Este ano, Laylat al-Qadr (Noite do Poder), que ocorre na noite de 27 do mês muçulmano do Ramadã, cai em 05 de setembro. Nesta noite, os seguidores do Islã em todo o mundo estará procurando Deus por perdão e pedindo-lhe para fazer milagres. É considerada a mais poderosa e santa noite do ano.
Em 2010, a festa muçulmana do Ramadã, mês sagrado de jejum, ocorre de 11 agosto a 9 setembro. Durante este tempo, os seguidores do Islã jejuam durante o dia. O jejum destina-se a ajudá-los a se concentrar em Alá, desenvolver traços de caráter positivo, como a paciência, e pedir perdão por seus pecados.
A noite mais santa do mês sagrado é chamado Laylat al-Qadr - a Noite do Poder. É considerado uma noite especial, porque os muçulmanos acreditam que foi nessa noite que o Alcorão foi revelado a Maomé. Eles também acreditam que grupos especiais de anjos são liberados para realizar tarefas especiais na Terra. No Laylat al-Qadr, Deus está mais receptivo às orações, dizem os muçulmanos. "Muitos muçulmanos rezam durante toda a noite buscando uma resposta aos pedidos específicos".
Na Noite do Poder, o povo do mundo islâmico estão abertos para ouvir de Deus, a esperança de visões, e espera receber orientação sobrenatural.
Laylat al-Qadr é comemorado na noite de 27 de Ramadan. Este ano, cai no domingo, 5 de setembro. Tal como os muçulmanos de todo o mundo gastam muito desta noite buscando favor de Deus, pedimos que você gaste tempo em oração, pedindo a um Deus Vivo e Verdadeiro para glorificar a Si mesmo em todo o mundo islâmico.
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| Noite do Poder |
Ore para:
- que o Senhor dos Exércitos se revele aos muçulmanos e se abram com a revelação divina. (Salmo 84:12);
- que multidões de muçulmanos tenham visões e sonhos de Isa (Jesus) na Noite do Poder. (Romanos 15:21);
- que o Espírito Santo se mova poderosamente durante este tempo de oração, levando os seguidores do Islã para fora das trevas em direção da luz maravilhosa de Cristo. (I Pedro 2:9, Colossenses 1:13-14);
- que os Muçulmanos em todo o mundo sintam a necessidade de abandonar seus pecados e a necessidade de um Salvador. Ore para que isso leve ao arrependimento e à aceitação de Jesus Cristo. (II Coríntios 7:10);
- que o Reino de Deus venha com poder para os seguidores do Islã - especialmente na Indonésia, África do Norte, Médio Oriente, Ásia e as nações da Janela 10/40. (I Coríntios 4:20).
Você precisa saber mais sobre os sonhos que as pessoas do Islã tem com Isa (Jesus).
Você precisa ler mais sobre a Noite do Poder!
Fonte: win.org (em inglês).
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| Oswald Jeffrey Smith (1889-1986) |
Por exemplo, imagine aqui o fogo e ali um pedaço de ferro. Agora, se eu quiser esquentar o ferro, terei de colocá-lo perto do fogo. E se resolver fazê-lo passar por uma experiência inusitada, diferente de tudo que já teve anteriormente, é só lançá-lo rapidamente no fogo, e ficará em brasa.
Mas isso não satisfará sua necessidade de calor para sempre. Ele não poderá dizer: "Agora, finalmente tive uma experiência incrível, sentimentos maravilhosos; estou quente e assim permanecerei para sempre. Daqui para frente, tudo o que entrar em contato comigo também ficará quente". Nem poderá sair deliberadamente do fogo, acreditando ser autossuficiente, e partir em missão, tomando como certo que toda impureza foi eliminada e que pode agora transmitir seu calor onde quer que vá. Ah, não! Ele logo descobrirá que esfriou novamente e que não tem capacidade alguma de gerar ou transmitir calor.
O que ele deve fazer então? Deve permanecer perto do fogo, pois somente assim poderá receber seu calor. E somente depois disso é que poderá transmitir calor.
Assim é com você, meu amigo. Você pode ter uma grande experiência. Pode receber do fogo divino. Pode ter visões e revelações maravilhosas. Mas a menos que esteja em contato diário com o fogo da presença de Deus, logo estará frio e impotente. Se quiser que a unção permaneça, terá que manter diariamente comunhão e relacionamento com a Fonte da unção. A bênção só pode ser mantida através de constante contato com a Pessoa que abençoa. Não existe um caminho fácil. Eu não conheço nenhuma experiência que dure a vida toda. É preciso pagar um preço. E o preço neste caso é contato diário com Deus. Poucos querem pagá-lo. A maioria busca bênçãos e manifestações. Podem até agonizar e orar. Buscam visões e revelações. Mas aquela espera diária em Deus, que nos firma e estabelece, eles não querem.
