRAS PARA LOUVOR

Louvor e Adoração - parte 8 - A MÚSICA NA BíBLIA

Louvor e Adoração - parte 9 - ORIGEM DA MÚSICA

Louvor e Adoração - parte 10 - USOS PARA A MÚSICA

Louvor e Adoração - parte 11 - USOS PROFANOS DA MÚSICA

Louvor e Adoração - parte 12 - INSTRUMENTOS MUSICAIS

Louvor e Adoração - parte 13 - QUALIFICANDO OS MÚSICOS PARA O CULTO

Louvor e Adoração - parte 14 - LOUVOR E ADORAÇÃO NO CÉU

Louvor e Adoração - parte 15 - A IMPORTÂNCIA DO LOUVOR E ADORAÇÃO NA HISTÓRIA DE ISRAEL

Louvor e Adoração - parte 16 - PENSAMENTOS

Louvor e Adoração - parte 17 - A BÊNÇAO DE ARÃO

Louvor e Adoração - parte 18 - EXEMPLOS DE FAMíLIAS QUE ADORAVAM JUNTAS

Louvor e Adoração - parte 19 - ADORAÇÃO COMO UMA ARMA

Louvor e Adoração - parte 20 - GRANDES ADORADORES DA BíBLIA

Louvor e Adoração - parte 21 - O PODER DO LOUVOR NA IGREJA

Louvor e Adoração - parte 22 - PAULO E SILAS LOUVARAM POR SUA SAíDA DA PRISÃO

Louvor e Adoração - parte 23 - A BÊNÇÃO APOSTÓLICA DE PAULO
Louvor e Adoração, por Ron Kenoli. Extraído do programa Ilumina Gold.


A BÊNÇÃO APOSTÓLICA DE PAULO

O apóstolo Paulo fundou igrejas por toda a Europa e Ásia Menor. Sua bênção apostólica e cartas levaram as igrejas a crescerem e manterem a liberdade em Cristo que recebiam através de suas pregações e ensinos.

Hoje também adotamos os escritos e exemplos que Paulo deu à igreja primitiva. Nossos modernos cultos de adoração seriam falhos em ordem, forma e foco sem a liderança que Paulo estabeleceu.
Louvor e Adoração, por Ron Kenoli. Extraído do programa Ilumina Gold.

PAULO E SILAS LOUVARAM POR SUA SAíDA DA PRISÃO

Atos 16:25-34 - Paulo e Silas foram presos ao tronco da cela. Eles começaram a cantar e orar à meia-noite. De repente um grande terremoto sacudiu os alicerces da prisão, as portas imediatamente se abriram e eles foram soltos. Não somente estavam soltos como foram capazes de levar o carcereiro e toda a sua família ao Senhor como resultado da dinâmica experiência.
Louvor e Adoração, por Ron Kenoli. Extraído do programa Ilumina Gold.

O PODER DO LOUVOR NA IGREJA

Atos 1:14-2:4 - Depois que Jesus ascendeu aos céus em seguida à Sua ressurreição, os discípulos se reuniram num cômodo superior e continuaram a orar. Foi durante esse tempo que o Espírito Santo desceu sobre eles. Quando todos tinham o mesmo pensamento, veio sobre cada um deles um vento impetuoso e línguas de fogo.

Colossenses 3:16 - Em sua carta à igreja de Colossos, Paulo exortou as igrejas a cantarem salmos, hinos e cânticos sacros. A música da igreja ajudará a congregação a compartilhar da mesma fé em relação à obra, feitos e promessas de Deus. Quando o povo de Deus é unânime no louvor Sua presença e Seu poder se manifestarão em bênção para o povo.
Louvor e Adoração, por Ron Kenoli. Extraído do programa Ilumina Gold.

GRANDES ADORADORES DA BíBLIA:

Enoque - Enoque andou com Deus: Deus o tomou para si. (Gênesis 5:24)

Noé - Deus poupou Noé e sua família do grande dilúvio (Gênesis 6:9)

Abraão - Abraão confiou em Deus e Deus lhe imputou justiça (Gênesis 15:6)

José -Sua integridade fez com que Deus o tornasse grande no Egito (Gênesis 39:3)

Moisés -Deus escolheu Moisés para livrar Seu povo da escravidão (Êxodo 3:10)

Josué - Assim como Deus esteve com Moisés, esteve também com Josué (Josué 1:5)

Samuel - O maior dos juízes sobre os Filhos de Israel (I Samuel 7:15)

Davi -Um homem segundo o coração de Deus (I Samuel 13:14)

Salomão - Deus lhe concedeu sabedoria (I Reis 4:29)

Elias - Foi arrebatado por Deus (II Reis 2:11)

Eliseu - Recebeu porção dobrada do espírito de Elias (II Reis 2:9)

Daniel -Tornou-se um grande líder na Babilônia (Daniel 5:7, 29)

Isaías - Grande profeta de Deus (Isaías 6:1-13)

Jeremias - Grande profeta de Deus (Jeremias 1:5)

Jesus - O Filho de Deus (Mateus 3:17)

Paulo -O grande apóstolo (Atos 26:16)

João -Escreveu a revelação do que virá (Apocalipse 1:19)
Louvor e Adoração, por Ron Kenoli. Extraído do programa Ilumina Gold.

ADORAÇÃO COMO UMA ARMA

Atos 16:25 -Paulo e Silas tinham sido presos ao tronco na prisão. À meia noite começaram a cantar e orar. De repente um grande terremoto abalou os alicerces da prisão e as portas imediatamente se abriram e eles ficaram soltos.

II Crônicas 20:21 - O Rei Josafá enviou cantores e músicos adiante dos exércitos louvando
o Senhor e declarando que Sua graça dura para sempre. Quando começaram a cantar e louvar o Senhor, Deus fez com que os exércitos inimigos começassem a lutar entre si. Quando louvamos a Deus em nossos tempos de lutas, Deus intervém e toma para Si as nossas batalhas.

Salmo 149:6-9 - O salmista declara que o louvor na nossa boca é como uma espada de dois gumes em nossa mão para fazer vingança aos inimigos do nosso Deus.
Louvor e Adoração, por Ron Kenoli. Extraído do programa Ilumina Gold.

EXEMPLOS DE FAMíLIAS QUE ADORAVAM JUNTAS

Êxodo 12:27 -Na noite da Páscoa, Moisés instruiu as famílias para prepararem o sacrifício da Páscoa e espargirem o sangue do cordeiro nos umbrais das portas de suas casas. A Páscoa era uma ordenança que seria estabelecida para sempre como um período de adoração familiar, para que cada família lembrasse como Deus livrou os filhos de Israel da terra do Egito.

Gênesis 22:5 Abraão levou seu filho Isaque ao topo do Monte Moriá como Deus ordenara. Abraão havia sido instruído a oferecer Isaque em holocausto como um ato de adoração. Deus interferiu e poupou Isaque providenciando um carneiro que estava preso pelos chifres a uns arbustos.

Salmo 22:27-"É perante ele se prostrarão todas as famílias das nações".

Atos 16:33 - Depois de Paulo e Silas terem sido milagrosamente salvos da prisão em Filipos, foram à casa do carcereiro. Toda a família do carcereiro creu no Senhor Jesus Cristo e foram todos salvos e batizados.
Louvor e Adoração, por Ron Kenoli. Extraído do programa Ilumina Gold.

A BÊNÇAO DE ARÃO

Números 6:24 -Deus deu instruções específicas a Arão com relação à bênção que daria aos filhos de Israel. Essa bênção reafirmou o amor e a graça de Deus sobre o seu povo.
"O Senhor te abençoe e te guarde; o Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre ti, e tenha misericórdia de ti; o Senhor sobre ti levante o seu rosto e te dê a paz."
Louvor e Adoração, por Ron Kenoli. Extraído do programa Ilumina Gold.

Pensamento de Hoje: No meio do seu sofrimento e da sua dor louve a Deus, porque só Ele é a verdadeira fonte de nossa alegria e satisfação na vida.

Pensamento do Dia: Música e culto são importantes para Deus, mas o que Deus está realmente procurando são os verdadeiros adoradores. Quando Deus encontra um verdadeiro adorador, pode fazer-lhe qualquer coisa e usá-lo como Seu instrumento.

Pensamento do Dia: Cânticos com as maravilhosas palavras de Deus e seus feitos em nossas vidas deveriam ser ensinados aos nossos filhos como um legado de esperança e confiança em Deus.
Louvor e Adoração, por Ron Kenoli. Extraído do programa Ilumina Gold.

