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domingo, 2 de setembro de 2007

Vem ver o amor do Criador! - parte 4

Como vimos, a Ciência precisa de evidências, provas, etc.



Muitos cientistas vêem estas provas e evidências no Evolucionismo e não no Criacionismo.



Vamos conversar sobre o método científico, sobre a importância do empirismo, dedução, indução e inferência.

Para isso, vou me basear em uma apresentação do Profº Drº Ramá Teixeira do IAG da USP em sua palestra sobre "A evolução do conhecimento do Astronômico do Universo" em julho de 2007, no Encontro Nacional de Professores (ENEP) de Paulínia, São Paulo.



Conversei com ele no final e pedi para ele me dar a apresentação de slides que ele acabara de usar. Ele respondeu que o arquivo era grande para mandar por e-mail e que se eu tivesse algum outro meio ele me dava. Imediatamente saquei meu pen-drive de 1GB e pronto! Não teve escapatória.



Caso alguém queira, posso mandar por e-mail, respeitando o direito autoral, é claro. As ilustrações, datas e informações retirei desse arquivo ppt da apresentação. Os créditos são para o Profº Drº Ramá Teixeira.



Vamos começar com a pergunta: Será que a Ciência tem sempre razão?



Vamos analisar a história.




Na Pré-História, devido a inocência, todas as explicações passavam pelo mágico e pelo fantástico.



Nas primeiras civilizações, a observação provou que a complexidade do universo é sobre-humana, portanto, todas as explicações passam pelo divino.



Na Grécia antiga colocou-se a situação de que o homem consegue sim observar o mundo. Observar e compreender. É o embrião do "método científico". As observações levaram à compreensão de que a Terra tinha um fim. O bom senso fez isso. Ela era plana e estava apoiada em quatro elefantes, e estes, em uma tartaruga.Eudoxo (400 – 347 a.C.) afirmou que o universo é finito e limitado pelas esferas fixas. A terra no centro, ao seu redor a esfera da Lua, depois do Sol, depois de Mercúrio, Vênus, Marte Júpiter e a última esfera que é das estrelas.



Aristóteles (384 – 322 a.C.) ampliou esta visão de Eudoxo. Além disso afirmou que o universo era formado de 4 elementos: terra, fogo, ar e água. O quinto elemento é o Éter, que é o material do mundo invisível ou espiritual.



Aristarco (320 - 250 a.C.) discordou dos dois e iniciou a idéia do Universo Heliocêntrico, ou seja, o Sol no centro do universo. Esta hipótese não foi bem aceita. Aristarco calculou a distância da Terra à Lua e da Terra ao Sol com uma precisão incrível. Ele se baseou que a distância Terra-Lua é 30 vezes o diâmetro da Terra e que a distância Terra_sol é 20 vezes a distância anterior.



Ptolomeu (±100 - 170 d.C.) incluiu a idéia de epiciclo, que a Lua gira ao redor da Terra, mas deixando Aristarco de lado, continuou geocentrista. Ele anexou o sistema de epiciclos nas esferas fixas de Aristóteles.



Conclusão dos "cientistas" da Grécia Antiga: O Universo é finito e geocêntrico e apresenta esferas que circundam a Terra. A última esfera era o ambiente celestial, dos deuses e deusas, o ambiente etéreo.

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