Meu amigo, você tem um lugar para encontrar-se com Deus? Você tem tempo? Ou está muito ocupado? Tem observado a Vigília da Manhã, a Hora Silenciosa? Jesus Cristo é real para você? Você o conhece de verdade? Você já teve um encontro com ele, claro que sim. Encontrou-o quando se converteu. Mas, você realmente o conhece? Já se tornou amigo dele? Você o visita regularmente? O que ele significa para você? Eu já tive encontros com muitas pessoas, mas posso dizer que conheço poucas. É preciso viver com alguém para conhecê-lo. Leva tempo para tornar-se amigo. Você separa tempo? Você precisa tirar tempo para andar com Deus.
Você sabia que Deus tem fome por comunhão com seus amigos? Ah, sim! E ele quer encontrar-se com você todos os dias. E se você quiser receber o calor do fogo divino, terá de relacionar-se com ele constantemente, ou, do contrário, esfriará. Para isso, você precisa andar com Deus.
Fonte: Arauto Ano 28 nº 1 - Janeiro/Fevereiro 2010
Fonte da imagem: The Peoples Church
Querido irmão, sou jovem, tenho 20 anos e gostaria de pregar o Evangelio Eterno na Janela 10x40.O que devo fazer? Por favor, me mantenha informado. RVS
Que alegria acordar, conferir os emails e receber um tão abençoado! Faz valer o Blog Missões e Adoração valer a pena! Me faz alegre, pois, confirma o chamado do Blog para ajudar a Igreja de Cristo na Terra! Leiam minha resposta:
- ser crente pra valer em Cristo Jesus! Ser espiritual, e não morno! Carregar a Cruz! (e você vai desenvolver-se diariamente. Ninguém é super crente! Jesus é teu advogado!);
- ter um chamado de Deus específico para essa área! (que você deve descobrir em oração e estar atento às circunstâncias);
- pertencer pra valer a alguma igreja evangélica missionária (tanto faz se tradicional ou pentecostal, mas tem que ser missionária. Caso não seja, NÃO mude de igreja! Ore e peça ao pastor para que você ensine a importância das Missões e da Adoração para seus irmãos);
- contar o sonho a "conta gotas" para os familiares e pastores ("deixa rolar" - algumas pessoas que amamos e que nos amam matam nossos sonhos)!
- ofertar para missões desde cedo (semear para colher depois);
- evangelizar os seus (familiares, vizinhos, amigos, colegas, pessoas da sua cidade e região) - [para ganhar experiências - desenvolver o dom];
- trabalhar na Igreja ou em alguma rede assistencial [para ganhar experiências - desenvolver o dom];
- envolver-se emocionalmente com muito mais cuidado! Um namoro fora dos padrões divinos (Ele escolhe a pessoa) pode ser fatal para o chamado missionário!
- economizar, não se envolver materialmente com o mundo (Lembre-se você tem um chamado!);
- estudar teologia (não faça a distância. Para a janela 10 x 40 não dá! Tem que ser mais! Por exemplo, indico a Missão Horizontes - 1° ano em Monte Verde, MG; 2° ano em outro país da América Latina; 3° ano lá nos países; é internato, sai falando inglês, espanhol e mais uma língua; 1 salário mínimo por mês, etc. Converse mais com eles! São gente séria!);
- etc
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Ela é produzida pela organização WIN 10 40.
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População: 1,688,359
Líder político: Presidente Yahya Jammeh
Religiões: 88.8% islamismo, 6.7% tradicionais, 4.1% cristãos, 0.4% outras
Posição no rank de perseguição: não calculado
Número de grupos terroristas: não calculado
Ações de terrorismo: não calculado; Casualidades: não calculado
Percentual de corrupção: 75%
Percentual da população que vive na miséria: não calculado
Histórico:
GÂMBIA - É um pequeno país da África Ocidental que rodeia o curso inferior do Rio Gâmbia. Tem uma pequena extensão de litoral Atlântico, a oeste, e uma extensa fronteira com o Senegal por todos os outros lados. O país ficou independente do Reino Unido em 1965. Em 1970, Dawda Jawara se converteu no primeiro presidente do novo estado e foi reeleito em 1972 e 1977. Depois da independência, Gâmbia melhorou seu desenvolvimento econômico graças ao alça nos preços de sua principal matéria de exportação, o amendoim, e ao desenvolvimento do turismo internacional. Em 1982, junto com Senegal, Gâmbia formou a Confederação de Senegambia. O presidente Jawara foi derrotado em 1994 por Yahya Jammeh, quem estabeleceu uma ditadura. Jammeh foi reeleito em 2001 e derrogou a lei que proibia a existência de partidos opositores.