A IMPORTÂNCIA DO LOUVOR E ADORAÇÃO NA HISTÓRIA DE ISRAEL

Gênesis 29:35 - A palavra Judá literalmente significa louvor. Depois que Lia deu à luz três filhos, tentando ganhar o amor e favor de seu marido Jacó, teve um quarto filho e começou a louvar ao Senhor. Nunca se soube se Jacó amou Lia verdadeiramente, mas pelos nomes que Lia deu a seus filhos vemos que ela amava e honrava a Deus. Parece que depois de seu terceiro filho ela desistiu de tentar obter o amor de seu marido e mudou a sua atenção para a adoração a Deus. Ela dá o nome de Judá ao seu quarto filho. Deus a honra permitindo que a linhagem do Messias fluísse através de seu ventre.
Lia pensou que seu objetivo era agradar o homem com quem se casou, mas Deus tinha um plano e propósito maior para sua vida. Porque continuou a olhar para Deus do meio do seu sofrimento e desapontamento, Ele a escolheu para estabelecer o louvor como o caminho através do qual Ele manifestaria toda a Sua glória.

Êxodo 15:20-Miriam, a profetisa e irmã de Moisés, guiou as mulheres de Israel através dos campos, depois de atravessarem o Mar Vermelho e verem os exércitos do Egito afogados nas águas, no lugar em que haviam acabado de atravessar. Elas cantaram e tocaram pandeiros celebrando o magnífico poder do Deus hebreu.

O cântico de canções era importante porque essas pessoas tinham sido escravas por 400 anos. É concebível que a maioria daquelas pessoas não soubesse ler ou escrever. Este cântico escrito por Moisés seria o último relato verbal do que Deus tinha feito em benefício deles. Este cântico de louvor seria ensinado aos seus filhos pelas gerações seguintes de tal forma que os milagres de Deus nunca foram esquecidos.

Salmo 150:6 - Quando um rei faz uma declaração imediatamente ela se torna lei. Quando o Rei Davi falou "...tudo que respira louve ao Senhor..." isto imediatamente se tornou lei. O Rei Davi era conhecido como um adorador desde o tempo em que era criança.

Mesmo assim ficou famoso por ser um guerreiro, rei e músico; seu coração de adorador suscitou-lhe graça para com Deus. Quando o profeta Samuel foi à casa do pai de Davi, declarou que Deus não olha para a aparência externa do homem mas para o coração do indivíduo (ISamuel 16:7). Deus viu que Davi tinha um coração que adorava verdadeiramente desde o tempo em que era uma criança apascentando as ovelhas de seu pai.
Louvor e Adoração, por Ron Kenoli. Extraído do programa Ilumina Gold.

LOUVOR E ADORAÇÃO NO CÉU

Louvor e adoração são constantemente ministrados ao redor do trono do Todo-Poderoso. Anjos, anciãos, querubim, serafim e outros seres viventes se reúnem em torno de Seu trono continuamente cantando canções de reverência e adoração a Deus e declarando Seu Amor e Senhorio.

Jó 38:7 -Deus nos deixa saber em Sua conversa com Jó que as estrelas da alva estavam cantando e os filhos de Deus gritando de alegria quando a criação da terra se completou.

Isaías 6:1-3 -Isaías ficou aterrorizado quando viu o Senhor no Seu Santo Lugar. Ele viu seres alados declarando a Santidade de Deus. O louvor era tão alto que os portais do templo do Senhor tremeram aos gritos dos serafins que honravam ao Senhor.

Apocalipse 4:8 -No relato de João sobre a sala do trono de Deus, os seres alados declaravam dia e noite a santidade de Deus. Enquanto falavam, os anciãos se curvavam e falavam de Seu mérito em receber toda honra e glória.

Lucas 4:14 -Na noite em que Jesus nasceu, multidões de hostes celestiais apareceram a um grupo de pastores cantando e louvando a Deus, enquanto declaravam o nascimento do Divino Infante.

Apocalipse 19:1-9 -Nessa parte da revelação de João, ele viu uma numerosa multidão dizendo "Aleluia! A salvação, e a glória e o poder são do nosso Deus. Glória e poder pertencem a ele somente..."

Louvor e adoração são as únicas coisas que serão feitas no céu eternamente.A bondade e grandeza do Senhor serão anunciadas através de toda a eternidade. Jesus admoestou os discípulos a orarem: "Faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu" (Mateus 6:10).

Claramente vemos que o louvor apaixonado está sempre presente no céu. Da mesma maneira, nós, aqui na terra, devemos fazer do louvor e adoração a nossa paixão e suprema prioridade.
Louvor e Adoração, por Ron Kenoli. Extraído do programa Ilumina Gold.

QUALIFICANDO OS MÚSICOS PARA O CULTO

I Crônicas 15:12 O Rei Davi nos dá um exemplo de como nos preparar para que a presença de Deus seja introduzida.
  • Os líderes devem se santificar. Devem se resguardar do pecado e se dedicarem às coisas de Deus (verso 12).
  • Devem ter conhecimento das coisas de Deus. Na primeira tentativa feita para levar a Arca de Deus para Jerusalém a falta de conhecimento custou a vida de um homem (verso 13).
  • Devem ter o desejo de carregar o ônus e a responsabilidade de fazer o trabalho que resulta do fato de estarem na presença de Deus (verso 15).
  • Os cantores e músicos eram indicados para as posições que ocupavam. Não podiam escolher a posição que queriam, nem podiam rejeitar a indicação que lhes fora feita (verso 16).
  • Os líderes eram escolhidos pelo seu nível de habilidade. Líderes habilidosos são capazes de manter um alto padrão de excelência e qualidade para outros seguirem (verso 22).
Louvor e Adoração, por Ron Kenoli. Extraído do programa Ilumina Gold.

INSTRUMENTOS MUSICAIS USADOS PARA ADORAÇÃO NOS TEMPOS BíBLICOS

CAMPAINHAS
Êxodo 39:25-26 -Minúsculas campainhas de ouro foram presas à barra das vestes do sacerdote.

CíMBALOS
I Crônicas 25:1 ; Neemias 12:27 -Esses instrumentos eram usados normalmente pelo Sacerdote. Inicialmente eram usados para acompanhar as trombetas, mas também para acompanhar a lira e outros instrumentos musicais.

SALTÉRIO
Daniel 3:5, 7, 10, 15- O saltério era um instrumento babilônico usado no tempo do Rei Nabucodonozor. Acredita-se que consistia de duas flautas amarradas a um saco de couro: assemelhava-se com a gaita de fole escocesa.

FLAUTA
Salmo 150:4 -As flautas da Bíblia eram instrumentos de sopro feitos de prata, bambu, madeira ou ossos. As flautas eram comumente usadas nos cultos da fertilidade e cenários seculares. O Rei Davi escreveu que até a flauta era um instrumento adequado para louvar a Deus.

GONGO
I Coríntios 13:1 -O gongo é um instrumento grande e barulhento usado em casamentos e outras ocasiões alegres.

HARPA
II Crônicas 29:25; Salmo 147:7; Isaías 23:16-A harpa é mencionada na Bíblia mais do que qualquer outro instrumento musical. Há duas formas de se tocar este instrumento: puxando-se levemente suas cordas ou dedilhando-as. A lira, o alaúde, o saltério e a viola são semelhantes no som e na função mas variam em tamanho, forma e número de cordas.

PANDEIRO
Salmo 68:25 -O pandeiro é um instrumento de percussão pequeno levado na mão e geralmente tocado por mulheres. O tabret e o tambor freqüentemente são mencionados como pandeiros.

TROMBETA
Levítico 25:9 - A trombeta, que era feita de metal ou osso, era usada pelo sacerdote para anunciar o Dia da Expiação. Era usada para recuperar as forças dos soldados no campo de batalha (Josué 6:4). O chifre de carneiro, ou shofar, era o favorito dos instrumentos do ritual judaico (Oséias 5:8).

VOZ HUMANA
Salmo 150:6 - O rei Davi declarou que tudo que tivesse fôlego louvasse ao Senhor. O maior de todos os instrumentos musicais é a voz humana. Todos os outros instrumentos musicais podem somente fazer belas harmonias, melodias e sons jubilosos. A voz humana não somente faz harmonias, melodias e sons, mas pode declarar o Senhorio, a Majestade e todos os grandes atributos do nosso magnífico Deus.
Louvor e Adoração, por Ron Kenoli. Extraído do programa Ilumina Gold.

USOS PROFANOS DA MÚSICA
Daniel 3:5 -O Rei Nabocodonozor mandou que o povo se dobrasse e adorasse uma imagem de ouro quando ouvisse o som da música.

Êxodo 32:18-19 -Quando Moisés voltou de seu encontro com Deus, ouviu os cânticos e danças diante do ídolo de ouro que o povo havia feito.
Louvor e Adoração, por Ron Kenoli. Extraído do programa Ilumina Gold.

USOS PARA A MÚSICA

Em toda a Bíblia há referências sobre a música. Ela era usada em festivais e celebrações, na adoração no templo e no tabernáculo, em casamentos, funerais, acampamentos de guerras, para deleite pessoal, festas e prazeres pecaminosos.

CELEBRAÇÕES DE VITÓRIA
Êxodo 15:1 - O povo cantou depois de ser liberto do exército egípcio.
Juízes 5:1 -Débora e Baraque cantaram depois da vitória sobre o rei de Canaã.
I Samuel 21:11 -O povo cantou sobre as vitórias de Davi nas batalhas.

ADORAÇÃO NO TEMPLO
II Crônicas 5:13 -O sacerdote e os músicos cantaram e dançaram até que a presença do Senhor enchesse o Templo.
I Crônicas 15:28 -Cantores e músicos andavam adiante da Arca da Aliança.

GUERRA ESPIRITUAL
I Samuel 16:23 -A música era usada para afastar maus espíritos quando Davi tocava harpa diante do Rei Saul.
II Crônicas 20:21 -Cantores e músicos marcharam à frente do exército louvando ao Senhor.

ADORAÇÃO PROFÉTICA
II Reis 3:14-15 - Era comum os profetas chamarem menestréis para tocar instrumentos antes de revelarem a Palavra do Senhor.
Apocalipse 8:2 -Sete anjos sopravam suas trombetas e os eventos vindouros eram revelados.

ADORAÇÃO MAJESTOSA
Apocalipse 5:8-9 -Os Anciãos e seres viventes em torno do trono de Deus adoravam com harpas e cantavam.

MÚSICA PARA DEDICAÇÃO
Neemias 12:27 -Quando os muros e portões de Jerusalém foram reconstruídos o povo os dedicou com cânticos e ações de graças.

MÚSICA PARA OFERTAS E SACRIFÍCIOS
II Crônicas 29:25-30 -O Rei Ezequias mandou que se tocasse música enquanto o sacerdote apresentava as ofertas e sacrifícios ao Senhor.

CANÇÕES DE LIVRAMENTO
Atos 16:25 -Quando Paulo e Silas estavam na prisão, cantaram e adoraram até que Deus os livrou através de um terremoto.

DURANTE A CRIAÇÃO
Jó 38:7 -Durante a criação, as estrelas da alva cantaram juntas.

A MÚSICA USADA PARA GLORIFICAR A DEUS
I Crônicas 16:5- O Rei Davi dava grande importância à música em suas ofertas de louvor e adoração a Deus. A maioria dos Salmos foi escrita ou encomendada por ele. Ele designava músicos excelentes e habilidosos no tabernáculo com o único propósito de ministrar a música diante da presença de Deus.

II Crônicas 20:12-O Rei Salomão produziu cerimônias elaboradas e caras para a dedicação do Templo. Quando os cantores e músicos cantavam de maneira uníssona, Deus honrava aquela adoração enchendo a casa com a nuvem da Sua presença, de tal maneira que o sacerdote não podia continuar a ministração.
Louvor e Adoração, por Ron Kenoli. Extraído do programa Ilumina Gold.

ORIGEM DA MÚSICA

Em Apocalipse 4:11 vemos que Deus criou todas as coisas. Isto inclui a música e os instrumentos musicais. O versículo também diz que todas as coisas foram criadas para seu prazer. Música e instrumentos musicais foram criados para agradar a Deus.

No livro de Ezequiel 28:13 vemos onde Deus criou um querubim com instrumentos musicais dentro de si próprio. Os pandeiros e flautas foram instalados neste querubim no dia em que foi criado. Os pandeiros são uma referência aos instrumentos de percussão e as flautas a instrumentos de sopro. Num verso anterior deste capítulo, Deus menciona que esta criatura estava no Éden, o jardim de Deus. Isto nos faz saber que a música e os instrumentos estavam presentes e sendo usados durante ou próximo ao tempo da criação.

A primeira referência à música na Bíblia se encontra em Gênesis 4:21. Jubal, um descendente de Caim, foi o primeiro a tocar harpa e flauta.
Louvor e Adoração, por Ron Kenoli. Extraído do programa Ilumina Gold.

A MÚSICA NA BíBLIA

É fácil ver que a música é importante para Deus. Ela é mencionada na Bíblia mais de 800 vezes. Cada vez que lemos sobre uma experiência celestial de um dos profetas de Deus, vemos que a música é ouvida em torno do Todo-Poderoso. Essa música nunca é passiva ou delicada; é sempre alta e forte o suficiente para sacudir a atmosfera ao redor do trono. Há grupos enormes de anjos e seres viventes rodeando Aquele que é Santo, cantando e tocando instrumentos. No modelo de oração que Jesus ensinou a Seus discípulos, Ele orou "... faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu..."

Como notamos nos relatos dos profetas Isaías, Daniel e João, há constante música na presença de Deus. A música é o veículo que leva os louvores à presença do Pai.

Quando consagramos nossas vidas e banhamos nosso louvor e adoração com música, sabemos que estamos prontos para receber o favor de Deus. As Escrituras nos mostram através de exemplos e nos dizem repetidamente que a música é importante para o Todo-Poderoso.

Veja, por exemplo, Salmo 30:4; 81:1; 100:1; Efésios 5:19; Colossenses 3:16; Salmo 98:4-6; 126:1-3; Esdras 3:11; Isaías 6:3; Apocalipse 5:9-11.
Louvor e Adoração, por Ron Kenoli. Extraído do programa Ilumina Gold.


PALAVRAS PARA LOUVOR
A língua inglesa bem como a portuguesa toma a palavra louvor e a usa de maneira variada para expressar os diferentes empregos que os hebreus lhe davam . Há muitas palavras diferentes usadas pelos hebreus em suas cerimônias e rituais, entretanto estas sete que se seguem são as mais comuns e as mais facilmente identificadas.

TODAH OU TOWDAY - O estender das mãos como um ato de confissão e agradecimento. É um ato da vontade. É comumente usado em canções e traduzido como louvor e ação de graças. Referências: Salmo 26:7; 69:30, 42:4; 56:12; 50:23; 50:14; 56:12, 107:22; Jeremias 17:26; Amós 4:5

YADAH - Atirar ou estender as mãos em reverência ou adoração, freqüentemente associado com dar graças. Esta expressão é comumente usada em reuniões congregacionais ou públicas e raramente usada em adoração particular ou individual. Com essa expressão o homem declara sua necessidade e dependência de Deus e confessa seu pecado. Referências: Salmo 7:17; 9:1; II Samuel 22:50; I Crônicas 25:30; Salmo 18:49; I Crônicas 16:4; 23:30, Neemias 11:17.

HALAL - Para louvar ou demonstrar emoção a respeito de Deus com orgulho, paixão, alarde, livre de inibições, celebrando e gesticulando. Esta é a palavra que dá origem a Aleluia. É comumente traduzida como "O Senhor seja louvado". Estas expressões de louvor fazem com que as pessoas se desliguem de seu recato e se libertem para clamar em alta voz. Referências: Gênesis 12:15; I Reis 20:11; Isaías 41:16; I Crônicas 16:10; II Crônicas 23:13; Jó 12:17; Salmo 5:5; Eclesiastes 2:2.

SABACH - Gritar em alta voz sobre a grandeza e bondade de Deus. Referências: Salmo 47:1; I Crônicas 16:35; Salmo 63:3; 145:4; 117:1; 147:12.

ZAMAR - Louvar a Deus tocando instrumentos. Esta palavra significa literalmente tocar as cordas. Referências: Salmo 26:6; 30:4; 57:7; II Samuel 22:2; Salmo 47:6; 68:32; 21:13; 33:2; 98:5.

BARAK - Honrar a Deus ajoelhando-se diante Dele num ato de adoração reverente. Barak é aquele tempo de quietude e expectativa silenciosa enquanto esperamos em Deus e aguardamos Sua resposta a nossa adoração. Referências: Gênesis 9:26; Deuteronômio 1:11; Jeremias 2:4;Gênesis 24:24; Josué 22:33; I Samuel 25:32; Salmo 41:13.

TEHILLAH - Esse é o louvor no qual Deus habita. Tehillah vem como resultado de nosso louvor e adoração combinado com qualquer das outras formas. É a manifestação de canções nascidas no coração e espírito do fiel, que não haviam sido escritas ou musicadas. Estas são as canções e expressões que somente Deus pode entender.Referências: Salmo 22:3; 148:14; I Crônicas 16:35; Jeremias 17:14; II Crônicas 20:22; Neemias 12:46; Salmo 71:8; Isaías 48:9; 62:7.
Louvor e Adoração, por Ron Kenoli. Extraído do programa Ilumina Gold.