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População: 1,084,971
Líder político: Presidente José Ramos Horta
Religiões: 99% cristãos, 1% islamismo.
Posição no rank de perseguição: não calculado
Número de grupos terroristas: não calculado
Ações de terrorismo: 10; Casualidades: 14
Percentual de corrupção: dados insuficientes para calcular
Percentual da população que vive na miséria: 42%
Histórico
TIMOR LESTE - País insular asiático, localizado na ilha de Timor. Sua única fronteira terrestre é com a Indonésia, que ocupa a metade ocidental da ilha.
Bem antes da chegada dos portugueses à ilha, por volta do Século XV, chineses e árabes já comerciavam com os nativos, trocando machados, porcelanas, chumbo e diversos outros utensílios pelas madeiras nobres timorenses. A população do Timor se dividia em cinco estratos: os liuraris (chefes e soberanos), os datos (nobres e guerreiros), os ema-reios (plebeus livres), os atas (escravos) e os lutuns (pastores nômades).
Os timorenses resistiram ao colonialismo, por meio de rebeliões e insurreições armadas em diversas ocasiões, todas reprimidas de forma brutal.
Em 1859, a ilha foi repartida entre Portugal e Holanda, com a parte leste cabendo aos portugueses, conforme acordo ratificado em 1904. Apesar da presença colonial, os nativos resistiram com sua cultura.
A madeiras nobres e preciosas, como o sândalo branco, foi dizimado nos primeiro anos da colonização, não sobrando nem um exemplar. Posteriormente, o café passou a ser a base da economia.
O chamado Timor Português se unificou e, aproveitando a Revolução dos Cravos, acontecida em abril de 1974, pretendeu tornar-se independente, com a Frente de Libertação do Timor Leste Independente (Fretilin). Entretanto, apesar de prometer conceder a libertação aos timorenses, os portugueses criaram a União Democrática do Timor (UDT), para manter o status de colônia, em federação com Portugal. Ao mesmo tempo, a Indonésia estimulou a criação da Associação Popular Democrática do Timor (Apodeti), que pregava a integração do país à Indonésia. O choque de interesses acarretou em conflito aramado entre os partidários das três correntes. A administração lusitana deixou o país e a Fretilin proclamou a independência em 28 de novembro de 1975, criando a República Democrática do Timor Leste, que não foi reconhecida por Lisboa.
Em dezembro daquele ano, a Indonésia invadiu o país e, no ano seguinte, uma Assembléia do Povo, integrada por membros da UDT e da Apodeti aprovou a incorporação do país à Indonésia. Tal anexação, entretanto, não foi reconhecida pela ONU, que deu a Portugal os direitos de colonização do Timor Leste. O conflito armado persistiu entre a Fretilin e o exército indonésio, reforçado pelos ativistas da Apodeti. Em 1982, a ONU aprovou resolução exigindo a retirada das tropas indonésias do país. No ano seguinte, Xanana Gusmão, comandante da Fretilin, assinou junto com o chefe das forças indonésias um acordo pelo fim das hostilidades, mas o presidente Suharto da Indonésia não reconheceu o tratado. O conflito prosseguiu.
Em 1988, a Fretilin e a UDT se juntaram criando a Convergência Nacionalista. Em 1989, a ONU aprovou moção de repúdio à ocupação indonésia do Timor Leste. Neste ano, o papa João Paulo II esteve na ilha, o que deu repercussão à luta dos timorenses. A repressão indonésia foi brutal, inclusive esterilizando mulheres compulsoriamente, proibindo o ensino da língua local, o tetum. Foram descobertas covas coletivas em vários pontos do país, indicando que foram feitas execuções em massa.
Em 1996, representantes dos governos português e indonésio se reuniram para resolver o problema do Timor Leste. Em 1999, a Indonésia admitiu a realização de um referendo para definir se a população optaria pela independência ou pela continuidade da anexação. O povo foi maciçamente às urnas e quase 80% optou pela independência. Com o resultado, o exército indonésio começou nova onde de terror, assassinando mais de 20 mil civis, saqueando e praticamente destruindo a capital Dili. Depois de muitas pressões internacionais, a Indonésia aceitou tropas da ONU para manter a ordem no Timor Leste. O Brasil foi um dos países que enviaram soldados para lá. Finalmente, em 20 de maio de 2002 a independência do país foi reconhecida internacionalmente, o que faz do Timor Leste um dos países mais jovens da atualidade. O país é governado pelo presidente Xanana Gusmão e pelo primeiro-ministro Ramos Horta.