O PROPÓSITO DO LOUVOR E DA ADORAÇÃO

O propósito de louvar e adorar é criar um ambiente para que a presença de Deus semanifeste. Depois que Adão e Eva foram expulsos do Jardim do Éden, Deus precisava providenciar uma maneira de ter companheirismo e comunhão com a Sua maior e mais preciosa criação - o homem.

Deus criou o Jardim do Éden e colocou o homem nele. Era o perfeito ambiente para Deus ter a companhia desses seres criados e feitos à Sua própria imagem. Quando Adão pecounão pôde mais ficar no Jardim do Éden. Adão se contaminou com o pecado e não devia mais viver nesse Jardim de perfeição e Santidade.

O homem precisava de um veículo que o traria de volta à presença do seu criador.

Deus criou aquele veículo instituindo o ministério da Adoração. Esse ministério era constituído de obediência, sacrifícios, propósitos puros e derramamento de sangue. Desde os dias de Adão e seus filhos, Caim e Abel, até os dias de Moisés e Arão, a Bíblia nos permite vislumbrar diversas experiências de adoração que Deus honrou ou desonrou.

Quando Deus tirou os Filhos de Israel da escravidão do Egito, deu-lhes um modelo detalhado de como buscar e manter a Sua presença. A construção da Arca da Aliança e os rituais de adoração executados no Tabernáculo nos dão um quadro verdadeiro de quão sério Deus é sobre proteger Sua presença.

A combinação de ação de graças, louvor, santificação e adoração permitiam ao Sumo Sacerdote ir dos átrios externos para os átrios internos, para o Lugar Santo e finalmente para a Adoração que é o veículo que nos transporta para a presença do Todo-Poderoso Deus
Louvor e Adoração, por Ron Kenoli. Extraído do programa Ilumina Gold.

O mais direto convite à adoração vem do Salmo 150. O Rei Davi ordena ao povo de Deus que tudo que tenha fôlego louve a Deus. Por ser Davi um Rei, quando diz às pessoas para louvarem a Deus, é mais do que simplesmente uma boa idéia ou sugestão, é uma ordem. Ninguém no reino está isento ou desobrigado.

O Rei Davi não nos diz só para louvar a Deus, mas também:
  • Onde louvá-LO (É no Santuário e no firmamento)
  • Por quê louvá-LO (É pelos Seus poderosos feitos e muita grandeza)
  • Com que louvá-LO (É com som de trombetas, harpas, liras, tamborins, instrumentos de ordas,flautas e címbalos)
  • Como louvá-LO (É com dança)
  • Quem deve adorá-LO? (É para Todo ser que respira)

Salmo 150
"Aleluia! Louvai a Deus no seu santuário; louvai-o no firmamento, obra do seu poder.Louvai-o pelos seus poderosos feitos; louvai-o consoante a sua muita grandeza.Louvai-o ao som da trombeta; louvai-o com saltério e com harpa.Louvai-o com adufes e danças; louvai-o com instrumentos de cordas e com flautas.Louvai-o com címbalos sonoros; louvai-o com címbalos retumbantes.Todo ser que respira louve ao Senhor. Aleluia!"
Louvor e Adoração, por Ron Kenoli. Extraído do programa Ilumina Gold.

A ADORAÇÃO É UM MANDAMENTO DE DEUS
Quando Deus deu os Dez Mandamentos aos hebreus, afirmou em palavras bem precisas que é um Deus ciumento e requeria que o adorassem acima de todas as coisas criadas.

Ele deve ser supremo em nossas vidas. Ele não permitirá que qualquer coisa criada nos céus, na terra ou debaixo da terra assuma a autoria do que Ele fez sozinho.

Também vemos que há bênçãos inerentes para adorá-LO e há maldições inerentes para o desrespeito de Seu caráter soberano. Deus declarou a Seu povo quem Ele era e o que havia feito por eles. Não tolerará desonra, desrespeito ou ingratidão, mas se comprometeu a mostrar perdão a todos os que obedecerem aos Seus Mandamentos.

Êxodo 20:2-6 "Eu sou o SENHOR teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão"."Não terás outros deuses diante de mim". "Não farás para ti imagem de escultura, nem semelhança alguma do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não as adorarás, nem lhes darás culto; porque eu sou o SENHOR teu Deus, Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até à terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem, e faço misericórdia até mil gerações daqueles que me amam e guardam os meus mandamentos."

Em Apocalipse 19:10 vemos numa ocasião quando um anjo corrige João sobre adoração. Quando João se inclina para adorar o ser angelical, este o detém e informa que embora seja uma criatura do céu não é digno de ser adorado. O anjo diz a João para adorar a Deus. Se o anjo não tivesse impedido João de adorá-lo, a ira de Deus viria sobre ambos: sobre João, por adorar o anjo e sobre o anjo por receber a adoração.

Apocalipse 19:10 "Prostrei-me ante os seus pés para adorá-lo. Ele, porém, me disse: Vê, não faças isso; sou conservo teu e dos teus irmãos que mantêm o testemunho de Jesus; adora a Deus. Pois o testemunho de Jesus é o espírito da profecia."
Louvor e Adoração, por Ron Kenoli. Extraído do programa Ilumina Gold.

ADORAÇÃO É ALGO QUE DEUS REQUER DE TODO O SEU POVO

Mateus 22:37 - "Respondeu-lhe Jesus; "Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento".

Freqüentemente se faz a pergunta: "É possível a não-fiéis louvar e adorar a Deus?" Qualquer pessoa pode olhar para todas as coisas prodigiosas que Deus fez e reconhecer a grandeza e maravilha delas.

Muitos não-fiéis vão anualmente às majestosas cadeias de montanhas pelo mundo afora, lindas praias tropicais ou visitam os desertos e declaram que somente Deus poderia ter criado tal beleza e esplendor.

Salmo 150:6 - "Todo ser que respira louve ao SENHOR. Aleluia!"

Não-fiéis podem louvar a Deus, mas somente os que realmente nasceram de novo, O amam e servem podem adorá-LO do modo que Ele deseja.
Jesus disse: João 4: 23-25 "Mas vem a hora, e já chegou, quando os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para seus adoradores. Deus é espírito; e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade."
Para adorar a Deus em espírito é necessário nascer do Espírito (em outras palavras, é necessário nascer de novo). João 3:2-3 Jesus respondeu: "Em verdade, em verdade te digo que se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus". Para adorá-LO em verdade é necessário conhecer a verdade.
João 14:6-7 - Respondeu-lhe Jesus: "Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim. Se vós me tivésseis conhecido, conheceríeis também a meu Pai. Desde agora o conheceis e o tendes visto."

Conclusão: Todos podem adorá-LO. Mas somente aqueles que verdadeiramente LHE pertencem e têm propósitos puros podem adorá-LO da maneira que Ele requer.
Louvor e Adoração, por Ron Kenoli. Extraído do programa Ilumina Gold.



O QUE É ADORAÇÃO?



Adorar é pagar tributo a Deus. A adoração começa quando estabelecemos Deus como o mais alto e mais importante Ser na nossa vida presente e futura. É um ato da vontade e do coração, que se manifesta em demonstrações físicas tais como dar, orar, inclinar-se e submeter-se.


Adoração é também uma cerimônia ou ritual que estabelece que a mais alta honra e reverência sejam dadas a Deus.


Salmo 95: 6 - "Vinde, adoremos e prostremo-nos; ajoelhemo-nos diante do SENHOR que nos criou."

Deus fala e Suas palavras são executadas, mas um ambiente de pureza e ordem divina sempre envolve Sua presença. Nada que é manchado ou contaminado pelo pecado pode existir nessa atmosfera assombrosa e terrível chamada Presença de Deus.

A adoração a Deus deve acontecer em espírito porque o corpo e a alma do homem estão contaminados desde o nascimento por causa do pecado de Adão, mas a experiência do novo nascimento permite uma vez mais ao nosso novo imaculado espírito entrar na presença do Pai, tal como Jesus fez e também Adão, antes da queda.
Louvor e Adoração, por Ron Kenoli. Extraído do programa Ilumina Gold.

O QUE É LOUVOR?
Encontramos a palavra louvor em toda a Bíblia. Louvar é reconhecer as obras, feitos e promessas de Deus.
De acordo com o Salmo 22:3, Deus habita do meio do louvor.
Salmo 22:3 - "Contudo tu és santo, entronizado entre os louvores de Israel."

A palavra louvor é usada comumente das seguintes formas:

  • PARA DAR LOUVOR - Salmo 9:1 - "Louvar-te-ei, Senhor, de todo o meu coração; contarei todas as tuas maravilhas."
  • PARA EXPRESSAR JULGAMENTO FAVORÁVEL - Salmo 8:1 - "Ó Senhor, Senhor nosso, quão magnífico em toda a terra é o teu nome; pois expuseste nos céus a tua majestade."
  • PARA DECLARAR GLÓRIA - Gênesis 29: 34-35 - "De novo concebeu, e deu à luz um filho; então disse: "Esta vez louvarei o SENHOR". E por isso lhe chamou Judá; e cessou de dar à luz."