Fonte IBGE
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A Faixa de Gaza juntamente com a Cisjordânia (ou Margem Ocidental - West Bank em Inglês), são territórios na região Palestina ocupados militarmente por Israel e que deveriam pertencer a um estado criado que se chamaria Palestina. Tais territórios são governados pela Autoridade Palestiniana.
População: 1,482,405
Líder político: Hamas Líder Ismail Haniyeh.
Religiões: 98.7% islamismo, 7% cristãos, 6% judaísmo
Posição no rank de perseguição: não calculado
Número de grupos terroristas: 35 (Inclui Faixa de Gaza e Autoridade Palestina)
Ações de terrorismo: 2,032; Casualidades: 560 (Inclui Faixa de Gaza e Autoridade Palestina)
Percentual de corrupção: não calculado
Percentual da população que vive na miséria: 63,1%
Veja também a Cisjordânia.
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A Cisjordânia (ou Margem Ocidental - West Bank em Inglês) juntamente com a Faixa de Gaza, são territórios na região Palestina ocupados militarmente por Israel e que deveriam pertencer a um estado criado que se chamaria Palestina. Tais territórios são governados pela Autoridade Palestiniana.
População: 2,535,927
Líder político: Presidente Mahmoud Abbas
Religiões: 75% islamismo, 17% judaísmo, 8% outras.
Posição no rank de perseguição: não calculado
Número de grupos terroristas: 35 (Inclui Faixa de Gaza e Cisjordânia)
Ações de terrorismo: 2,032; Casualidades: 560 (Inclui Faixa de Gaza e Cisjordânia)
Percentual de corrupção: não calculado
Percentual da população que vive na miséria: 45,7%
Veja também a Faixa de Gaza.
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Líder político: Presidente Nambaryn Enkhbayar
Religiões: 45.6% outras, 31.2% shamans, 22.5% budismo, 0.7%, cristãos
Posição no rank de perseguição: não calculado
Número de grupos terroristas: não calculado
Ações de terrorismo: 1; Casualidades: 1
Percentual de corrupção: 72%
Percentual da população que vive na miséria: 36.1%
Histórico
MONGÓLIA - Fica encravado entre a Rússia a norte e a China a leste, sul e oeste.
Segundo relatos chineses que remontam a séculos antes de Cristo, esta região foi ocupada por diferentes tribos nômades. Dentre estes povos devem ser destacados os hunos (aparentemente migraram para o oeste a partir das estepes da Mongólia) e os turcos (por volta do século VII, surgem nos relatos chineses como nômades vindos do norte da Mongólia). Nos séculos seguintes, os turcos migrariam para o sudoeste, ocupando outras áreas da Ásia, mas algumas tribos permaneceram no leste da Mongólia até o século XIII.
A recém formada União Soviética instalou na jovem república mongol, no início do século XX, um líder com orientações bolcheviques, que liderou um processo o processo de instauração de um regime comunista, concluído em 1925. A República Popular da Mongólia só foi reconhecida pela China em 1946. As dissensões entre Rússia e China fizeram com que as relações entre China e Mongólia fossem praticamente encerradas até a dissolução do Partido Comunista mongol e a queda do regime, em 1990. Desde então, a Mongólia experimenta um regime parlamentarista com eleições diretas a cada quatro anos. A Mongólia é, desde 1990, um regime parlamentarista, pluripartidarista, com eleições diretas.
Fonte: IBGE
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Líder político: Presidente Bashar al-Assad
Religiões: 90.3% islamismo, 5.1% cristãos, 2.9% sem religião, 1.7% outras
Posição no rank de perseguição: 45º
Número de grupos terroristas: 16
Ações de terrorismo: 43; Casualidades: 102
Percentual de corrupção: 71%
Percentual da população que vive na miséria: 11.9%
Histórico
SÍRIA - País asiático do Oriente Médio, banhado pelo Mar Mediterrâneo, limitado ao norte pela Turquia, a leste e sudeste pelo Iraque, ao sul pela Jordânia e a oeste por Israel e Líbano. A origem de seu nome é incerta. Há fontes que garantem provir de Assíria, povo mesopotâmico da antigüidade, outras afirmam vir de Suri, um distrito da Mesopotâmia.
Embora haja achados arqueológicos e documentos atestando ocupação feita há mais de 50 séculos, a Síria, tal se conhece hoje, surgiu como país independente ao término da Segunda Guerra Mundial, abrangendo uma área administrada pela França desde o início do Século XX. Mas em tempos primórdios, a região foi inicialmente habitada por povos semíticos. Ao longo das eras, o território sofreu invasões de elementos de outros grupos étnicos (canaanitas, fenícios, arameus, hebreus, egípcios, sumérios, assírios, babilônios, hititas, persas, macedônios, gregos, romanos e bizantinos), foi dividida em principados autônomos ou fez parte de poderosos impérios. Depois de 700 anos sob domínio de Roma, as terras do que hoje é a Síria foram ocupadas pelos árabes islâmicos, em 636 d.C. A cidade de Damasco, atual capital síria, foi, de 661 a 750, capital do império árabe, que se estendia da Espanha até a fronteira com a China. Posteriormente, aquelas terras foram disputadas e ocupadas por egípcios, turcos seldjúquidas, por cruzados (de 1098 a 1124), por sarracenos comandados por Saladino e seus herdeiros, mongóis, até ser ocupada por turcos islâmicos, em 1516. A partir daí e até a Primeira Guerra Mundial, ela estará sob domínio otomano. Com o fim do conflito mundial, em 1918, o território sírio passou a ser administrado pela França.
O nacionalismo ganhou expressão durante a Primeira Guerra Mundial, na Grande Revolta Árabe contra o domínio turco, liderada pelo xeque Hussain. Em 1918, Faisal, filho de Hussain, conquista Damasco. O Reino Unido, traindo a promessa de independência feita aos árabes, assina um acordo secreto com a França dividindo uma vasta região do Oriente Médio.
O mandato da Síria e do Líbano é outorgado aos franceses, e Faisal, então rei da Síria, é obrigado a fugir do país. O domínio francês vai até o final da Segunda Guerra Mundial. Em 1946, por decisão da ONU, tropas francesas e inglesas abandonam a Síria e o Líbano. A Síria torna-se independente em 17 de abril daquele ano.
O primeiro governo independente sírio é deposto por um golpe militar em março de 1949. Novo golpe restabelece o regime constitucional em 1954. Cresce a partir daí a influência do Partido Baath. A Síria afasta-se politicamente dos EUA e passa a receber armas da União Soviética (Federação Russa).
Nacionalismo, estadismo, não-alinhamento (em relação aos EUA e à URSS) aproximaram a Síria do Egito durante a década de 50. Em fevereiro de 1958, um plebiscito aprovou a fusão dos dois países na República Árabe Unida, com hegemonia egípcia. O objetivo era o primeiro passo para o pan-arabismo. Logo, porém, surgem divergências e um golpe militar separa a Síria do Egito em 1961. Mas a autonomia não pôs fim imediato à instabilidade política - resultado de interesses conflitantes dos diversos grupos da sociedade local.
A forte oposição a Israel marca a política externa da Síria. Até hoje, o país reivindica a devolução das Colinas de Golã, tomadas por forças israelenses na Guerra dos Seis Dias, em 1967.
O governo sírio já foi várias vezes acusado de apoiar ataques a Israel realizados por grupos extremistas baseados no Líbano. A partir de 1974, o país passou a intervir diretamente na guerra civil do Líbano com a intenção de manter os cristãos maronitas no poder. Em 1990, a Síria patrocinou um acordo de paz no país vizinho.
No âmbito doméstico, o regime vem sendo caracterizado pelo autoritarismo e pelo tratamento em estilo linha dura destinado a qualquer forma de oposição, sobretudo antes da morte do presidente Hafez al-Assad, em 2000.
Com a morte do presidente al-Assad, o governo tornou-se mais tolerante e dezenas de presos políticos foram libertados.
A liberdade de imprensa é bastante restrita pelo regime do país. A prisão de jornalistas não é incomum. Todos os veículos de comunicação pertencem ao governo, com exceção de algumas estações de rádio, que só têm autorização para transmitir músicas. Notícias consideradas embaraçosas ou que poderiam colocar em risco a segurança do país são alvo de censura. Apesar disso, os veículos de comunicação fazem críticas à corrupção e à ineficiência do estado. A Síria é atualmente governada pelo presidente Bashar al-Assad, filho de Hafez Al-Assad, e pelo primeiro-ministro Muhammad Naji al-Otari.