Nasceu em Malden, Massachusetts, EUA, no dia 9 de agosto de 1788; morreu no mar em 12 de abril de 1850.

O primeiro missionário estrangeiro batista dos EUA. Filho de um ministro da Igreja Congregacional graduado no Rhode Island College (Brown University), Judson inscreveu-se no Seminário de Andover em 1808. Seus pensamentos foram direcionados para missões, e com outros estudantes de Andover, enviou pedidos ao Conselho da Associação Geral de Massachusetts a respeito de como poderiam realizar o desejo de falar do evangelho “aos pagãos”. Em 1810 este grupo congregacional respondeu organizando a Junta Americana de Comissionados para Missões Estrangeiras, a primeira agência a enviar missionários para outros países dos Estados Unidos.


Em 5 de fevereiro de 1812, Judson casou-se com Ann Hasseltine (1789-1826), e duas semanas mais tarde os dois viajaram para Índia como missionários da Igreja Congregacional. Na longa viagem pelo mar, Judson estudou a doutrina do batismo no Novo Testamento. Logo após chegar na Índia, convenceu-se de que o batismo infantil não é bíblico, doutrina aceita pelos Congregacionais, e, por sua vez, convenceu também sua esposa. Os dois foram (re) batizados em Calcutá no dia 6 de setembro de 1812, por William Carey, um missionário batista inglês. Luther Rice, um outro missionário americano que viajou em um navio diferente, mas pela mesma Junta, teve uma experiência similar e foi batizado em 1º de novembro de 1812.


Renunciando a ajuda dos congregacionais, Judson escreveu cartas aos batistas dos EUA, oferecendo-se como missionário, se eles fizessem uma organização para o seu sustento. Em conseqüência deste desafio e em resposta aos esforços vigorosos de Luther Rice, que retornou aos EUA para propagar a causa dos missionários no mundo, a Convenção Geral da Denominação Batista dos EUA para Missões Estrangeiras foi fundada em 1814. Ou seja, primeiro ocorreu o aparecimento de missionários, para que depois fosse criada uma sociedade de sustento aos missionários.

Esta organização, conhecida popularmente como "Convenção Trienal" serviu como a agência para a sustentação de missionários batistas americanos no estrangeiro (tanto para batistas das igrejas do norte como do sul), até a organização da Convenção Batista do Sul em 1845.


Forçados para fora da Índia pela Companhia Britânica das Índias Orientais, o casal Judson estabeleceu-se na Birmânia em 1813. Logo nos inícios dos trabalhos, a senhora Judson teve um parto prematuro e o primeiro filho (Roger) do casal faleceu. Judson e sua mulher, ambos com "dom de línguas e de sabedoria" começou imediatamente a traduzir a Bíblia para o birmanês. Ambos aprenderam o birmanês. Adoniram estudou o antigo idioma pali, que era o idioma em que estavam escritos os livros budistas. Ann estudou o idioma tai, que se falava em Sião (Tailândia). Em 1817 os batistas norte-americanos enviaram um impressor. O Evangelho de Mateus em birmanês foi lançado neste mesmo ano. Batizaram o primeiro birmanês em 1819. Escreveram também diversos hinos, sendo o mais conhecido o "Vem, Santo Espírito, Pomba Divina". Com sua saúde abalada, Ann volta para os EUA, retorna para a Birmânia 2 anos e 3 meses depois. Após a sua volta, publicam o Novo Testamento em birmanês. Contudo, Adoniram Judson terminou a tradução de toda a Bíblia apenas em 1834, Ann não viu a obra completada.
Depois de muitas tentativas o trabalho batista foi estabelecido firmemente na Birmânia. Por muitos anos este campo permaneceu como o principal da Missão dos Batistas da Convenção do Norte. O trabalho crescia muito bem. Sua igreja cresce de 10 para 18 nativos convertidos e batizados.
Neste momento começa a guerra entre a Birmânia e a Grã-Bretanha. Como os Judson recebiam sustento dos batistas americanos através dos ingleses, as autoridades birmanesas pensaram que Adoniram fosse um agente e como conseqüência, ele foi feito prisioneiro por 21 meses e sofre tortura física e mental. Sua esposa batalhou arduamente por sua causa e, por fim, conseguiu libertá-lo. Com a prisão apenas quatro nativos permaneceram na igreja. Esta batalha abalou seriamente a sua saúde e Ann Hasseltine Judson acabou morrendo em 1826. Neste mesmo ano morre sua filha Maria.
Adoniram começa o trabalho com a tribo dos karens. Com o recebimento da notícia da morte de seu irmão nos EUA, retorna para casa após 18 anos.
Nos EUA faz sermões que inspiram centenas de jovens. Um casal, George e Sarah, o acompanha de volta à Birmânia. George morre no campo missionário.
Judson termina a tradução da Bíblia para o birmanês em 1834, neste mesmo ano casa-se com Sarah H. Boardman, viúva do missionário George Dana Boardman, que havia morrido três anos antes. Nasce uma menina, que foi chamada de Abby Ann. Nascem mais 3 filhos: Adoniram Brown, Elnathan e Henry. Sarah têm sua saúde enfraquecida após o parto e o pequeno Henry morre com 1 ano e 7 meses de idade. Após alguns anos nasce outro filho, também chamado Henry. Nascem mais dois filhos: Charles e Edward.
Como a saúde de Sarah está enfraquecida, eles voltam para os EUA de licença em 1845. Recebendo a boa vinda de um herói, estimulou o interesse em missões estrangeiras onde quer que ia. Sarah morre neste mesmo ano.
Em 1846 casou-se com Emily Chubbuck, uma escritora bem conhecida e, seis semanas depois voltam para a Birmânia. Ele tinha então 58 anos. Três de seus filhos permanecem nos EUA: Adoniram, Elnathan, e Abby Ann.
Os últimos anos de Adoniram Judson foram gastos, na maior parte, no trabalho em um dicionário Birmanês-Inglês. Nasce Emily France. A doença crônica tornou-se mais severa. Os médicos indicam uma viagem no mar como tratamento. Nesta mesma viagem, Adoniram Judson morre e é enterrado na Baia do Mar de Bengala, no dia 12 de abril de 1850. Dez dias após sua morte, Emily dá a luz o segundo filho do casal, Charles, porém, ele morre no mesmo dia.
Na sua maior dor, a saber, após a morte de sua primeira esposa e principal colaboradora nos trabalhos de tradução: Ann, Adoniram trabalhou com com o povo Karen. Apesar de parecer não ter tido resultado algum até a sua morte, um integrante do povo Karen, Ko Tha Byu, testemunhou Jesus Cristo ao seu povo. Ko, com seu testemunho e pregação com a Bíblia em birmanês (que os Judson traduziram), conseguiu alcançar para Jesus quase todo o seu povo. O povo karen foi o estopim do grande crescimento da igreja evangélica birmanesa. Até os nossos dias, esta igreja ainda está presente e é a principal força numérica na região, 4% de cristãos na população de maioria budista (são mais de 2 milhões de monges para uma população de 47 milhões) . Hoje, os karens representam 7% da população de Myanmar (antiga Birmânia) e também estão presentes em países vizinhos.
Adoniram Judson não viu isto acontecer, o que ele viu foi poucas conversões e muitas mortes entre os seus familiares. Independente disso, Judson combateu o bom combate, acabou a sua carreira e guardou a fé. Nós podemos chegar a não ver os frutos do nosso trabalho, contudo, não podemos nos preocupar com isso. A obra é do Senhor, é Ele o dono da videira. Nós somos apenas os ramos....
Bibliografia:

> Livro: Notable Baptists: Adoniram Judson, por Edward Judson (filho de Adoniram com Sarah), publicado em 1894. Encontrado no site www.wholesomewords.org.

> Biografia de Adoniram Judson, do site (www.sbhla.org) da Biblioteca dos Arquivos Históricos da Convenção Batista do Sul, EUA.

> E até aos confins da Terra: Uma História Ilustrada do Cristianismo, volume 9: A era dos novos horizontes – Justo L. Gonzalez. 1991, São Paulo – SP, páginas 140 a 144.


Estudo preparado por mim para a EBD da minha igreja, Classe dos Jovens



Introdução

Filho de Edmundo e Elizabeth Carey, William Carey nasceu em uma humilde cabana em Agosto de 1761, na pequena vila de Paulerspury, em Northamptonshire, na Inglaterra. Em Piddington, aos 14 anos, William aprendeu a arte de sapateiro.