Fonte: IBGE
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Líder político: Presidente Hu Jintao (sob jurisdição da China)
Religiões: 80% budismo, 19.8% outras, 0.2% cristãos
Posição no rank de perseguição: não calculado (China é o 12º)
Número de grupos terroristas: não calculado
Ações de terrorismo: não calculado; Casualidades: não calculado
Percentual de corrupção: dados insuficientes para calcular
Percentual da população que vive na miséria: não calculado
História
Durante a sua história, o Tibete existiu como uma região composta por diversas áreas soberanas, como uma única entidade independente e como um Estado vassalo, sob suserania ou soberania chinesa. Foi unificado pela primeira vez pelo rei Songtsän Gampo, no século VII. Por diversas vezes, da década de 1640 até a de 1950, um governo nominalmente encabeçado pelos Dalai Lamas (uma linhagem de líderes políticos espirituais tidos como emanações de Avalokiteśvara - Chenrezig, Wylie: em tibetano - o bodisatva da compaixão) dominou sobre uma grande parte da região tibetana. Durante boa parte deste período a administração tibetana também esteve subordinada ao império chinês da Dinastia Qing.
Em 1913 o 13º Dalai Lama expulsou os representantes e tropas chinesas do território formado atualmente pela Região Autônoma do Tibete. Embora a expulsão tenha sido vista como uma afirmação da autonomia tibetana, esta independência proclamada do Tibete não foi aceita pelo governo da China nem recebeu reconhecimento diplomático internacional e, em 1945, a soberania da China sobre o Tibete não foi questionada pela Organização das Nações Unidas.
Após uma invasão contundente e uma batalha feroz em Chamdo, em 1950, o Partido Comunista da China assumiu o controle da região de Kham, a oeste do alto rio Yangtzé; no ano seguinte o 14º Dalai Lama e seu governo assinaram o Acordo de Dezessete Pontos. Em 1959, juntamente com um grupo de líderes tibetanos e de seus seguidores, o Dalai Lama fugiu para a Índia, onde instalou o Governo do Tibete no Exílio em Dharamsala. Pequim e este governo no exílio discordam a respeito de quando o Tibete teria passado a fazer parte da China, e se a incorporação do território à China é legítima de acordo com o direito internacional. Ainda existe muito debate acerca do que exatamente constitui o território do Tibete, e de qual seria sua exata área e população.
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Líder político: Presidente Isaias Afworki
Religiões: 48% islamismo, 47.4% cristãos, 4.6% outras.
Posição no rank de perseguição: 13º
Número de grupos terroristas: 4
Ações de terrorismo: 5; Casualidades: 16
Percentual de corrupção: 71%
Percentual da população que vive na miséria: 50%
Histórico -
ERITRÉIA - País africano, limitado a norte e leste pelo Mar Vermelho, por onde faz fronteiras com a Arábia Saudita e Iêmen, a sul com o Djibouti e Etiópia e a oeste com o Sudão.
Eritreia, como território, foi criado pela Itália em 1 de Janeiro de 1890. Os italianos ocuparam este território até 1941. A partir deste ano até 1952, a Eritreia ficou sob proteção britânica. Depois do tempo de protetorado britânico, a ONU concedeu autonomia ao Estado da Eritreia, federando-o com a Etiópia. Tal federação durou até 1961, quando o rei da Etiópia fechou o parlamento da Eritréia e iniciou uma campanha para minar sua resistência. O FLE (Frente pela Libertação da Eritreia) foi primeiro movimento que começou a lutar pela independência da Eritreia.
Nos anos setenta, a Etiópia experimentou uma revolução comunista e veio a receber apoio do bloco comunista. Na Eritréia, contudo, o movimento de resistência, apoiado pelo bloco capitalista, tinha muitos problemas internos e sua luta resultou em vários movimentos rivais. A Frente Popular pela Liberação da Eritreia (FPLE) ganhou a hegemonia interna e veio a dominar a luta pela independência até o seu fim, em 24 de Maio de 1991, quando os soldados da FPLE tomaram a capital e conseguiram o controle total sobre o país. A FPLE decidiu então a tomar dois anos para organizar um referendo para dar o povo da Eritréia a oportunidade de praticar o seu direito de autodeterminação. Em abril de 1993, o povo votou no primeiro referendo livre de sua história e decidiu pela independência. Por este motivo, o governo declarou o dia 24 de Maio de 1993 como a data de independência do país.
Fonte: IBGE
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Líder político: Presidente Abdoulaye Wade
Religiões: 92.1% islamismo, 4.8% cristãos, 3% tradicionais, 0.1% outras.
Posição no rank de perseguição: não calculado
Número de grupos terroristas: não calculado
Ações de terrorismo: 1; Casualidades: 0
Percentual de corrupção: 67% Percentual da população que vive na miséria: 54%
Histórico
SENEGAL - País africano banhado pelo Atlântico, limitado ao norte pela Mauritânia, a leste pelo Mali, ao sul pela Guiné e pela Guiné-Bissau e a oeste pela Gâmbia (país que é totalmente encravado no território senegalês). É o mais próximo vizinho de Cabo Verde, arquipélago que se espalha pelo Atlântico a ocidente do cabo Verde. Seu nome veio do povo berbere, conhecido como sanhaja, conforme mencionado em documentos árabes datados do Século IX. O etnônimo foi se alterando ao longo dos tempos para sanghana, canaga e senega, dando nome à região e ao seu rio principal.
As atuais terras do país foram primordialmente ocupadas há mais de 150 mil anos, conforme achados arqueológicos na região.
Já em tempos relativamente modernos, as margens do Rio Senegal foram povoadas por tribos convertidas ao Islã, pelo contato com países vizinhos já islamizados. As tribos uolof, fulani e tukeler, entre outras, viviam no atual Senegal, quando os portugueses estabeleceram os primeiros contatos, no Século XV, quando estavam explorando a costa africana, no rumo de tentar encontrar um caminho marítimo para as Índias. Entretanto, foram os franceses, no Século XVII, que assumiram o controle da colônia, inicialmente trocando produtos manufaturados por produtos locais, mas especialmente de olho no comércio de escravos para as lavouras de cana-de-açúcar nas Antilhas.
A política colonial francesa se baseou em uma administração indireta, utilizando os chefes locais como intermediários e colaboradores. Nas principais cidades, Dakar, Gorée, Rufisque e Saint-Louis, o governo estava diretamente em mãos francesas. Quando a Revolução Francesa aboliu a escravidão, os senegaleses receberam a cidadania do país-sede. Foi a única colônia africana onde isso aconteceu, embora os nativos fossem considerados como cidadãos de segunda classe, mesmo tendo direito a enviar um deputado para Paris. Na segunda metade do Século XIX, rebeliões comandadas por líderes muçulmanos tentavam a libertação da França, que no entanto, conseguiu sufocar os revoltosos, pacificando o país. Mesmo assim, os ideais de libertação e de valorização da etnia e negritude começaram a se disseminar no país, especialmente nos anos 30 do Século XX.
A independência foi proclamada em 4 de abril de 1960, com o país tornando-se a República do Senegal. O governo optou por uma via política inspirada no chamado socialismo islâmico, difundido por um conjunto de associações, escolas e jornais, de onde se destacou Léopold Sédar Senghor como o principal teórico do sistema democrático e Presidente da República.
Em 1982, o Senegal uniu-se à Gâmbia para formar a confederação Senegâmbia, por meio de um pacto que unia instituições comuns, integrava as forças armadas e de segurança. A Senegâmbia foi dissolvida em 1989 por divergências entre os dois países. Atualmente, está no poder o presidente Abdoulaye Wade, juntamente com o primeiro-ministro Idrissa Seck.
Fonte: IBGE
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Líder político: Rei Abdullah II
Religiões: 96.2% islamismo, 2.8% cristãos, 1% outras.
Posição no rank de perseguição: 40º
Número de grupos terroristas: 13
Ações de terrorismo: 86; Casualidades: 93
Percentual de corrupção: 47% Percentual da população que vive na miséria: 30%
Histórico
JORDÂNIA - País do Oriente Médio asiático, limitado ao norte com o Líbano, a Síria e o Iraque, a leste e sul com a Arábia Saudita e a oeste com Israel. Seu nome deriva do rio Jordão, que corta parte de seu território. Em latim, o nome era Jordanes ou Jordanis. Em hebraico, Yarden, que vem do verbo yarad, que significa "descer", aludindo ao declive apresentado pelo rio.
A região onde está localizada a Jordânia é extremamente rica e importante do ponto de vista histórico. Pelas narrativas bíblicas, sabe-se que desde a Idade do Bronze, ali haviam reinos como o de Gilead, ao norte, o de Moab, na faixa central, e Edom, ao sul. Por volta do ano 2000 a.C., semitas estabelecem uma colônia ao redor do Rio Jordão, em uma área chamada de Canaã. A Bíblia também fala de guerras entre Israel e tribos ali localizadas, como os hamonitas, assírios e nabateus. Posteriormente, a região foi conquistada por babilônios e persas, e mais tarde ainda por gregos, que ali estabeleceram colônias. A partir do ano 64 a.C., todo aquele território cai sob o jugo do Império Romano e a ele permanece vinculado por sete séculos.
Em 636 d.C., árabes vencem os exércitos do imperador bizantino Heráclio, na Batalha de Yarmuk, estabelecendo a presença muçulmana ali que seria definitiva, embora os cruzados, depois de tomarem Jerusalém, em 1099, tenham incluído partes da Jordânia em domínios católicos. Posteriormente, os árabes retomaram Jerusalém e expulsaram os cruzados do território jordanense.