Apesar de nascer em um lar anglicano, sua primeira identificação com a fé genuína, foi através de seu companheiro de trabalho, John Warr, filho de um desertor da Igreja Estatal. Em 1779, aos 18 anos, nasceu de novo, quando ainda estava identificado com a igreja oficial da Inglaterra, e uniu-se a uma pequena igreja batista. Logo começou a se preparar para pregar. Saturou-se de conhecimentos tornando-se poliglota, dominando o latim, grego, hebraico, italiano, francês e holandês, além de diversas ciências. Assim, aos poucos, entendeu que o mundo era bem maior do que as Ilhas Britânicas e sentiu, como todo o crente verdadeiro deve sentir, a perdição de uma humanidade sem um Salvador.

Em Junho de 1781, casou-se com a jovem Dorothy Placket, da qual teve cinco filhos. No ano de 1775, foi atingido pelo avivamento trazido pelas mensagens de John Wesley e George Whitefield. Apesar de ter sido batizado quando criança, William Carey sentiu a necessidade de confessar sua fé publicamente. Sendo assim, foi batizado nas águas no dia 5 de Outubro de 1783, pelo pastor John Ryland. Em 1787, foi consagrado e começou a pregar sobre a necessidade missionária no mundo, e não só na Inglaterra. Como os membros de sua congregação eram pobres, Carey teve por necessidade continuar trabalhando para ganhar o seu sustento


Seus Primeiros Desafios

Na sua pequena oficina pendurou um mapa mundial feito pelas suas próprias mãos. Neste mapa, ele incluíra todas as informações disponíveis: população, flora, fauna, características dos indígenas, etc. Enquanto trabalhava, olhava para ele, orava, sonhava e agia! Foi assim que sentiu mais e mais a chamada de Deus em sua vida. A denominação que Carey pertencia achava-se em grande decadência espiritual. Quando quis introduzir o assunto de missões numa sessão de ministros, foi repreendido pelo veneravél presidente John Ryland, que lhe disse: "Jovem assente-se. Quando Deus resolver converter os pagãos, fa-lo-á sem a sua e a minha ajuda." Mas Carey continuou a sua propaganda pró-missões estrangeiras, e tomando Isaías 54.2 como texto, pregava sobre o tema: "Esperai grandes coisas de Deus; praticai proezas para Deus."


Sua Chamada

O resultado foi que um grupo de doze pastores batistas, reunidos na casa da Ir. Wallis, formaram a Sociedade Missionária Batista, no dia 2 de Outubro de 1792. Carey se ofereceu para ser o primeiro missionário. Através do testemunho do Dr. Thomas, um missionário e médico que trabalhou por vários anos em Bengali, na Índia, William Carey recebeu confirmação de sua chamada no dia 10 de Janeiro de 1793

Apesar de Carey ter certeza de sua chamada, sua esposa recusou deixar a Inglaterra. Isto muito doeu em seu coração. Foi decidido, no entanto, que seu filho mais velho, Felix, o acompanharia à India. Além deste fator, outro problema que parecia insolúvel, era a proibição de qualquer missionário na Índia. Sob tais circunstâncias era inútil pedir licença para entrar, mas mesmo assim, conseguiram embarcar sem o documento no dia 4 de Abril de 1793. Ao esperar na ilha de Wight por outro navio que os levaria à Índia, o comandante recusou levá-los sem a permissão necessária. Com lágrimas nos olhos e o coração apertado, William Carey, viu o navio partir e ele ficar. Sua jornada missionária para Índia parecia terminar ali. Porém, Deus tinha todas as coisas sobre controle.

Ao regressar à Londres, a sociedade missionária conseguiu granjear dinheiro e comprar as passagens em um navio dinamarquês. Uma vez mais, Carey rogou à sua esposa que o acompanhasse. Ela ainda persestia na recusa e ao despedir-se pela segunda vez disse: "Se eu possuisse o mundo inteiro, daria alegremente tudo pelo privilégio de levar-te e os nossos filhos comigo; mas o sentido do meu dever sobrepuja todas as outras considerações. Não posso voltar para trás sem incorrer em culpa a minha alma."

Ao se preparar para partir, um dos amigos que iria viajar com Carey, Dr. Thomas, voltou e conversou com Dorothy, esposa de William Carey, e milagrosamente ela decidiu acompanhá-lo. Que alegria não foi para ele ver sua esposa e filhos com as malas prontas a lhe acompanhar. Agora ele compreendia a razão de não ter viajado no primeiro navio.


Sua Partida Para Índia

Deus comoveu o coração do comandante do navio que permitiu a toda família viajar sem pagar as passagens. Finalmente, no dia 13 de Junho de 1793, a bordo do navio Kron Princesa Maria, William Carey deixou a Inglaterra e nunca mais voltou, partindo para a Índia com sua família, onde, em condições dificílimas e de oposição, trabalhou durante 41 anos. Durante sua viagem, aprendeu suficiente o Bengali, e ao desembarcar, já comunicava com o povo.

William Carey não foi dotado de inteligência superior e nem de qualquer dom que deslumbrasse os homens. Entretanto, em seu caráter de persistir, com espírito indômito e inconquistável, até completar tudo quanto inciava, é que vemos o segredo do maravilhoso êxito da sua vida. Apesar de não haver recebido educação em sua mocidade, Carey chegou a ser um dos homens mais eruditos do mundo, no que diz respeito à lingua sânscrito e a outras línguas orientais. Suas gramáticas e dicionários são usados ainda hoje.


Suas Conquistas

Dois missionários se juntaram à William Carey em 1799, William Ward e Joshua Marshman. Juntos eles fundaram 26 igrejas, 126 escolas com 10.000 alunos, traduziram as Escrituras em 44 línguas, produziram gramáticas e dicionários, organizaram a primeira missão médica na Índia, seminários, escola para meninas, e o jornal na língua Bengali. Além disso, William Carey foi responsável pela erradicação do costume "suttee", o qual queimava a viúva juntamente com o corpo do defunto numa fogueira; vários experimentos agriculturais; fundação da Sociedade de Agricultura e Horticultura na Índia em 1820; primeira imprensa, fábrica de papel e motor à vapor na Índia; e a tradução da Bíblia em Sânscrito, Bengali, Marati, Telegu e nos idiomas dos Siques. Em 1800, William Carey fez o batismo do primeiro hindu convertido ao Evangelho.

Calcula-se que William Carey traduziu a Bíblia para a terça parte dos habitantes do mundo. Alguns missionários, em 1855, ao apresentarem o Evangelho no Afeganistão, acharam que a única versão que esse povo entendia era o Pushtoo, feita em Sarampore por Carey.

Durante mais de trinta anos, William Carey foi professor de línguas orientais no Colégio de Fort Williams. Fundou, também, o Serampore College para ensinar os obreiros. Sob a sua direção, o colégio prosperou, preenchendo um grande vácuo na evangelização do país. Os seus esforços, inspiraram a fundação de outras missões, dentre elas: a Associação Missionária de Londres, em 1795; a Associação Missionária da Holanda, em 1797; a Associação Missionária Americana, em 1810; e a União Missionária Batista Americana, em 1814.


Sua Família

Com Dorothy teve 7 crianças (5 meninos e 2 meninas). Em 1807 sua esposa Dorothy morre de insanidade. No ano seguinte casa-se com Charlotte Rumohr . Charlotte morre em 1921. Em 1822, então com 61 anos, casa-se pela terceira vez com Grace Hughes.


O Adeus da Índia

Na manhã de 9 de Junho de 1834, a Índia disse adeus ao grande Pai das Missões, e os Céus disseram bem-vindo a um servo fiel! Carey morreu com 73 anos, respeitado por todo o mundo, como o pai de um grande movimento missionário. Quando chegou à Índia, os ingleses negaram-lhe permissão para desembarcar. Ao morrer, porém, o governo mandou içar as bandeiras a meia haste em honra de um herói que fizera mais para a Índia do que todos os generais britânicos. Grande foi a contribuição de William Carey para o Reino de Deus, e grande será o seu galardão.


Bibliografia
Livros:

> E até aos confins da Terra: uma história ilustrada do cristianismo – volume 9: A era dos novos horizontes, de Justo L. Gonzalez.

> O Rasto de Sangue, de J M Carrol.






Este estudo foi preparado por mim para a EBD da minha Igreja, Classe dos Jovens!

DEUS NÃO TOLERARÁ NENHUMA FORMA DE IDOLATRIA.
1) Ele advertia freqüentemente contra ela no AT:
a) Nos dez mandamentos, os dois primeiros mandamentos são contrários diretamente à adoração a qualquer deus que não seja o Senhor Deus de Israel (ver Êx 20.3,4 s).
b) Esta ordem foi repetida por Deus noutras ocasiões (e.g., Êx 23.13, 24; 34.14-17; Dt 4.23,24; 6.14; Js 23.7; Jz 6.10; 2Rs 17.35,37,38).

c) Vinculada à proibição de servir outros deuses, havia a ordem de destruir todos os ídolos e quebrar as imagens de nações pagãs na terra de Canaã (Êx 23.24; 34.13; Dt 7.4,5; 12.2,3).