No Século XVI, turcos otomanos invadem a região e a anexam ao seu império, com a Jordânia fazendo parte do sub-reino de Damasco. E assim ficaria até a I Guerra Mundial, no início do Século XX.
No fim deste conflito, o território onde atualmente se encontra Israel, Jordânia, a Faixa de Gaza e Jerusalém ficou sob domínio britânico, assim como o controle da Palestina e Transjordânia. Em 1922, a Grã-Bretanha dividiu a administração da região, estabelecendo o semi-autônomo Emirado da Transjordânia, regido pelo príncipe Hashemita Abdullah, enquanto continuou a administração da Palestina, posta sob protetorado britânico. O domínio inglês sob a Transjordânia acabou em 22 de maio de 1946; e, três dias depois, o país tornou-se o independente como o Reino Hashemita da Transjordânia. Em 1948, após o primeiro conflito entre árabes e israelenses, o rei Abdulah anexou territórios palestinos da margem ocidental do Jordão, que passou a se chamar Jordânia. Esta anexação trouxe mais problemas, especialmente com a situação dos palestinos e com a situação de Jerusalém.
Em 1951, Abdulah foi assassinado, sendo sucedido por seu filho. Talal, que acabou deposto um ano depois, com o filho Hussein, assumindo o poder com 17 anos, em 1953. Este estabelece boas relações com os Estados Unidos e unifica as tribos beduínas, o que lhe dá sustentação.
Com a ocupação de Israel do território palestino, este povo passou a viver na Jordânia, sendo quase 70% de sua população. Toda aquela região vive imersa em conflito permanente.
A Jordânia não participou da Guerra do Golfo de 1990-91. Em 1991, seu governo participou, junto com representantes da Síria, Líbano e Palestina, de negociações diretas de paz com Israel, com mediação dos Estados Unidos e Rússia. Foi negociado o fim das hostilidades com Israel e assinado um tratado de paz em 25 de julho de 1994. Desde então, a Jordânia procura conviver pacificamente com todos os seus vizinhos. Atualmente, é governada pelo rei Abdullah II e pelo primeiro-ministro Faisal al-Fayez.
Fonte: IBGE
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Líder político: Presidente Maumoon Abdul Gayoom
Religiões: 99.4% islamismo, 0.5% budismo, 0.1% cristãos.
Posição no rank de perseguição: 5º
Número de grupos terroristas: não calculado
Ações de terrorismo: 1; Casualidades: 0
Percentual de corrupção: dados insuficientes para calcular
Percentual da população que vive na miséria: 21%
Histórico
MALDIVAS - Pequeno país insular do Oceano Índico, habitualmente incluído na Ásia. A sua única fronteira real é com o estado indiano das Laquedivas, a norte, mas são também o mais próximo vizinho do Território Britânico do Oceano Índico, um conjunto de ilhas localizadas a sul das Maldivas.
Os portugueses foram os primeiros europeus a dominarem a região, entre 1558 e 1573. Em seguida foram expulsos pelo sultão Muhammad Al-Azam, que estabeleceu um sultanato islâmico que governou até 1953. Neste ano, se implantou um sistema republicano de governo, porém o sultanato foi logo reempossado. Foi um protetorado britânico desde 1887 até 25 de julho de 1965, data de sua independência. Três anos mais tarde, o sultanato foi abolido e implementou-se a república.
Fonte: IBGE
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Minhas Igrejas
Aceitei o Senhor Jesus como Senhor e Salvador do meu corpo, alma e espírito em 1979, com apenas 11 anos na Igreja Presbiteriana Moriah, em Americana, SP. Em 1982 fui batizado, na época a igreja chamava-se Igreja Presbiteriana do Bairro São Domingos e o pastor era o Pr. Pedro Alves de Oliveira. Em 1998, por ceder às minhas concupiscências, afastei-me da igreja do Senhor. Em 2000 reconciliei-me com a igreja do Senhor na Igreja Batista do Caminho em Santa Bárbara d'Oeste. Em 2009, para ficar próximo do meu serviço, tornei-me membro da Primeira Igreja do Evangelho Quadrangular em Paulínia-SP. Em 2010, mudei para a Terceira Igreja do Evangelho Quadrangular do Pr. Eliseu e Pra. Luciana, ainda em Paulínia, na Vila Nunes, por motivo de proximidade entre residência, igreja e trabalho!

























Segurando a corda? Os mantenedores e intercessores.
No altar? Em santidade!

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