2) A história dos israelitas foi, em grande parte, a história da idolatria. Deus muito se irou com o seu povo por não destruir todos os ídolos na Terra Prometida. Ao contrário, passou a adorar os falsos deuses. Daí, Deus castigar os israelitas, permitindo que seus inimigos tivessem domínio sobre eles.
a) O livro de Juizes apresenta um ciclo constantemente repetido, em que os israelitas começavam a adorar deuses-ídolos das nações que eles deixaram de conquistar. Deus permitia que os inimigos os dominassem; o povo clamava ao Senhor; o Senhor atendia o povo e enviava um juiz para libertá-lo.
b) A idolatria no Reino do Norte continuou sem dificuldade por quase dois séculos. Finalmente, a paciência de Deus esgotou-se e Ele permitiu que os assírios destruíssem a capital de Israel e removeu dali as dez tribos (2Rs 17.6-18).
c) O Reino do Sul (Judá) teve vários reis que foram tementes a Deus, como Ezequias e Josias, mas por causa dos reis ímpios como Manassés, a idolatria se arraigou na nação de Judá (2Rs 21.1-11). Como resultado, Deus disse, através dos profetas, que Ele deixaria Jerusalém ser destruída (2Rs 21.10-16). A despeito dessas advertências, a idolatria continuou (e.g., Is 48.4,5; Jr 2.4-30; 16.18-21; Ez 8), e, finalmente, Deus cumpriu a sua palavra profética por meio do rei Nabucodonosor de Babilônia, que capturou Jerusalém, incendiou o templo e saqueou a cidade (2Rs 25).

3) O NT também adverte todos os crentes contra a idolatria.

a) A idolatria manifesta-se de várias formas hoje em dia. Aparece abertamente nas falsas religiões mundiais, bem como na feitiçaria, no satanismo e noutras formas de ocultismo. A idolatria está presente sempre que as pessoas dão lugar à cobiça e ao materialismo, ao invés de confiarem em Deus somente. Finalmente, ela ocorre dentro da igreja, quando seus membros acreditam que, a um só tempo, poderão servir a Deus, desfrutar da experiência da salvação e as bênçãos divinas, e também participar das práticas imorais e ímpias do mundo.

b) Daí, o NT nos admoestar a não sermos cobiçosos, avarentos, nem imorais (Cl 3.5; cf. Mt 6.19-24; Rm 7.7; Hb 13.5,6) e, sim, a fugirmos de todas as formas de idolatria (1Co 10.14; 1Jo 5.21). Deus reforça suas advertências com a declaração de que aqueles que praticam qualquer forma de idolatria não herdarão o seu reino (1Co 6.9,10; Gl 5.20,21; Ap 22.15).

Extraído de Alfa e Ômega
A NATUREZA REAL DA IDOLATRIA. Não se pode compreender a atração que exercia a idolatria sobre o povo, a menos que compreendamos sua verdadeira natureza.
1) A Bíblia deixa claro que o ídolo em si, nada é (Jr 2.11; 16.20). O ídolo é meramente um pedaço de madeira ou de pedra, esculpido por mãos humanas, que nenhum poder tem em si mesmo. Samuel chama os ídolos de "vaidades" (12.21), e Paulo declara expressamente: "sabemos que o ídolo nada é no mundo" (1Co 8.4; cf. 10.19,20). Por essa razão, os salmistas (e.g., Sl 115.4-8; 135.15-18) e os profetas (e.g. 1Rs 18.27; Is 44.9-20; 46.1-7; Jr 10.3-5) freqüentemente zombavam dos ídolos.
2) Por trás de toda idolatria, há demônios, que são seres sobrenaturais controlados pelo diabo. Tanto Moisés (ver Dt 32.17 ) quanto o salmista (Sl 106.36,37) associam os falsos deuses com demônios. Note, também, o que Paulo diz na sua primeira carta aos coríntios a respeito de comer carne sacrificada aos ídolos: "as coisas que os gentios sacrificam, as sacrificam aos demônios e não a Deus" (1Co 10.20). Noutras palavras, o poder que age por detrás da idolatria é o dos demônios, os quais têm muito poder sobre o mundo e os que são deles. O cristão sabe com certeza que o poder de Jesus Cristo é maior do que o dos demônios. Satanás, como "o deus deste século" (2Co 4.4), exerce vasto poder nesta presente era iníqua (ver 1Jo 5.19 ; cf. Lc 13.16; Gl 1.4; Ef 6.12; Hb 2.14). Ele tem poder para produzir falsos milagres, sinais e maravilhas de mentira (2Ts 2.9; Ap 13.2-8,13; 16.13-14; 19.20) e de proporcionar às pessoas benefícios físicos e materiais. Sem dúvida, esse poder contribui, às vezes, para a prosperidade dos ímpios (cf. Sl 10.2-6; 37.16, 35; 49.6; 73.3-12).
3) A correlação entre a idolatria e os demônios vê-se mais claramente quando percebemos a estreita vinculação entre as práticas religiosas pagãs e o espiritismo, a magia negra, a leitura da sorte, a feitiçaria, a bruxaria, a necromancia e coisas semelhantes (cf. 2Rs 21.3-6; Is 8.19; ver Dt 18.9-11 s; Ap 9.21 ). Segundo as Escrituras, todas essas práticas ocultistas envolvem submissão e culto aos demônios. Quando, por exemplo, Saul pediu à feiticeira de Endor que fizesse subir Samuel dentre os mortos, o que ela viu ali foi um espírito subindo da terra, representando Samuel (28.8-14), i.e., ela viu um demônio subindo do inferno.
4) O NT declara que a cobiça é uma forma de idolatria (Cl 3.5). A conexão é óbvia: pois os demônios são capazes de proporcionar benefícios materiais. Uma pessoa insatisfeita com aquilo que tem e que sempre cobiça mais, não hesitará em obedecer aos princípios e vontade desses seres sobrenaturais que conseguem para tais pessoas aquilo que desejam. Embora tais pessoas talvez não adorem ídolos de madeira e de pedra, entretanto adoram os demônios que estão por trás da cobiça e dos desejos maus; logo, tais pessoas são idólatras. Dessa maneira, a declaração de Jesus: "Não podeis servir a Deus e a Mamom [as riquezas]" (Mt 6.24), é basicamente a mesma que a admoestação de Paulo: "Não podeis beber o cálice do Senhor e o cálice dos demônios" (1Co 10.21).
O FASCÍNIO DA IDOLATRIA. Por que a idolatria era tão fascinante aos israelitas? Há vários fatores implícitos.
1) As nações pagãs que circundavam Israel criam que a adoração a vários deuses era superior à adoração a um único Deus. Noutras palavras: quanto mais deuses, melhor. O povo de Deus sofria influência dessas nações e constantemente as imitava, ao invés de obedecer ao mandamento de Deus, no sentido de se manter santo e separado delas.
2) Os deuses pagãos das nações vizinhas de Israel não requeriam o tipo de obediência que o Deus de Israel requeria. Por exemplo, muitas das religiões pagãs incluíam imoralidade sexual religiosa no seu culto, tendo para isso prostitutas cultuais. Essa prática, sem dúvida, atraía muitos em Israel. Deus, por sua vez, requeria que o seu povo obedecesse aos altos padrões morais da sua lei, sem o que, não haveria comunhão com Ele.
3) Por causa do elemento demoníaco da idolatria (ver a próxima seção), ela, às vezes, oferecia, em bases limitadas, benefícios materiais e físicos temporários. Os deuses da fertilidade prometiam o nascimento de filhos; os deuses do tempo (sol, lua, chuva etc.) prometiam as condições apropriadas para colheitas abundantes e os deuses da guerra prometiam proteção dos inimigos e vitória nas batalhas. A promessa de tais benefícios fascinava os israelitas; daí, muitos se dispunham a servir aos ídolos.
1Sm 12.20,21 "Não temais; vós tendes cometido todo este mal; porém não vos desvieis de seguir ao SENHOR, mas servi ao SENHOR com todo o vosso coração. E não vos desvieis; pois seguiríeis as vaidades, que nada aproveitam e tampouco vos livrarão, porque vaidades são."
A idolatria é um pecado que o povo de Deus, através da sua história no AT, cometia repetidamente. O primeiro caso registrado ocorreu na família de Jacó (Israel). Pouco antes de chegar a Betel, Jacó ordenou a remoção de imagens de deuses estranhos (Gn 35.1-4). O primeiro caso registrado na Bíblia em que Israel, de modo global, envolveu-se com idolatria foi na adoração do bezerro de ouro, enquanto Moisés estava no monte Sinai (Êx 32.1-6). Durante o período dos juizes, o povo de Deus freqüentemente se voltava para os ídolos. Embora não haja evidência de idolatria nos tempos de Saul ou de Davi, o final do reinado de Salomão foi marcado por freqüente idolatria em Israel (1Rs 11.1-10). Na história do reino dividido, todos os reis do Reino do Norte (Israel) foram idólatras, bem como muitos dos reis do Reino do Sul (Judá). Somente depois do exílio, é que cessou o culto idólatra entre os judeus.


Missão Portas Abertas é um ministério de resistência:

Resistência à falta de fé;

Resistência ao pecado;

Resistência à perseguição.
Visão:

Servir à Igreja Sofredora em todo o mundo.
Declaração de Missão:

"Cremos que todas as portas estão abertas e que Deus capacita o Seu Corpo a ir a todo o mundo e pregar o Evangelho."
Definição do Ministério:

Fortalecer o Corpo de Cristo que esteja vivendo sob restrições ou perseguição, através da entrega de Bíblias, materiais, treinamento e outros itens;

Treinar e encorajar o Corpo de Cristo em áreas instáveis ou ameaçadas, a fim de preparar os cristãos para enfrentarem perseguição e manterem-se fiéis ao Evangelho de Cristo;

Motivar, mobilizar e educar a Igreja no mundo livre para se identificar e apoiar a Igreja Sofredora, crendo que "se um membro sofre, todos os membros sofrem com ele" (1ª aos Coríntios 12:28).
Como começou a Missão Portas Abertas:

Em 1955, André, um jovem evangelista holandês, é convidado para o Festival da Juventude Comunista na Polônia. Ele sente-se impressionado ao ver o entusiasmo e a devoção de moços a um credo sem deus. O sentimento dele é que Deus o estava chamando para um trabalho: servir a cristãos em países sob restrição e discriminação, oficial ou informal. A logomarca da Missão é a traseira de um fusca azul com uma barreira de alfândega colocada de modo a mostrar que o carro passaou por ela. Este era o carro que o irmão André usava para transportar Bíblias. Hoje, o ministério é chamado "Portas Abertas com o irmão André". Conta com o apoio de milhares de cristãos e tem escritórios em todo o mundo.
Como você pode aderir:

1. Orando: a oração é a maior contribuição que um cristão pode oferecer.

2. Indo: você pode fazer parte de uma equipe de mensageiros voluntários.

3. Contribuindo: além de orar, você pode ser um integrante do trabalho som sair de casa. Você pede doar e, assim, sustentar economicamente o serviço à Igreja Sofredora. Dados para contribuir com a Missão Portas Abertas: Banco Bradesco - ag. 156-2 - c/c 40500-0

A contabilidade é analisada anualmente por uma auditoria independente.
Saiba mais sobre a Igreja Sofredora e a Missão portas Abertas:
1. O propósito de Deus – Deus é soberano e tem
chamado do mundo um povo para si, enviando-o novamente
ao mundo para fazer discípulos de todas as nações. E que
apesar de nossas falhas, Seu reino está se expandido.
(Mt 25:19; Jo 20:21; At 15:14)

2. A autoridade da Bíblia – Afirmamos que a Palavra
de Deus como inerrante e infalível, sendo ela apenas,
sob o poder do Espírito Santo, capaz de operar a salvação em
cada cultura. (Rm 1:16; 2Tm 3:16)

3. A unicidade e universalidade de Cristo -
Afirmamos que só existe um salvador, Jesus Cristo, e
um só evangelho, embora haja uma variedade de maneiras
de se realizar a obra de evangelização do mundo.
(Jo 4:42; At 4:12)

4. A natureza da evangelização – A evangelização
em si mesma é a proclamação do Cristo bíblico
e histórico como Salvador e Senhor, com o propósito de
persuadir os homens, para que por intermédio Dele recebam
perdão de pecados e reconciliem-se com Deus.
(At 20:47; 2Co 5:11, 20)

5. A responsabilidade social cristã – Afirmamos
que a reconciliação do homem com o homem não significa
a reconciliação deste com Deus, nem a ação social, nem a
evangelização. “A fé sem obras é morta”, e é nosso dever
cristão amparar os necessitados indiscriminadamente.
(Gn 1:26-27; Lc 6:27,35; Tg 2:14-26)

6. A igreja e a evangelização
– A igreja ocupa
o ponto central do propósito divino e ela é o instrumento
para difusão do evangelho. A evangelização mundial requer
que a igreja toda leve a todo o mundo o evangelho
integral em trabalho mútuo de cooperação. (Jo 17:21-23;
At 1:8; Gl 6:14; Fp 1:27)

7. Cooperação na evangelização – O propósito
de Deus é que haja na igreja uma unidade visível de pensamento.
Confessamos que o nosso testemunho, algumas
vezes, tem sido manchado por pecaminoso individualismo
que devemos nos esforçar em eliminar. (Ef 4:1-6; Jo 17:21)

8. Esforço conjugado de igrejas – Todas as igrejas
devem perguntar a Deus, e a si próprias, o que deveriam
estar fazendo para alcançar o mundo, revelando assim o
caráter universal da igreja de Cristo. (Hb 12:23)

9. A urgência missionária – Com mais de dois terços
da humanidade ainda não eficientemente evangelizada,
como igreja, sentimo-nos envergonhados da nossa negligência.
Sendo cada geração responsável pela sua geração,
esta é a hora da igreja orar fervorosamente visando à evangelização total do mundo. (Jo 4:9; Rm 9:1-3; 10:11-16)

10. Evangelização e cultura – Afirmamos que a cultura
de um povo em parte é boa e em outra parte é má, devido à
Queda, por isso deve sempre ser julgada e provada pelas Escrituras,
para que possa ser redimida e transformada para a glória
de Deus. Diante disso, a evangelização mundial requer o desenvolvimento de estratégias e metodologias novas e criativas.
( Mc 7:8,9,13; Rm 2:9-11; 2Co 4:5)

11. Educação e liderança – Reconhecemos a grande necessidade de melhorar a educação teológica, especialmente em se tratando de líderes de igrejas, existindo em todo povo enorme necessidade de ensino e treinamento para seus pastores e leigos nativos. (At 14:21-24; Tt 1:5,9)

12. Conflito espiritual – Cremos que estamos envolvidos
em guerra constante contra os principados e potestades
do mal, que buscam destruir a igreja e malograr sua
tarefa de evangelizar o mundo, semeando falsas doutrinas e
mundanismo em nosso meio. O momento demanda vigilância
e discernimento. (Jo 17:15; Ef 6:10-20; 2Co 4:3)

13. Liberdade e perseguição
– A liberdade de
praticar e propagar o cristianismo de acordo com a vontade
de Deus é um direito nosso, conforme a Declaração Universal
dos Direitos Humanos, mas não devemos nos esquecer de
que Jesus nos advertiu de que a perseguição seria inevitável.
(Mt 5:10-12; At 4:16.21)

14. O poder do Espírito Santo – A evangelização
mundial só se concretizará com uma igreja cheia do Espírito
Santo, sendo Ele quem convence o homem do pecado.
O Espírito Santo é o espírito de missões e tem um profundo
interesse pelas nações. (Jo 7:37-39; At 1:8; 1Co 2:4,5)

15. O retorno de Cristo – Afirmamos que a promessa
da segunda vinda de Cristo representa um incentivo
a missões. Cremos que o período intermediário entre
sua ascensão e o seu segundo retorno deve ser usado
para o cumprimento da nossa missão como Povo de Deus.
A obra missionária não poderá parar enquanto Ele não vier.
(Mc 13:10; 2Pe 3:13; Ap 7:9)

Extraído de Veredas Missionárias

Minhas Igrejas

Aceitei o Senhor Jesus como Senhor e Salvador do meu corpo, alma e espírito em 1979, com apenas 11 anos na Igreja Presbiteriana Moriah, em Americana, SP. Em 1982 fui batizado, na época a igreja chamava-se Igreja Presbiteriana do Bairro São Domingos e o pastor era o Pr. Pedro Alves de Oliveira. Em 1998, por ceder às minhas concupiscências, afastei-me da igreja do Senhor. Em 2000 reconciliei-me com a igreja do Senhor na Igreja Batista do Caminho em Santa Bárbara d'Oeste. Em 2009, para ficar próximo do meu serviço, tornei-me membro da Primeira Igreja do Evangelho Quadrangular em Paulínia-SP. Em 2010, mudei para a Terceira Igreja do Evangelho Quadrangular do Pr. Eliseu e Pra. Luciana, ainda em Paulínia, na Vila Nunes, por motivo de proximidade entre residência, igreja e trabalho!